CRÔNICAS


Poesia, justo no domingo?

por Carlos Castelo

Suspiros poéticos e macarronada com frango

SINOPSE

Resumo de dois mil e vinte e seis
A domiciliar para o Narcísio
Flávio desiste da candidatura
E, pra alegria do Centrão: Tarcísio


Publicado em 18/01/2026




10 maneiras de xingar a Enel sem usar impropérios, nem pornografia

por Carlos Castelo

Listas que ninguém pediu


1. Parabéns, Enel, vocês reinventaram a Idade das Trevas.
2. Se eficiência fosse luz, vocês seriam um eclipse total.
3. Vocês têm um talento raro: conseguem surpreender mesmo quando a expectativa já era baixíssima.
4. A Enel é o único lugar onde a conta de luz sempre volta, mas a energia não.
5. Nos avisem quando descobrirem a eletricidade.
6. Se dependesse de vocês, Benjamin Franklin e Thomas Edison teriam virado ceramistas.
7. Puxa, vocês provaram que a luz no fim do túnel também pode ficar dias sem aparecer!
8. Enel, o modo economia de bateria da sociedade.
9. Obrigadíssimo! Sem energia elétrica, finalmente pude descobrir que sou filho adotivo.
10. Se você fosse um tartaruga, Enel, as outras tartarugas reclamariam da sua leseira.


Publicado em 11/12/2025




Poesia, justo no domingo?

por Carlos Castelo

em torno de Alexandre O’Neill

A cara do paulistano

A cara de Brás, Bexiga e Barra Funda do paulistano


A cara de pizza fria do paulistano


A cara de churros do paulistano


A cara de me assaltaram do paulistano


A cara de estado rico do paulistano


A cara de Paulo Maluf do paulistano


A cara de antropófago do paulistano


A cara de pastel de feira do paulistano


A cara de dois chope do paulistano


A cara de non ducor, duco do paulistano


A cara de Rita Lee do paulistano


A cara de sashimi do paulistano


A cara de Lapa de Baixo do paulistano


A cara de burguês-níquel do paulistano


A cara de quibe cru do paulistano


A cara de padaria do paulistano


A cara de homem-nádegas do paulistano


A cara d’Abax’o Pigues do paulistano


A cara de túmulo do samba do paulistano


A cara de eu sou o cara do paulistano


A cara de ex uno plures do paulistano


Publicado em 21/12/2025




Até que o Exército da Salvação os separe

por Carlos Castelo

Pensata sobre gêneros e identidades

O mundo tem evoluído numa velocidade espantosa no que tange às questões de gênero e identidade. E, por causa disso, em meio ao burburinho habitual do Fórum da Comarca de Cachoeira, o Excelentíssimo Juiz Hermenegildo Pompeu de Albuquerque Neto recebeu uma petição que o fez questionar sua carreira jurídica.

A requerente, Dolores Esmeralda dos Santos Silva, de 47 anos, professora aposentada e colecionadora de móveis antigos, solicitava formalmente autorização para contrair núpcias com uma cadeira Luís XV, fabricada em 1847, em madeira de mogno com incrustações de marfim e estofada em veludo bordeaux.

Homem de considerável experiência, o magistrado havia presidido casamentos entre pessoas de idades díspares, uniões entre indivíduos de diferentes credos e até mesmo cerimônias envolvendo cônjuges que se comunicavam através de memes. Mas aquilo era território inexplorado.

"Meritíssimo", dizia a petição, "a requerente manifesta profundo e sincero amor pela referida cadeira, com a qual mantém relacionamento estável há sete anos. O móvel em questão proporciona à suplicante o conforto emocional, físico e espiritual que jamais encontrou em relacionamentos convencionais com seres humanos."

O juiz ajustou os óculos. A argumentação era, reconhecia ele a contragosto, sólida. Citava precedentes de outros países onde objetos inanimados haviam sido reconhecidos como parceiros legítimos, invocava o princípio da dignidade humana e do livre arbítrio, e ainda anexava laudos psicológicos atestando a sanidade mental da requerente.

