CRÔNICAS


Poupanças às avessas

por Carlos Castelo

"Vendi algumas coisas de casa. Nada essencial."

Comecei apostando cinco reais numa BET para melhorar de vida. O plano continua o mesmo, com uma pequena alteração: agora preciso melhorar de vida para continuar apostando cinco reais.

A BET é uma espécie de poupança ao contrário: você deposita hoje para outra pessoa retirar amanhã. A vantagem sobre a poupança tradicional é a emoção. No banco, você sabe onde está seu dinheiro. Na BET, também. Com os outros.

— Mas você perdeu quanto?

— Não perdi. Estou recuperando.

Esta palavra, ‘recuperando’, é fundamental. O sujeito que perdeu cinquenta aposta cem para recuperar cinquenta. Se perder os cem, aposta duzentos para recuperar cento e cinquenta. É a única atividade humana em que o buraco é usado como escada.

Vendi algumas coisas de casa. Nada essencial. A televisão, o micro-ondas, a geladeira. Minha mulher perguntou pela televisão.

— Investimento.

— E a bicicleta?

— Diversificação.

Ela olhou para a cozinha vazia.

— Não me diz que a air fryer…?

— Gestão de risco.

Felizmente, ainda tenho o celular. Preciso dele para perder o resto.
No passado, meu salário não chegava ao fim do mês. Hoje não chega ao intervalo do jogo. Houve progresso: o dinheiro continua acabando, mas com muito mais eficiência.

Minha relação com as BETs, portanto, é madura. Meu dinheiro vai embora e eu respeito a decisão.

A família pergunta quando vou parar. Disse que dou um tempo assim que recuperar tudo. Minha mulher começou a procurar um segundo emprego.


Publicado em 29/09/2026




Poesia, justo no domingo?

por Carlos Castelo

Suspiros poéticos e macarronada com frango

DESASTRES DESNATURAIS

Aqui, não tem vulcão,
Mas tem a Sabesp.
Não tem treva,
Mas tem a Enel.
Não tem tsunami,
Mas tem a Vale.
Não tem furacão,
Mas tem a Braskem.


Publicado em 07/06/2026




Rebranding de Mito

por Carlos Castelo

Preparada para o Chamado

Nossa ex-primeira-dama talvez nem saiba, mas é forte candidata à Presidência. Ou, como dizem os marqueteiros, “preparada para o chamado”. Com minha larga experiência como redator publicitário, deixo alguns conceitos para a provável campanha. Caso usem, aceito pagamento em relógios.

• Ele fala, eu traduzo.

• Meu plano de governo começa com um jejum.

• Deus acima de todos, mas com assessoria jurídica.

• Não sou política, mas pareço muito.

• Perdoar é cristão. Votar em mim, também.

• Uma nova era: com filtro e legenda bíblica.

• Mais flores, menos fuzis (mas só um pouco menos).

• Em verdade vos digo, nem tudo no meu governo será verdade.

• Missão dada é missão cumprida. Com louvor.

• O Espírito Santo me guia, o marketing revisa.

• Menos ideologia, mais teologia.

• Comigo, o Brasil voltará a jejuar. Mas com delivery.

• Do cercadinho ao Cenáculo: uma jornada de fé.

• Se errar é humano, reeleger é divino.

• Jesus me salvou; agora só falta eu salvar o Brasil.

• Deus me livre, mas se for para governar, amém.

• Não é nepotismo, é propósito.

• Comigo, até o caos terá versículo.

• Eu vou de Mita!

• Ora por mim. Mas, primeiro vota.

• Um novo começo para um velho enredo.

• Por um governo auditado por Deus.

• Fechada com Deus, mas aberta à negociação.

• Menos promessas, mais profecias.

• O Senhor já venceu, é a vez da Senhora.

• E o verbo se fez presidência.

• Do lar ao Planalto.

• Em 26, xurianda labaxaia labassurionderrá.





Publicado em 28/10/2025




Biografias Possíveis: Saci Pererê

por Carlos Castelo

Grandes nomes do Halloween nacional

Pouco se sabe sobre o nascimento do Saci. Alguns dizem que ele surgiu de um redemoinho; outros, que foi o primeiro estagiário do caos. O fato é que o menino perdeu a perna não num acidente, mas por praticidade.

- Menos um pé pra calçar, teria dito, antes de sumir num assovio.

Filho único de mãe desconhecida e de um vento ligeiro (combinação que já complica o almoço de Dia das Mães), o Saci cresceu nas matas aprendendo o essencial: fazer travessuras e café. Em ordem de importância, claro.

