CRÔNICAS


O presidente que perdeu a maioria de si mesmo

por Carlos Castelo

A reunião após a derrota acachapante

O presidente convocou uma reunião extraordinária depois de saber que seu partido sofrera uma derrota esmagadora nas eleições parlamentares.
— Perdemos o Congresso, senhor — informou o chefe de gabinete.
— Impossível. Eu sou o Congresso.
— Constitucionalmente, não.
— Então mudem a Constituição.
— Perdemos os votos necessários.
O presidente ordenou que trouxessem todos os espelhos do palácio. Queria verificar se continuava sendo a maioria.
Os ministros examinaram seu reflexo. Por unanimidade, concluíram que sim.
— O problema são os eleitores — explicou o secretário da Democracia Controlada. — Estão votando sem consultar o senhor.
O presidente determinou que, dali em diante, cada eleitor deveria votar duas vezes: uma por si, outra pelo presidente.
— Ainda perderíamos — advertiu o assessor.
— Então cada eleitor votará apenas por mim.
Houve aplausos.
Entretanto, surgiu uma dificuldade: a derrota fora tão grande que até a sombra presidencial passara para a oposição.
O presidente mandou prendê-la. A sombra refugiou-se debaixo da mesa, onde fundou um partido.
Em quinze minutos, conquistou maioria absoluta entre os móveis.
A mesa exigiu eleições antecipadas. As cadeiras renunciaram. O tapete pediu asilo político.
Encurralado, o presidente decretou que o país inteiro passaria a ser governado por ele.
O país, consultado, preferiu mudar de endereço.


Publicado em 04/11/2026




Leve seu viralatismo para curtir o 4 de Julho nos EUA

por Carlos Castelo

Você é gado? Então venha passar o 4 de Julho de 2026 em Miami.

Você é gado? Então venha passar o 4 de Julho de 2026 em Miami, comemorando a independência americana e a dependência do Brasil. Afinal, gritar “USA! USA!” é muito mais fácil do que entender o que são embargos infringentes.

O QUE INCLUI O PACOTE:
• Passagem aérea em voo low-cost, com direito a selfie no embarque e legenda: “Rumo à liberdade!!!”.
• Tour guiado nos outlets da Flórida: compre 12 camisetas “I Love Trump” e ganhe uma bandeira dos EUA para o jardim da sua casa em Alphaville.
• Ingresso para churrasco temático “BBQ Patriota”: linguiça, picanha brasileira e ketchup americano.
• Queima de fogos enquanto você canta o hino americano, gaguejando no refrão, mas com lágrimas nos olhos.
•Passeio fotográfico em frente ao consulado brasileiro: sorria para a câmera e poste “Fora STF!” direto da terra de Donald Trump.

EXTRAS OPCIONAIS:
• Vídeo profissional para stories, com você apontando para a Estátua da Liberdade e gritando: “Isso sim é democracia!”.
• Palestra motivacional: Como ser mais americano que os americanos, com tradução simultânea via Google Tradutor.
• Curso rápido de inglês nível “Yes, we can!”.
• Aulão motivacional: dicas para parecer cidadão americano na fila da Apple Store, com apostila em inglês.

PREÇO PROMOCIONAL:

Apenas 12 vezes no cartão de crédito (*).
Sujeito a IOF, tarifaços e crises econômicas.
Não aceitamos PIX.

RESERVE JÁ E VENHA DESCOBRIR!

Se não dá para melhorar o Brasil, pelo menos dá para fazer compras em Downtown Miami.

Agência oficial: DEPENDÊNCIA TOURS
Levamos você até onde o seu viralatismo não consegue chegar.
Consulte nossas condições especiais para grupos de CACs com mais de 30 pessoas armadas.

(*) Oferta válida até o próximo tweet do presidente Trump ameaçando mandar tropas para o Brasil.


Publicado em 09/10/2025




Ninfas e veneráveis senhores

por Carlos Castelo

O jornalismo por assinatura no Brasil virou um espetáculo de auditório.

O jornalismo por assinatura no Brasil virou um espetáculo de auditório: falso e coreografado para parecer espontâneo.

O noticiário conta duas alas principais: a das ninfas do teleprompter e a dos patriarcas da passagem de pano.

As ninfas possuem rostos jovens, dentes que brilham mais que o próprio estúdio e anunciam guerras, corrupção e pedofilia com o mesmo timbre que usariam para sugerir um novo sabor de iogurte. A tragédia é apenas uma pausa incômoda entre dois closes perfeitos. O importante não é o conteúdo, mas a prova de que a maquiagem sobreviveu a mais um bloco.