Na audiência, Dolores compareceu acompanhada por dois carregadores que transportaram a cadeira. O móvel possuía uma elegância incontestável. Curvas sinuosas, brilho acetinado na madeira, nobreza nas proporções. Tudo conspirava para fazer daquela peça um exemplar notável da arte moveleira francesa.

"Vossa Excelência", declarou a requerente com voz firme, "eu e Bartira" - pois assim se chamava a cadeira - nos completamos".

"Ela me oferece estabilidade e eu lhe dou o cuidado e a manutenção que merece. Nosso relacionamento é baseado no respeito mútuo, na confiança e no amor incondicional."

O promotor público, Dr. Augusto Severo, tentou argumentar sobre a impossibilidade legal da união, mas foi interrompido por Dolores, que brandiu uma pasta repleta de documentos comprobatórios: certificados de autenticidade da cadeira, laudos de restauração, apólices de seguro e até mesmo um testamento deixando todos os seus bens para o móvel.

Percebendo-se diante de um dilema, o juiz pediu um intervalo para reflexão. Em seus aposentos, contemplou a situação com a filosofia resignada de quem já havia visto de tudo na vida forense.

Ao retornar, proferiu uma decisão salomônica: "Considerando que o amor é o mais nobre dos sentimentos humanos, e que a Constituição garante a todos o direito à felicidade, defiro parcialmente o pedido. Autorizo a celebração de uma cerimônia simbólica de união, sem efeitos legais, mas com pleno reconhecimento do vínculo afetivo entre Dolores e Bartira."

E assim, três dias depois, o Cartório de Cachoeira assistiu à mais inusitada cerimônia de sua história. Dolores, radiante em seu vestido de noiva, pronunciou os votos diante de uma cadeira que, em sua imobilidade, aceitava com grandeza a nova condição de cônjuge.

E, no final, até que fez todo sentido. Todo casamento é assim mesmo: um sentado, o outro carregando o peso.


Publicado em 09/12/2025




Uma fábula do cotidiano

por Vasqs

Dois banqueiros viram um pacote de moedas no chão

Dois banqueiros, caminhando um na direção do outro, viram um pacote de moedas no chão. Abaixaram pra pegar, bateram a cabeça um no outro e desmaiaram.

Nesse momento apareceu um homem de rua com seu cachorro também de rua. Viu os banqueiros caídos e viu o pacote de moedas. Enquanto o cachorro urinava nos banqueiros, o homem pegou as moedas e saiu feliz da vida.

No caminho foi abordado por um policial, que quis saber que alegria era aquela sendo ele um homem de rua, e antes de o homem explicar, encheu ele de porrada e lhe tomou o pacote.

No distrito, o delegado, observando a expressão de alegria do policial, também quis saber que porra de alegria era aquela. Demitiu o policial por suposto roubo, pegou as moedas pra ele e levou pra por no cofre do filhinho - pra quando ele crescesse pudesse comprar um Porsche e sair pelas avenidas a 150 km por hora e dane-se quem estiver na frente.

O delegado entrou em casa com um sorrisão indisfarçável e então foi a esposa que quis saber que diabo de sorrisão era aquele. Tomou as moedas do delegado e dane-se o filhinho e dane-se o Porsche do filhinho, nem ela tinha um. Ligou pro "avião" e pediu 30 g de farinha, que a vida não tá fácil, mesmo pra mulher de um delegado.

O "avião" chegou num minuto, entregou a farinha e levou a grana pro traficante chefe. O chefe, que não cheira farinha mas cheira grana de qualquer distância, pegou as moedas e aplicou tudo nos bancos dos banqueiros lá na Faria Lima.

Fim.

Nota: a primeira parte dessa história é fake. Banqueiros não se abaixam pra pegar moedas. Banqueiros têm capachos que fazem isso por eles. Seja um empregado puxa-saco ou um presidente idem do Banco Central.

