CRÔNICAS


Vaidade com ata

por Carlos Castelo

Sobre cágados e jabutis

O Prêmio Jabuti é uma dessas instituições que todo escritor despreza com independência feroz até o instante em que seu nome aparece na lista. Nesse momento, a independência é substituída por uma nota oficial de agradecimento.

O nome é perfeito. O jabuti anda devagar e se protege dentro da própria carapaça. Não conheço metáfora melhor para um júri.

Todo prêmio literário parte de uma premissa: reunir meia dúzia de pessoas e pedir que decidam qual foi o melhor livro entre centenas que mal tiveram tempo de abrir. A literatura chama isso de curadoria. Em outros ramos, chama-se amostragem.

Depois vêm as categorias. São tantas que em breve haverá Jabuti de Melhor Livro Não Premiado em Nenhuma Outra Categoria. É uma boa solução: democratiza-se a frustração.

Os vencedores dizem que prêmio não importa. Os perdedores dizem a mesma coisa, mas com convicção ainda maior.

Também há os jurados, criaturas misteriosas escolhidas por critérios que ninguém conhece, o que lhes confere a autoridade dos oráculos e a transparência dos conclaves.

Apesar de tudo, não sou contra o Jabuti. Muito pelo contrário. O escritor brasileiro precisa de reconhecimento. O dos leitores seria preferível, claro. Mas não se pode exigir tudo.


Publicado em 01/10/2026




O santo patrono do escracho tropical

por Carlos Castelo

Se Millôr não foi filósofo, então ninguém o foi.

Se há uma justiça cósmica então o Brasil foi presenteado com uma anomalia sublime chamada Millôr Fernandes. Nasceu ele, veja a ironia, justamente no Dia do Filósofo - 16 de agosto. Ora, se Millôr não foi filósofo, então ninguém o foi: ele erguia silogismos como quem abre uma latinha de cerveja.

Os filósofos costumam ser homens sisudos, trancados em bibliotecas. O Brasil, por sua vez, decidiu cultivar um tipo raro: o filósofo de botequim que sabia mais sobre a alma humana do que dez volumes de Kant. Millôr pegava a tragédia universal, passava manteiga, e a servia como torrada no café da manhã. E nós comíamos.

O que me fascina é a habilidade desse sujeito de transformar o ridículo em dogma e o dogma em piada. Ele era uma espécie de Voltaire de sandália havaiana.

Para Millôr, o rei estava sempre nu, mas não bastava apontar isso: ele desenhava a nudez com duas orelhas de burro e um sorriso de canalha. E o povo, em coro, ria. Porque rir ainda é a única maneira decente de não enlouquecer.

Assim, eu digo, sem medo, nesse agosto em que o pensador do Méier faria 102 anos: Millôr não nasceu, aconteceu. Como acontece um terremoto, um tsunami. Que sorte a do Brasil: em vez de um Platão, ganhou um Millôr. E que sorte a nossa, ainda hoje, poder citá-lo para lembrar que rir do mundo é, afinal, a mais nobre das tarefas. Viva o santo patrono do escracho tropical!


Publicado em 07/10/2025




DEUS S/A

por Carlos Castelo

Os textos sagrados dos neopentecostais são uma fanfic da Bíblia.

Os textos sagrados dos neopentecostais são uma fanfic da Bíblia.

E não qualquer fanfic, dessas escritas por alguém que leu as Escrituras de trás pra frente. O que antes era palavra sagrada virou PowerPoint com fundo em fogo e letras garrafais.

O neopentecostalismo moderno é o equivalente espiritual de uma franquia de fast food. Tudo padronizado, tudo vendido, tudo embalado com uma promessa: milagres garantidos ou seu espírito de volta. Estamos falando de um cristianismo gourmetizado, aonde a salvação vem com taxa de conveniência e o pecado é calculado em parcelas de até 12x sem juros.

A Bíblia, aquela raiz, é citada como se fosse cláusula de contrato de aluguel. É lida em pedaços, reinterpretada, e sempre em favor do locador. A exegese virou exercício de malabarismo. Um versículo aqui, um grito ali, e de repente o Evangelho se transforma num programa de auditório, com prêmios, castigos ao vivo e fila para receber o sopro da vitória.

Jesus chora. E com razão. Ele, que expulsou vendilhões do templo, hoje seria expulso dele por atrapalhar a arrecadação. Não contribuiu com a campanha da Arca Premium? Então, filho, vai jejuar no banco de trás. No púlpito, só quem tem microfone sem fio e verbo inflamado de pastor-motivacional.

Os templos de hoje são arranha-céus da esperança fabricada em série. Telões de LED, ministérios com nomes de banda evangélica indie (Fogo Profundo, Graça Intensa, Unção Cósmica) e cultos que mais parecem TED Talks com trilha sonora dramática. A ceia virou coffee break, o batismo virou evento instagramável, e o arrebatamento… bom, esse é prometido para depois da campanha do Salmo Milionário.