Na outra ponta, os veneráveis senhores: vozes graves, sobrancelhas arqueadas, ares de sabedoria. São os sacerdotes da contextualização. Diante de uma traição à pátria, explicam que “é preciso entender as complexidades do processo”; frente a uma censura explícita, murmuram que “é uma adaptação necessária às circunstâncias”. São como tapeceiros de luxo: o escândalo entra manchado de lama, sai perfumado e dobrado com fita de seda.

Assim, o jornalismo televisivo deixou de ser o cão de guarda da democracia para virar um poodle tosado em pet shop de shopping. Não morde, apenas abana o rabo quando o dono da emissora acena com um biscoitinho. O espectador, por sua vez, não parece incomodado. Liga a TV para ser embalado, não desafiado. Quer ver sorrisos simétricos e ouvir justificativas confortáveis. E isso o jornalismo de hoje entrega com eficiência cirúrgica.

O resultado é simples: em vez de notícia, recebemos anestesia; no lugar de análise, maquiagem; ao contrário de jornalismo, novela mal escrita.

E é nesse cenário de novelas mal ajambradas que o cinema brasileiro decidiu dar sua contribuição. O diretor Bruno Barreto, talvez inspirado pela dramaturgia ensaiada dos telejornais, resolveu que o país precisava de mais uma cinebiografia. E qual personagem escolhido para virar drama de duas horas? Miriam Leitão. Sim, a musa dos editoriais mornos de economia

E não será qualquer Miriam Leitão. Será uma Miriam Leitão interpretada por Sônia Braga. Aquela mesma, de “Gabriela”, de “Dona Flor”, de “Aquarius”. A atriz que entusiasmou Hollywood e Cannes agora vai colocar um tailleur bege e se emocionar ao falar de taxa Selic. É como chamar o Tom Cruise para estrelar um tutorial do imposto de renda Pessoa Física.

Se a ideia era criar empatia, Barreto acertou em cheio: afinal, nada como transformar uma jornalista que representa a voz mais conservadora da elite econômica em protagonista trágica. Porque todo país precisa de seus heróis. Uns têm Mandela, outros têm Gandhi, o Brasil terá Miriam Leitão.

E já imagino a divulgação do longa:

— Do diretor de Dona Flor e Seus Dois Maridos, vem aí Miriam Leitão e Seus Dois Indexadores.


Publicado em 07/10/2025




Poesia, justo no domingo?

por Carlos Castelo

Suspiros poéticos e macarronada com frango

INFÂNCIA

- O vovô morreu.

- Tá. Acabando essa fase do game, eu vou lá.


Publicado em 09/11/2025




Aiiiéééééééééiiiiiifsh!

por Vasqs

A famosa borrachinha

Não se assustem, estou tentando criar uma onomatopeia pra um grito estridente de torneira. Pra mostrar como é, mais ou menos, o grito que minha torneira solta, quando abro - 3 mil Hz, notas de Sol7 a Lá7, segundo a IA.

O grito, isso não precisei da IA pra concluir, é provocado pelo desgaste do anel, a famosa borrachinha, causando atrito de metais, seguido desse som ardido e irritante.

Lembra muito o que acontece com nossa, a minha em particular, coluna. Entre uma vértebra e outra tem um disco que acha de envelhecer sempre que a gente envelhece. Daí que as vértebras se tocam, e em se tocando produzem dor, e produzindo dor, produzem grito, nosso, em certos casos muito semelhante ao da minha torneira - 3 mil Hz, notas de Sol7 a Lá7, segundo a IA.

Quando o médico, olhando o resultado dos exames, disse que eu tinha espondilodiscopatia degenerativa, segurei o berro; corri pro elevador, desci 3 andares, atravessei o corredor do térreo, passei pela catraca e, na frente do prédio, na Av. Paulista, aí sim soltei meu grito de torneira, misto de medo e dor:

- Aiiiéééééééééiiiiiifsh!

Mentira, não fiz nada disso. Mas que assustou, assustou.

Espondilodiscopatia degenerativa - recomenda-se não pronunciar na língua do "p" -, só não é maior que inconstitucionalissimamente ,que também assusta mas não dói direto na coluna da gente. É o "desgaste degenerativo dos discos intervertebrais e das vértebras da coluna vertebral", também segundo a IA.

A Av. Paulista é o fiofó do mundo. Ali ninguém se impressiona com nada, ninguém dá a mínima pra nada. Coisas assim, um grito, são comuns, toda hora um maluco grita pra chamar atenção. Estão habituadas, as pessoas, nada mais é inusitado na Av. Paulista.

