CRÔNICAS


Sexto lugar

por Carlos Castelo

Premonições

Começou a Copa e, como manda a Constituição, todo brasileiro é obrigado a dar um palpite. O meu: o Brasil termina em sexto lugar. Por que sexto, exatamente? Porque sexto é o número da estrela que não vem. Há uma simetria nisso que a FIFA ainda não estudou.

Explico. Ou finjo que explico, que em matéria de Copa dá no mesmo.

Primeiro: o Brasil entra em campo carregando duas malas. Numa vai o talento, na outra a expectativa. A primeira passa fácil pela alfândega. A segunda paga excesso de bagagem desde 2002.

Segundo: o futebol virou ciência exata praticada por gente imprevisível. O adversário estuda vídeo, estatística, mapa de calor. Sabe com que mão o nosso ponta amarra a chuteira e o que ele jantou na véspera. Nós, em compensação, seguimos fiéis ao método tradicional: gritar com a televisão. Dizem que não altera o resultado. Mas não está provado.

Terceiro: existe uma lei não escrita das Copas, segundo a qual a distância entre a sexta estrela e a camisa é diretamente proporcional à pressa da imprensa em costurá-la. Em 2026, começaram a costurar em março.

E há o fator emocional. O brasileiro passa quatro anos treinando para sofrer no mata-mata. Quando o jogo vai para os pênaltis, o coração do torcedor já entrou em prorrogação antes de a bola rolar. São duzentos milhões de corações em prorrogação simultânea. Cientistas ainda não mediram o efeito disso sobre a trave, mas a trave sabe.

Por tudo isso, aposto numa queda nas quartas, nos pênaltis, para um país que joga de azul. E num honroso sexto lugar: colocação perfeita, aliás, porque não existe cerimônia para ela. Ninguém sobe ao pódio em sexto. Ninguém desce, também.

A colocação não será por falta de qualidade do Brasil. Talento nos sobra. Mas em Copa do Mundo a mestria é só o ingresso. O espetáculo é dirigido pelo acaso, pela pressão e por aquela bola teimosa que, podendo entrar, prefere conhecer a rede pelo lado de fora.

Mas há um consolo. Como sabe todo palpiteiro experiente, a função principal de uma previsão esportiva é estar errada. Se o Brasil for campeão, guardem este texto: será a prova definitiva de que eu nunca deveria trabalhar com o futuro.

Aliás, com o presente eu também não tenho me dado muito bem.


Publicado em 11/06/2026




Novo Ypê Detox Premium

por Carlos Castelo

Popularmente chamado de Chá de Burro

Chegou Ypê Detox Premium.

Agora, em infusão natural.

Limpa o fígado, desengordura o organismo e deixa o intestino com suave perfume de limão siciliano.

- Mais espuma
- Mais micro-organismos
- Arrotos mais lúdicos
- Ideal para quem acredita em receita de grupo de WhatsApp

Modo de preparo:

- Ferva a água.
- Jogue uma colher de sopa na fervura.
- Desligue o fogo
- Tampe a chaleira.
- E não tome.


Publicado em 12/05/2026




O papa suíço

por Carlos Castelo

O Vaticano não elegeu um leão: elegeu um camaleão de batina.

O Vaticano não elegeu um leão: elegeu um camaleão de batina. E, como todo camaleão, sua maior virtude não é rugir, mas desaparecer na mobília. Leão XIV revelou-se, no entanto, a perfeita encarnação do burocrata eclesiástico: cortês, cauteloso, inofensivo. Uma escolha digna da lógica romana, em que, diante de séculos de tumultos, a solução mais segura é sempre colocar as coisas no piloto automático.

O novo papa não promove escândalos, mas também não comete frases memoráveis. Seus discursos lembram comunicados de assessoria de imprensa: palavras que se evaporam no mesmo instante em que são proferidas. Francisco, com todos os seus gestos intempestivos e pequenas revoluções, parecia uma granada destravada dentro do palácio apostólico. Já seu sucessor é o equivalente religioso a um rivotril: tomado em doses regulares, produz sonolência sem causar alucinações.

Eis a genialidade dos cardeais eleitores: cansados das guerras internas entre conservadores e progressistas, resolveram premiar um papa de "extremo centro", esse território onde nada floresce além do tédio. O resultado é um pontífice que, quando Madonna o convoca a Gaza, prefere responder com o silêncio; e quando um cardeal conservador celebra jubileu, envia uma carta cortês que poderia ter sido redigida por um padre-estagiário.