Fumava cachimbo com a solenidade de um filósofo existencialista, embora só acreditasse no absurdo da existência quando acabava o fumo.

Muitos falam que foi o inventor da técnica do “sumir com o último fósforo” e do “leite fervendo transbordado”, dois marcos da civilização doméstica.

Durante o período colonial, foi acusado de feitiçaria, vadiagem e de rir alto demais. Nunca foi preso, os guardas só conseguiam capturar o vento. No século XXI, tentou carreira publicitária e chegou a criar uma campanha pró-tabagismo (Quem fuma cachimbo ou é inglês ou é besta. Vamos acabar com esse mito), mas foi cancelado por mau exemplo.

Hoje, vive aposentado pelo INSS, aparecendo em reprises do Sítio do Pica-Pau Amarelo, onde é sempre o único a usar gorro vermelho por convicção política.

Se você ouvir um assovio à noite, é o vento. Ou o Saci se lamentando por ter virado figurante no próprio país.


Publicado em 31/10/2025




O cupins

por Vasqs

Não existe cupim sozinho

Não existe cupim no singular, ou não deveria existir. Como o lápis, o vírus, o correto seria o cupins. Quem discorda deve provar que já viu algum dia um cupim sozinho. Não existe cupim sozinho, ao contrário, eles vivem às dezenas, centenas, milhares. Formam um exército - ou por outra, o cupim é esse exército - monolítico, uno, poderosíssimo e destrutivo como o de Átila, o rei dos também hunos, que por onde passava não deixava cupim, ou melhor, não deixava capim. Cupim não sei se ele deixava.

Num episódio, a Pantera Cor-de-Rosa luta com um cupim. Um só. Primeiro ele rói os pés de uma cadeira,de uma mesa, um abajur, o teto, o piso. Por fim, ele destrói a casa toda. Um só! Isso no desenho, na realidade, pra roer uma casa inteira eles precisam desse exército, tipo um por todos, todos somos um. E conseguem, mesmo não sendo desenho, mas sendo esse inseto desgraçado, morfético e virulento.

Em francês chama-se termite; em inglês, termita. Alnaml, em árabe, uipoka, em bengalês, bályi, em chinês; shiroar, em japonês. Quer dizer, tem, como se era de desesperar, cupim no mundo inteiro. E encontramos, pois pesquisamos, akhala, em aramaico! O que nos permite supor que tem cupim até no Paraíso Celeste, onde mora Deus, uma vez que aramaico é a sua, de Deus, língua.

Tem mais cupim no mundo que gente na China e na Índia juntos - e que estrelas no céu, e que gelo no polo norte, e que puxa-saco em Brasília. Puxa-sacos, não cupins - tantos são os caras-de-pau na cidade que é improvável que cupim lá se crie. Ah, cupincha sim, esse é um outro gentílico.

E não engordam - os cupins, não os cupinchas. Ao mesmo tempo que roem, desroem. O que você pensa que é pó de madeira, não é, é cocô, cocô de cupim. Um cientista esperto estudaria essa peculiaridade pra tirar dela a fórmula definitiva pra emagrecer pessoas, sem precisar de ozempic.

Decididamente os cupins, como as baratas, herdarão a Terra. Os métodos de dedetização são falíveis e caros: cobram-se $2 mil paus pra descupinizar um cômodo de 3 m2 ! Então a gente aprende que são vários os tipos de cupim: o de madeira, o de solo e o de bolso.

Uma coisa aliada à outra - a voracidade, o pantagruelismo dessa praga e o preço escorchante da dedetização -, os cupins liquidarão o planeta antes mesmo que o homem. Ou seja, o cupim é um tipo de capitalista selvagem, assim como vice-versa.

São silenciosos, são traiçoeiros - os cupins e os capitalistas - como nicotina no pulmão, álcool no fígado, conspiradores no Planalto. Agem pelas costas - quando se menos espera, o exército, o de cupins, nhóc!, já comeu sua casa.

E sua casa é seu lar, seu patrimônio, e não um desenho animado. Portanto, cuidado com o cupins, cuidado com o termita, cuidado com o uipoka, etc.

Cuidado especialmente com o akhala - esse, nem Deus ele respeita.


Publicado em 28/09/2026




Lula x Trump, o chat

por Vasqs

Pintou uma química...

- E aí, Big Orange?

- Ai love você, Lula.

- I love too você também.

- Fez boa voyage?

- Tamo falando por computador, véi.

