CRÔNICAS


Poupanças às avessas

por Carlos Castelo

"Vendi algumas coisas de casa. Nada essencial."

Comecei apostando cinco reais numa BET para melhorar de vida. O plano continua o mesmo, com uma pequena alteração: agora preciso melhorar de vida para continuar apostando cinco reais.

A BET é uma espécie de poupança ao contrário: você deposita hoje para outra pessoa retirar amanhã. A vantagem sobre a poupança tradicional é a emoção. No banco, você sabe onde está seu dinheiro. Na BET, também. Com os outros.

— Mas você perdeu quanto?

— Não perdi. Estou recuperando.

Esta palavra, ‘recuperando’, é fundamental. O sujeito que perdeu cinquenta aposta cem para recuperar cinquenta. Se perder os cem, aposta duzentos para recuperar cento e cinquenta. É a única atividade humana em que o buraco é usado como escada.

Vendi algumas coisas de casa. Nada essencial. A televisão, o micro-ondas, a geladeira. Minha mulher perguntou pela televisão.

— Investimento.

— E a bicicleta?

— Diversificação.

Ela olhou para a cozinha vazia.

— Não me diz que a air fryer…?

— Gestão de risco.

Felizmente, ainda tenho o celular. Preciso dele para perder o resto.
No passado, meu salário não chegava ao fim do mês. Hoje não chega ao intervalo do jogo. Houve progresso: o dinheiro continua acabando, mas com muito mais eficiência.

Minha relação com as BETs, portanto, é madura. Meu dinheiro vai embora e eu respeito a decisão.

A família pergunta quando vou parar. Disse que dou um tempo assim que recuperar tudo. Minha mulher começou a procurar um segundo emprego.


Publicado em 29/09/2026




Um condenado em 27 frases

por Carlos Castelo

Uma minuta de silêncio pelo capitão

1. Não deu. Mas Bolsonaro foi o melhor Mussolini que pôde.

2. Bolsonaro aceita convite e agora faz parte do Clube do Choro de Brasília.

3. Jair é uma ótima pessoa. Exceto por deixar a impressão de que, a qualquer momento, pode roubar o seu relógio.

4. Bolsominion velho não bota a mão no STF.

5. Os idiotas costumam ter só uma ideia na vida. A de Jair foi ser presidente da República.

6. Nem Jair Bolsonaro vai sobreviver a Jair Bolsonaro.

7. Por causa do cartão corporativo, Jair vai acabar levando cartão vermelho.

8. Quando Bolsonaro morrer, a Ciência vai ser a primeira a não querer ficar com o corpo.

9. Jair governou errado por quatro linhas tortas.

10. Se ainda fosse um presidente maluco da ideia, mas nem ideia tem.

11. Jair é aquele tipo que não leva desaforo para os 51 imóveis.

12. Bolsonaro vai entrar para a História como o salvador da pátria dos outros.

13. Faça Bolsonaro trabalhar: não o reeleja.

14. Nossa, como Bolsonaro é gentio!

15. O que vai tirar o capitão do poder não é cadeia: é churrasco, pizza e leite Moça.

16. Era capitão, virou deputado, depois presidente. Agora é bobo da corte.

17. Bolsonaro nasceu para ser estátua equestre. Com o cavalo montado nele.

18. Bolsonaro está fazendo das tripas opressão.

19. É só baixar a popularidade para o capitão baixar ao hospital.

20. Todo país tem o Elon Musk que merece, o do Brasil é o Véio da Havan.

21. Quem toma dos pobres empresta a Messias.

22. Jair. O homem que reditadurizou o Brasil.

23. O capitão só não está no tarja preta porque é racista.

24. A família Bolsonaro é uma desorganização criminosa.

25. No creo en brujos, pero que jair, jair.

26. Jair está a uma senha de entrar na Papuda.

27. Capitão sem voz de comando acaba ouvindo voz de prisão.

(Publicado no Brasil de Fato RS)


Publicado em 19/09/2025




Dossiês

por Carlos Castelo

O novo samba-enredo da República

Viramos um projeto de democracia feito de dossiês. A esquerda vem e faz um contra a direita. A imprensa compartilha. Réus, julgamentos, prisões. Aí vem a direita, gera os seus dossiês. Acontece a mesma coisa. Veja-se agora o caso Toffoli-Master. Onde vamos chegar com essa política mata-mata?

A resposta é simples: ao fundo do poço. A democracia brasileira virou um rodízio de indignações, em que cada lado se reveza no papel de paladino da moral enquanto afia as facas da hipocrisia nos bastidores. A palavra instituição hoje significa “coisa que só funciona quando favorece meu lado”. O STF, o Congresso, o Executivo, todos participam dessa guerra em que a lógica jurídica cede lugar ao espetáculo das manchetes.

