CRÔNICAS


Pastor da Lagoinha revela que Jesus recebia mesada do Banco Master

por Carlos Castelo

Revelação abre divergências entre fiéis

Durante um culto sobre educação financeira, um pastor da Igreja Lagoinha afirmou que Jesus recebia uma mesada do Banco Master. A informação, segundo ele, constaria de uma planilha encontrada entre os documentos do Sermão da Montanha.

Os pagamentos teriam começado aos 30 anos, logo após o batismo no rio Jordão, e sido suspensos durante os 40 dias no deserto por falta de movimentação na conta.

A multiplicação dos pães foi classificada pelo departamento de investimentos como rendimento acima da média. Já a transformação de água em vinho segue sob análise da Receita Federal.

Em nota, a assessoria celestial informou que a mesada cobria despesas de deslocamento, sandálias e refeições com os apóstolos.

Judas, responsável pela tesouraria do grupo, teria solicitado um cartão adicional ao Master. O pedido foi negado por inconsistência cadastral.

A revelação abriu uma divergência entre fiéis: alguns defendem que os milagres eram patrimônio próprio; outros querem saber se os peixes entraram na declaração anual.

A comissão de eventos da igreja pediu apenas que a discussão não atrase o almoço de domingo, já contratado para 300 pessoas, com milagres sujeitos a taxa de serviço.

O extrato completo será apresentado assim que Tomé confirmar o saldo.


Publicado em 23/09/2026




Poesia, justo no domingo?

por Carlos Castelo

Suspiros poéticos e macarronada com frango

SANTÍSSIMA TRINDADE

Altar, palácio e polícia
estão pertinho do céu
porque aqui pela Terra
já repartiram seus feudos

Palácio, polícia e altar
esses glutões de benesses
devoradores de cargos
bárbaros de gabinete

Polícia, altar e palácio
uma sinistra facção
propriedade, primeiro
depois, livrar-se dos livres


Publicado em 06/09/2026




Dossiês

por Carlos Castelo

O novo samba-enredo da República

Viramos um projeto de democracia feito de dossiês. A esquerda vem e faz um contra a direita. A imprensa compartilha. Réus, julgamentos, prisões. Aí vem a direita, gera os seus dossiês. Acontece a mesma coisa. Veja-se agora o caso Toffoli-Master. Onde vamos chegar com essa política mata-mata?

A resposta é simples: ao fundo do poço. A democracia brasileira virou um rodízio de indignações, em que cada lado se reveza no papel de paladino da moral enquanto afia as facas da hipocrisia nos bastidores. A palavra instituição hoje significa “coisa que só funciona quando favorece meu lado”. O STF, o Congresso, o Executivo, todos participam dessa guerra em que a lógica jurídica cede lugar ao espetáculo das manchetes.

O dossiê é o novo samba-enredo da República: vem com gráficos coloridos, nomes em negrito e narrativas em caps lock. Mas e justiça? Justiça virou figurante.

Sem dúvida, o Brasil não caminha para frente, nem para trás. Está girando em círculos. Seguimos, assim, como um país que não prende corruptos (por muito tempo), apenas os alterna no poder. Com direito a delação premiada e documentário da Globoplay. Ou do SBT News.


Publicado em 03/03/2026




Argentina quebrou tudo

por Carlos Castelo

A arte da birra portenha

Dizem que perder faz parte do jogo. O problema é quando o perdedor resolve transformar o futebol em modalidade de arremesso de espanhóis. Na partida final da Copa do Mundo, houve entradas tão violentas que imaginei que o gramado tivesse virado um ringue de MMA. E quando faltou bola, sobrou teatro. Teve portenho segurando o pé direito depois de levar pancada no esquerdo. A anatomia não era tratada com tamanho desprezo desde Picasso.

Até Messi protestou ao árbitro contra os dedos de Cucurella na boca. Pelo menos foi uma irregularidade que não envolveu os pés de ninguém.