Então, quem trombou e desmaiou não foram os banqueiros, infelizmente. Foram os capachos, que depois foram mijados pelo cachorro e bem feito pra eles.

Moral: banqueiros nunca perdem, se perdessem não seriam banqueiros. Seriam, talvez, homens de rua com seus cachorros também de rua.


Publicado em 16/01/2026




O luto

por Vasqs

A cidade amanheceu consternada com a morte de um homem

Era 1963, novembro, a cidade amanheceu consternada com a morte de um homem, no dia anterior, 22, assassinado a tiros quando passava por uma avenida num carro aberto.

Não era o prefeito, o morto, e nem o juiz e nem o bispo. Não era o cidadão mais respeitado, nem um craque do nosso futebol - e tínhamos vários naquela época! Não era, aliás, ninguém da nossa cidade e nem de qualquer outra por perto.

Jamais nos visitou, nunca comeu no Petisco, nunca comprou óleo de algodão na Columbia ou tomou banana split na lanchonete Paraíso. Não conhecia o prefeito nem o prefeito conhecia ele. Não conhecia o Otávio, nem o Silveirinha, seus, da cidade, maiores artistas.

E nem era do Brasil, o homem, e nem falar português ele sabia, mesmo quando vivo.

Não, o morto tinha sido morto a 9 mil quilômetros dali!

Então por que diabos a cidade estava triste?

Vai saber, acontece que estava. Todos de luto e cabisbaixos, sob uma atmosfera densa e acinzentada - novembro sempre chove - com a morte de um homem desconhecido,a 9 mil quilômetros dali.

A cidade, incluindo o prefeito, sofreu e enlutou-se com sua, do morto, tragédia. E parou pra assistir o cortejo fúnebre - o pranto da viúva, a tristeza dos filhos, agora órfãos, pobrezinhos - transmitido direto pela primeira vez na TV, mesmo em preto e branco, mesmo com chuviscos.

Tia Neca, transida, rezava baixinho; a mãe debulhava uma lágrima; eu não entendia nada e meu pai, face petrificada, soltou um palavrão:

- Filho da puta!

E fomos todos dormir com a dor deles, a 9 mil quilômetros dali!, pesando no nosso peito.

John Fitzgerald Kennedy, assim, era chamado o morto, com esse nomão empolado. O Matias nunca tinha ouvido falar, achava que era nome tupi-guarani. O Lua achava que era russo. Pro Zózimo,só podia ser turco, "óbvio, tem um monte por aqui".

Mais tarde fui saber uma pá de coisa sobre ele, o morto. Era importante à bessa, ilustre e boa praça. Mandou um bando de gente pro Vietnan pra acabar com os comunistas, ajudou a derrubar nosso presidente porque este estava prejudicando o país, o nosso e o dele. Criou uma aliança para o progresso, o nosso e o dele.

Tudo a 9 mil quilômetros dali.

Além de ser uma pessoa simpática e muito interessante: foi capaz de interessar, seduzir, ninguém menos que a Marilin Monroe! - e realizar por nós o nosso sonho.

Era tão importante que depois o homenagearam com seu nome em ruas, avenidas, viadutos, colégios, no mundo inteiro. E no nosso país e na nossa cidade, que afinal faziam parte do mundo.

Até pessoas receberam o nome dele. O Anacleto deu nome a seu primeiro filho de Kenedi Fitizgerald de Jesus.

Grande homem!

Deteve os comunistas por nós, derrubou nosso governo por nós e promoveu uma aliança para o progresso por nós. E comeu a Marylin Monroe, por nós.

Mereceu, sim, sem dúvida,todo nosso luto e toda nossa consternação - mesmo a 9 mil quilômetros.

E.T.: uma coisa que eu nunca fiquei sabendo: aquele palavrão que meu pai soltou, se era pro assassino ou se era pro morto.