O dossiê é o novo samba-enredo da República: vem com gráficos coloridos, nomes em negrito e narrativas em caps lock. Mas e justiça? Justiça virou figurante.

Sem dúvida, o Brasil não caminha para frente, nem para trás. Está girando em círculos. Seguimos, assim, como um país que não prende corruptos (por muito tempo), apenas os alterna no poder. Com direito a delação premiada e documentário da Globoplay. Ou do SBT News.


Publicado em 03/03/2026




Poesia, justo no domingo?

por Carlos Castelo

Suspiros poéticos e macarronada com frango

POEMÍCULO TIPO MANOEL DE BARROS

Eu não sabia que as pedrinhas
Que pegava lá na beira do rio
Fossem posse só dos lambaris
Pois não é que um miudinho de prata
Veio inchado de valentia, me tomou todas elas
E ainda me chamou de cisco de gente?


Publicado em 11/01/2026




O cupins

por Vasqs

Não existe cupim sozinho

Não existe cupim no singular, ou não deveria existir. Como o lápis, o vírus, o correto seria o cupins. Quem discorda deve provar que já viu algum dia um cupim sozinho. Não existe cupim sozinho, ao contrário, eles vivem às dezenas, centenas, milhares. Formam um exército - ou por outra, o cupim é esse exército - monolítico, uno, poderosíssimo e destrutivo como o de Átila, o rei dos também hunos, que por onde passava não deixava cupim, ou melhor, não deixava capim. Cupim não sei se ele deixava.

Num episódio, a Pantera Cor-de-Rosa luta com um cupim. Um só. Primeiro ele rói os pés de uma cadeira,de uma mesa, um abajur, o teto, o piso. Por fim, ele destrói a casa toda. Um só! Isso no desenho, na realidade, pra roer uma casa inteira eles precisam desse exército, tipo um por todos, todos somos um. E conseguem, mesmo não sendo desenho, mas sendo esse inseto desgraçado, morfético e virulento.

Em francês chama-se termite; em inglês, termita. Alnaml, em árabe, uipoka, em bengalês, bályi, em chinês; shiroar, em japonês. Quer dizer, tem, como se era de desesperar, cupim no mundo inteiro. E encontramos, pois pesquisamos, akhala, em aramaico! O que nos permite supor que tem cupim até no Paraíso Celeste, onde mora Deus, uma vez que aramaico é a sua, de Deus, língua.

Tem mais cupim no mundo que gente na China e na Índia juntos - e que estrelas no céu, e que gelo no polo norte, e que puxa-saco em Brasília. Puxa-sacos, não cupins - tantos são os caras-de-pau na cidade que é improvável que cupim lá se crie. Ah, cupincha sim, esse é um outro gentílico.

E não engordam - os cupins, não os cupinchas. Ao mesmo tempo que roem, desroem. O que você pensa que é pó de madeira, não é, é cocô, cocô de cupim. Um cientista esperto estudaria essa peculiaridade pra tirar dela a fórmula definitiva pra emagrecer pessoas, sem precisar de ozempic.

Decididamente os cupins, como as baratas, herdarão a Terra. Os métodos de dedetização são falíveis e caros: cobram-se $2 mil paus pra descupinizar um cômodo de 3 m2 ! Então a gente aprende que são vários os tipos de cupim: o de madeira, o de solo e o de bolso.

Uma coisa aliada à outra - a voracidade, o pantagruelismo dessa praga e o preço escorchante da dedetização -, os cupins liquidarão o planeta antes mesmo que o homem. Ou seja, o cupim é um tipo de capitalista selvagem, assim como vice-versa.

São silenciosos, são traiçoeiros - os cupins e os capitalistas - como nicotina no pulmão, álcool no fígado, conspiradores no Planalto. Agem pelas costas - quando se menos espera, o exército, o de cupins, nhóc!, já comeu sua casa.

E sua casa é seu lar, seu patrimônio, e não um desenho animado. Portanto, cuidado com o cupins, cuidado com o termita, cuidado com o uipoka, etc.

Cuidado especialmente com o akhala - esse, nem Deus ele respeita.


Publicado em 28/09/2026




Implicâncias

por Vasqs

Curso de Sobrevivência em São Paulo

1
Os óculos escuros deixam a pessoa mascarada e metida. Dependendo dos óculos, um Cartier Panthère, $5 mil contos, deixam a pessoa nojenta. Se a pessoa já for mascarada, metida e nojenta, com óculos escuros, só enchendo ela de porrada.