A cúria, sem dúvida, fica mais calma. Um papa que não move montanhas também não derruba muros. Ele veste novamente a mozeta vermelha, reinaugura os luxos de Castel Gandolfo, reinstaura o ritual. É como se, depois de anos de tempestade, Roma tivesse contratado um zelador para varrer os corredores.

No entanto, até a mediocridade exige talento. É preciso um certo tipo de gênio para parecer tão pouca coisa. Um papa que passa vinte anos no Peru montado em lombo de burros e retorna a Roma apenas para se tornar diretor de recursos humanos do episcopado não chega ao trono de Pedro sem articular sua ascensão. A modéstia, aqui, não é virtude: é estratégia.

E assim, a cristandade recebe um papa que não inflama paixões, mas também não inspira devoção. Ele irrita apenas por existir em sua completa neutralidade. Nem inimigo feroz do modernismo, nem amigo dos pobres contra o capital. Apenas um funcionário de Deus, treinado para não deixar marcas.

Se João Paulo II foi o peregrino, Bento XVI o professor e Francisco o provocador, Leão XIV é o mediador que pede a todos que falem baixo. Um camaleão, enfim: de batina vermelha, coração cinza e futuro desbotado. Um papa suíço.


Publicado em 08/10/2025




Nove Profissões para Eduardo Bolsonaro no Brasil

por Carlos Castelo

Se um dia retornar ao Brasil, Dudu enfrentará um mercado de trabalho desafiador

Se um dia retornar ao Brasil, Eduardo Bolsonaro enfrentará um mercado de trabalho desafiador: perdeu o emprego de deputado e provavelmente perderá o cargo de escrivão da Polícia Federal. Resta ao filho 03 reinventar-se profissionalmente, tarefa hercúlea para quem tem como principal qualificação no currículo ser filho de Mito.

1. Influenciador Digital de Teorias da Conspiração
Afinal, já tem a experiência. Bastaria migrar do X-Twitter para o TikTok e trocar "fraude eleitoral" por "a terra é plana".

2. Comentarista Político da RedeTV às 3h da Manhã
Horário nobre para quem quer falar muito sem que ninguém ouça.

3. Dublê de Donald Trump em Festas de Aniversário Infantil
"Olha mamãe, o tio laranja!" Especialidade: assustar crianças de 6 anos e perder debate para palhaços.

4. Consultor de Relações Internacionais para Tiozões do WhatsApp
Inclui módulo avançado: "Como ser recebido em embaixadas que você não sabe localizar no mapa".

5. Ator Coadjuvante em Novelas da Record
Sempre no papel de filho mimado que vive às custas do papai. Nem precisaria decorar texto, só ser ele mesmo.

6. Segurança de Estacionamento de Shopping
O cargo perfeito para quem passou a vida dando carteirada: só que agora a carteirinha vem com apito e colete refletivo.

7. Testador de Detectores de Metais em Aeroportos
Considerando a quantidade de armas que a família tem, ele já poderia começar no emprego como coordenador da área.

8. Professor de Oratória
Aulas práticas de como transformar qualquer discurso em constrangimento internacional.

9. Herdeiro Profissional
Essa ele já exerce há décadas. É a única que realmente domina.


Publicado em 03/01/2026




Sururu de cuscuz

por Vasqs

Devolve o cuscuz ou chamamos a polícia

Estávamos eu e o Mahoney, meu cachorro policial, debaixo da marquise de um supermercado de bacanas esperando a chuva passar, quando começou um sururu.

Sururu é confusão é arranca-rabo é muvuca é barraco, que a gente imagina que acontece só onde tem barraco, mas não, acontece também onde tem cobertura.

Uma mulher foi barrada na saída pelos funcionários. Logo formou-se uma rodinha, street circus não é toda hora que tem nessas bandas. Um perguntou que foi? outro respondeu ela roubou um cuscuz.

Nem sabia que vendiam cuscuz em supermercado... cuscuz nordestino, farinha em pacote, 35 pilas. Preço até baixo pra uma mulher que se vestia elegante, empetecada de joias, badulaques em todo o corpo, cabelos tingidos e um arco-íris de maquiagem no rosto.

E tinha carro.

E tinha dinheiro.

E roubava cuscuz.