- How are Carmen Miranda?

- E a patroa, a d. MAGAli?

- I Make America Great Again!

- Américaguei pra você tb. Garota porreta essa Greta.

- Quando a gente vamos se encontrar?

- Quando pintarem a Casa Branca, kkk (piada pintada em 1944)

- Aquele tax... 50%, era só joke, rs

- Vamo amarrá o bigode?

- Oh, I like Johnny B. Goode! (piada cantada em 1958)

- Negocio carne e café. Cana é com o Xandão, ele taxou 27,3%, sem anistia .

- Ai laique Le Xandon (piada engarrafada desde 2020)

- Você fica com o Bananinha , eu fico com a Margot Robbie.

- Bananinha? Ai don`t tax esse kissing ass!

- E quero um Oscar pro Agente Secreto.

- E ai querer terras raras.

- Sei, você quer o lítio, né? Receita médica?

- Usted está in Buenos Aires?

- Tô na casa da d. MAGAli, your mother.

- Stop! Now o chat é com o Marco Rubio.

- Esse quem marca é o Chuchu..

- But eu no tax the chuchu!

- O Caetano tinha razão, de perto você é muito mais doido, vermelhão.

- E you não é de se jogar soccer fora.

- Sô craque, véi, jogo bolão na meia esquerda.

- Hasta la vista, bonitão...

- Vai nessa, oranjão.


Publicado em 10/10/2025




Quentinhas de verão

por Vasqs

Naquele mês de agosto...

A melhor piada do mundo

Uma banda de rock foi cantar no teto de um prédio. O vizinho não gostou e ligou pra polícia, pra reclamar do barulho. A polícia veio e pediu que ela, a banda, parasse de tocar e a banda parou. O reclamante e o policial não sabiam que a banda era os Beatles, a melhor e a mais famosa do planeta. E que por isso jamais deveriam mandá-la, à banda, calar a boca.

O dia vai chegar em que o reclamante e o policial estarão mortos. E vão se perguntar o que estão fazendo no inferno.

●●●

A melhor piada de São Paulo

Naquele mês de agosto, o jornal publicou uma inacreditável carta de um sujeito que reclamava do canto dos sabiás, do barulho chato e repetitivo que faziam.

Os sabiás estavam no cio. O cara tava com TPM.

●●●

Da ligeireza da prefeitura

1

O supermercado ampliou suas instalações. Antes que inaugurasse, numa velocidade jamais vista, duas lixeiras já tinham sido instaladas nos postes da frente.

2

Mal começou a construção do empreendimento, coincidentemente a árvore na frente teve que ser removida. Os técnicos da secretaria vieram, num átimo, e constataram, de modo peremptório, que ela estava com cupim.

●●●

O homem que inventou o ET de Varginha acaba de desmentir tudo.

Começou péssimo esse ano.

●●●

Aquelas pessoas que vão visitar doentes no hospital e depois saem pra rua fumar na calçada: um dia serão visitadas.

●●●

Quem paga 18 reais

num picolé,

ou é inteiro burro

ou totalmente lelé.

●●●

Vovó Matilda acha que arte é como a língua que o sapo estica pra pegar a mosca. Uma ponte, diz ela, uma armadilha que o artista usa pra fazer contato do seu com o interior do outro.

Papo de brejo, mas sendo o sapo um bom artista e a mosca um apreciador sensível, até que é boa metáfora.

●●●

De um homem vendendo guarda-chuva no metrô:

- Aproveite, pesquisas dizem que vai chover a semana inteira!


Publicado em 22/01/2026




Do Ovo Como Arma Letal

por Nelson Moraes

Vamos aos casos mais notórios

É notório o risco que o ovo representa como arma, dada à alta letalidade (arma de fogo, se for frito; arma química, se estiver vencido; arma branca, se for de granja) advinda de seu uso em tentativas de homicídio contra políticos. Vamos aos casos mais notórios:

Em 1865 Abraham Lincoln assistia a uma peça, no Teatro Ford, em Washington, DC, quando John Wilkes Booth invadiu o camarote presidencial e atirou um ovo à mancha-roupa na nuca do presidente. Booth na ocasião gritou em latim algo como "Sempre ovos aos tiranos", fugiu e foi localizado dias depois, em um – óbvio – celeiro, na Virgínia, escondido no meio das galinhas, provavelmente em busca de munição para novos atentados.