Publicado em 22/11/2025




Dia de Reis

por Nelson Moraes

Estava então lá no presépio o casal com o menino...

Estava então lá no presépio o casal com o menino, quando o primeiro rei mago chegou.

– Seguinte – ele foi logo dizendo, pouco afeito a meias palavras – , eu sou um entrepreneur capitalista e trago ouro. O ouro que ergue nações, desperta a cobiça produtiva e resulta em desenvolvimento e abertura de nichos de mercado. Juntar seu nome ao meu – e agora ele falava diretamente ao menino – vai fazer de uma pequena enterprise um conglomerado planetário, abrindo fronteiras, catequizando povos, estabelecendo governos e ditando os rumos da economia mundial. Fui claro?

– Oquei, oquei – disse o pai do menino, recebendo o ouro e guardando em um canto do presépio. E pediu: – O próximo.

– Oi – disse compenetrado o segundo rei mago. – Eu sou de Humanas e trago incenso. O incenso que desperta estados de consciência e que faz da justiça igualitária o objetivo maior da existência, somada à fruição holística da aura que permeia o planeta. Seu nome aliado ao meu vai deter a marcha desenfreada da ambição e fazer da experiência humana uma prática de compartilhamento, resistindo a todas as formas de totalitarismo. Que tal?

– Sei, sei – disse o pai da criança, guardando o incenso e pedindo ao terceiro rei mago para entrar.

– Olá – disse o terceiro. – Eu trago mirra, e...

– Que diabo é mirra? – perguntou o pai do menino.

– É algo que não se explica tão resumidamente. Pra entender a mirra é preciso se distanciar, relativizar, adquirir um ponto de vista mais abrangente, que...

Mas aí o primeiro e segundo reis magos já estavam se atracando com o terceiro e rolando no chão. Finalmente deram uma carreira nele, e então voltaram ao presépio, tirando o pó da roupa e se justificando:

– Não levem a mal. É que no mundo de hoje não tem lugar pra isentão.

Moral: A presente dado não se pede a procedência


Publicado em 12/01/2026




Lázaro!

por Nelson Moraes

A rocha que vedava o túmulo foi retirada...

A pedido do Mestre, a rocha que vedava o túmulo foi retirada. E o Mestre:
- Vem pra fora, Lázaro!
A multidão aguardando, tensa. E nada.
- Lázaro - insistiu o Mestre. - Vem pra fora!
Lá de dentro pareceu brotar um grunhido. E o Mestre:
- Oi?
Agora veio a fala abafada:
- Aqui não tem nenhum Lázaro.
- Como assim? - falou o Mestre, já perto da porta.
- Não tem, ué.
- Lázaro... Eu tô te vendo!
- Pois é. Tá tendo uma visão.
- Lázaro! - e o mestre estendeu a mão, puxando o sujeito lá de dentro.
- Caramba, Mestre - disse o sujeito, tapando com a mão o sol que incidia sobre seu rosto, e falando com voz bem baixa, de modo que só o Mestre ouvisse. - Assim o senhor me prejudica!
- Como assim, Lázaro? Você estava morto! E agora...
- Não, não, Mestre - cochichou o sujeito.
- Como não?
- Ahn. Era isso. Eu estava, er, me fazendo de morto, Mestre.
O mestre cruzou os braços, inquisidor:
- Lázaro.
- Calma, Mestre. Seguinte. O senhor já ficou com três anos de impostos pra Roma atrasados? O senhor já ficou devendo o dobro do seu patrimônio em tributo pro Templo? O senhor já penou com essa inflação que dispara a cada trimestre e tá arrasando a Judeia? O senhor já tentou sobreviver com...
- Lázaro! Você então...
- Pois é! - e aqui o sujeito moderou o tom, voltando ao cochicho. - Me fiz de morto, pra não me complicar ainda mais. Já basta morrer em tanta dívida. E agora o senhor vem me expor?
- Não é possível - o Mestre murmurou, incrédulo. - Suas irmãs disseram que você já cheirava mal, depois desses quatro dias, e então...
- Aí que tá, Mestre. O senhor não deve ter entendido direito. Elas provavelmente disseram que não tava cheirando bem isso de eu ter morrido logo agora, até porque, ahn, é, tô devendo pra elas, também, e o...
O Mestre suspirou fundo, e foi pontuando sílaba por sílaba, compassadamente:
- Lázaro. Vem comigo agora, pra fora. Você vai explicar pra essa multidão aí que estava mentindo. E vai assumir o que fez.
- Mas, Mestre - tentou o sujeito, que já estava sendo puxado pelo braço. - O senhor quer que eu assuma minhas dívidas? O que eu ganho com isso?
E o Mestre, resoluto:
- Até noventa por cento de desconto, pagando à vista. Agora vambora e não discute.