Gosto de cuscuz, mas do que fazia minha mãe, com sardinha, rodelas de ovos, azeitonas verdes e pretas, lasquinhas de tomate e cheiro-verde, o dito cuscuz paulista. Moleque, só não entendia aquele buraco no meio - diabos, por que buraco onde poderia muito bem ter mais cuscuz?...

Ninguém fazia um cuscuz tão bom como ela, a minha mãe. Nem a Ameca, a mais extraordinária robô do mundo, faria. Mesmo porque ninguém gasta milhões desenvolvendo um robô pra ele fazer cuscuz.

Mas esse é outro ponto, minha mãe nem deveria estar nesta história, nunca fez nada ao arrepio da lei pra estar aqui contracenando com uma ladra.

Os funcionários, dois, tentavam deter a mulher e ela gritava:

Tira as mãos de mim!

A gente se aproximou, eu e meu cão policial.

Gosta de sururu, Mahoney?

Queriam os funcionários que a mulher abrisse a bolsa e confirmasse a suspeita, se tinha mesmo roubado o pacote.

Tire as mãos da minha bolsa!

E se desvencilhava e dizia enfurecida me respeitem eu sou a dona do supermercado!

O Paulão, um dos funcionários, desatou uma gargalhada. O Cerquera, o outro, suspirou essa velha é doida.

Não era tão velha, seria mais doida que velha.

Devolve o cuscuz ou chamamos a polícia, ameaçavam.

Podem chamar o Papa, ela rebatia.

Veio a polícia, ninguém chamou mas veio, apareceram do nada, polícia tem faro pra sururus e pelo jeito também pra cuscuz.

Duas viaturas, 3 policiais.

Que houve? quis saber o sargento, ou capitão.

Ela roubou um cuscuz, disse o Cerquera.

Devolve, determinou ou sargento ou capitão, dirigindo-se à mulher.

Tenho nada pra devolver, não peguei nada.

Abre a bolsa ou vai pra delegacia, insistiu o sargento ou capitão.

Veja como fala, sou amiga do ministro da Justiça, ela rosnou empertigada. Conhece o dr Alexandre de Moraes?

Essa é boa, não acho que ele tenha amiga gatuna 155, retrucou o sargento ou capitão.

Tenho contatos com o FBI, me prende e vai parar no Carandiru, disse, agora sabemos, a doida.

Abre a bolsa, repetiu o policial.

A mulher desaforada apontava o dedo pros três policiais, vocês são todos bandidos!

Essa também é boa. Não fui eu que roubei um cuscuz, disse o sargento ou capitão.

Quase uma hora assim. Já passava do ponto. Já tava cansando.

Mas os policiais se mantinham impassíveis. Devem ser treinados pra tratar pessoas de acordo com a geografia, de acordo com o CEP. Fosse na periferia o pau já teria comido.

A chuva passou o tempo passou e o que passou depois eu nunca soube, porque segui meu caminho.

São muitas opções. Ela devolveu o cuscuz ela pagou cuscuz ela foi encaminhada a um psicólogo ela teria um trauma, ela teria um desejo reprimido por pais preconceituosos que desprezavam comida nordestina. Ou

Ela chamou o Xandão, que mandou o FBI prender os funcionários e os policiais "bandidos" incluindo o sargento ou capitão.

Fica pra imaginação de cada um.

Vazamos, eu e meu cão também policial também impassível.

Gosta de cuscuz, Mahoney?


Publicado em 11/06/2026




Mais apelidos

por Vasqs

Tão inusitado, que já não era um apelido

Nas quadradezas do bairro onde eu morava priscas eras, os apelidos eram assim: Muleta, Bigode, Carniça, Mamute, Camisola,...

Mas nenhum era a tão inusitado quanto o do Zé Maria dos Santos. O Zé tinha esse nome comum, era um cara comum, mas era conhecido como, vejam vocês, Engradado de Pato.

Tão inusitado o apelido, que já não era um apelido, era uma idiossincrasia.

O Zé Maria era mesmo um sujeito comum: não era baixo, não era alto, não era gordo, não era magro, não usava barba, não usava óculos, não era careca nem cabeludo. Isso quer dizer que ele não tinha uma só idiossincrasia, tinha duas: a de ter esse apelido e a de ser tão comum.