Pra se ter uma ideia - juro dizer a verdade, vi com esses olhos que a terra há de comer com salsa e cebolinha - uma mulher, uma moradora de rua, caminhando absolutamente nua pela calçada, próximo da Rua Augusta, num horário de almoço, numa sexta-feira.

Alta, magra, esquelética, esturricada, pele queimada. O olhar perdido, mirando o nada, seguia ereta, sem direção, sem consciência de sua nudez, sem consciência sequer de sua existência.

Pois os que cruzavam com ela naquele horário, e eram muitos, em sua maioria a ignoravam. Alguns esboçavam um sorriso sarcástico, outros até estranhavam, mas a maioria seguia embotada, absorta no seu objetivo, fosse almoçar, voltar pro trabalho ou comprar uma capinha pro celular - uma doida a mais, tanto faz, foda-se.

Não os incomodou. Em parte foi bom porque seria hipocrisia, porque também não se incomodariam se ela estivesse vestida, se fosse "apenas" uma moradora de rua como as centenas que transitam por ali.

Por que se incomodariam com meu grito, se o tivesse dado? Ademais poderia nem ser um grito humano, poderia ser apenas o grito de uma torneira sem borrachinha, o que não mereceria sequer atenção de um cãozinho de madame.

O médico recomendou 10 sessões de fisioterapia, pra reforçar a musculatura em volta da coluna. Fiz 5 meses! Não resolveu nada, ainda incomoda, ainda dói a maldita espondilodiscopatia degenerativa.

Próxima encarnação, decidido: volto como torneira. Qualquer coisa, troco a borrachinha.


Publicado em 04/11/2026




A Maria Amélia, o marido da Maria Amélia e o Demônio

por Vasqs

Tudo permanecia na mais completa escuridão

A Maria Amélia era muito religiosa. Orava, cantava e dançava louvores o dia todo. Ia ao culto três vezes por semana e pagava o dízimo, religiosamente. Porque pra ela o dízimo era como um seguro que garantia proteção divina, dela e da família, incluindo o marido que bebia mais que carro velho. Bebia, não parava em empregos e chegava em casa troncho e cambaleante todos os dias.

Isto, essa vida torta do marido, pra Maria Amélia, que acreditava mais no Demônio que em Jesus, só podia ser coisa do Demônio.

Muito fez essa esposa abnegada, que lá pelas tantas da vida conseguiu convencer o marido de que tinha razão e que o único jeito era fazer um exorcismo, era expulsar o Demônio que ficava tocaiado no fígado dele. Porque, argumentou ela, o Alcenir, da Laurita, fez e deu certo, e o filho da Neguinha também - graças ao exorcismo hoje ele faz o 4 melhor que qualquer bailarino russo.

No templo, o pastor exorcista, segurando a Bíblia na cabeça do Remígio, que era como se chamava o pinguço marido da Maria Amélia, dizia palavras estranhas, fazia gestos estranhos e soltava gritos guturais também estranhos.

Mas quando estava no auge do processo, quer dizer, na hora da defenestração definitiva do Demônio, aconteceu o inesperado: a luz apagou.

Um silêncio horripilante pairou sobre o templo.

Houve um alarido na plateia - sempre tem plateia nessas coisas - todo mundo paralisado, de espinha mais gelada que cocô de esquimó.

O pastor, que se dizia um personal Demônio, que sabia tudo de Capetas, Diabos, Belzebus, Capirotos e Tinhosos, muito irritado, passou a berrar impropérios horríveis, como jamais se vira antes. Empunhava a Bíblia, ameaçava o Demônio e bradava coisas assim:

Trevas, trevas!
Privatizaram a luz!
O Diabo agora é o dono!
Fiat lux, fiat lux!

Repetia os gestos e palavras do ritual, e nada, tudo permanecia na mais completa escuridão, no mais completo silêncio, no mais completo arrepio.

Inútil, uma hora, duas horas, tudo em vão.

O exorcismo fracassou.

A Maria Amélia, lívida e em prantos não teve a mesma sorte da Laurita e da Neguinha.

Uma risada breve e triunfante ecoou no salão.

O Demônio venceu.

E venceu com uma pitada de sarcasmo próprio de Demônios.

Quando a luz voltou, muitas horas depois,... o Remígio, que entrara no templo sóbrio como um abstêmio, estava bêbado - mais bêbado que corno num balcão de bar.