Depois veio a cerimônia. Vinte e cinco jogadores da Argentina decidiram contemplar o horizonte em vez dos campeões sendo homenageados. Um protesto (ou birra?) silencioso. Quando falta argumento, sobra a nuca. Apenas Flaco López resolveu olhar para a festa. Aparentemente, era o único argentino interessado em saber quem tinha vencido a partida.

Como todos sabem, a Espanha saiu campeã. E a Argentina saiu dos trilhos.


Publicado em 24/07/2026




Ninguém dirige melhor que o Carlito

por Vasqs

Quanto custa uma vida? Uns treminhão?

O Carlito é motorista de tudo, tem CNH categoria C, coisa de que muito se orgulha, e que o permite dirigir qualquer veículo: até colhedeira de soja, até empilhadeira de aeroporto, ele diz.

No primeiro emprego dirigia um treminhão, que jurava chamar-se assim porque era esse o preço do veículo: treminhão de real! Acreditava ainda que se o patrão tinha esse dinheiro pra pagar pelo caminhão era porque era mais que rico, havia de ser miliardário. E dessa premissa chegava à correta mas arriscada conclusão: se o patrão tem tanto, não tá certo pagar pra mim a merreca esturricada, mais seca que bucha do mato, que ele chama de salário.

A lamúria pegou a rádio peão e não demorou um dia pra que chegasse aos ouvidos do patrão. E demorou menos ainda pra que fosse o Carlito demitido pelo próprio, por atrevimento, por insolência e por pregar ideias transgressivas no recinto da empresa. Mais a mais, também salientou o empresário, não sou miliardário, sou só um pouco rico. E se fosse, que que tem?, méritos meus; aliás, do meu pai, aliás do meu avô, aliás méritos da estirpe enfim.

O segundo emprego, este como motorista de ambulância, era um emprego público, pagava bem menos que o último, mas o Carlito gostava. Gostava porque não tinha que viajar e porque achava divertido apertar aquele botãozinho vermelho ali e ouvir a sirene gritando uóóóóóó! Quando ela falha, dizia ele, ponho a cabeça pra fora e faço eu mesmo as vezes de sirene: uóóóóóóó´! uóóóóóóó!

A ambulância, essa que ele dirigia, ouviu dizer, fora conquista do vereador Capitão Trancoso, homem sobretudo generoso, sobretudo de virtudes civis e militares irreprocháveis, desses pra quem bandido e presunto deveriam ser a mesma coisa. “Hôme assim queu admiro!”, dizia o motorista.

Ambulância, segundo outra premissa do Carlito, leva pessoas doente acidentada pro hospital; ambulância pode salvar vida, muitas vida. E concluía: sou eu quem transporta, logo, sou eu, vamos dizer assim, quem salva essas vida!

Só tinha vantagens, esse emprego.

Marcava numa cadernetinha a quantidade de pessoas, almas, como ele chamava, que teria salvo nos 3 meses de nova profissão: 243 almas!, até aqui. E se perguntava: será que eu num serei anjo?

Dirigia imaginando quanto custaria uma ambulância, $200, $300 mil? Vai ver, mas o valor da vida é que conta, e não tem preço. Quanto custa uma vida? Uns treminhão? .... que nada, muito mais que treminhão!

Ah, eu sô mesmo um anjo!, exclamava de si para si.

Mas um dia, voltando de devolver um paciente, quando saía do elevado João Goulart e fazia a curva pra subir a Consolação, foi colhido por uma picape Ranger 3.0, 250 cv , tração 4x4.

Nem ouviu a cacetada.

Bateu a cabeça no vidro e desmaiou.

Foi atendido por outra ambulância e colocado numa maca.

Acordou no hospital. Olhou pro enfermeiro e desatou duas perguntas: Quem que me trouxe aqui, o Adelino? Chama ele.

Veio o Adelino, ele fez um gesto pedindo que abaixasse e sussurrou: Adelino, você que é um anjo!

A outra: Quanto custa uma ambulância nova?

Acho que uns $500 mil, chutou o enfermeiro.