Ok, Pato, o apelido, sim, é bem comum. E fosse Ganso, também. Conhecemos o Pato, ex- jogador, craque, hoje cronista esportivo. E sabemos do Ganso, outro craque, criativo, estilo elegante. Quando Pato e Ganso estiveram juntos na Seleção, a Seleção parecia um time de galináceos, considerando o gosto do goleiro por frangos.

Existem famílias com o sobrenome Pato, sim, como tem os Peixe, os Lobo, os Coelho, os Leão e até os Bacalhau. E até, argh!, os Barata.

Mas o Pato do Pato é apelido mesmo, porque nasceu em Pato Branco, no Paraná. O Ganso também, quer dizer, o Ganso não nasceu em Pato Branco, e nem em Ganso, porque não existe cidade nenhuma com esse nome. Ganso também é apelido, eu quis dizer, talvez devido à sua estrutura física alongada, não sei.

Gente com apelido de Marreco também tem. Um conhecido ex-juiz, hoje político, tem esse apelido por causa do grasnado parecido, e por causa do cérebro, também parecido.

Então o principal do Engradado de Pato, como se vê, não era o Pato, era o Engradado. Engradado todo mundo sabe, é uma caixa de madeira que serve pra judiar dos bichos transportando-os trancafiados nela, na caixa.

Colocam uma ou duas galinhas, ou patos, ou perus, ou porcos, num engradado e vários engradados um sobre os outros e transportam .

Às vezes o caminhão tomba e espalha galinha pra todo lado. O povo vê naquilo o maná da Bíblia e desata uma correria, cada um tentando garantir o almoço do dia. O motorista, enquanto isso, fica lá na cabine, de ponta-cabeça, desesperado lutando pra sair sem ajuda de ninguém, porque estão todos correndo atrás de galinhas.

Bom, o fato é que nada jamais explicou o apelido, era um mistério. Por que o Zé Maria dos Santos, homem tão comum, era chamado de Engradado de Pato? Vai saber. Isso faz tanto tempo - já disse: priscas eras - que não há quem possa se lembrar. E se houve alguém que um dia soube, esse alguém já morreu, tanto tempo que faz.

Então cumprimos a finalidade dessa crônica, que é deixar o registro: houve um dia no Brasil, além daquele feliz que só o Maiakovski conhecia, um sujeito idiossincrásico que tinha o apelido inusitado e também idiossincrásico de, vejam vocês, Engradado de Pato.


Publicado em 06/05/2026




Foi só isso

por Nelson Moraes

Categorizando as falas de Flávio Bolsonaro

Deixem de leviandades apressadas, categorizando as falas de Flávio Bolsonaro como entreguistas. Eu explico tudo.
Na primeira vez em que o pai foi a Washington, falar com Trump, em 2019, chovia bastante no aeroporto e por isso Jair arregaçou a barra da calça até quase o joelho. Entrou na limusine e foi levado à Casa Branca, sendo recebido por Trump na entrada. Nesse momento o americano, ao perceber que o distraído colega brasileiro se esquecera de recompor a parte inferior da vestimenta, alertou:
- Já pode abaixar as calças.
Ao que Jair, entre surpreso e embevecido, obtemperou:
- Aqui mesmo...?
Desde então o resto da família pegou gosto. Foi só isso.


Publicado em 31/03/2026




Tornozeleira fala?

por Nelson Moraes

A gente tá doido pra sair daqui, mas o Xandão não deixa.