O fiel tornou-se consumidor. Um zumbi sorridente com a carteira aberta, buscando salvação com gosto de cashback. Se o milagre não veio, a culpa é dele. Faltou fé. Faltou jejum. Faltou escanear o QR code da bênção.

O Espírito Santo, outrora brisa suave, agora desce sob a forma de efeitos especiais em show de heavy metal: fumaça, luz estroboscópica e gritos ensaiados.

Os textos sagrados desses templos não são só fanfic. São fan-service: feitos sob medida para agradar, entreter e não incomodar ninguém que tenha o dízimo em dia. Porque ninguém quer um Deus que desafie. Querem um gerente celestial simpático, que prometa vaga no céu em troca de fidelidade à marca.

Já disseram que religião é uma tentativa de encontrar consolo em uma narrativa mágica. Os neopentecostais vão além: transformam a narrativa mágica em plano de marketing. E não há exorcismo que tire esse espírito do lucro do altar.


Publicado em 10/09/2025




Poesia, justo no domingo?

por Carlos Castelo

Suspiros poéticos e macarronada com frango

DISSIMULAÇÃO

Poeta é fingidor
E finge tão numa boa
Que julga, o enganador,
Ser Fernando Pessoa


Publicado em 26/07/2026




O cupins

por Vasqs

Não existe cupim sozinho

Não existe cupim no singular, ou não deveria existir. Como o lápis, o vírus, o correto seria o cupins. Quem discorda deve provar que já viu algum dia um cupim sozinho. Não existe cupim sozinho, ao contrário, eles vivem às dezenas, centenas, milhares. Formam um exército - ou por outra, o cupim é esse exército - monolítico, uno, poderosíssimo e destrutivo como o de Átila, o rei dos também hunos, que por onde passava não deixava cupim, ou melhor, não deixava capim. Cupim não sei se ele deixava.

Num episódio, a Pantera Cor-de-Rosa luta com um cupim. Um só. Primeiro ele rói os pés de uma cadeira,de uma mesa, um abajur, o teto, o piso. Por fim, ele destrói a casa toda. Um só! Isso no desenho, na realidade, pra roer uma casa inteira eles precisam desse exército, tipo um por todos, todos somos um. E conseguem, mesmo não sendo desenho, mas sendo esse inseto desgraçado, morfético e virulento.

Em francês chama-se termite; em inglês, termita. Alnaml, em árabe, uipoka, em bengalês, bályi, em chinês; shiroar, em japonês. Quer dizer, tem, como se era de desesperar, cupim no mundo inteiro. E encontramos, pois pesquisamos, akhala, em aramaico! O que nos permite supor que tem cupim até no Paraíso Celeste, onde mora Deus, uma vez que aramaico é a sua, de Deus, língua.

Tem mais cupim no mundo que gente na China e na Índia juntos - e que estrelas no céu, e que gelo no polo norte, e que puxa-saco em Brasília. Puxa-sacos, não cupins - tantos são os caras-de-pau na cidade que é improvável que cupim lá se crie. Ah, cupincha sim, esse é um outro gentílico.

E não engordam - os cupins, não os cupinchas. Ao mesmo tempo que roem, desroem. O que você pensa que é pó de madeira, não é, é cocô, cocô de cupim. Um cientista esperto estudaria essa peculiaridade pra tirar dela a fórmula definitiva pra emagrecer pessoas, sem precisar de ozempic.

Decididamente os cupins, como as baratas, herdarão a Terra. Os métodos de dedetização são falíveis e caros: cobram-se $2 mil paus pra descupinizar um cômodo de 3 m2 ! Então a gente aprende que são vários os tipos de cupim: o de madeira, o de solo e o de bolso.

Uma coisa aliada à outra - a voracidade, o pantagruelismo dessa praga e o preço escorchante da dedetização -, os cupins liquidarão o planeta antes mesmo que o homem. Ou seja, o cupim é um tipo de capitalista selvagem, assim como vice-versa.

São silenciosos, são traiçoeiros - os cupins e os capitalistas - como nicotina no pulmão, álcool no fígado, conspiradores no Planalto. Agem pelas costas - quando se menos espera, o exército, o de cupins, nhóc!, já comeu sua casa.

E sua casa é seu lar, seu patrimônio, e não um desenho animado. Portanto, cuidado com o cupins, cuidado com o termita, cuidado com o uipoka, etc.

Cuidado especialmente com o akhala - esse, nem Deus ele respeita.