Tô ferrado, disse o Carlito, e desmaiou de novo.

Convalesceu por uma noite, teve alta pela manhã.

Convocado no RH, foi demitido outra vez.

Pelo laudo conclusivo da diretoria do hospital, era ele o culpado pela batida.

Segundo testemunhas, na hora do acidente o Carlito estava com a cabeça pra fora da ambulância. E fazia assim: uóóóóóó! uóóóóóó!


P.S. : Hoje o Carlito pejotizou-se, dirige um Peugeot de aplicativo. Pode fazer a trapalhada que for, "agora sou patrão de mim, ninguém me pode demitir, a não ser se for eu mesmo".


Publicado em 21/09/2026




Crônicas Orgânicas 2

por Vasqs

Os bichinhos morrem primeiro

1
Viram? Agora pode enterrar cães em cemitérios humanos, juntos com os donos.
Não sei o que eu penso disso, a Igreja é que não há de gostar, considerando que eles, os cães, só entram na igreja porque encontram a porta aberta, nunca pra rezar. E só saem expulsos, depois de mijar no pé do altar. Uma coisa é certa, as histórias de terror ficarão ainda mais horripilantes, com fantasmas de gente, fantasmas de cães, misturando buuus com auuus.
Evidente que não vai ficar nisso. Uma inscrição assim, poder-se-á (como diria, falando em terror, o conde Temer), encontrar num túmulo:

Aqui jaz a Sra Eunice Serafim Carvalho e seus 8 gatos, 3 calopsitas, 4 peixinhos de aquário, uma iguana e uma porca chamada Waleska. Saudades.

E.T. : Como é natural que os bichinhos morram primeiro, vai acontecer que nós é que seremos enterrados em suas covas. E haverá, no cemitério de gente, um número significativo de túmulos só com bichinhos, que lá estarão por nós esperando, ansiosamente.

2
Vó Matilda nunca leu Sartre, mas sabe de orelhada algumas de suas teorias. Aquela história de “o inferno são os outros” é muito verdadeira, diz ela. Principalmente quando a gente quer soltar um pum... e não está sozinha.

3
Notou? De madrugada não acontece nada, nenhuma notícia. Nem do Japão, nem da Austrália. Nada. De madrugada os fatos dormem.

4
Usava tanto celular e computador que já não sabia se ele próprio era análogo ou digital.

5
Sempre que eu vejo esse povo deslumbrado com o pôr do sol eu penso: puxa, tão melhor uma cruzada de pernas.


Publicado em 07/03/2026




Apelidos

por Vasqs

Todo mundo vai ter apelido um dia

O garoto ia jogar. Time da vila versus time de outra vila. A familia toda veio pra assistir. O pai, a mãe, a vó, o vô, outra vó, outro vô, e a tia.

Mal começou o jogo, o garoto meteu um drible no adversário e fuzilou pro gol.

- Goooool, gritaram todos da familia, e levantaram e até fizeram ôla. E gritavam: Sardinha! Sardinha! Sar-di-nha!

Sardinha era como chamavam o Gersinho, que desde bebê tinha sardas nas bochechas.

O garoto no campo estacou, olhando espantado pra familia. Passaram a bola pra ele e ele nem viu. Outro gritou, presta atenção !

A familia continuava eufórica: Sardinha, Sardinha!

Até perceberem o garoto parado no meio do campo. Que foi? Que houve com ele? Por que olha assim pra gente?

O garoto ergueu o braço, fechou ainda mais a cara, fechou a mão erguendo apenas um dedo e apontou pra família.

Em casa, chuva de repreensões.

- Onde aprendeu isso?!, diz a mãe.

- Gesto obceno!, diz o pai.

- E pros próprios avós!, diz a tia horrorizada. Pros seus próprios pais! Pra titia que te tanto te ama!

- Eu nem sei o que é isso, diz uma avó.

- Nem eu, diz a outra.

- Mas que é feio, é, dizem as duas.

O Gersinho, que até então só ouvia, finalmente falou.