(Algumas versões desse antigo pergaminho trazem um acréscimo ao final, no qual um centurião romano, que a tudo acompanhava à distância - e já quase convertido ao Mestre, graças aos frequentes discursos e recorrentes milagres deste - resolveu, maravilhado com a cena, vir saudar Lázaro. Que, ao vê-lo aproximar-se, pulou para trás do Mestre, gritando: "Calma aí, calma aí! Vou me inscrever hoje mesmo no 'Desenrola Roma' e parcelar tudo em sessenta e quatro vezes! Hoje mesmo!")


Publicado em 02/11/2025




AGENDA

Revista
Fenamizah de maioNova edição com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

A nova edição da Fenamizah foi publicada, com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes. Baixe o PDF aqui.
Você também pode acompanhar as novidades no site.
A Fenamizah e-magazine é publicada gratuitamente todos os meses na plataforma digital, com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer finalidade comercial.




Livro
O humor de VasqsPapo Gaio de Maritacas

Vasqs vai lançar seu novo livro de humor, Papo Gaio de Maritacas, pela editora Converso. O lançamento será no dia 29 de novembro, das 14h às 17h, no Mi & Mo Gato Café (rua Coronel Oscar Porto, 400), próximo ao metrô Brigadeiro.




Exposição
Quadrinhos no PompidouReunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos.

Em 29 de maio foi aberta a exposição “Bande dessinée, 1964 - 2024”, no Centro Georges Pompidou, em Paris. A mostra pretende oferecer um diálogo inédito entre os 3 principais centros de expressão da banda desenhada: a criação europeia, os mangas asiáticos e os quadrinhos americanos. Reunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos. A exposição vai até novembro.





Jornal
Novo vôo do GrifoO jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango de Edgar Vasques.,

Saiu o novo número do Grifo, publicação de humor e política editada pelos cartunistas da Grafar (Grafistas Associados do RS). Publicado desde outubro de 2020, o jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango, antológico personagem criado por Edgar Vasques em plena ditadura militar.




Revista
Edição de janeiro da FenamizahJá está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan .

Já está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan, com participação de 115 cartunistas e escritores de 36 países diferentes. A “Fenamizah E-Magazine” é publicada mensalmente na plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo. É publicado gratuitamente, sem qualquer finalidade comercial. Baixo o PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Exposição
1º Salão Internacional de Humor de CuritibaRir com profundidade, pensar com leveza e provocar com empatia

Organizado pelo ilustrador, cartunista e professor universitário Laqua, o 1º Salão Internacional de Humor de Curitiba resgata a tradição dos grandes salões de humor pelo Brasil e pelo mundo, devolvendo à “cidade sorriso” um espaço para rir com profundidade, pensar com leveza e provocar com empatia.
O tema será Transtorno Bipolar: entre a euforia e a escuridão.




Revista
Nova edição da FenamizahJá está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan.

Já está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan. Você pode ler a edição online aqui ou baixar o exemplar em pdf aqui.




Livro
VizungaObra-prima de Colin retorna em volume inédito pela editora Veneta.