Publicado em 28/09/2026




Qualquer coisa

por Vasqs

Entrevista com um pombo

Entrevista com um pombo
-Pombo, vocês cagam em todas as estátuas?
-Não, só nas hipócritas.
É isso, senhores telespectadores, os pombos cagam em todas as estátuas.
* * *
O poste azul de segurança na frente dos prédios avisa que avisa a polícia de imediato. Mas não avisa que de imediato, magina, a policia não vem nem f*
* * *
Um príncipe precisa de seguranças até pra ir ao banheiro. Deve estar habituado, desde de criança faz o número dois na presença desses espectadores sinistros, sisudos e armados. Sim, porque qualquer outro numa circunstância assim travaria pro resto da vida.
* * *
Não pense enquanto está comendo. O intestino é o segundo cérebro, o pensamento pode descer e causar seríssimos problemas no seu subsolo.
* * *
Começou a ouvir Beatles, parou com os antidepressivos. O psiquiatra ficou impressionado, passou a ouvir Beatles também.
* * *
No mercado vendem batatas podres
como ossos na pandemia.
E ninguém faz nada
como antes não fazia.
* * *
Pois é, padre, eu fiz isso e aquilo, pintei e bordei. Mas se eu mereço a mais severa penitência não é pelo que eu fiz, é pelo que eu deixei de fazer.
* * *
Vovó Romilda tem a seguinte questão: a tartaruga vive 200 anos e é um cágado, você que não vive 80 é o quê?


Publicado em 12/11/2025




Sururu de cuscuz

por Vasqs

Devolve o cuscuz ou chamamos a polícia

Estávamos eu e o Mahoney, meu cachorro policial, debaixo da marquise de um supermercado de bacanas esperando a chuva passar, quando começou um sururu.

Sururu é confusão é arranca-rabo é muvuca é barraco, que a gente imagina que acontece só onde tem barraco, mas não, acontece também onde tem cobertura.

Uma mulher foi barrada na saída pelos funcionários. Logo formou-se uma rodinha, street circus não é toda hora que tem nessas bandas. Um perguntou que foi? outro respondeu ela roubou um cuscuz.

Nem sabia que vendiam cuscuz em supermercado... cuscuz nordestino, farinha em pacote, 35 pilas. Preço até baixo pra uma mulher que se vestia elegante, empetecada de joias, badulaques em todo o corpo, cabelos tingidos e um arco-íris de maquiagem no rosto.

E tinha carro.

E tinha dinheiro.

E roubava cuscuz.

Gosto de cuscuz, mas do que fazia minha mãe, com sardinha, rodelas de ovos, azeitonas verdes e pretas, lasquinhas de tomate e cheiro-verde, o dito cuscuz paulista. Moleque, só não entendia aquele buraco no meio - diabos, por que buraco onde poderia muito bem ter mais cuscuz?...

Ninguém fazia um cuscuz tão bom como ela, a minha mãe. Nem a Ameca, a mais extraordinária robô do mundo, faria. Mesmo porque ninguém gasta milhões desenvolvendo um robô pra ele fazer cuscuz.

Mas esse é outro ponto, minha mãe nem deveria estar nesta história, nunca fez nada ao arrepio da lei pra estar aqui contracenando com uma ladra.

Os funcionários, dois, tentavam deter a mulher e ela gritava:

Tira as mãos de mim!

A gente se aproximou, eu e meu cão policial.

Gosta de sururu, Mahoney?

Queriam os funcionários que a mulher abrisse a bolsa e confirmasse a suspeita, se tinha mesmo roubado o pacote.

Tire as mãos da minha bolsa!

E se desvencilhava e dizia enfurecida me respeitem eu sou a dona do supermercado!

O Paulão, um dos funcionários, desatou uma gargalhada. O Cerquera, o outro, suspirou essa velha é doida.

Não era tão velha, seria mais doida que velha.

Devolve o cuscuz ou chamamos a polícia, ameaçavam.

Podem chamar o Papa, ela rebatia.

Veio a polícia, ninguém chamou mas veio, apareceram do nada, polícia tem faro pra sururus e pelo jeito também pra cuscuz.

Duas viaturas, 3 policiais.

Que houve? quis saber o sargento, ou capitão.

Ela roubou um cuscuz, disse o Cerquera.

Devolve, determinou ou sargento ou capitão, dirigindo-se à mulher.

Tenho nada pra devolver, não peguei nada.

Abre a bolsa ou vai pra delegacia, insistiu o sargento ou capitão.

Veja como fala, sou amiga do ministro da Justiça, ela rosnou empertigada. Conhece o dr Alexandre de Moraes?

Essa é boa, não acho que ele tenha amiga gatuna 155, retrucou o sargento ou capitão.

Tenho contatos com o FBI, me prende e vai parar no Carandiru, disse, agora sabemos, a doida.

Abre a bolsa, repetiu o policial.

A mulher desaforada apontava o dedo pros três policiais, vocês são todos bandidos!

Essa também é boa. Não fui eu que roubei um cuscuz, disse o sargento ou capitão.

Quase uma hora assim. Já passava do ponto. Já tava cansando.