E não só ele: o pastor exorcista também.


Publicado em 30/05/2026




Implicâncias

por Vasqs

Curso de Sobrevivência em São Paulo

1
Os óculos escuros deixam a pessoa mascarada e metida. Dependendo dos óculos, um Cartier Panthère, $5 mil contos, deixam a pessoa nojenta. Se a pessoa já for mascarada, metida e nojenta, com óculos escuros, só enchendo ela de porrada.

2
Lição número 1 do Curso de Sobrevivência em São Paulo: sair de casa munido de um agasalho pro frio, um chapéu pro calor e um guarda-chuva pra chuva. E dinheiro - pro estacionamento do trenó.

3
Acho que não existe uma fruta que seja vermelha por fora e verde por dentro. Só o Papai Noel, que não é fruta, mas, pode-se dizer, é uma melancia do avesso, com aquela fantasia ridícula e a barriga empanturrada de capitalismo - leia-se “dólares”, verdinhos como a casca da dita fruta.
Começou, o velho, como um santo, o Nicolau, bonzinho, até dava doces pras crianças. Depois cocacolou-se, trocou de nome e inventou esse papo de trenó, renas, chaminés, sapatinhos (e quem não tem sapatinhos, pô!) pra enganar a garotada com brinquedinhos e incutir nelas sua ideologia perniciosa.
Ganha o brinquedo quem obedeceu, quem não fez malcriacao, isto é, quem se submeteu ao sistema. Já viram tamanha velhacaria?
O safado, traíra, dissimulado, chantagista, deveria é ser enquadrado no Código Penal, ali onde está o número 171.
Bom velhinho é o cacete.

4
-Alô, o sr Fernando, por favor.
-Sinto muito, senhor, não fabricamos mais, esse modelo saiu de linha.

5
Queria uma mulher linda e deslumbrante. Nunca teve. Achou uma por um precinho bem razoável. Comprou. Com 5% de desconto - no pix.


Publicado em 04/12/2025




Anedota judaica

por Nelson Moraes

Se eu estiver certo...

Não, a anedota judaica que se segue não é uma parábola sobre a dificuldade de tentar trazer à razão – através de evidências sólidas, dados comprovados e lembranças factuais incontestáveis – uma parcela numerosa e arraigada (aliás, “raiz” tem um pouco a ver com o tema da anedota; lê até o fim) da opinião pública, o que até o momento se vem se mostrando infrutífero (“fruto” também tem a ver. Aguenta aí).

Alan Uterman conta que certa vez o célebre rabi Simeon Ben Eleazar, em confronto com autoridades talmúdicas a respeito de certa passagem no Tanakh (o conjunto de livros que formam a Bíblia hebraica), vendo que jamais demoveria os teimosos, retrógrados e intransigentes interlocutores com argumentos pautados pela mais pura lógica, partiu pro tudo ou nada.

– Se eu estiver certo – disse, apontando a janela –, que aquela árvore ali fora se mova pra provar.

Os demais olharam a árvore e em seguida entreolharam-se, até o que o mais velho dos rabis, dando de ombros, e pra terminar logo aquilo, concedeu não sem um tom de preguiçoso escárnio:

– Que seja.

Lentamente a árvore começou a se desenraizar, andando uns cinquenta centímetros pro lado.

Silêncio pesado, arrastado. Então o rabi mais velho deu um tapa na mesa:

– E desde quando eu vou aceitar opinião de árvore nessa discussão?!?


Publicado em 05/10/2026




Aloz flito

por Nelson Moraes

Todos os dias ele ia almoçar no restaurante do grego

Se você acha sacrificante ter de moderar seu discurso, pra evitar inflamar o discurso radical do adversário, é porque você ainda não conhece o chinês da piada.
Todos os dias ele ia almoçar no restaurante do grego. E era sempre a mesma coisa. O grego se aproximava pra anotar o pedido e o chinês:
– Aloz flito.
O grego, pra sacanear, pedia pra ele repetir porque não tinha ouvido direito. O chinês repetia “aloz flito” umas três, quatro vezes, até o restaurante inteiro cair na gargalhada.
Todo dia.
O chinês bem que podia mudar de restaurante, mas, ah, o arroz frito do grego... Ele nunca tinha provado nem de longe nada como aquilo. Pelo arroz frito do grego valia qualquer sacrifício.
Até que um dia.
Ele reuniu as economias e foi a um fonoaudiólogo. Ficou dias, semanas, sem ir ao restaurante, pra praticar, com infinita paciência, a dicção e a pronúncia. Passado esse tempo ele retornou. E o grego, indo à mesa:
– Olha quem apareceu hoje – e, sacando o bloquinho de notas, já antevendo a gargalhada: – O que vai ser?
Aí o chinês, caprichando em cada sílaba:
– Arroz frito.
– Ahn. Como?!? – disse, assombrado, o grego.
– Arroz frito – repetiu o chinês.
O grego não se conteve. Depois de pedir a repetição por umas três vezes – atendido por um chinês já no limite da paciência – ele chamou os frequentadores:
– Pessoal, corre aqui! Olha isso! – E, novamente, pro irritado freguês: – Repete aí, vai!
E o chinês:
– Arroz frito, seu glego escloto!