Em 1914 a comitiva do arquiduque Franz Ferdinand, em visita a Sarajevo, foi alvejada a ovos por Gavrilo Princip, que sempre detestou as menções feitas pelo arquiduque à personalidade forte das mães sérvias – menções que, por conta da língua presa do estadista, soavam em servo-croata como "galinhas poedeiras". Os ovos atirados por Princip, como forma de sarcástico protesto, não combinaram com o impecável branco da farda de gala do arquiduque, o que deu início à Primeira Guerra Mundial.

Em 1963, John F. Kennedy, em visita a Dallas, no Texas, passeando em carro aberto, foi atingido na cabeça por vários ovos disparados por Lee Harvey Oswald, capturado pouco tempo depois graças às manchas de gema em seu avental - apesar dele jurar que evitava ovos por conta do colesterol. A perícia provou que os ovos vinham da granja de Jack Ruby, um dono de boate em Dallas, que criava galinhas com fins eleitorais. No caso, candidatá-las ao Congresso pelo Partido Republicano.

No Brasil o uso de ovos em atentados fatais contra políticos é marcado pela polarização. Há quem defenda a cartela com doze e há quem prefira a cartela com trinta.


Publicado em 28/09/2026




Os Macacos do Museu Britânico

por Nelson Moraes

Datilografando ao acaso

Aquela conhecida tese proposta por Rutheford no ínicio do século passado, pra ilustrar a gratuidade na combinação das ideias que compõem os grandes achados (milhares de macacos, no saguão do Museu Britânico, datilografando ao acaso, acabariam por compor ao longo do tempo a obra completa de Shakespeare), ganha aqui uma rica exemplificação, com o detalhamento do conteúdo de alguns trabalhos que brotariam deste instigante experimento. Sente-se no primeiro galho e aprecie, leitor.

Teríamos, portanto, a peça "Macacbeth", onde o símio protagonista, ao ficar com a macaca (no caso, Lady Macacbeth), resolve eliminar brutalmente quem se puser em seu caminho rumo ao trono da Escócia. Outro destaque seria "Muito Barulho por Bananada", onde, farto de descascar a banana sozinho, Benedict ousadamente convida sua desafeta Beatrice a provar do longilíneo fruto. O que nos leva a "Micado III", onde o impetuoso Rei das Selvas, trepado em um cipó e necessitado de um mascote como companheiro de cena, grita "Meu reino por um macaco!" Não podemos nos esquecer também de "Macaco Antônio e Cleópatra" e "Mico Andrônico", entre outras peças.

Mas não apenas o teatro shakespeariano seria reproduzido pelo staff de símios datilógrafos. O postulado da aleatoriedade mostra que dali poderiam sair também clássicos da literatura ("A Montanha Mágica dos Gorilas", narrando a estadia da primatologista - e convalescente de tuberculose - Diane Fossey num jardim zoológico suíço; "Chimpanzé e Seus Irmãos", releitura do famoso episódio bíblico; "Por Quem os Símios Dobram", passado no zoológico de Madrid durante a Guerra Civil Espanhola) e roteiros de sucessos do cinema ("O Último Orangotango em Paris", "O Rei Mico-Leão", "Dança com Bonobos", "Primatas do Caribe" ) e mais, muito mais. São, como o leitor pode ver, exemplos em penca.

Ah, certo. Não procede a insinuação de que o conteúdo deste post poderia ser reproduzido na experiência do Museu Britânico. Na verdade ele acaba de ser redigido lá.


Publicado em 11/11/2025




Metáforas aquáticas

por Nelson Moraes

Dosa seu sarcasmo!

A verdade é que estava lá o lobo bebendo água do riacho, quando viu o cordeiro, um pouco mais adiante, também bebendo do mesmo riacho. O canídeo não deixou por menos:

– Ei, você! Que história é essa de pena de 27 anos só por causa de uma tentativa de golpe de estado seguida da coordenação ativa de um plano de assassinato de autoridades do Executivo e do Legislativo?

E o cordeiro:

– Pois é, os golpistas não sabiam que ia chegar a hora da onça beber água.

O lobo, irritadíssimo com a figura de linguagem, bradou:

– Nós exigimos anistia ampla, geral e irrestrita!

– Curioso vocês não estarem bebendo da mesma fonte de seus ídolos da ditadura militar – ponderou o cordeiro –, que descartavam a anistia em qualquer formato.

O lobo, cada vez mais colérico com a retórica simbólica, uivou:

– Pois agora mudamos de ideia!

O cordeiro, dando a última golada:

– É. Ninguém pode dizer “dessa água não beberei”.