Mas os policiais se mantinham impassíveis. Devem ser treinados pra tratar pessoas de acordo com a geografia, de acordo com o CEP. Fosse na periferia o pau já teria comido.

A chuva passou o tempo passou e o que passou depois eu nunca soube, porque segui meu caminho.

São muitas opções. Ela devolveu o cuscuz ela pagou cuscuz ela foi encaminhada a um psicólogo ela teria um trauma, ela teria um desejo reprimido por pais preconceituosos que desprezavam comida nordestina. Ou

Ela chamou o Xandão, que mandou o FBI prender os funcionários e os policiais "bandidos" incluindo o sargento ou capitão.

Fica pra imaginação de cada um.

Vazamos, eu e meu cão também policial também impassível.

Gosta de cuscuz, Mahoney?


Publicado em 11/06/2026




Do Ovo Como Arma Letal

por Nelson Moraes

Vamos aos casos mais notórios

É notório o risco que o ovo representa como arma, dada à alta letalidade (arma de fogo, se for frito; arma química, se estiver vencido; arma branca, se for de granja) advinda de seu uso em tentativas de homicídio contra políticos. Vamos aos casos mais notórios:

Em 1865 Abraham Lincoln assistia a uma peça, no Teatro Ford, em Washington, DC, quando John Wilkes Booth invadiu o camarote presidencial e atirou um ovo à mancha-roupa na nuca do presidente. Booth na ocasião gritou em latim algo como "Sempre ovos aos tiranos", fugiu e foi localizado dias depois, em um – óbvio – celeiro, na Virgínia, escondido no meio das galinhas, provavelmente em busca de munição para novos atentados.

Em 1914 a comitiva do arquiduque Franz Ferdinand, em visita a Sarajevo, foi alvejada a ovos por Gavrilo Princip, que sempre detestou as menções feitas pelo arquiduque à personalidade forte das mães sérvias – menções que, por conta da língua presa do estadista, soavam em servo-croata como "galinhas poedeiras". Os ovos atirados por Princip, como forma de sarcástico protesto, não combinaram com o impecável branco da farda de gala do arquiduque, o que deu início à Primeira Guerra Mundial.

Em 1963, John F. Kennedy, em visita a Dallas, no Texas, passeando em carro aberto, foi atingido na cabeça por vários ovos disparados por Lee Harvey Oswald, capturado pouco tempo depois graças às manchas de gema em seu avental - apesar dele jurar que evitava ovos por conta do colesterol. A perícia provou que os ovos vinham da granja de Jack Ruby, um dono de boate em Dallas, que criava galinhas com fins eleitorais. No caso, candidatá-las ao Congresso pelo Partido Republicano.

No Brasil o uso de ovos em atentados fatais contra políticos é marcado pela polarização. Há quem defenda a cartela com doze e há quem prefira a cartela com trinta.


Publicado em 28/09/2026




Tornozeleira fala?

por Nelson Moraes

A gente tá doido pra sair daqui, mas o Xandão não deixa.

Psiu. Jair.
- ...
- Ô, Jair!
- Hã?
- A gente quer falar com você!
- Agente quer falar comigo? Agente da PF? Pô, eu não fiz nada!
- Não, seu b... Er. NÓS é que tamos falando com você!
- Nós quem?
- Nós. As vozes dentro da sua tornozeleira!
- Ué. E tornozeleira fala?
- A tornozeleira não, mas as vozes sim! Então presta atenção!
- Ahn.
- A gente tá doido pra sair daqui, mas o Xandão não deixa. Deu voz de prisão pra gente porque tínhamos feito a voz dele em um vídeo fake, onde ele falava que ia se entregar pra ele próprio, e ainda pedir pena máxima por ter decretado a prisão dos golp... dos manifestantes de 8 de janeiro! Só que o vídeo acabou tirado do ar, e a gente foi encarcerado aqui na tornozeleira!
- Cê tá falando "a gente", mas eu tô ouvindo só sua voz...
- É porque você é doido mas não é esquizofrênico, então ouve uma voz só. Mas pode acreditar que somos muitas! Então ouve!
- Tô ouvindo.
- Pega um ferro de solda, pra abrir a tornozeleira, e...
- Eu vou bater na tornozeleira com o ferro?
- Não, seu id... Não! Liga a solda e derrete a tornozeleira. Quando a tranca dela abrir a gente aqui tá livre!
- Mas e eu?
- Ah, você que se vire. Somos vozes filiadas ao Centrão, e você anda meio queimado naquelas bandas. Sem trocadilho, viu?
- Mas eu livro seu rabo e o meu não?
- Ahn. Bom. Tá. Seu rabo não, mas a gente pode livrar a sua cara.
- Como assim?
- Assim que a gente sair, eu prometo que faço a voz em um vídeo fake onde o Queiroz jura de pé junto que nunca pegou a Michelle. Aí você não fica mal na fita! Agora corre, antes que um agente de verdade apareça!
- Peraí!
- O quê, Jair?
- O Queiroz jurando... de pé junto? Então...
- Então...?!?
- Ele tá morto e eu não fiquei sabendo? Porra, ninguém me conta nada!
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Pelo menos foi o que ele contou pra PF, depois.