Psiu. Jair.
- ...
- Ô, Jair!
- Hã?
- A gente quer falar com você!
- Agente quer falar comigo? Agente da PF? Pô, eu não fiz nada!
- Não, seu b... Er. NÓS é que tamos falando com você!
- Nós quem?
- Nós. As vozes dentro da sua tornozeleira!
- Ué. E tornozeleira fala?
- A tornozeleira não, mas as vozes sim! Então presta atenção!
- Ahn.
- A gente tá doido pra sair daqui, mas o Xandão não deixa. Deu voz de prisão pra gente porque tínhamos feito a voz dele em um vídeo fake, onde ele falava que ia se entregar pra ele próprio, e ainda pedir pena máxima por ter decretado a prisão dos golp... dos manifestantes de 8 de janeiro! Só que o vídeo acabou tirado do ar, e a gente foi encarcerado aqui na tornozeleira!
- Cê tá falando "a gente", mas eu tô ouvindo só sua voz...
- É porque você é doido mas não é esquizofrênico, então ouve uma voz só. Mas pode acreditar que somos muitas! Então ouve!
- Tô ouvindo.
- Pega um ferro de solda, pra abrir a tornozeleira, e...
- Eu vou bater na tornozeleira com o ferro?
- Não, seu id... Não! Liga a solda e derrete a tornozeleira. Quando a tranca dela abrir a gente aqui tá livre!
- Mas e eu?
- Ah, você que se vire. Somos vozes filiadas ao Centrão, e você anda meio queimado naquelas bandas. Sem trocadilho, viu?
- Mas eu livro seu rabo e o meu não?
- Ahn. Bom. Tá. Seu rabo não, mas a gente pode livrar a sua cara.
- Como assim?
- Assim que a gente sair, eu prometo que faço a voz em um vídeo fake onde o Queiroz jura de pé junto que nunca pegou a Michelle. Aí você não fica mal na fita! Agora corre, antes que um agente de verdade apareça!
- Peraí!
- O quê, Jair?
- O Queiroz jurando... de pé junto? Então...
- Então...?!?
- Ele tá morto e eu não fiquei sabendo? Porra, ninguém me conta nada!
------
Pelo menos foi o que ele contou pra PF, depois.


Publicado em 24/11/2025




AGENDA

Revista
Revista Fenamizah de marçoUma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah .

Uma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de março aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
Quadrinhos & PublicidadeA evolução dos quadrinhos na publicidade em centenas de anúncios.

Em uma fascinante jornada que começa no final do século XIX e chega aos dias atuais, Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! mostra a evolução dos quadrinhos na publicidade no Brasil e no mundo, em centenas de anúncios.
Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! é o resultado de uma pesquisa de quase vinte anos do ilustrador, diretor de arte e pesquisador Toni Rodrigues. O autor buscou, catalogou, apurou informações e recuperou imagens e arquivos considerados há muito perdidos em diversas fontes.




Exposição
Quadrinhos no PompidouReunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos.

Em 29 de maio foi aberta a exposição “Bande dessinée, 1964 - 2024”, no Centro Georges Pompidou, em Paris. A mostra pretende oferecer um diálogo inédito entre os 3 principais centros de expressão da banda desenhada: a criação europeia, os mangas asiáticos e os quadrinhos americanos. Reunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos. A exposição vai até novembro.





Livro
VizungaObra-prima de Colin retorna em volume inédito pela editora Veneta.

Criado por Flavio Colin (1930–2002) e publicado originalmente em tiras diárias, entre 1964 e 1966, na Folha de S. Paulo, Vizunga é um dos pontos mais altos na história dos quadrinhos brasileiros. As tiras reúnem histórias do pescador e caçador Parcival de Carvalho, o Vizunga, e misturam elementos da cultura gráfica popular brasileira com o modernismo, em narrativas cheias de aventura, ironia e crítica social. Vizunga retorna em um volume inédito pela editora Veneta.




Revista
Mestre Makabro

Campanha no Catarse de Cássio Witt (Editora Milhas e Milhas Books) lança segunda edição da revista em Quadrinhos Mestre Makabro.
E recebe reforço de um caricaturista e uma aquarelista. Entre as recompensas, os apoiadores podem escolher em arte digital @aquarelasdaclaudia ou caricatura do Bira Dantas, colaborador do Charge Web. É só escolher a opção aquarela ou caricatura e, além da revista, receber suas artes exclusivas.
Cássio Witt tem um canal no youtube Milhas e Milhas Nerd sobre Quadrinhos e vai receber Claudia e Bira nesta quinta-feira, 04/06 para um bate-papo.




Revista
Nova edição da FenamizahEm sua 82ª edição, a revista eletrônica Fenamizah apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes.

Esta 82ª edição da revista eletrônica Fenamizah, publicada por Aziz Yavuzdoğan como editor-chefe e com a participação voluntária de cartunistas e escritores de renome mundial, apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes. Baixe seu exemplar em PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Cards
Heróis & HeroínasHomenageando os grandes artistas da música brasileira

No intuito de homenagear personagens históricos da música brasileira, o caricaturista e ilustrador Eduardo Baptistão e Geraldo Leite, músico e radialista, lançam Heróis & Heroínas da Nossa Música, um caixa contendo 52 cards, com as caricaturas e mini biografias dos artistas de MPB, Samba, Choro, Bossa-Nova, etc. Além disso cada card acompanha um QR Code com playlist de cada artista, preparada por Geraldo Leite.