- Agora todo mundo vai me chamar de Sardinha!

E tinha razao. Em pouquíssimo tempo o time, o bairro, a escola, o clube, a internet, todos o chamariam de Sardinha.

- E dai?, ralhou a mãe. No fim todo mundo vai ter apelido um dia. E você teve sorte, o seu até que é bem simpático.

A mãe continuou.

- Quer ver? Qual era seu apelido, papai?, falou voltando-se pro pai.

- Bom...resmungou o velho pego de surpresa. Hã... acho que era... Orelha...

Todos estranharam.

- Tá vendo, Gersinho? E o seu, seu Nelson?, quis saber do sogro.

- Bom...é... era... acho... Cuecão.

- Cuecão?!, espanto geral.

E depois pro marido:

- Agora você, Zé Antonio, qual era o seu apelido?

- Hein? Ah, eu... eu não tinha apelido...

- Tinha sim que eu sei, cortou a esposa. Pode falar.

- Hum... tenho mesmo que falar, Doralice?

- Se não falar eu falo.

- Tá bom. Era... ham, limpou a garganta,... era Zé Bunda.

O menino segurou pra não rir. A mãe segurou pra não rir. Todos seguraram pra não rir.

O Zé Antonio fez todos prometerem não espalhar.

- Eu não espalho, falaram juntas as avós.

- Nem nós, né, seu Nelson?, falou o pai com o apoio do sogro.

- Sou um túmulo, garantiu a tia.

E a Doralice também: segurei até aqui...

E virando-se pro Gersinho:

- Tá vendo? Sardinha parece um poema perto desses aí. Você tá no lucro.

- E as mulheres, não têm apelido?, protestaram os homens.

- Temos, mas são todos delicados e carinhosos.

Com essa, estava decretado o fim da reunião. Ademais já era tarde, cada um pra sua casa.

- Agora o mundo inteiro vai saber, resmungou descrente o Zé Antonio quando todos se foram.

De fato, apesar das promessas, dois dias foram suficientes. No terceiro, logo cedinho, tocou a campainha.

Era o cunhado.

Foi entrando e já dizendo em alto e bom som:

- Cadê o Zé Bunda?, hahaha!

Dessa vez foi o Zé Antônio que estacou. Fechou a cara, fechou a mão, ergueu o braço na direção do cunhado, e antes que completasse o gesto o Gersinho entrou na sala:

- Epa! E isso aí, pai, não é obceno?!


PS: A quem perguntasse quanto foi o jogo, os moleques da vila respondiam: 1x0, gol do Lambari. Ou: 1x0, gol do Cascudo. Ou: 1x0, gol do Pirarucu...
Ou ainda: 1x0, gol do filho do Zé Bunda, hahaha.


Publicado em 28/04/2026




ÉSSE TÊ EFE

por Nelson Moraes

Date no apê do Vorcaro

- O que é o que é: o Mendonça e o Fux demonstram de sobra, e inapelavelamente falta ao Xandão?
- Implante capilar.
* * * * *
- Como são chamados no plenário do Supremo os ministros com algum esquema com o Vorcaro?
- Ministros.
* * * * *
- O Gilmar está preso em um barco com um cachorro chamado Nabunda. O barco começa a afundar. O que o Gilmar faz?
- Solta Nabunda por falta de provas.
* * * * *
- O que é o que é: monumento que carrega dois pesos iguais, representando o equilíbrio, a uma certa distância da entrada do órgão máximo?
- Saco testicular.
* * * * *
- Qual a semelhança entre Dino e o Kassio?
- O bigode. Nenhum dos dois tem.
* * * * *
- Qual a diferença entre o Fachin e o Fux (mas em inglês)?
- The first is fucking, the second fucks.
* * * * *
- Numa luta entre o Xandão e o Kassio, quem beija a lona?
- O Xandão. O Kassio guarda o beijo pro date no apê do Vorcaro.