2
Lição número 1 do Curso de Sobrevivência em São Paulo: sair de casa munido de um agasalho pro frio, um chapéu pro calor e um guarda-chuva pra chuva. E dinheiro - pro estacionamento do trenó.

3
Acho que não existe uma fruta que seja vermelha por fora e verde por dentro. Só o Papai Noel, que não é fruta, mas, pode-se dizer, é uma melancia do avesso, com aquela fantasia ridícula e a barriga empanturrada de capitalismo - leia-se “dólares”, verdinhos como a casca da dita fruta.
Começou, o velho, como um santo, o Nicolau, bonzinho, até dava doces pras crianças. Depois cocacolou-se, trocou de nome e inventou esse papo de trenó, renas, chaminés, sapatinhos (e quem não tem sapatinhos, pô!) pra enganar a garotada com brinquedinhos e incutir nelas sua ideologia perniciosa.
Ganha o brinquedo quem obedeceu, quem não fez malcriacao, isto é, quem se submeteu ao sistema. Já viram tamanha velhacaria?
O safado, traíra, dissimulado, chantagista, deveria é ser enquadrado no Código Penal, ali onde está o número 171.
Bom velhinho é o cacete.

4
-Alô, o sr Fernando, por favor.
-Sinto muito, senhor, não fabricamos mais, esse modelo saiu de linha.

5
Queria uma mulher linda e deslumbrante. Nunca teve. Achou uma por um precinho bem razoável. Comprou. Com 5% de desconto - no pix.


Publicado em 04/12/2025




Sweet memories*

por Vasqs

Quando se trata de sexo...

O personagem de O Complexo de Portnoy roubava bifes de fígado da geladeira da mãe e usava para se masturbar. Grande ideia. Philip Roth deve ter sacado essa do seu tempo de moleque. Moleque é um Vesúvio de testosterona, quando se trata de sexo inventa mais que o Thomaz Edison.

1
O Narciso ganhou uma égua de presente da avó. A cidade ainda não sabia se era urbana ou rural, tinha espaço e ruas de terra. O Narciso, 11 anos, subia numa cerca, posicionava a égua e dava um crau no bicho. Diziam que também usava galinhas, porcos e cabras.

A anedota era assim:

- O que você vai ser quando crescer, Narciso?

- Tarado.

Com 15 anos já tinha engravidado uma moça mais velha que ele 8 anos.

2
Também tinha o Tenório, o carroceiro. Orgulhava-se de ter uma minhoca especialmente avantajada. 23 centímetros!, bradava. Dizia que dava nó e chamava os moleques no banheiro pra mostrar, como uma aberração de circo de horrores. Só não cobrava, o preço era a perplexidade dos garotos, fazia bem pro seu ego.

Uma vez o Silvinho levou uma trena.

- 18 cm! - protestou – e não 23!

O Tenório deu um sorrisinho triunfante:

- E você acha pouco?

3
O Sakata tinha dinheiro no bolso, era filho de fazendeiro. Uma tarde apareceu com um pacote de catecismos – mais de 50! -, um quadrinho pornô, espécie de educação sexual da garotada da época. Comprava todos, devia ser o maior comprador de catecismos da cidade. Queria que o Hugo levasse pra casa, emprestaria por quanto tempo quisesse. Seus pais andavam desconfiados.

O Hugo disse: e os meus? Mas levou.

Num mês, já tinha lido tudo.

Até que lá um dia, quando saía do banheiro, tomou uma bronca da mãe e um pescoção do pai, tudo ao mesmo tempo.

Não que tivessem desconfiado, mas pelo tempo que o Hugo ficava no chuveiro, devia ser ele o responsável: a conta de luz estourou naquele mês.



4

Os bailinhos eram chamados de roça-roça. Mesmo o da Igreja. É, tinha um que funcionava no salão da igreja, com rock, Beatles e tudo mais.

Todo fim-de-semana tinha roça-roça na igreja.

Father Mackenzie remendava suas meias enquanto John Lennon, no salão, pecava fungando no cangote da Eleonor Rigby: oh, giiiirl, sffffsh!...

Esses bailinhos eram a contradição do crescei-vos e multiplicai-vos e ao mesmo tempo uma preliminar de quem fosse pro inferno, porque a coisa era mais torturante que o band aid do João Bosco. As moças eram terrivelmente recatadas, quase freiras, de maneiras que crescei-vos, sim, mas multiplicai-vos, nem pensar: só depois de casadas.