O canídeo, já fora de si, aproximou-se do ovino, vociferando:

– Dosa seu sarcasmo com essas metáforas aquáticas! Dosa seu sarcasmo!

E o cordeiro:

– Dosimetria pra cima de mim, meu caro?

– Pois eu – ia dizendo o lobo, quando teve um estalo. – Epa. Taí. Boa ideia.

E já ia rumando pra Brasília, mas antes parou:

– Peraí.

Aí voltou e devorou o cordeiro.

MORAL:
Fica tentando argumentar com quem só quer te comer, pra ver o que acontece.


Publicado em 18/12/2025



AGENDA

Livro
Culpa dos infernosO cartunista J. Bosco inverte a lógica do mal em sua sétima obra autoral

O cartunista J. Bosco inverte a lógica do mal em sua sétima obra autoral, O Diabo tem as Costas Largas, mostrando como as mazelas sociais nascem das escolhas humanas através de cartuns premiados e inéditos.
O livro conta com 62 páginas coloridas e reúne dezenas de cartuns, muitos deles inéditos e outros já premiados em salões de humor ao redor do mundo.
A proposta de J. Bosco é inverter a lógica tradicional do imaginário popular. Em vez de apontar para o diabo como o culpado externo por todos os males, o artista explora como o “mal” nasce das escolhas humanas cotidianas. Através do humor, a obra aborda temas espinhosos como corrupção, racismo, violência, devastação ambiental e fanatismo, transformando o personagem central em um observador irônico da nossa sociedade.




Livro
Caricaturas de J.BoscoMúsica, cinema, literatura e caricaturas

O livro J.Bosco Caricaturas (formato 23 x 27 cm - 90 páginas) retrata algumas celebridades da música, cinema e literatura em traços preto e branco, uma homenagem ao estilo clássico da caricatura. São 75 desenhos, entre eles Lupicinio Rodrigues, Quenti Tarantino, e Ariano Suassuna, com apresentação de escritores e caricaturistas como, Miran (editor e diretor da revista Gráfica), Marko Ajdarik, Haroldo Gepp, Luciano Magno, Solda e Adriano Barroso. O livro faz parte das comemorações dos 25 anos de atuação de J.Bosco no jornal O Liberal, de Belém do Pará, como chargista diário e caricaturista.





Humor ambientalA floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos

A floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos, é o que mostra o livro Amazônia Meu Humor – 40 anos em defesa da Amazônia, de Paulo Emmanuel.
A obra reúne quatro décadas de cartuns dedicados à luta ambiental na região, em um registro histórico e artístico que transforma humor em resistência. Emmanuel, referência do humor gráfico na Amazônia, consolida no livro sua trajetória marcada pela crítica afiada e pelo olhar sensível sobre os desafios ecológicos da floresta.




Livro
O humor de VasqsPapo Gaio de Maritacas

Vasqs vai lançar seu novo livro de humor, Papo Gaio de Maritacas, pela editora Converso. O lançamento será no dia 29 de novembro, das 14h às 17h, no Mi & Mo Gato Café (rua Coronel Oscar Porto, 400), próximo ao metrô Brigadeiro.




Revista
Nova edição da FenamizahJá está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan.

Já está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan. Você pode ler a edição online aqui ou baixar o exemplar em pdf aqui.




Livro
Cartografias do fimAntologia de contos inéditos sobre a crise climática

A revista literária Subtextos, referência na publicação de ficção contemporânea brasileira no ambiente digital, anuncia o lançamento de seu primeiro livro impresso: Cartografias do fim.
Organizada por Mariane Lima, a antologia reúne treze escritores que abordam a emergência climática a partir de perspectivas e linguagens distintas — do fluxo de consciência ao conto de terror, passando por narrativas intimistas, distópicas e experimentais. O resultado é um mosaico literário que dialoga com as angústias, paisagens e possibilidades de um planeta em transformação, oferecendo uma seleção plural capaz de atender a diferentes sensibilidades de leitura.
O projeto se viabiliza por meio de uma campanha de apoio que oferece diferentes recompensas aos participantes.




Revista
Especial Dia das MulheresFenamizah comemora o Dia Internacional da Mulher com uma edição especial.

Comemorando o “Dia Internacional da Mulher”, foi publicado junto com a edição de março um álbum especial, “Women Cartoons - Fenamizah Extra”, incluindo cartuns, pinturas, ilustrações e escritos de 112 artistas profissionais e amadores de 34 países. Você pode baixar o PDF aqui ou ler online no site Fliphtml5.




Livro
VizungaObra-prima de Colin retorna em volume inédito pela editora Veneta.