Publicado em 15/09/2026




Leitor quer é porrada

por Nelson Moraes

Murro no olho do autor dá mais engajamento

Quem ficou surpreso ao saber do barraco entre o Garcia Márquez e o Vargas Llosa, acontecido em 76 (donde deduzimos que a literatura diferenciada nem sempre consiste num soco no estômago do leitor: murro no olho do autor dá mais engajamento), é porque nunca soube de outros casos, tão mais cabeludos quanto abafados, também envolvendo literatos.

Por exemplo, o beliscão nos mamilos que o Machado de Assis tomou do Gregório de Mattos, e que fez o Bruxo do Cosme Velho sair dando pulinhos em ziguezague pela calçada do Forte de Copacabana gritando “Bof quoi, dis donc, fait chier!”. Segundo fofocas, o fato de nunca terem sido contemporâneos – com quase um século e meio dividindo os dois – deve ter sido a causa do desentendimento: se já nunca tinham se falado antes do incidente, aí é que não voltaram a conversar.

Outro caso foi o demorado pisão no pé que Ernest Hemingway tomou de F. Scott Fitzgerald, num baile em Fresno. Segundo Hemingway, foi porque Fitzgerald não suportava os “therefore” que ele tinha enfiado indevidamente em “O Sol Também se Levanta”. Segundo Zelda Fitzgerald, foi porque Hemingway tirou Fitzgerald pra dançar. E segundo Fitzgerald, o décimo-quinto Martini estava ótimo e ele não se lembra de mais nada.

Houve também o caso de Fernando Pessoa, que uma vez se trancou no banheiro de uma tabacaria no Ribadouro, em Lisboa, e quem encostou o ouvido na porta acompanhou o tenso diálogo que culminou em Alberto Caieiro enfiando o dedo no olho de Ricardo Reis.

Como não se lembrar também de Lord Byron e Mme. de Stäel, que chegaram a trocar cusparadas, tufos de cabelo e pedaços de unha – e tudo isso por correspondência?

Por fim, não pode ser esquecido o caso de Norman Mailer, que, depois de ter se pegado com um crítico literário do New York Times – e também escritor –, foi a um bar com um míssil Tomahawk BGM-109 enfiado nas costas. Quando os amigos, depois de vários rodeios, com muito jeitinho apontaram o fato, ele teria virado um gole de bourbon e dito: “Vocês precisavam ver como o outro ficou.”

Voltando lá no início, há quem diga que na briga do Vargas Llosa e do Garcia Márquez tinha uma mulher no meio. Felizmente ela se desviou bem na hora.


Publicado em 01/07/2026




Mick Jagger entra num bar...

por Nelson Moraes

Droga! Perdi a aposta.

O Mick Jagger entra num bar do MetLife Stadium, vestindo a camisa da seleção brasileira.
– Ih – diz o barman. – Perdi minha aposta.
– Apostou em quem? – pergunta o Mick.
– No Boston Celtics.
– Mas o Celtics não joga futebol.
– Pois é – arremata o barman. – A seleção brasileira também não.

*******

O Mick Jagger entra num bar do MetLife Stadium, vestindo a camisa da seleção inglesa.
– Droga – diz o barman. – Perdi a aposta.
– Ué – diz o Mick. – A Inglaterra nem jogou ainda.
E o barman:
– É que eu apostei que o Keith Richards é que ia aparecer.

*******

O Mick Jagger entra num bar do MetLife Stadium, vestindo a camisa da seleção iraniana.
– Oba – diz o barman. – Ganhei a aposta.
– Como assim? – diz o Mick. – O jogo com a Nova Zelândia terminou empatado.
– Não – explica o barman. – Eu apostei que você não ia sair inteiro desse estádio hoje.