Um cinto da castidade invisível e mais resistente que os da Idade Média fazia as vezes de polícia da moralidade: eram os olhos lancinantes (e invejosos) do padre, do pai, da mãe, das tias, do delegado, do juiz, dos vizinhos, e, claro, os onipresentes de Deus.

E afinal eram o que explicava o Narciso, o Sakata, o Tenório, os catecismos pornô...

E muito provavelmente também os bifes de fígado nas mãos do Portnoy.



* Nada é mentira.


Publicado em 07/02/2026




Do Ovo Como Arma Letal

por Nelson Moraes

Vamos aos casos mais notórios

É notório o risco que o ovo representa como arma, dada à alta letalidade (arma de fogo, se for frito; arma química, se estiver vencido; arma branca, se for de granja) advinda de seu uso em tentativas de homicídio contra políticos. Vamos aos casos mais notórios:

Em 1865 Abraham Lincoln assistia a uma peça, no Teatro Ford, em Washington, DC, quando John Wilkes Booth invadiu o camarote presidencial e atirou um ovo à mancha-roupa na nuca do presidente. Booth na ocasião gritou em latim algo como "Sempre ovos aos tiranos", fugiu e foi localizado dias depois, em um – óbvio – celeiro, na Virgínia, escondido no meio das galinhas, provavelmente em busca de munição para novos atentados.

Em 1914 a comitiva do arquiduque Franz Ferdinand, em visita a Sarajevo, foi alvejada a ovos por Gavrilo Princip, que sempre detestou as menções feitas pelo arquiduque à personalidade forte das mães sérvias – menções que, por conta da língua presa do estadista, soavam em servo-croata como "galinhas poedeiras". Os ovos atirados por Princip, como forma de sarcástico protesto, não combinaram com o impecável branco da farda de gala do arquiduque, o que deu início à Primeira Guerra Mundial.

Em 1963, John F. Kennedy, em visita a Dallas, no Texas, passeando em carro aberto, foi atingido na cabeça por vários ovos disparados por Lee Harvey Oswald, capturado pouco tempo depois graças às manchas de gema em seu avental - apesar dele jurar que evitava ovos por conta do colesterol. A perícia provou que os ovos vinham da granja de Jack Ruby, um dono de boate em Dallas, que criava galinhas com fins eleitorais. No caso, candidatá-las ao Congresso pelo Partido Republicano.

No Brasil o uso de ovos em atentados fatais contra políticos é marcado pela polarização. Há quem defenda a cartela com doze e há quem prefira a cartela com trinta.


Publicado em 28/09/2026




O que é o que é?

por Nelson Moraes

Ao meio-dia, fica sobre duas patinhas pra tentar ganhar afago do Centrão.

Ia Édipo todo feliz pra Tebas quando encontrou a Esfinge, e ela:
– Decifra-me etc etc.
Ele:
– Manda.
– O que é o que é, de manhã tem quatro pés, ao meio-dia dois e à tarde três?
Édipo, depois de vislumbrar umas três posições sexuais com a mãe da Esfinge, pensou melhor e achou prudente refinar a resposta:
– O Hugo Motta.
A Esfinge já ia se aproximando de Édipo cantando “É o bicho, é o bicho / Vou te devorar / Crocodilo eu sou”, quando ele pulou pra trás, mão espalmada:
– Peralá. Último pedido de um condenado: responde por que minha resposta estaria errada.
– Ué – disse a esfinge, já colocando o babador –, eu devolvo e reformulo a pergunta: por que Hugo Motta seria a resposta certa?
– Simples – disse Édipo, nem pestanejando. – De manhã ele age feito um quadrúpede, ao pautar como urgente um projeto de anistia que nem texto tem ainda. Ao meio-dia, fica sobre duas patinhas pra tentar ganhar afago do Centrão, mesmo quando é esculachado por ele. E à tarde, se apoia na velha muleta da moderação pra vir falar em dosimetria de pena ao invés de se ater às sanções constitucionais impostas pra golpistas. E aí?
“Faz sentido, porra”, pensou a Esfinge, desamarrando o babador e indo até o precipício pra se suicidar, quando Édipo a deteve, profundamente filosófico:
– Ei, pra que se matar? A vida é um jogo. Às vezes a gente ganha, às vezes a gente perde.
– Tem razão – disse a Esfinge.
E se mudou pra Las Vegas.