Criado por Flavio Colin (1930–2002) e publicado originalmente em tiras diárias, entre 1964 e 1966, na Folha de S. Paulo, Vizunga é um dos pontos mais altos na história dos quadrinhos brasileiros. As tiras reúnem histórias do pescador e caçador Parcival de Carvalho, o Vizunga, e misturam elementos da cultura gráfica popular brasileira com o modernismo, em narrativas cheias de aventura, ironia e crítica social. Vizunga retorna em um volume inédito pela editora Veneta.




Revista
Fenamizah em edição especialEdição especial dos mestres do cartum mundial

A Fenamizah apresenta uma edição especial com 100 páginas em homenagem aos mestres do cartum mundial, apresentando trabalhos de Steinberg, Ziraldo, Mordillo, Hoffnung, dentre outros. Leia online ou baixe o pdf




Livro
O horror segundo Carlos CasteloCastelo revela que além do humor também habita nele uma inquietante galeria de horrores.

Há escritores que se especializam numa só faceta literária. Vivem e morrem na confortável casinha construída em torno de um único estilo. Não é o caso de Carlos Castelo, figura conhecida por sua trajetória múltipla. Jornalista, humorista, poeta, publicitário premiado e agora — para arrepio de muitos — autor de contos de horror.
Em Dentro de Mim Mora a Sombra, Castelo revela que, além do humor, também habita nele uma inquietante galeria de horrores. Com apresentação luxuosa assinada pelos escritores Bráulio Tavares e Gustavo Ávila, o livro chega como uma inesperada novidade. Quem diria que um dos criadores do icônico grupo Língua de Trapo, símbolo irreverente da São Paulo dos anos 80, também dominasse o sombrio e o macabro?
Inspirado em Edgar Allan Poe e Ambrose Bierce, escritores que transitaram habilmente entre o horror e o humor, Castelo reconhece que esses dois gêneros são como irmãos gêmeos univitelinos. Um provocando o medo, o outro o riso. E nessa coleção de histórias perturbadoras, o autor explora exatamente essa dualidade, mesclando folclore brasileiro, lendas urbanas e os dilemas mais sombrios da vida moderna.




Revista
Mestre Makabro

Campanha no Catarse de Cássio Witt (Editora Milhas e Milhas Books) lança segunda edição da revista em Quadrinhos Mestre Makabro.
E recebe reforço de um caricaturista e uma aquarelista. Entre as recompensas, os apoiadores podem escolher em arte digital @aquarelasdaclaudia ou caricatura do Bira Dantas, colaborador do Charge Web. É só escolher a opção aquarela ou caricatura e, além da revista, receber suas artes exclusivas.
Cássio Witt tem um canal no youtube Milhas e Milhas Nerd sobre Quadrinhos e vai receber Claudia e Bira nesta quinta-feira, 04/06 para um bate-papo.




Revista
Nova edição da FenamizahPublicada gratuitamente em plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo.

A edição de dezembro da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 106 caricaturistas e escritores de 35 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de novembro aqui. Ou ler a revista online nos sites Calameo ou Fliphtml5.





Livro
Cartuns EcológicosPlaneta em Risco" é o sexto livro do cartunista J.Bosco, trazendo 86 cartuns que abordam diversas formas de degradação do meio ambiente.

"Planeta em Risco" é o sexto livro do cartunista paraense J.Bosco, com mais de 40 anos de profissão, são 86 cartuns ecológicos, abordando diversas formas de degradação do meio ambiente, poluição dos rios e mares, desertificação, aquecimento global, extinção de algumas espécies marinhas, crise climática. Um livro com vasto material crítico, com linguagem universal, que nos leva a uma reflexão sobre o tempo de nossa própria existência.





Livro
Histórias MínimasUm olhar afinado de Paulo Batista sobre detalhes do mundo cotidiano.