Publicado em 08/11/2025




Nobel da Paz de 2025

por Nelson Moraes

Trump faz biquinho

- Trump faz biquinho por não ter levado o Nobel da Paz de 2025.

- Trump faz biquinho maior ainda ao lembrar que Obama levou em 2009.

- Trump faz biquinho incomensuravelmente maior ao descobrir que foi Marco Rubio quem indicou María Corina Machado pro Nobel da Paz de 2025.

- Indústria do biquinho nos EUA tem alta de 3.7% na Bolsa de Nova York, o maior índice da série histórica.


Publicado em 11/10/2025



AGENDA

Livro
Culpa dos infernosO cartunista J. Bosco inverte a lógica do mal em sua sétima obra autoral

O cartunista J. Bosco inverte a lógica do mal em sua sétima obra autoral, O Diabo tem as Costas Largas, mostrando como as mazelas sociais nascem das escolhas humanas através de cartuns premiados e inéditos.
O livro conta com 62 páginas coloridas e reúne dezenas de cartuns, muitos deles inéditos e outros já premiados em salões de humor ao redor do mundo.
A proposta de J. Bosco é inverter a lógica tradicional do imaginário popular. Em vez de apontar para o diabo como o culpado externo por todos os males, o artista explora como o “mal” nasce das escolhas humanas cotidianas. Através do humor, a obra aborda temas espinhosos como corrupção, racismo, violência, devastação ambiental e fanatismo, transformando o personagem central em um observador irônico da nossa sociedade.




Livro
Cartografias do fimAntologia de contos inéditos sobre a crise climática

A revista literária Subtextos, referência na publicação de ficção contemporânea brasileira no ambiente digital, anuncia o lançamento de seu primeiro livro impresso: Cartografias do fim.
Organizada por Mariane Lima, a antologia reúne treze escritores que abordam a emergência climática a partir de perspectivas e linguagens distintas — do fluxo de consciência ao conto de terror, passando por narrativas intimistas, distópicas e experimentais. O resultado é um mosaico literário que dialoga com as angústias, paisagens e possibilidades de um planeta em transformação, oferecendo uma seleção plural capaz de atender a diferentes sensibilidades de leitura.
O projeto se viabiliza por meio de uma campanha de apoio que oferece diferentes recompensas aos participantes.




Livro
O humor de VasqsPapo Gaio de Maritacas

Vasqs vai lançar seu novo livro de humor, Papo Gaio de Maritacas, pela editora Converso. O lançamento será no dia 29 de novembro, das 14h às 17h, no Mi & Mo Gato Café (rua Coronel Oscar Porto, 400), próximo ao metrô Brigadeiro.




Livro
Níquel NáuseaFazendo 40 anos

Níquel Náusea, personagem imortal de Fernando Gonsales, está fazendo 40 anos. E a Z Edições apresenta esta coleção que irá reunir todas as tiras criadas por Fernando nessas quatro décadas.




Livro
Mortadelo e Salaminho estão de voltaOs agentes da T.I.A. agora com duas HQs em uma única edição

A Figura Editora ouviu o público, e o segundo volume de Mortadelo e Salaminho chega com dose dupla de HQs do genial Francisco Ibáñez. Isso mesmo, são duas aventuras dos agentes da T.I.A. em uma mesma edição de 96 páginas!




Revista
Nova edição da FenamizahJá está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan.

Já está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan. Você pode ler a edição online aqui ou baixar o exemplar em pdf aqui.




Exposição
Quadrinhos no PompidouReunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos.

Em 29 de maio foi aberta a exposição “Bande dessinée, 1964 - 2024”, no Centro Georges Pompidou, em Paris. A mostra pretende oferecer um diálogo inédito entre os 3 principais centros de expressão da banda desenhada: a criação europeia, os mangas asiáticos e os quadrinhos americanos. Reunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos. A exposição vai até novembro.