Revista
Especial Dia das MulheresFenamizah comemora o Dia Internacional da Mulher com uma edição especial.

Comemorando o “Dia Internacional da Mulher”, foi publicado junto com a edição de março um álbum especial, “Women Cartoons - Fenamizah Extra”, incluindo cartuns, pinturas, ilustrações e escritos de 112 artistas profissionais e amadores de 34 países. Você pode baixar o PDF aqui ou ler online no site Fliphtml5.




Livro
Mortadelo e Salaminho estão de voltaOs agentes da T.I.A. agora com duas HQs em uma única edição

A Figura Editora ouviu o público, e o segundo volume de Mortadelo e Salaminho chega com dose dupla de HQs do genial Francisco Ibáñez. Isso mesmo, são duas aventuras dos agentes da T.I.A. em uma mesma edição de 96 páginas!




Livro
Ebal – Uma História IlustradaA editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações ganha um livro.

Em 1934, Adolfo Aizen criou o Suplemento Juvenil, publicação que revolucionou os quadrinhos no Brasil e liderou o segmento na maior parte de seus onze anos de existência. Até que, em 1945, Aizen parte para um novo projeto e cria a sua Editora Brasil-América.
Finalmente a editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações, ganha um livro à altura de sua importância. Fartamente ilustrado, com imagens raras e textos elucidativos frutos de uma minuciosa pesquisa realizada por vários autores.




Livro
A lírica visual de FaustoUm lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.

Fausto Bergocce é cartunista, ilustrador e multiartista visual, com obras que transitam entre o desenho, a pintura, a colagem e a fotografia, integrando aos cartuns, tiras e charges muito desses conhecimentos. Seu novo livro, Simples Cartum, é um lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.




Livro
Pária amada, Brasil!Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Carlos Castelo

Carlos Castelo lança seu novo livro, "PÁRIA AMADA, BRASIL - 99 aforismos sobre o Brasil & um sobre Portugal”, recheado de observações sarcásticas sobre o país. Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Castelo, com base em sua carreira como colunista dos jornais Estadão, Rascunho e O Dia. Castelo criou uma provocação divertida sobre a cultura, a sociedade e as peculiaridades brasileiras. Uma coleção de aforismos que oferece aos leitores uma mistura inusitada de ironia, sagacidade e observações agudas sobre o Brasil. - Tempos Crônicos





Livro
Histórias MínimasUm olhar afinado de Paulo Batista sobre detalhes do mundo cotidiano.

Um olhar afinado sobre detalhes do mundo cotidiano (que muitas vezes passam desapercebidos) disposto ao longo de oitenta páginas de pequenas HQs. É o conteúdo de Histórias Mínimas, novo livro do cartunista Paulo Batista, publicado pelo selo PB Editorial do próprio autor. “São temas que eu gosto de explorar como cronista do mundo do meu entorno”, diz o artista. Muitas dessas HQs e tirinhas foram publicadas no Instagram e páginas do Facebook identificadas com o mesmo título do livro. Agora editadas na sequência formam uma narrativa ainda mais interessante sob o traço delicado do cartunista. Para mais informações de como comprar o livro acesse aqui pelo Instagram ou Facebook





Livro
Os Migonautas As aventuras bem humoradas de ursos viajando pelo espaço.

Os Migonautas é uma série de tirinhas criadas por Mig Mendes. Com bastante estrada, a tira começou como tira diária de jornal, publicada em O Fluminense de Niterói e outros diários. Nessa época (1991 - 1993) o título era O Urso no Espaço. Depois as tiras foram recriadas para redes sociais no final de 2015, com muito mais cor, desenvolvimento de personagens e arcos formando pequenas histórias. O volume 5 dos Migonautas está em campanha no Catarse.




Revista
Fenamizah de fevereiroEsta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

Já está disponível pra download a edição de fevereiro de 2025 da revista eletrônica Fenamizah (edição 76), editada por Aziz Yavuzdoğan. Esta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes, incluindo cartunistas e escritores de renome mundial.
A revista eletrônica Fenamizah é publicada todo mês em plataformas digitais, oferecida gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo, sem nenhum propósito comercial.
Você pode baixar a edição de fevereiro gratuitamente clicando aqui.