Um olhar afinado sobre detalhes do mundo cotidiano (que muitas vezes passam desapercebidos) disposto ao longo de oitenta páginas de pequenas HQs. É o conteúdo de Histórias Mínimas, novo livro do cartunista Paulo Batista, publicado pelo selo PB Editorial do próprio autor. “São temas que eu gosto de explorar como cronista do mundo do meu entorno”, diz o artista. Muitas dessas HQs e tirinhas foram publicadas no Instagram e páginas do Facebook identificadas com o mesmo título do livro. Agora editadas na sequência formam uma narrativa ainda mais interessante sob o traço delicado do cartunista. Para mais informações de como comprar o livro acesse aqui pelo Instagram ou Facebook





Livro
Pária amada, Brasil!Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Carlos Castelo

Carlos Castelo lança seu novo livro, "PÁRIA AMADA, BRASIL - 99 aforismos sobre o Brasil & um sobre Portugal”, recheado de observações sarcásticas sobre o país. Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Castelo, com base em sua carreira como colunista dos jornais Estadão, Rascunho e O Dia. Castelo criou uma provocação divertida sobre a cultura, a sociedade e as peculiaridades brasileiras. Uma coleção de aforismos que oferece aos leitores uma mistura inusitada de ironia, sagacidade e observações agudas sobre o Brasil. - Tempos Crônicos





Livro
A lírica visual de FaustoUm lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.

Fausto Bergocce é cartunista, ilustrador e multiartista visual, com obras que transitam entre o desenho, a pintura, a colagem e a fotografia, integrando aos cartuns, tiras e charges muito desses conhecimentos. Seu novo livro, Simples Cartum, é um lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.




Revista
Revista Fenamizah de marçoUma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah .

Uma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de março aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
Mortadelo e Salaminho estão de voltaOs agentes da T.I.A. agora com duas HQs em uma única edição

A Figura Editora ouviu o público, e o segundo volume de Mortadelo e Salaminho chega com dose dupla de HQs do genial Francisco Ibáñez. Isso mesmo, são duas aventuras dos agentes da T.I.A. em uma mesma edição de 96 páginas!




Exposição
Quadrinhos no PompidouReunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos.

Em 29 de maio foi aberta a exposição “Bande dessinée, 1964 - 2024”, no Centro Georges Pompidou, em Paris. A mostra pretende oferecer um diálogo inédito entre os 3 principais centros de expressão da banda desenhada: a criação europeia, os mangas asiáticos e os quadrinhos americanos. Reunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos. A exposição vai até novembro.





Revista
Fenamizah de julhoA edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah foi publicada.

A edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. Editada por Aziz Yavuzdoğan e publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de julho aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Revista
Fenamizah de junho80ª edição da Fenamizah e-magazine

A 80ª edição da Fenamizah e-magazine está disponível para leitura online ou download. Editada por Aziz Yavuzdoğan, a nova edição conta com a participação voluntária de 130 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.




Jornal
Novo vôo do GrifoO jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango de Edgar Vasques.,

Saiu o novo número do Grifo, publicação de humor e política editada pelos cartunistas da Grafar (Grafistas Associados do RS). Publicado desde outubro de 2020, o jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango, antológico personagem criado por Edgar Vasques em plena ditadura militar.




Cards
Heróis & HeroínasHomenageando os grandes artistas da música brasileira

No intuito de homenagear personagens históricos da música brasileira, o caricaturista e ilustrador Eduardo Baptistão e Geraldo Leite, músico e radialista, lançam Heróis & Heroínas da Nossa Música, um caixa contendo 52 cards, com as caricaturas e mini biografias dos artistas de MPB, Samba, Choro, Bossa-Nova, etc. Além disso cada card acompanha um QR Code com playlist de cada artista, preparada por Geraldo Leite.




Revista
Fenamizah de maioNova edição com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

A nova edição da Fenamizah foi publicada, com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes. Baixe o PDF aqui.
Você também pode acompanhar as novidades no site.
A Fenamizah e-magazine é publicada gratuitamente todos os meses na plataforma digital, com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer finalidade comercial.




Livro
Os Migonautas As aventuras bem humoradas de ursos viajando pelo espaço.

Os Migonautas é uma série de tirinhas criadas por Mig Mendes. Com bastante estrada, a tira começou como tira diária de jornal, publicada em O Fluminense de Niterói e outros diários. Nessa época (1991 - 1993) o título era O Urso no Espaço. Depois as tiras foram recriadas para redes sociais no final de 2015, com muito mais cor, desenvolvimento de personagens e arcos formando pequenas histórias. O volume 5 dos Migonautas está em campanha no Catarse.




Livro
Ebal – Uma História IlustradaA editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações ganha um livro.

Em 1934, Adolfo Aizen criou o Suplemento Juvenil, publicação que revolucionou os quadrinhos no Brasil e liderou o segmento na maior parte de seus onze anos de existência. Até que, em 1945, Aizen parte para um novo projeto e cria a sua Editora Brasil-América.
Finalmente a editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações, ganha um livro à altura de sua importância. Fartamente ilustrado, com imagens raras e textos elucidativos frutos de uma minuciosa pesquisa realizada por vários autores.