Publicado em 16/06/2026



AGENDA

Livro
Culpa dos infernosO cartunista J. Bosco inverte a lógica do mal em sua sétima obra autoral

O cartunista J. Bosco inverte a lógica do mal em sua sétima obra autoral, O Diabo tem as Costas Largas, mostrando como as mazelas sociais nascem das escolhas humanas através de cartuns premiados e inéditos.
O livro conta com 62 páginas coloridas e reúne dezenas de cartuns, muitos deles inéditos e outros já premiados em salões de humor ao redor do mundo.
A proposta de J. Bosco é inverter a lógica tradicional do imaginário popular. Em vez de apontar para o diabo como o culpado externo por todos os males, o artista explora como o “mal” nasce das escolhas humanas cotidianas. Através do humor, a obra aborda temas espinhosos como corrupção, racismo, violência, devastação ambiental e fanatismo, transformando o personagem central em um observador irônico da nossa sociedade.




Jornal
Nova edição do GrifoO acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista

No GRIFO 55, Jef Miola questiona “Que Congresso é esse?” (e nem tinha acontecido a barbárie contra Marina Silva). Essa postura agressiva e direitista não é exclusividade brasileira, mostram Luiz Faria analisando Trump, Tarso Riccordi questionando o “desprefeito” de Porto Alegre. Já Winckler aborda o acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista. Coisa que ficou bem ilustrada na capa do Eugênio Neves.




Livro
Histórias MínimasUm olhar afinado de Paulo Batista sobre detalhes do mundo cotidiano.

Um olhar afinado sobre detalhes do mundo cotidiano (que muitas vezes passam desapercebidos) disposto ao longo de oitenta páginas de pequenas HQs. É o conteúdo de Histórias Mínimas, novo livro do cartunista Paulo Batista, publicado pelo selo PB Editorial do próprio autor. “São temas que eu gosto de explorar como cronista do mundo do meu entorno”, diz o artista. Muitas dessas HQs e tirinhas foram publicadas no Instagram e páginas do Facebook identificadas com o mesmo título do livro. Agora editadas na sequência formam uma narrativa ainda mais interessante sob o traço delicado do cartunista. Para mais informações de como comprar o livro acesse aqui pelo Instagram ou Facebook





Cards
Heróis & HeroínasHomenageando os grandes artistas da música brasileira

No intuito de homenagear personagens históricos da música brasileira, o caricaturista e ilustrador Eduardo Baptistão e Geraldo Leite, músico e radialista, lançam Heróis & Heroínas da Nossa Música, um caixa contendo 52 cards, com as caricaturas e mini biografias dos artistas de MPB, Samba, Choro, Bossa-Nova, etc. Além disso cada card acompanha um QR Code com playlist de cada artista, preparada por Geraldo Leite.




Livro
Os Migonautas As aventuras bem humoradas de ursos viajando pelo espaço.

Os Migonautas é uma série de tirinhas criadas por Mig Mendes. Com bastante estrada, a tira começou como tira diária de jornal, publicada em O Fluminense de Niterói e outros diários. Nessa época (1991 - 1993) o título era O Urso no Espaço. Depois as tiras foram recriadas para redes sociais no final de 2015, com muito mais cor, desenvolvimento de personagens e arcos formando pequenas histórias. O volume 5 dos Migonautas está em campanha no Catarse.




Revista
Nova edição da FenamizahJá está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan.

Já está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan. Você pode ler a edição online aqui ou baixar o exemplar em pdf aqui.




Livro
Mortadelo e Salaminho estão de voltaOs agentes da T.I.A. agora com duas HQs em uma única edição

A Figura Editora ouviu o público, e o segundo volume de Mortadelo e Salaminho chega com dose dupla de HQs do genial Francisco Ibáñez. Isso mesmo, são duas aventuras dos agentes da T.I.A. em uma mesma edição de 96 páginas!




Livro
Ebal – Uma História IlustradaA editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações ganha um livro.

Em 1934, Adolfo Aizen criou o Suplemento Juvenil, publicação que revolucionou os quadrinhos no Brasil e liderou o segmento na maior parte de seus onze anos de existência. Até que, em 1945, Aizen parte para um novo projeto e cria a sua Editora Brasil-América.
Finalmente a editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações, ganha um livro à altura de sua importância. Fartamente ilustrado, com imagens raras e textos elucidativos frutos de uma minuciosa pesquisa realizada por vários autores.