Publicado em 21/09/2025




ÉSSE TÊ EFE

por Nelson Moraes

Date no apê do Vorcaro

- O que é o que é: o Mendonça e o Fux demonstram de sobra, e inapelavelamente falta ao Xandão?
- Implante capilar.
* * * * *
- Como são chamados no plenário do Supremo os ministros com algum esquema com o Vorcaro?
- Ministros.
* * * * *
- O Gilmar está preso em um barco com um cachorro chamado Nabunda. O barco começa a afundar. O que o Gilmar faz?
- Solta Nabunda por falta de provas.
* * * * *
- O que é o que é: monumento que carrega dois pesos iguais, representando o equilíbrio, a uma certa distância da entrada do órgão máximo?
- Saco testicular.
* * * * *
- Qual a semelhança entre Dino e o Kassio?
- O bigode. Nenhum dos dois tem.
* * * * *
- Qual a diferença entre o Fachin e o Fux (mas em inglês)?
- The first is fucking, the second fucks.
* * * * *
- Numa luta entre o Xandão e o Kassio, quem beija a lona?
- O Xandão. O Kassio guarda o beijo pro date no apê do Vorcaro.


Publicado em 15/09/2026



AGENDA

Livro
Culpa dos infernosO cartunista J. Bosco inverte a lógica do mal em sua sétima obra autoral

O cartunista J. Bosco inverte a lógica do mal em sua sétima obra autoral, O Diabo tem as Costas Largas, mostrando como as mazelas sociais nascem das escolhas humanas através de cartuns premiados e inéditos.
O livro conta com 62 páginas coloridas e reúne dezenas de cartuns, muitos deles inéditos e outros já premiados em salões de humor ao redor do mundo.
A proposta de J. Bosco é inverter a lógica tradicional do imaginário popular. Em vez de apontar para o diabo como o culpado externo por todos os males, o artista explora como o “mal” nasce das escolhas humanas cotidianas. Através do humor, a obra aborda temas espinhosos como corrupção, racismo, violência, devastação ambiental e fanatismo, transformando o personagem central em um observador irônico da nossa sociedade.




Livro
Cartografias do fimAntologia de contos inéditos sobre a crise climática

A revista literária Subtextos, referência na publicação de ficção contemporânea brasileira no ambiente digital, anuncia o lançamento de seu primeiro livro impresso: Cartografias do fim.
Organizada por Mariane Lima, a antologia reúne treze escritores que abordam a emergência climática a partir de perspectivas e linguagens distintas — do fluxo de consciência ao conto de terror, passando por narrativas intimistas, distópicas e experimentais. O resultado é um mosaico literário que dialoga com as angústias, paisagens e possibilidades de um planeta em transformação, oferecendo uma seleção plural capaz de atender a diferentes sensibilidades de leitura.
O projeto se viabiliza por meio de uma campanha de apoio que oferece diferentes recompensas aos participantes.




Livro
Cartuns EcológicosPlaneta em Risco" é o sexto livro do cartunista J.Bosco, trazendo 86 cartuns que abordam diversas formas de degradação do meio ambiente.

"Planeta em Risco" é o sexto livro do cartunista paraense J.Bosco, com mais de 40 anos de profissão, são 86 cartuns ecológicos, abordando diversas formas de degradação do meio ambiente, poluição dos rios e mares, desertificação, aquecimento global, extinção de algumas espécies marinhas, crise climática. Um livro com vasto material crítico, com linguagem universal, que nos leva a uma reflexão sobre o tempo de nossa própria existência.





Revista
Fenamizah de maioNova edição com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

A nova edição da Fenamizah foi publicada, com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes. Baixe o PDF aqui.
Você também pode acompanhar as novidades no site.
A Fenamizah e-magazine é publicada gratuitamente todos os meses na plataforma digital, com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer finalidade comercial.




Cards
Heróis & HeroínasHomenageando os grandes artistas da música brasileira

No intuito de homenagear personagens históricos da música brasileira, o caricaturista e ilustrador Eduardo Baptistão e Geraldo Leite, músico e radialista, lançam Heróis & Heroínas da Nossa Música, um caixa contendo 52 cards, com as caricaturas e mini biografias dos artistas de MPB, Samba, Choro, Bossa-Nova, etc. Além disso cada card acompanha um QR Code com playlist de cada artista, preparada por Geraldo Leite.




Livro
O humor de VasqsPapo Gaio de Maritacas

Vasqs vai lançar seu novo livro de humor, Papo Gaio de Maritacas, pela editora Converso. O lançamento será no dia 29 de novembro, das 14h às 17h, no Mi & Mo Gato Café (rua Coronel Oscar Porto, 400), próximo ao metrô Brigadeiro.




Livro
Quadrinhos & PublicidadeA evolução dos quadrinhos na publicidade em centenas de anúncios.