Publicado em 24/11/2025




Metáforas aquáticas

por Nelson Moraes

Dosa seu sarcasmo!

A verdade é que estava lá o lobo bebendo água do riacho, quando viu o cordeiro, um pouco mais adiante, também bebendo do mesmo riacho. O canídeo não deixou por menos:

– Ei, você! Que história é essa de pena de 27 anos só por causa de uma tentativa de golpe de estado seguida da coordenação ativa de um plano de assassinato de autoridades do Executivo e do Legislativo?

E o cordeiro:

– Pois é, os golpistas não sabiam que ia chegar a hora da onça beber água.

O lobo, irritadíssimo com a figura de linguagem, bradou:

– Nós exigimos anistia ampla, geral e irrestrita!

– Curioso vocês não estarem bebendo da mesma fonte de seus ídolos da ditadura militar – ponderou o cordeiro –, que descartavam a anistia em qualquer formato.

O lobo, cada vez mais colérico com a retórica simbólica, uivou:

– Pois agora mudamos de ideia!

O cordeiro, dando a última golada:

– É. Ninguém pode dizer “dessa água não beberei”.

O canídeo, já fora de si, aproximou-se do ovino, vociferando:

– Dosa seu sarcasmo com essas metáforas aquáticas! Dosa seu sarcasmo!

E o cordeiro:

– Dosimetria pra cima de mim, meu caro?

– Pois eu – ia dizendo o lobo, quando teve um estalo. – Epa. Taí. Boa ideia.

E já ia rumando pra Brasília, mas antes parou:

– Peraí.

Aí voltou e devorou o cordeiro.

MORAL:
Fica tentando argumentar com quem só quer te comer, pra ver o que acontece.


Publicado em 18/12/2025



AGENDA

Livro
Culpa dos infernosO cartunista J. Bosco inverte a lógica do mal em sua sétima obra autoral

O cartunista J. Bosco inverte a lógica do mal em sua sétima obra autoral, O Diabo tem as Costas Largas, mostrando como as mazelas sociais nascem das escolhas humanas através de cartuns premiados e inéditos.
O livro conta com 62 páginas coloridas e reúne dezenas de cartuns, muitos deles inéditos e outros já premiados em salões de humor ao redor do mundo.
A proposta de J. Bosco é inverter a lógica tradicional do imaginário popular. Em vez de apontar para o diabo como o culpado externo por todos os males, o artista explora como o “mal” nasce das escolhas humanas cotidianas. Através do humor, a obra aborda temas espinhosos como corrupção, racismo, violência, devastação ambiental e fanatismo, transformando o personagem central em um observador irônico da nossa sociedade.




Livro
Pária amada, Brasil!Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Carlos Castelo

Carlos Castelo lança seu novo livro, "PÁRIA AMADA, BRASIL - 99 aforismos sobre o Brasil & um sobre Portugal”, recheado de observações sarcásticas sobre o país. Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Castelo, com base em sua carreira como colunista dos jornais Estadão, Rascunho e O Dia. Castelo criou uma provocação divertida sobre a cultura, a sociedade e as peculiaridades brasileiras. Uma coleção de aforismos que oferece aos leitores uma mistura inusitada de ironia, sagacidade e observações agudas sobre o Brasil. - Tempos Crônicos





Revista
Mestre Makabro

Campanha no Catarse de Cássio Witt (Editora Milhas e Milhas Books) lança segunda edição da revista em Quadrinhos Mestre Makabro.
E recebe reforço de um caricaturista e uma aquarelista. Entre as recompensas, os apoiadores podem escolher em arte digital @aquarelasdaclaudia ou caricatura do Bira Dantas, colaborador do Charge Web. É só escolher a opção aquarela ou caricatura e, além da revista, receber suas artes exclusivas.
Cássio Witt tem um canal no youtube Milhas e Milhas Nerd sobre Quadrinhos e vai receber Claudia e Bira nesta quinta-feira, 04/06 para um bate-papo.




Revista
Especial Dia das MulheresFenamizah comemora o Dia Internacional da Mulher com uma edição especial.

Comemorando o “Dia Internacional da Mulher”, foi publicado junto com a edição de março um álbum especial, “Women Cartoons - Fenamizah Extra”, incluindo cartuns, pinturas, ilustrações e escritos de 112 artistas profissionais e amadores de 34 países. Você pode baixar o PDF aqui ou ler online no site Fliphtml5.




Revista
Revista Fenamizah de marçoUma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah .

Uma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de março aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
Cartografias do fimAntologia de contos inéditos sobre a crise climática

A revista literária Subtextos, referência na publicação de ficção contemporânea brasileira no ambiente digital, anuncia o lançamento de seu primeiro livro impresso: Cartografias do fim.
Organizada por Mariane Lima, a antologia reúne treze escritores que abordam a emergência climática a partir de perspectivas e linguagens distintas — do fluxo de consciência ao conto de terror, passando por narrativas intimistas, distópicas e experimentais. O resultado é um mosaico literário que dialoga com as angústias, paisagens e possibilidades de um planeta em transformação, oferecendo uma seleção plural capaz de atender a diferentes sensibilidades de leitura.
O projeto se viabiliza por meio de uma campanha de apoio que oferece diferentes recompensas aos participantes.




Revista
Fenamizah de junho80ª edição da Fenamizah e-magazine

A 80ª edição da Fenamizah e-magazine está disponível para leitura online ou download. Editada por Aziz Yavuzdoğan, a nova edição conta com a participação voluntária de 130 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.




Livro
Histórias MínimasUm olhar afinado de Paulo Batista sobre detalhes do mundo cotidiano.

Um olhar afinado sobre detalhes do mundo cotidiano (que muitas vezes passam desapercebidos) disposto ao longo de oitenta páginas de pequenas HQs. É o conteúdo de Histórias Mínimas, novo livro do cartunista Paulo Batista, publicado pelo selo PB Editorial do próprio autor. “São temas que eu gosto de explorar como cronista do mundo do meu entorno”, diz o artista. Muitas dessas HQs e tirinhas foram publicadas no Instagram e páginas do Facebook identificadas com o mesmo título do livro. Agora editadas na sequência formam uma narrativa ainda mais interessante sob o traço delicado do cartunista. Para mais informações de como comprar o livro acesse aqui pelo Instagram ou Facebook





Revista
Nova edição da FenamizahJá está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan.

Já está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan. Você pode ler a edição online aqui ou baixar o exemplar em pdf aqui.





Humor ambientalA floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos

A floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos, é o que mostra o livro Amazônia Meu Humor – 40 anos em defesa da Amazônia, de Paulo Emmanuel.
A obra reúne quatro décadas de cartuns dedicados à luta ambiental na região, em um registro histórico e artístico que transforma humor em resistência. Emmanuel, referência do humor gráfico na Amazônia, consolida no livro sua trajetória marcada pela crítica afiada e pelo olhar sensível sobre os desafios ecológicos da floresta.




Livro
O humor de VasqsPapo Gaio de Maritacas

Vasqs vai lançar seu novo livro de humor, Papo Gaio de Maritacas, pela editora Converso. O lançamento será no dia 29 de novembro, das 14h às 17h, no Mi & Mo Gato Café (rua Coronel Oscar Porto, 400), próximo ao metrô Brigadeiro.




Livro
Mortadelo e Salaminho estão de voltaOs agentes da T.I.A. agora com duas HQs em uma única edição

A Figura Editora ouviu o público, e o segundo volume de Mortadelo e Salaminho chega com dose dupla de HQs do genial Francisco Ibáñez. Isso mesmo, são duas aventuras dos agentes da T.I.A. em uma mesma edição de 96 páginas!




Livro
A volta de MoebiusHá quase duas décadas fora de catálogo, o trabalho de Moebius finalmente volta pela editora Tábula.

Moebius é um autor muito prolífico com várias coletâneas e personagens. Suas histórias curtas publicadas da Metal Hurlant (França) e Heavy Metal (EUA), revolucionaram o mercado dos quadrinhos.
Há quase duas décadas fora de catálogo, o trabalho de Moebius finalmente volta pela editora Tábula em uma edição que reúne material consagrado, além de algumas histórias inéditas no Brasil.




Livro
VizungaObra-prima de Colin retorna em volume inédito pela editora Veneta.

Criado por Flavio Colin (1930–2002) e publicado originalmente em tiras diárias, entre 1964 e 1966, na Folha de S. Paulo, Vizunga é um dos pontos mais altos na história dos quadrinhos brasileiros. As tiras reúnem histórias do pescador e caçador Parcival de Carvalho, o Vizunga, e misturam elementos da cultura gráfica popular brasileira com o modernismo, em narrativas cheias de aventura, ironia e crítica social. Vizunga retorna em um volume inédito pela editora Veneta.




Jornal
Nova edição do GrifoO acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista

No GRIFO 55, Jef Miola questiona “Que Congresso é esse?” (e nem tinha acontecido a barbárie contra Marina Silva). Essa postura agressiva e direitista não é exclusividade brasileira, mostram Luiz Faria analisando Trump, Tarso Riccordi questionando o “desprefeito” de Porto Alegre. Já Winckler aborda o acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista. Coisa que ficou bem ilustrada na capa do Eugênio Neves.