Criado por Flavio Colin (1930–2002) e publicado originalmente em tiras diárias, entre 1964 e 1966, na Folha de S. Paulo, Vizunga é um dos pontos mais altos na história dos quadrinhos brasileiros. As tiras reúnem histórias do pescador e caçador Parcival de Carvalho, o Vizunga, e misturam elementos da cultura gráfica popular brasileira com o modernismo, em narrativas cheias de aventura, ironia e crítica social. Vizunga retorna em um volume inédito pela editora Veneta.




Revista
Edição de abril da Fenamizah80 páginas com 137 cartunistas e escritores de 40 países diferentes

A edição de abril da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 80 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 137 caricaturistas e escritores de 40 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de abril aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
Níquel NáuseaFazendo 40 anos

Níquel Náusea, personagem imortal de Fernando Gonsales, está fazendo 40 anos. E a Z Edições apresenta esta coleção que irá reunir todas as tiras criadas por Fernando nessas quatro décadas.




Livro
Cartuns EcológicosPlaneta em Risco" é o sexto livro do cartunista J.Bosco, trazendo 86 cartuns que abordam diversas formas de degradação do meio ambiente.

"Planeta em Risco" é o sexto livro do cartunista paraense J.Bosco, com mais de 40 anos de profissão, são 86 cartuns ecológicos, abordando diversas formas de degradação do meio ambiente, poluição dos rios e mares, desertificação, aquecimento global, extinção de algumas espécies marinhas, crise climática. Um livro com vasto material crítico, com linguagem universal, que nos leva a uma reflexão sobre o tempo de nossa própria existência.





Livro
Histórias MínimasUm olhar afinado de Paulo Batista sobre detalhes do mundo cotidiano.

Um olhar afinado sobre detalhes do mundo cotidiano (que muitas vezes passam desapercebidos) disposto ao longo de oitenta páginas de pequenas HQs. É o conteúdo de Histórias Mínimas, novo livro do cartunista Paulo Batista, publicado pelo selo PB Editorial do próprio autor. “São temas que eu gosto de explorar como cronista do mundo do meu entorno”, diz o artista. Muitas dessas HQs e tirinhas foram publicadas no Instagram e páginas do Facebook identificadas com o mesmo título do livro. Agora editadas na sequência formam uma narrativa ainda mais interessante sob o traço delicado do cartunista. Para mais informações de como comprar o livro acesse aqui pelo Instagram ou Facebook





Revista
Fenamizah de julhoA edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah foi publicada.

A edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. Editada por Aziz Yavuzdoğan e publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de julho aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
Os Migonautas As aventuras bem humoradas de ursos viajando pelo espaço.

Os Migonautas é uma série de tirinhas criadas por Mig Mendes. Com bastante estrada, a tira começou como tira diária de jornal, publicada em O Fluminense de Niterói e outros diários. Nessa época (1991 - 1993) o título era O Urso no Espaço. Depois as tiras foram recriadas para redes sociais no final de 2015, com muito mais cor, desenvolvimento de personagens e arcos formando pequenas histórias. O volume 5 dos Migonautas está em campanha no Catarse.




Revista
Fenamizah de junho80ª edição da Fenamizah e-magazine

A 80ª edição da Fenamizah e-magazine está disponível para leitura online ou download. Editada por Aziz Yavuzdoğan, a nova edição conta com a participação voluntária de 130 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.




Cards
Heróis & HeroínasHomenageando os grandes artistas da música brasileira

No intuito de homenagear personagens históricos da música brasileira, o caricaturista e ilustrador Eduardo Baptistão e Geraldo Leite, músico e radialista, lançam Heróis & Heroínas da Nossa Música, um caixa contendo 52 cards, com as caricaturas e mini biografias dos artistas de MPB, Samba, Choro, Bossa-Nova, etc. Além disso cada card acompanha um QR Code com playlist de cada artista, preparada por Geraldo Leite.




Revista
Revista Fenamizah de marçoUma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah .

Uma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de março aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Revista
Especial Dia das MulheresFenamizah comemora o Dia Internacional da Mulher com uma edição especial.

Comemorando o “Dia Internacional da Mulher”, foi publicado junto com a edição de março um álbum especial, “Women Cartoons - Fenamizah Extra”, incluindo cartuns, pinturas, ilustrações e escritos de 112 artistas profissionais e amadores de 34 países. Você pode baixar o PDF aqui ou ler online no site Fliphtml5.




Revista
Nova edição da FenamizahEm sua 82ª edição, a revista eletrônica Fenamizah apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes.

Esta 82ª edição da revista eletrônica Fenamizah, publicada por Aziz Yavuzdoğan como editor-chefe e com a participação voluntária de cartunistas e escritores de renome mundial, apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes. Baixe seu exemplar em PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Livro
A lírica visual de FaustoUm lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.

Fausto Bergocce é cartunista, ilustrador e multiartista visual, com obras que transitam entre o desenho, a pintura, a colagem e a fotografia, integrando aos cartuns, tiras e charges muito desses conhecimentos. Seu novo livro, Simples Cartum, é um lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.




Livro
Quadrinhos & PublicidadeA evolução dos quadrinhos na publicidade em centenas de anúncios.

Em uma fascinante jornada que começa no final do século XIX e chega aos dias atuais, Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! mostra a evolução dos quadrinhos na publicidade no Brasil e no mundo, em centenas de anúncios.
Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! é o resultado de uma pesquisa de quase vinte anos do ilustrador, diretor de arte e pesquisador Toni Rodrigues. O autor buscou, catalogou, apurou informações e recuperou imagens e arquivos considerados há muito perdidos em diversas fontes.




Livro
Pária amada, Brasil!Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Carlos Castelo

Carlos Castelo lança seu novo livro, "PÁRIA AMADA, BRASIL - 99 aforismos sobre o Brasil & um sobre Portugal”, recheado de observações sarcásticas sobre o país. Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Castelo, com base em sua carreira como colunista dos jornais Estadão, Rascunho e O Dia. Castelo criou uma provocação divertida sobre a cultura, a sociedade e as peculiaridades brasileiras. Uma coleção de aforismos que oferece aos leitores uma mistura inusitada de ironia, sagacidade e observações agudas sobre o Brasil. - Tempos Crônicos





Livro
O horror segundo Carlos CasteloCastelo revela que além do humor também habita nele uma inquietante galeria de horrores.

Há escritores que se especializam numa só faceta literária. Vivem e morrem na confortável casinha construída em torno de um único estilo. Não é o caso de Carlos Castelo, figura conhecida por sua trajetória múltipla. Jornalista, humorista, poeta, publicitário premiado e agora — para arrepio de muitos — autor de contos de horror.
Em Dentro de Mim Mora a Sombra, Castelo revela que, além do humor, também habita nele uma inquietante galeria de horrores. Com apresentação luxuosa assinada pelos escritores Bráulio Tavares e Gustavo Ávila, o livro chega como uma inesperada novidade. Quem diria que um dos criadores do icônico grupo Língua de Trapo, símbolo irreverente da São Paulo dos anos 80, também dominasse o sombrio e o macabro?
Inspirado em Edgar Allan Poe e Ambrose Bierce, escritores que transitaram habilmente entre o horror e o humor, Castelo reconhece que esses dois gêneros são como irmãos gêmeos univitelinos. Um provocando o medo, o outro o riso. E nessa coleção de histórias perturbadoras, o autor explora exatamente essa dualidade, mesclando folclore brasileiro, lendas urbanas e os dilemas mais sombrios da vida moderna.