Em uma fascinante jornada que começa no final do século XIX e chega aos dias atuais, Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! mostra a evolução dos quadrinhos na publicidade no Brasil e no mundo, em centenas de anúncios.
Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! é o resultado de uma pesquisa de quase vinte anos do ilustrador, diretor de arte e pesquisador Toni Rodrigues. O autor buscou, catalogou, apurou informações e recuperou imagens e arquivos considerados há muito perdidos em diversas fontes.




Jornal
Novo vôo do GrifoO jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango de Edgar Vasques.,

Saiu o novo número do Grifo, publicação de humor e política editada pelos cartunistas da Grafar (Grafistas Associados do RS). Publicado desde outubro de 2020, o jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango, antológico personagem criado por Edgar Vasques em plena ditadura militar.




Livro
Tom & LauraO poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio.

A política brasileira pode ser chamada, às vezes, de uma grande cachorrada. É o que se vê nesta sensacional antologia de tiras em cores do publicitário, compositor e músico Carlos Castelo e do cartunista Bier. Um jeito irreverente, divertido e com sacadas geniais de observar o poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio. Morra de rir com este livrinho em formato de talão de cheques com a qualidade da Editora Noir.
Opiniões (sinceras) sobre a obra:
"Livrinho ingrato: prova de que o homem é o PIOR amigo do cão..." - Edgar Vasquez
"A tira é boa, mas tirem os cachorros" - Spacca
"Quem são Tom & Laura?" - Laerte
"Que cachorrada do Castelo e do Bier!" - Chico Caruso





Livro
Histórias MínimasUm olhar afinado de Paulo Batista sobre detalhes do mundo cotidiano.

Um olhar afinado sobre detalhes do mundo cotidiano (que muitas vezes passam desapercebidos) disposto ao longo de oitenta páginas de pequenas HQs. É o conteúdo de Histórias Mínimas, novo livro do cartunista Paulo Batista, publicado pelo selo PB Editorial do próprio autor. “São temas que eu gosto de explorar como cronista do mundo do meu entorno”, diz o artista. Muitas dessas HQs e tirinhas foram publicadas no Instagram e páginas do Facebook identificadas com o mesmo título do livro. Agora editadas na sequência formam uma narrativa ainda mais interessante sob o traço delicado do cartunista. Para mais informações de como comprar o livro acesse aqui pelo Instagram ou Facebook






Humor ambientalA floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos

A floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos, é o que mostra o livro Amazônia Meu Humor – 40 anos em defesa da Amazônia, de Paulo Emmanuel.
A obra reúne quatro décadas de cartuns dedicados à luta ambiental na região, em um registro histórico e artístico que transforma humor em resistência. Emmanuel, referência do humor gráfico na Amazônia, consolida no livro sua trajetória marcada pela crítica afiada e pelo olhar sensível sobre os desafios ecológicos da floresta.




Livro
Níquel NáuseaFazendo 40 anos

Níquel Náusea, personagem imortal de Fernando Gonsales, está fazendo 40 anos. E a Z Edições apresenta esta coleção que irá reunir todas as tiras criadas por Fernando nessas quatro décadas.




Livro
Ebal – Uma História IlustradaA editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações ganha um livro.

Em 1934, Adolfo Aizen criou o Suplemento Juvenil, publicação que revolucionou os quadrinhos no Brasil e liderou o segmento na maior parte de seus onze anos de existência. Até que, em 1945, Aizen parte para um novo projeto e cria a sua Editora Brasil-América.
Finalmente a editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações, ganha um livro à altura de sua importância. Fartamente ilustrado, com imagens raras e textos elucidativos frutos de uma minuciosa pesquisa realizada por vários autores.




Revista
Nova edição da FenamizahPublicada gratuitamente em plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo.

A edição de dezembro da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 106 caricaturistas e escritores de 35 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de novembro aqui. Ou ler a revista online nos sites Calameo ou Fliphtml5.





Livro
A lírica visual de FaustoUm lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.

Fausto Bergocce é cartunista, ilustrador e multiartista visual, com obras que transitam entre o desenho, a pintura, a colagem e a fotografia, integrando aos cartuns, tiras e charges muito desses conhecimentos. Seu novo livro, Simples Cartum, é um lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.




Revista
Nova edição da FenamizahJá está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan.

Já está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan. Você pode ler a edição online aqui ou baixar o exemplar em pdf aqui.