Livro
O humor de VasqsPapo Gaio de Maritacas

Vasqs vai lançar seu novo livro de humor, Papo Gaio de Maritacas, pela editora Converso. O lançamento será no dia 29 de novembro, das 14h às 17h, no Mi & Mo Gato Café (rua Coronel Oscar Porto, 400), próximo ao metrô Brigadeiro.




Livro
Cartuns EcológicosPlaneta em Risco" é o sexto livro do cartunista J.Bosco, trazendo 86 cartuns que abordam diversas formas de degradação do meio ambiente.

"Planeta em Risco" é o sexto livro do cartunista paraense J.Bosco, com mais de 40 anos de profissão, são 86 cartuns ecológicos, abordando diversas formas de degradação do meio ambiente, poluição dos rios e mares, desertificação, aquecimento global, extinção de algumas espécies marinhas, crise climática. Um livro com vasto material crítico, com linguagem universal, que nos leva a uma reflexão sobre o tempo de nossa própria existência.






Humor ambientalA floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos

A floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos, é o que mostra o livro Amazônia Meu Humor – 40 anos em defesa da Amazônia, de Paulo Emmanuel.
A obra reúne quatro décadas de cartuns dedicados à luta ambiental na região, em um registro histórico e artístico que transforma humor em resistência. Emmanuel, referência do humor gráfico na Amazônia, consolida no livro sua trajetória marcada pela crítica afiada e pelo olhar sensível sobre os desafios ecológicos da floresta.




Livro
Caricaturas de J.BoscoMúsica, cinema, literatura e caricaturas

O livro J.Bosco Caricaturas (formato 23 x 27 cm - 90 páginas) retrata algumas celebridades da música, cinema e literatura em traços preto e branco, uma homenagem ao estilo clássico da caricatura. São 75 desenhos, entre eles Lupicinio Rodrigues, Quenti Tarantino, e Ariano Suassuna, com apresentação de escritores e caricaturistas como, Miran (editor e diretor da revista Gráfica), Marko Ajdarik, Haroldo Gepp, Luciano Magno, Solda e Adriano Barroso. O livro faz parte das comemorações dos 25 anos de atuação de J.Bosco no jornal O Liberal, de Belém do Pará, como chargista diário e caricaturista.




Jornal
Nova edição do GrifoO acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista

No GRIFO 55, Jef Miola questiona “Que Congresso é esse?” (e nem tinha acontecido a barbárie contra Marina Silva). Essa postura agressiva e direitista não é exclusividade brasileira, mostram Luiz Faria analisando Trump, Tarso Riccordi questionando o “desprefeito” de Porto Alegre. Já Winckler aborda o acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista. Coisa que ficou bem ilustrada na capa do Eugênio Neves.




Livro
A volta de MoebiusHá quase duas décadas fora de catálogo, o trabalho de Moebius finalmente volta pela editora Tábula.

Moebius é um autor muito prolífico com várias coletâneas e personagens. Suas histórias curtas publicadas da Metal Hurlant (França) e Heavy Metal (EUA), revolucionaram o mercado dos quadrinhos.
Há quase duas décadas fora de catálogo, o trabalho de Moebius finalmente volta pela editora Tábula em uma edição que reúne material consagrado, além de algumas histórias inéditas no Brasil.




Revista
Fenamizah de maioNova edição com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

A nova edição da Fenamizah foi publicada, com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes. Baixe o PDF aqui.
Você também pode acompanhar as novidades no site.
A Fenamizah e-magazine é publicada gratuitamente todos os meses na plataforma digital, com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer finalidade comercial.




Revista
Fenamizah de julhoA edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah foi publicada.

A edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. Editada por Aziz Yavuzdoğan e publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de julho aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
Cartografias do fimAntologia de contos inéditos sobre a crise climática

A revista literária Subtextos, referência na publicação de ficção contemporânea brasileira no ambiente digital, anuncia o lançamento de seu primeiro livro impresso: Cartografias do fim.
Organizada por Mariane Lima, a antologia reúne treze escritores que abordam a emergência climática a partir de perspectivas e linguagens distintas — do fluxo de consciência ao conto de terror, passando por narrativas intimistas, distópicas e experimentais. O resultado é um mosaico literário que dialoga com as angústias, paisagens e possibilidades de um planeta em transformação, oferecendo uma seleção plural capaz de atender a diferentes sensibilidades de leitura.
O projeto se viabiliza por meio de uma campanha de apoio que oferece diferentes recompensas aos participantes.