Revista
Fenamizah de fevereiroEsta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

Já está disponível pra download a edição de fevereiro de 2025 da revista eletrônica Fenamizah (edição 76), editada por Aziz Yavuzdoğan. Esta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes, incluindo cartunistas e escritores de renome mundial.
A revista eletrônica Fenamizah é publicada todo mês em plataformas digitais, oferecida gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo, sem nenhum propósito comercial.
Você pode baixar a edição de fevereiro gratuitamente clicando aqui.




Revista
Nova edição da FenamizahEm sua 82ª edição, a revista eletrônica Fenamizah apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes.

Esta 82ª edição da revista eletrônica Fenamizah, publicada por Aziz Yavuzdoğan como editor-chefe e com a participação voluntária de cartunistas e escritores de renome mundial, apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes. Baixe seu exemplar em PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Revista
Nova edição da FenamizahPublicada gratuitamente em plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo.

A edição de dezembro da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 106 caricaturistas e escritores de 35 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de novembro aqui. Ou ler a revista online nos sites Calameo ou Fliphtml5.





Livro
Níquel NáuseaFazendo 40 anos

Níquel Náusea, personagem imortal de Fernando Gonsales, está fazendo 40 anos. E a Z Edições apresenta esta coleção que irá reunir todas as tiras criadas por Fernando nessas quatro décadas.




Jornal
Novo vôo do GrifoO jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango de Edgar Vasques.,

Saiu o novo número do Grifo, publicação de humor e política editada pelos cartunistas da Grafar (Grafistas Associados do RS). Publicado desde outubro de 2020, o jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango, antológico personagem criado por Edgar Vasques em plena ditadura militar.




Livro
Ebal – Uma História IlustradaA editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações ganha um livro.

Em 1934, Adolfo Aizen criou o Suplemento Juvenil, publicação que revolucionou os quadrinhos no Brasil e liderou o segmento na maior parte de seus onze anos de existência. Até que, em 1945, Aizen parte para um novo projeto e cria a sua Editora Brasil-América.
Finalmente a editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações, ganha um livro à altura de sua importância. Fartamente ilustrado, com imagens raras e textos elucidativos frutos de uma minuciosa pesquisa realizada por vários autores.




Livro
Tom & LauraO poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio.

A política brasileira pode ser chamada, às vezes, de uma grande cachorrada. É o que se vê nesta sensacional antologia de tiras em cores do publicitário, compositor e músico Carlos Castelo e do cartunista Bier. Um jeito irreverente, divertido e com sacadas geniais de observar o poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio. Morra de rir com este livrinho em formato de talão de cheques com a qualidade da Editora Noir.
Opiniões (sinceras) sobre a obra:
"Livrinho ingrato: prova de que o homem é o PIOR amigo do cão..." - Edgar Vasquez
"A tira é boa, mas tirem os cachorros" - Spacca
"Quem são Tom & Laura?" - Laerte
"Que cachorrada do Castelo e do Bier!" - Chico Caruso





Livro
Relicário de afetosTudo com humor, lirismo e ironia

Carlos Castelo, reconhecido por sua verve humorística e seu olhar afiado para o humano, reúne em seu novo livro, Museu de Musas, letras e poemas escritos ao longo de décadas. São declarações tardias, confissões improvisadas, bilhetes que nunca foram entregues. Musas reais ou inventadas, passageiras ou perenes, todas reunidas neste espaço de palavras que ora se parece com um quarto de pensão, ora com um altar pagão.




Livro
A lírica visual de FaustoUm lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.

Fausto Bergocce é cartunista, ilustrador e multiartista visual, com obras que transitam entre o desenho, a pintura, a colagem e a fotografia, integrando aos cartuns, tiras e charges muito desses conhecimentos. Seu novo livro, Simples Cartum, é um lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.




Revista
Edição de abril da Fenamizah80 páginas com 137 cartunistas e escritores de 40 países diferentes

A edição de abril da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 80 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 137 caricaturistas e escritores de 40 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de abril aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
Os Migonautas As aventuras bem humoradas de ursos viajando pelo espaço.

Os Migonautas é uma série de tirinhas criadas por Mig Mendes. Com bastante estrada, a tira começou como tira diária de jornal, publicada em O Fluminense de Niterói e outros diários. Nessa época (1991 - 1993) o título era O Urso no Espaço. Depois as tiras foram recriadas para redes sociais no final de 2015, com muito mais cor, desenvolvimento de personagens e arcos formando pequenas histórias. O volume 5 dos Migonautas está em campanha no Catarse.