Livro
Caricaturas de J.BoscoMúsica, cinema, literatura e caricaturas

O livro J.Bosco Caricaturas (formato 23 x 27 cm - 90 páginas) retrata algumas celebridades da música, cinema e literatura em traços preto e branco, uma homenagem ao estilo clássico da caricatura. São 75 desenhos, entre eles Lupicinio Rodrigues, Quenti Tarantino, e Ariano Suassuna, com apresentação de escritores e caricaturistas como, Miran (editor e diretor da revista Gráfica), Marko Ajdarik, Haroldo Gepp, Luciano Magno, Solda e Adriano Barroso. O livro faz parte das comemorações dos 25 anos de atuação de J.Bosco no jornal O Liberal, de Belém do Pará, como chargista diário e caricaturista.




Revista
Fenamizah de fevereiroEsta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

Já está disponível pra download a edição de fevereiro de 2025 da revista eletrônica Fenamizah (edição 76), editada por Aziz Yavuzdoğan. Esta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes, incluindo cartunistas e escritores de renome mundial.
A revista eletrônica Fenamizah é publicada todo mês em plataformas digitais, oferecida gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo, sem nenhum propósito comercial.
Você pode baixar a edição de fevereiro gratuitamente clicando aqui.




Livro
Ebal – Uma História IlustradaA editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações ganha um livro.

Em 1934, Adolfo Aizen criou o Suplemento Juvenil, publicação que revolucionou os quadrinhos no Brasil e liderou o segmento na maior parte de seus onze anos de existência. Até que, em 1945, Aizen parte para um novo projeto e cria a sua Editora Brasil-América.
Finalmente a editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações, ganha um livro à altura de sua importância. Fartamente ilustrado, com imagens raras e textos elucidativos frutos de uma minuciosa pesquisa realizada por vários autores.




Livro
Relicário de afetosTudo com humor, lirismo e ironia

Carlos Castelo, reconhecido por sua verve humorística e seu olhar afiado para o humano, reúne em seu novo livro, Museu de Musas, letras e poemas escritos ao longo de décadas. São declarações tardias, confissões improvisadas, bilhetes que nunca foram entregues. Musas reais ou inventadas, passageiras ou perenes, todas reunidas neste espaço de palavras que ora se parece com um quarto de pensão, ora com um altar pagão.




Livro
Tom & LauraO poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio.

A política brasileira pode ser chamada, às vezes, de uma grande cachorrada. É o que se vê nesta sensacional antologia de tiras em cores do publicitário, compositor e músico Carlos Castelo e do cartunista Bier. Um jeito irreverente, divertido e com sacadas geniais de observar o poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio. Morra de rir com este livrinho em formato de talão de cheques com a qualidade da Editora Noir.
Opiniões (sinceras) sobre a obra:
"Livrinho ingrato: prova de que o homem é o PIOR amigo do cão..." - Edgar Vasquez
"A tira é boa, mas tirem os cachorros" - Spacca
"Quem são Tom & Laura?" - Laerte
"Que cachorrada do Castelo e do Bier!" - Chico Caruso





Jornal
Nova edição do GrifoO acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista

No GRIFO 55, Jef Miola questiona “Que Congresso é esse?” (e nem tinha acontecido a barbárie contra Marina Silva). Essa postura agressiva e direitista não é exclusividade brasileira, mostram Luiz Faria analisando Trump, Tarso Riccordi questionando o “desprefeito” de Porto Alegre. Já Winckler aborda o acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista. Coisa que ficou bem ilustrada na capa do Eugênio Neves.




Livro
Mortadelo e Salaminho estão de voltaOs agentes da T.I.A. agora com duas HQs em uma única edição

A Figura Editora ouviu o público, e o segundo volume de Mortadelo e Salaminho chega com dose dupla de HQs do genial Francisco Ibáñez. Isso mesmo, são duas aventuras dos agentes da T.I.A. em uma mesma edição de 96 páginas!




Revista
Nova edição da FenamizahPublicada gratuitamente em plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo.

A edição de dezembro da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 106 caricaturistas e escritores de 35 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de novembro aqui. Ou ler a revista online nos sites Calameo ou Fliphtml5.