Livro
Histórias MínimasUm olhar afinado de Paulo Batista sobre detalhes do mundo cotidiano.

Um olhar afinado sobre detalhes do mundo cotidiano (que muitas vezes passam desapercebidos) disposto ao longo de oitenta páginas de pequenas HQs. É o conteúdo de Histórias Mínimas, novo livro do cartunista Paulo Batista, publicado pelo selo PB Editorial do próprio autor. “São temas que eu gosto de explorar como cronista do mundo do meu entorno”, diz o artista. Muitas dessas HQs e tirinhas foram publicadas no Instagram e páginas do Facebook identificadas com o mesmo título do livro. Agora editadas na sequência formam uma narrativa ainda mais interessante sob o traço delicado do cartunista. Para mais informações de como comprar o livro acesse aqui pelo Instagram ou Facebook





Revista
Nova edição da FenamizahPublicada gratuitamente em plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo.

A edição de dezembro da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 106 caricaturistas e escritores de 35 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de novembro aqui. Ou ler a revista online nos sites Calameo ou Fliphtml5.





Livro
A lírica visual de FaustoUm lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.

Fausto Bergocce é cartunista, ilustrador e multiartista visual, com obras que transitam entre o desenho, a pintura, a colagem e a fotografia, integrando aos cartuns, tiras e charges muito desses conhecimentos. Seu novo livro, Simples Cartum, é um lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.




Jornal
Novo vôo do GrifoO jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango de Edgar Vasques.,

Saiu o novo número do Grifo, publicação de humor e política editada pelos cartunistas da Grafar (Grafistas Associados do RS). Publicado desde outubro de 2020, o jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango, antológico personagem criado por Edgar Vasques em plena ditadura militar.




Livro
Ebal – Uma História IlustradaA editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações ganha um livro.

Em 1934, Adolfo Aizen criou o Suplemento Juvenil, publicação que revolucionou os quadrinhos no Brasil e liderou o segmento na maior parte de seus onze anos de existência. Até que, em 1945, Aizen parte para um novo projeto e cria a sua Editora Brasil-América.
Finalmente a editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações, ganha um livro à altura de sua importância. Fartamente ilustrado, com imagens raras e textos elucidativos frutos de uma minuciosa pesquisa realizada por vários autores.




Revista
Fenamizah de julhoA edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah foi publicada.

A edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. Editada por Aziz Yavuzdoğan e publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de julho aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
A volta de MoebiusHá quase duas décadas fora de catálogo, o trabalho de Moebius finalmente volta pela editora Tábula.

Moebius é um autor muito prolífico com várias coletâneas e personagens. Suas histórias curtas publicadas da Metal Hurlant (França) e Heavy Metal (EUA), revolucionaram o mercado dos quadrinhos.
Há quase duas décadas fora de catálogo, o trabalho de Moebius finalmente volta pela editora Tábula em uma edição que reúne material consagrado, além de algumas histórias inéditas no Brasil.




Livro
Tom & LauraO poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio.

A política brasileira pode ser chamada, às vezes, de uma grande cachorrada. É o que se vê nesta sensacional antologia de tiras em cores do publicitário, compositor e músico Carlos Castelo e do cartunista Bier. Um jeito irreverente, divertido e com sacadas geniais de observar o poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio. Morra de rir com este livrinho em formato de talão de cheques com a qualidade da Editora Noir.
Opiniões (sinceras) sobre a obra:
"Livrinho ingrato: prova de que o homem é o PIOR amigo do cão..." - Edgar Vasquez
"A tira é boa, mas tirem os cachorros" - Spacca
"Quem são Tom & Laura?" - Laerte
"Que cachorrada do Castelo e do Bier!" - Chico Caruso






Humor ambientalA floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos

A floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos, é o que mostra o livro Amazônia Meu Humor – 40 anos em defesa da Amazônia, de Paulo Emmanuel.
A obra reúne quatro décadas de cartuns dedicados à luta ambiental na região, em um registro histórico e artístico que transforma humor em resistência. Emmanuel, referência do humor gráfico na Amazônia, consolida no livro sua trajetória marcada pela crítica afiada e pelo olhar sensível sobre os desafios ecológicos da floresta.




Revista
Revista Fenamizah de marçoUma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah .

Uma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de março aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Revista
Fenamizah em edição especialEdição especial dos mestres do cartum mundial

A Fenamizah apresenta uma edição especial com 100 páginas em homenagem aos mestres do cartum mundial, apresentando trabalhos de Steinberg, Ziraldo, Mordillo, Hoffnung, dentre outros. Leia online ou baixe o pdf




Livro
Relicário de afetosTudo com humor, lirismo e ironia

Carlos Castelo, reconhecido por sua verve humorística e seu olhar afiado para o humano, reúne em seu novo livro, Museu de Musas, letras e poemas escritos ao longo de décadas. São declarações tardias, confissões improvisadas, bilhetes que nunca foram entregues. Musas reais ou inventadas, passageiras ou perenes, todas reunidas neste espaço de palavras que ora se parece com um quarto de pensão, ora com um altar pagão.




Revista
Nova edição da FenamizahEm sua 82ª edição, a revista eletrônica Fenamizah apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes.

Esta 82ª edição da revista eletrônica Fenamizah, publicada por Aziz Yavuzdoğan como editor-chefe e com a participação voluntária de cartunistas e escritores de renome mundial, apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes. Baixe seu exemplar em PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Revista
Edição de janeiro da FenamizahJá está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan .

Já está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan, com participação de 115 cartunistas e escritores de 36 países diferentes. A “Fenamizah E-Magazine” é publicada mensalmente na plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo. É publicado gratuitamente, sem qualquer finalidade comercial. Baixo o PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Revista
Fenamizah de maioNova edição com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

A nova edição da Fenamizah foi publicada, com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes. Baixe o PDF aqui.
Você também pode acompanhar as novidades no site.
A Fenamizah e-magazine é publicada gratuitamente todos os meses na plataforma digital, com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer finalidade comercial.




Livro
Os Migonautas As aventuras bem humoradas de ursos viajando pelo espaço.

Os Migonautas é uma série de tirinhas criadas por Mig Mendes. Com bastante estrada, a tira começou como tira diária de jornal, publicada em O Fluminense de Niterói e outros diários. Nessa época (1991 - 1993) o título era O Urso no Espaço. Depois as tiras foram recriadas para redes sociais no final de 2015, com muito mais cor, desenvolvimento de personagens e arcos formando pequenas histórias. O volume 5 dos Migonautas está em campanha no Catarse.




Revista
Edição de abril da Fenamizah80 páginas com 137 cartunistas e escritores de 40 países diferentes

A edição de abril da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 80 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 137 caricaturistas e escritores de 40 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de abril aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Revista
Especial Dia das MulheresFenamizah comemora o Dia Internacional da Mulher com uma edição especial.

Comemorando o “Dia Internacional da Mulher”, foi publicado junto com a edição de março um álbum especial, “Women Cartoons - Fenamizah Extra”, incluindo cartuns, pinturas, ilustrações e escritos de 112 artistas profissionais e amadores de 34 países. Você pode baixar o PDF aqui ou ler online no site Fliphtml5.




Revista
Fenamizah de fevereiroEsta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

Já está disponível pra download a edição de fevereiro de 2025 da revista eletrônica Fenamizah (edição 76), editada por Aziz Yavuzdoğan. Esta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes, incluindo cartunistas e escritores de renome mundial.
A revista eletrônica Fenamizah é publicada todo mês em plataformas digitais, oferecida gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo, sem nenhum propósito comercial.
Você pode baixar a edição de fevereiro gratuitamente clicando aqui.




Livro
Pária amada, Brasil!Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Carlos Castelo

Carlos Castelo lança seu novo livro, "PÁRIA AMADA, BRASIL - 99 aforismos sobre o Brasil & um sobre Portugal”, recheado de observações sarcásticas sobre o país. Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Castelo, com base em sua carreira como colunista dos jornais Estadão, Rascunho e O Dia. Castelo criou uma provocação divertida sobre a cultura, a sociedade e as peculiaridades brasileiras. Uma coleção de aforismos que oferece aos leitores uma mistura inusitada de ironia, sagacidade e observações agudas sobre o Brasil. - Tempos Crônicos





Livro
VizungaObra-prima de Colin retorna em volume inédito pela editora Veneta.

Criado por Flavio Colin (1930–2002) e publicado originalmente em tiras diárias, entre 1964 e 1966, na Folha de S. Paulo, Vizunga é um dos pontos mais altos na história dos quadrinhos brasileiros. As tiras reúnem histórias do pescador e caçador Parcival de Carvalho, o Vizunga, e misturam elementos da cultura gráfica popular brasileira com o modernismo, em narrativas cheias de aventura, ironia e crítica social. Vizunga retorna em um volume inédito pela editora Veneta.