Revista
Fenamizah em edição especialEdição especial dos mestres do cartum mundial

A Fenamizah apresenta uma edição especial com 100 páginas em homenagem aos mestres do cartum mundial, apresentando trabalhos de Steinberg, Ziraldo, Mordillo, Hoffnung, dentre outros. Leia online ou baixe o pdf




Cards
Heróis & HeroínasHomenageando os grandes artistas da música brasileira

No intuito de homenagear personagens históricos da música brasileira, o caricaturista e ilustrador Eduardo Baptistão e Geraldo Leite, músico e radialista, lançam Heróis & Heroínas da Nossa Música, um caixa contendo 52 cards, com as caricaturas e mini biografias dos artistas de MPB, Samba, Choro, Bossa-Nova, etc. Além disso cada card acompanha um QR Code com playlist de cada artista, preparada por Geraldo Leite.




Livro
Quadrinhos & PublicidadeA evolução dos quadrinhos na publicidade em centenas de anúncios.

Em uma fascinante jornada que começa no final do século XIX e chega aos dias atuais, Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! mostra a evolução dos quadrinhos na publicidade no Brasil e no mundo, em centenas de anúncios.
Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! é o resultado de uma pesquisa de quase vinte anos do ilustrador, diretor de arte e pesquisador Toni Rodrigues. O autor buscou, catalogou, apurou informações e recuperou imagens e arquivos considerados há muito perdidos em diversas fontes.




Exposição
Quadrinhos no PompidouReunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos.

Em 29 de maio foi aberta a exposição “Bande dessinée, 1964 - 2024”, no Centro Georges Pompidou, em Paris. A mostra pretende oferecer um diálogo inédito entre os 3 principais centros de expressão da banda desenhada: a criação europeia, os mangas asiáticos e os quadrinhos americanos. Reunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos. A exposição vai até novembro.





Revista
Edição de janeiro da FenamizahJá está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan .

Já está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan, com participação de 115 cartunistas e escritores de 36 países diferentes. A “Fenamizah E-Magazine” é publicada mensalmente na plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo. É publicado gratuitamente, sem qualquer finalidade comercial. Baixo o PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Revista
Fenamizah de julhoA edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah foi publicada.

A edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. Editada por Aziz Yavuzdoğan e publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de julho aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
Caricaturas de J.BoscoMúsica, cinema, literatura e caricaturas

O livro J.Bosco Caricaturas (formato 23 x 27 cm - 90 páginas) retrata algumas celebridades da música, cinema e literatura em traços preto e branco, uma homenagem ao estilo clássico da caricatura. São 75 desenhos, entre eles Lupicinio Rodrigues, Quenti Tarantino, e Ariano Suassuna, com apresentação de escritores e caricaturistas como, Miran (editor e diretor da revista Gráfica), Marko Ajdarik, Haroldo Gepp, Luciano Magno, Solda e Adriano Barroso. O livro faz parte das comemorações dos 25 anos de atuação de J.Bosco no jornal O Liberal, de Belém do Pará, como chargista diário e caricaturista.




Revista
Fenamizah de maioNova edição com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

A nova edição da Fenamizah foi publicada, com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes. Baixe o PDF aqui.
Você também pode acompanhar as novidades no site.
A Fenamizah e-magazine é publicada gratuitamente todos os meses na plataforma digital, com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer finalidade comercial.




Livro
O horror segundo Carlos CasteloCastelo revela que além do humor também habita nele uma inquietante galeria de horrores.

Há escritores que se especializam numa só faceta literária. Vivem e morrem na confortável casinha construída em torno de um único estilo. Não é o caso de Carlos Castelo, figura conhecida por sua trajetória múltipla. Jornalista, humorista, poeta, publicitário premiado e agora — para arrepio de muitos — autor de contos de horror.
Em Dentro de Mim Mora a Sombra, Castelo revela que, além do humor, também habita nele uma inquietante galeria de horrores. Com apresentação luxuosa assinada pelos escritores Bráulio Tavares e Gustavo Ávila, o livro chega como uma inesperada novidade. Quem diria que um dos criadores do icônico grupo Língua de Trapo, símbolo irreverente da São Paulo dos anos 80, também dominasse o sombrio e o macabro?
Inspirado em Edgar Allan Poe e Ambrose Bierce, escritores que transitaram habilmente entre o horror e o humor, Castelo reconhece que esses dois gêneros são como irmãos gêmeos univitelinos. Um provocando o medo, o outro o riso. E nessa coleção de histórias perturbadoras, o autor explora exatamente essa dualidade, mesclando folclore brasileiro, lendas urbanas e os dilemas mais sombrios da vida moderna.




Livro
Cartuns EcológicosPlaneta em Risco" é o sexto livro do cartunista J.Bosco, trazendo 86 cartuns que abordam diversas formas de degradação do meio ambiente.

"Planeta em Risco" é o sexto livro do cartunista paraense J.Bosco, com mais de 40 anos de profissão, são 86 cartuns ecológicos, abordando diversas formas de degradação do meio ambiente, poluição dos rios e mares, desertificação, aquecimento global, extinção de algumas espécies marinhas, crise climática. Um livro com vasto material crítico, com linguagem universal, que nos leva a uma reflexão sobre o tempo de nossa própria existência.