Revista
Fenamizah em edição especialEdição especial dos mestres do cartum mundial

A Fenamizah apresenta uma edição especial com 100 páginas em homenagem aos mestres do cartum mundial, apresentando trabalhos de Steinberg, Ziraldo, Mordillo, Hoffnung, dentre outros. Leia online ou baixe o pdf




Livro
Relicário de afetosTudo com humor, lirismo e ironia

Carlos Castelo, reconhecido por sua verve humorística e seu olhar afiado para o humano, reúne em seu novo livro, Museu de Musas, letras e poemas escritos ao longo de décadas. São declarações tardias, confissões improvisadas, bilhetes que nunca foram entregues. Musas reais ou inventadas, passageiras ou perenes, todas reunidas neste espaço de palavras que ora se parece com um quarto de pensão, ora com um altar pagão.




Livro
Níquel NáuseaFazendo 40 anos

Níquel Náusea, personagem imortal de Fernando Gonsales, está fazendo 40 anos. E a Z Edições apresenta esta coleção que irá reunir todas as tiras criadas por Fernando nessas quatro décadas.




Revista
Edição de abril da Fenamizah80 páginas com 137 cartunistas e escritores de 40 países diferentes

A edição de abril da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 80 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 137 caricaturistas e escritores de 40 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de abril aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Revista
Nova edição da FenamizahPublicada gratuitamente em plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo.

A edição de dezembro da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 106 caricaturistas e escritores de 35 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de novembro aqui. Ou ler a revista online nos sites Calameo ou Fliphtml5.





Revista
Edição de janeiro da FenamizahJá está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan .

Já está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan, com participação de 115 cartunistas e escritores de 36 países diferentes. A “Fenamizah E-Magazine” é publicada mensalmente na plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo. É publicado gratuitamente, sem qualquer finalidade comercial. Baixo o PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Livro
O horror segundo Carlos CasteloCastelo revela que além do humor também habita nele uma inquietante galeria de horrores.

Há escritores que se especializam numa só faceta literária. Vivem e morrem na confortável casinha construída em torno de um único estilo. Não é o caso de Carlos Castelo, figura conhecida por sua trajetória múltipla. Jornalista, humorista, poeta, publicitário premiado e agora — para arrepio de muitos — autor de contos de horror.
Em Dentro de Mim Mora a Sombra, Castelo revela que, além do humor, também habita nele uma inquietante galeria de horrores. Com apresentação luxuosa assinada pelos escritores Bráulio Tavares e Gustavo Ávila, o livro chega como uma inesperada novidade. Quem diria que um dos criadores do icônico grupo Língua de Trapo, símbolo irreverente da São Paulo dos anos 80, também dominasse o sombrio e o macabro?
Inspirado em Edgar Allan Poe e Ambrose Bierce, escritores que transitaram habilmente entre o horror e o humor, Castelo reconhece que esses dois gêneros são como irmãos gêmeos univitelinos. Um provocando o medo, o outro o riso. E nessa coleção de histórias perturbadoras, o autor explora exatamente essa dualidade, mesclando folclore brasileiro, lendas urbanas e os dilemas mais sombrios da vida moderna.




Livro
Tom & LauraO poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio.

A política brasileira pode ser chamada, às vezes, de uma grande cachorrada. É o que se vê nesta sensacional antologia de tiras em cores do publicitário, compositor e músico Carlos Castelo e do cartunista Bier. Um jeito irreverente, divertido e com sacadas geniais de observar o poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio. Morra de rir com este livrinho em formato de talão de cheques com a qualidade da Editora Noir.
Opiniões (sinceras) sobre a obra:
"Livrinho ingrato: prova de que o homem é o PIOR amigo do cão..." - Edgar Vasquez
"A tira é boa, mas tirem os cachorros" - Spacca
"Quem são Tom & Laura?" - Laerte
"Que cachorrada do Castelo e do Bier!" - Chico Caruso





Revista
Fenamizah de junho80ª edição da Fenamizah e-magazine

A 80ª edição da Fenamizah e-magazine está disponível para leitura online ou download. Editada por Aziz Yavuzdoğan, a nova edição conta com a participação voluntária de 130 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.




Revista
Nova edição da FenamizahJá está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan.

Já está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan. Você pode ler a edição online aqui ou baixar o exemplar em pdf aqui.