Revista
Mestre Makabro

Campanha no Catarse de Cássio Witt (Editora Milhas e Milhas Books) lança segunda edição da revista em Quadrinhos Mestre Makabro.
E recebe reforço de um caricaturista e uma aquarelista. Entre as recompensas, os apoiadores podem escolher em arte digital @aquarelasdaclaudia ou caricatura do Bira Dantas, colaborador do Charge Web. É só escolher a opção aquarela ou caricatura e, além da revista, receber suas artes exclusivas.
Cássio Witt tem um canal no youtube Milhas e Milhas Nerd sobre Quadrinhos e vai receber Claudia e Bira nesta quinta-feira, 04/06 para um bate-papo.




Revista
Nova edição da FenamizahEm sua 82ª edição, a revista eletrônica Fenamizah apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes.

Esta 82ª edição da revista eletrônica Fenamizah, publicada por Aziz Yavuzdoğan como editor-chefe e com a participação voluntária de cartunistas e escritores de renome mundial, apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes. Baixe seu exemplar em PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Revista
Edição de janeiro da FenamizahJá está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan .

Já está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan, com participação de 115 cartunistas e escritores de 36 países diferentes. A “Fenamizah E-Magazine” é publicada mensalmente na plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo. É publicado gratuitamente, sem qualquer finalidade comercial. Baixo o PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Revista
Fenamizah de junho80ª edição da Fenamizah e-magazine

A 80ª edição da Fenamizah e-magazine está disponível para leitura online ou download. Editada por Aziz Yavuzdoğan, a nova edição conta com a participação voluntária de 130 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.




Livro
A volta de MoebiusHá quase duas décadas fora de catálogo, o trabalho de Moebius finalmente volta pela editora Tábula.

Moebius é um autor muito prolífico com várias coletâneas e personagens. Suas histórias curtas publicadas da Metal Hurlant (França) e Heavy Metal (EUA), revolucionaram o mercado dos quadrinhos.
Há quase duas décadas fora de catálogo, o trabalho de Moebius finalmente volta pela editora Tábula em uma edição que reúne material consagrado, além de algumas histórias inéditas no Brasil.




Livro
VizungaObra-prima de Colin retorna em volume inédito pela editora Veneta.

Criado por Flavio Colin (1930–2002) e publicado originalmente em tiras diárias, entre 1964 e 1966, na Folha de S. Paulo, Vizunga é um dos pontos mais altos na história dos quadrinhos brasileiros. As tiras reúnem histórias do pescador e caçador Parcival de Carvalho, o Vizunga, e misturam elementos da cultura gráfica popular brasileira com o modernismo, em narrativas cheias de aventura, ironia e crítica social. Vizunga retorna em um volume inédito pela editora Veneta.




Revista
Revista Fenamizah de marçoUma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah .

Uma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de março aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
Caricaturas de J.BoscoMúsica, cinema, literatura e caricaturas

O livro J.Bosco Caricaturas (formato 23 x 27 cm - 90 páginas) retrata algumas celebridades da música, cinema e literatura em traços preto e branco, uma homenagem ao estilo clássico da caricatura. São 75 desenhos, entre eles Lupicinio Rodrigues, Quenti Tarantino, e Ariano Suassuna, com apresentação de escritores e caricaturistas como, Miran (editor e diretor da revista Gráfica), Marko Ajdarik, Haroldo Gepp, Luciano Magno, Solda e Adriano Barroso. O livro faz parte das comemorações dos 25 anos de atuação de J.Bosco no jornal O Liberal, de Belém do Pará, como chargista diário e caricaturista.




Exposição
Quadrinhos no PompidouReunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos.

Em 29 de maio foi aberta a exposição “Bande dessinée, 1964 - 2024”, no Centro Georges Pompidou, em Paris. A mostra pretende oferecer um diálogo inédito entre os 3 principais centros de expressão da banda desenhada: a criação europeia, os mangas asiáticos e os quadrinhos americanos. Reunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos. A exposição vai até novembro.





Revista
Fenamizah de fevereiroEsta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

Já está disponível pra download a edição de fevereiro de 2025 da revista eletrônica Fenamizah (edição 76), editada por Aziz Yavuzdoğan. Esta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes, incluindo cartunistas e escritores de renome mundial.
A revista eletrônica Fenamizah é publicada todo mês em plataformas digitais, oferecida gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo, sem nenhum propósito comercial.
Você pode baixar a edição de fevereiro gratuitamente clicando aqui.




Revista
Fenamizah de julhoA edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah foi publicada.

A edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. Editada por Aziz Yavuzdoğan e publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de julho aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Revista
Especial Dia das MulheresFenamizah comemora o Dia Internacional da Mulher com uma edição especial.