Revista
Edição de abril da Fenamizah80 páginas com 137 cartunistas e escritores de 40 países diferentes

A edição de abril da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 80 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 137 caricaturistas e escritores de 40 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de abril aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
Tom & LauraO poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio.

A política brasileira pode ser chamada, às vezes, de uma grande cachorrada. É o que se vê nesta sensacional antologia de tiras em cores do publicitário, compositor e músico Carlos Castelo e do cartunista Bier. Um jeito irreverente, divertido e com sacadas geniais de observar o poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio. Morra de rir com este livrinho em formato de talão de cheques com a qualidade da Editora Noir.
Opiniões (sinceras) sobre a obra:
"Livrinho ingrato: prova de que o homem é o PIOR amigo do cão..." - Edgar Vasquez
"A tira é boa, mas tirem os cachorros" - Spacca
"Quem são Tom & Laura?" - Laerte
"Que cachorrada do Castelo e do Bier!" - Chico Caruso





Livro
Quadrinhos & PublicidadeA evolução dos quadrinhos na publicidade em centenas de anúncios.

Em uma fascinante jornada que começa no final do século XIX e chega aos dias atuais, Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! mostra a evolução dos quadrinhos na publicidade no Brasil e no mundo, em centenas de anúncios.
Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! é o resultado de uma pesquisa de quase vinte anos do ilustrador, diretor de arte e pesquisador Toni Rodrigues. O autor buscou, catalogou, apurou informações e recuperou imagens e arquivos considerados há muito perdidos em diversas fontes.




Revista
Edição de janeiro da FenamizahJá está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan .

Já está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan, com participação de 115 cartunistas e escritores de 36 países diferentes. A “Fenamizah E-Magazine” é publicada mensalmente na plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo. É publicado gratuitamente, sem qualquer finalidade comercial. Baixo o PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Jornal
Nova edição do GrifoO acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista

No GRIFO 55, Jef Miola questiona “Que Congresso é esse?” (e nem tinha acontecido a barbárie contra Marina Silva). Essa postura agressiva e direitista não é exclusividade brasileira, mostram Luiz Faria analisando Trump, Tarso Riccordi questionando o “desprefeito” de Porto Alegre. Já Winckler aborda o acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista. Coisa que ficou bem ilustrada na capa do Eugênio Neves.




Livro
Níquel NáuseaFazendo 40 anos

Níquel Náusea, personagem imortal de Fernando Gonsales, está fazendo 40 anos. E a Z Edições apresenta esta coleção que irá reunir todas as tiras criadas por Fernando nessas quatro décadas.




Revista
Nova edição da FenamizahEm sua 82ª edição, a revista eletrônica Fenamizah apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes.

Esta 82ª edição da revista eletrônica Fenamizah, publicada por Aziz Yavuzdoğan como editor-chefe e com a participação voluntária de cartunistas e escritores de renome mundial, apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes. Baixe seu exemplar em PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Livro
Relicário de afetosTudo com humor, lirismo e ironia

Carlos Castelo, reconhecido por sua verve humorística e seu olhar afiado para o humano, reúne em seu novo livro, Museu de Musas, letras e poemas escritos ao longo de décadas. São declarações tardias, confissões improvisadas, bilhetes que nunca foram entregues. Musas reais ou inventadas, passageiras ou perenes, todas reunidas neste espaço de palavras que ora se parece com um quarto de pensão, ora com um altar pagão.




Revista
Fenamizah de fevereiroEsta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

Já está disponível pra download a edição de fevereiro de 2025 da revista eletrônica Fenamizah (edição 76), editada por Aziz Yavuzdoğan. Esta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes, incluindo cartunistas e escritores de renome mundial.
A revista eletrônica Fenamizah é publicada todo mês em plataformas digitais, oferecida gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo, sem nenhum propósito comercial.
Você pode baixar a edição de fevereiro gratuitamente clicando aqui.




Livro
A volta de MoebiusHá quase duas décadas fora de catálogo, o trabalho de Moebius finalmente volta pela editora Tábula.

Moebius é um autor muito prolífico com várias coletâneas e personagens. Suas histórias curtas publicadas da Metal Hurlant (França) e Heavy Metal (EUA), revolucionaram o mercado dos quadrinhos.
Há quase duas décadas fora de catálogo, o trabalho de Moebius finalmente volta pela editora Tábula em uma edição que reúne material consagrado, além de algumas histórias inéditas no Brasil.