Livro
O horror segundo Carlos CasteloCastelo revela que além do humor também habita nele uma inquietante galeria de horrores.

Há escritores que se especializam numa só faceta literária. Vivem e morrem na confortável casinha construída em torno de um único estilo. Não é o caso de Carlos Castelo, figura conhecida por sua trajetória múltipla. Jornalista, humorista, poeta, publicitário premiado e agora — para arrepio de muitos — autor de contos de horror.
Em Dentro de Mim Mora a Sombra, Castelo revela que, além do humor, também habita nele uma inquietante galeria de horrores. Com apresentação luxuosa assinada pelos escritores Bráulio Tavares e Gustavo Ávila, o livro chega como uma inesperada novidade. Quem diria que um dos criadores do icônico grupo Língua de Trapo, símbolo irreverente da São Paulo dos anos 80, também dominasse o sombrio e o macabro?
Inspirado em Edgar Allan Poe e Ambrose Bierce, escritores que transitaram habilmente entre o horror e o humor, Castelo reconhece que esses dois gêneros são como irmãos gêmeos univitelinos. Um provocando o medo, o outro o riso. E nessa coleção de histórias perturbadoras, o autor explora exatamente essa dualidade, mesclando folclore brasileiro, lendas urbanas e os dilemas mais sombrios da vida moderna.




Cards
Heróis & HeroínasHomenageando os grandes artistas da música brasileira

No intuito de homenagear personagens históricos da música brasileira, o caricaturista e ilustrador Eduardo Baptistão e Geraldo Leite, músico e radialista, lançam Heróis & Heroínas da Nossa Música, um caixa contendo 52 cards, com as caricaturas e mini biografias dos artistas de MPB, Samba, Choro, Bossa-Nova, etc. Além disso cada card acompanha um QR Code com playlist de cada artista, preparada por Geraldo Leite.




Livro
Cartuns EcológicosPlaneta em Risco" é o sexto livro do cartunista J.Bosco, trazendo 86 cartuns que abordam diversas formas de degradação do meio ambiente.

"Planeta em Risco" é o sexto livro do cartunista paraense J.Bosco, com mais de 40 anos de profissão, são 86 cartuns ecológicos, abordando diversas formas de degradação do meio ambiente, poluição dos rios e mares, desertificação, aquecimento global, extinção de algumas espécies marinhas, crise climática. Um livro com vasto material crítico, com linguagem universal, que nos leva a uma reflexão sobre o tempo de nossa própria existência.





Livro
Quadrinhos & PublicidadeA evolução dos quadrinhos na publicidade em centenas de anúncios.

Em uma fascinante jornada que começa no final do século XIX e chega aos dias atuais, Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! mostra a evolução dos quadrinhos na publicidade no Brasil e no mundo, em centenas de anúncios.
Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! é o resultado de uma pesquisa de quase vinte anos do ilustrador, diretor de arte e pesquisador Toni Rodrigues. O autor buscou, catalogou, apurou informações e recuperou imagens e arquivos considerados há muito perdidos em diversas fontes.




Livro
Caricaturas de J.BoscoMúsica, cinema, literatura e caricaturas

O livro J.Bosco Caricaturas (formato 23 x 27 cm - 90 páginas) retrata algumas celebridades da música, cinema e literatura em traços preto e branco, uma homenagem ao estilo clássico da caricatura. São 75 desenhos, entre eles Lupicinio Rodrigues, Quenti Tarantino, e Ariano Suassuna, com apresentação de escritores e caricaturistas como, Miran (editor e diretor da revista Gráfica), Marko Ajdarik, Haroldo Gepp, Luciano Magno, Solda e Adriano Barroso. O livro faz parte das comemorações dos 25 anos de atuação de J.Bosco no jornal O Liberal, de Belém do Pará, como chargista diário e caricaturista.




Jornal
Nova edição do GrifoO acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista

No GRIFO 55, Jef Miola questiona “Que Congresso é esse?” (e nem tinha acontecido a barbárie contra Marina Silva). Essa postura agressiva e direitista não é exclusividade brasileira, mostram Luiz Faria analisando Trump, Tarso Riccordi questionando o “desprefeito” de Porto Alegre. Já Winckler aborda o acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista. Coisa que ficou bem ilustrada na capa do Eugênio Neves.




Revista
Fenamizah de junho80ª edição da Fenamizah e-magazine

A 80ª edição da Fenamizah e-magazine está disponível para leitura online ou download. Editada por Aziz Yavuzdoğan, a nova edição conta com a participação voluntária de 130 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.