Comemorando o “Dia Internacional da Mulher”, foi publicado junto com a edição de março um álbum especial, “Women Cartoons - Fenamizah Extra”, incluindo cartuns, pinturas, ilustrações e escritos de 112 artistas profissionais e amadores de 34 países. Você pode baixar o PDF aqui ou ler online no site Fliphtml5.




Livro
Relicário de afetosTudo com humor, lirismo e ironia

Carlos Castelo, reconhecido por sua verve humorística e seu olhar afiado para o humano, reúne em seu novo livro, Museu de Musas, letras e poemas escritos ao longo de décadas. São declarações tardias, confissões improvisadas, bilhetes que nunca foram entregues. Musas reais ou inventadas, passageiras ou perenes, todas reunidas neste espaço de palavras que ora se parece com um quarto de pensão, ora com um altar pagão.




Revista
Edição de abril da Fenamizah80 páginas com 137 cartunistas e escritores de 40 países diferentes

A edição de abril da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 80 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 137 caricaturistas e escritores de 40 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de abril aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Jornal
Nova edição do GrifoO acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista

No GRIFO 55, Jef Miola questiona “Que Congresso é esse?” (e nem tinha acontecido a barbárie contra Marina Silva). Essa postura agressiva e direitista não é exclusividade brasileira, mostram Luiz Faria analisando Trump, Tarso Riccordi questionando o “desprefeito” de Porto Alegre. Já Winckler aborda o acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista. Coisa que ficou bem ilustrada na capa do Eugênio Neves.




Livro
O horror segundo Carlos CasteloCastelo revela que além do humor também habita nele uma inquietante galeria de horrores.

Há escritores que se especializam numa só faceta literária. Vivem e morrem na confortável casinha construída em torno de um único estilo. Não é o caso de Carlos Castelo, figura conhecida por sua trajetória múltipla. Jornalista, humorista, poeta, publicitário premiado e agora — para arrepio de muitos — autor de contos de horror.
Em Dentro de Mim Mora a Sombra, Castelo revela que, além do humor, também habita nele uma inquietante galeria de horrores. Com apresentação luxuosa assinada pelos escritores Bráulio Tavares e Gustavo Ávila, o livro chega como uma inesperada novidade. Quem diria que um dos criadores do icônico grupo Língua de Trapo, símbolo irreverente da São Paulo dos anos 80, também dominasse o sombrio e o macabro?
Inspirado em Edgar Allan Poe e Ambrose Bierce, escritores que transitaram habilmente entre o horror e o humor, Castelo reconhece que esses dois gêneros são como irmãos gêmeos univitelinos. Um provocando o medo, o outro o riso. E nessa coleção de histórias perturbadoras, o autor explora exatamente essa dualidade, mesclando folclore brasileiro, lendas urbanas e os dilemas mais sombrios da vida moderna.




Livro
Mortadelo e Salaminho estão de voltaOs agentes da T.I.A. agora com duas HQs em uma única edição

A Figura Editora ouviu o público, e o segundo volume de Mortadelo e Salaminho chega com dose dupla de HQs do genial Francisco Ibáñez. Isso mesmo, são duas aventuras dos agentes da T.I.A. em uma mesma edição de 96 páginas!




Revista
Fenamizah em edição especialEdição especial dos mestres do cartum mundial

A Fenamizah apresenta uma edição especial com 100 páginas em homenagem aos mestres do cartum mundial, apresentando trabalhos de Steinberg, Ziraldo, Mordillo, Hoffnung, dentre outros. Leia online ou baixe o pdf




Livro
Pária amada, Brasil!Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Carlos Castelo

Carlos Castelo lança seu novo livro, "PÁRIA AMADA, BRASIL - 99 aforismos sobre o Brasil & um sobre Portugal”, recheado de observações sarcásticas sobre o país. Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Castelo, com base em sua carreira como colunista dos jornais Estadão, Rascunho e O Dia. Castelo criou uma provocação divertida sobre a cultura, a sociedade e as peculiaridades brasileiras. Uma coleção de aforismos que oferece aos leitores uma mistura inusitada de ironia, sagacidade e observações agudas sobre o Brasil. - Tempos Crônicos





Livro
Os Migonautas As aventuras bem humoradas de ursos viajando pelo espaço.

Os Migonautas é uma série de tirinhas criadas por Mig Mendes. Com bastante estrada, a tira começou como tira diária de jornal, publicada em O Fluminense de Niterói e outros diários. Nessa época (1991 - 1993) o título era O Urso no Espaço. Depois as tiras foram recriadas para redes sociais no final de 2015, com muito mais cor, desenvolvimento de personagens e arcos formando pequenas histórias. O volume 5 dos Migonautas está em campanha no Catarse.