Livro
Cartuns EcológicosPlaneta em Risco" é o sexto livro do cartunista J.Bosco, trazendo 86 cartuns que abordam diversas formas de degradação do meio ambiente.

"Planeta em Risco" é o sexto livro do cartunista paraense J.Bosco, com mais de 40 anos de profissão, são 86 cartuns ecológicos, abordando diversas formas de degradação do meio ambiente, poluição dos rios e mares, desertificação, aquecimento global, extinção de algumas espécies marinhas, crise climática. Um livro com vasto material crítico, com linguagem universal, que nos leva a uma reflexão sobre o tempo de nossa própria existência.





Revista
Nova edição da FenamizahEm sua 82ª edição, a revista eletrônica Fenamizah apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes.

Esta 82ª edição da revista eletrônica Fenamizah, publicada por Aziz Yavuzdoğan como editor-chefe e com a participação voluntária de cartunistas e escritores de renome mundial, apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes. Baixe seu exemplar em PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Livro
VizungaObra-prima de Colin retorna em volume inédito pela editora Veneta.

Criado por Flavio Colin (1930–2002) e publicado originalmente em tiras diárias, entre 1964 e 1966, na Folha de S. Paulo, Vizunga é um dos pontos mais altos na história dos quadrinhos brasileiros. As tiras reúnem histórias do pescador e caçador Parcival de Carvalho, o Vizunga, e misturam elementos da cultura gráfica popular brasileira com o modernismo, em narrativas cheias de aventura, ironia e crítica social. Vizunga retorna em um volume inédito pela editora Veneta.




Livro
A volta de MoebiusHá quase duas décadas fora de catálogo, o trabalho de Moebius finalmente volta pela editora Tábula.

Moebius é um autor muito prolífico com várias coletâneas e personagens. Suas histórias curtas publicadas da Metal Hurlant (França) e Heavy Metal (EUA), revolucionaram o mercado dos quadrinhos.
Há quase duas décadas fora de catálogo, o trabalho de Moebius finalmente volta pela editora Tábula em uma edição que reúne material consagrado, além de algumas histórias inéditas no Brasil.




Revista
Fenamizah em edição especialEdição especial dos mestres do cartum mundial

A Fenamizah apresenta uma edição especial com 100 páginas em homenagem aos mestres do cartum mundial, apresentando trabalhos de Steinberg, Ziraldo, Mordillo, Hoffnung, dentre outros. Leia online ou baixe o pdf




Livro
O humor de VasqsPapo Gaio de Maritacas

Vasqs vai lançar seu novo livro de humor, Papo Gaio de Maritacas, pela editora Converso. O lançamento será no dia 29 de novembro, das 14h às 17h, no Mi & Mo Gato Café (rua Coronel Oscar Porto, 400), próximo ao metrô Brigadeiro.




Revista
Fenamizah de fevereiroEsta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

Já está disponível pra download a edição de fevereiro de 2025 da revista eletrônica Fenamizah (edição 76), editada por Aziz Yavuzdoğan. Esta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes, incluindo cartunistas e escritores de renome mundial.
A revista eletrônica Fenamizah é publicada todo mês em plataformas digitais, oferecida gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo, sem nenhum propósito comercial.
Você pode baixar a edição de fevereiro gratuitamente clicando aqui.




Revista
Nova edição da FenamizahPublicada gratuitamente em plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo.

A edição de dezembro da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 106 caricaturistas e escritores de 35 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de novembro aqui. Ou ler a revista online nos sites Calameo ou Fliphtml5.





Revista
Fenamizah de junho80ª edição da Fenamizah e-magazine

A 80ª edição da Fenamizah e-magazine está disponível para leitura online ou download. Editada por Aziz Yavuzdoğan, a nova edição conta com a participação voluntária de 130 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.




Revista
Revista Fenamizah de marçoUma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah .

Uma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de março aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
O horror segundo Carlos CasteloCastelo revela que além do humor também habita nele uma inquietante galeria de horrores.

Há escritores que se especializam numa só faceta literária. Vivem e morrem na confortável casinha construída em torno de um único estilo. Não é o caso de Carlos Castelo, figura conhecida por sua trajetória múltipla. Jornalista, humorista, poeta, publicitário premiado e agora — para arrepio de muitos — autor de contos de horror.
Em Dentro de Mim Mora a Sombra, Castelo revela que, além do humor, também habita nele uma inquietante galeria de horrores. Com apresentação luxuosa assinada pelos escritores Bráulio Tavares e Gustavo Ávila, o livro chega como uma inesperada novidade. Quem diria que um dos criadores do icônico grupo Língua de Trapo, símbolo irreverente da São Paulo dos anos 80, também dominasse o sombrio e o macabro?
Inspirado em Edgar Allan Poe e Ambrose Bierce, escritores que transitaram habilmente entre o horror e o humor, Castelo reconhece que esses dois gêneros são como irmãos gêmeos univitelinos. Um provocando o medo, o outro o riso. E nessa coleção de histórias perturbadoras, o autor explora exatamente essa dualidade, mesclando folclore brasileiro, lendas urbanas e os dilemas mais sombrios da vida moderna.




Livro
Relicário de afetosTudo com humor, lirismo e ironia

Carlos Castelo, reconhecido por sua verve humorística e seu olhar afiado para o humano, reúne em seu novo livro, Museu de Musas, letras e poemas escritos ao longo de décadas. São declarações tardias, confissões improvisadas, bilhetes que nunca foram entregues. Musas reais ou inventadas, passageiras ou perenes, todas reunidas neste espaço de palavras que ora se parece com um quarto de pensão, ora com um altar pagão.




Livro
Quadrinhos & PublicidadeA evolução dos quadrinhos na publicidade em centenas de anúncios.

Em uma fascinante jornada que começa no final do século XIX e chega aos dias atuais, Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! mostra a evolução dos quadrinhos na publicidade no Brasil e no mundo, em centenas de anúncios.
Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! é o resultado de uma pesquisa de quase vinte anos do ilustrador, diretor de arte e pesquisador Toni Rodrigues. O autor buscou, catalogou, apurou informações e recuperou imagens e arquivos considerados há muito perdidos em diversas fontes.




Revista
Edição de abril da Fenamizah80 páginas com 137 cartunistas e escritores de 40 países diferentes

A edição de abril da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 80 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 137 caricaturistas e escritores de 40 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de abril aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Revista
Mestre Makabro

Campanha no Catarse de Cássio Witt (Editora Milhas e Milhas Books) lança segunda edição da revista em Quadrinhos Mestre Makabro.
E recebe reforço de um caricaturista e uma aquarelista. Entre as recompensas, os apoiadores podem escolher em arte digital @aquarelasdaclaudia ou caricatura do Bira Dantas, colaborador do Charge Web. É só escolher a opção aquarela ou caricatura e, além da revista, receber suas artes exclusivas.
Cássio Witt tem um canal no youtube Milhas e Milhas Nerd sobre Quadrinhos e vai receber Claudia e Bira nesta quinta-feira, 04/06 para um bate-papo.




Livro
A lírica visual de FaustoUm lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.

Fausto Bergocce é cartunista, ilustrador e multiartista visual, com obras que transitam entre o desenho, a pintura, a colagem e a fotografia, integrando aos cartuns, tiras e charges muito desses conhecimentos. Seu novo livro, Simples Cartum, é um lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.




Livro
Pária amada, Brasil!Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Carlos Castelo

Carlos Castelo lança seu novo livro, "PÁRIA AMADA, BRASIL - 99 aforismos sobre o Brasil & um sobre Portugal”, recheado de observações sarcásticas sobre o país. Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Castelo, com base em sua carreira como colunista dos jornais Estadão, Rascunho e O Dia. Castelo criou uma provocação divertida sobre a cultura, a sociedade e as peculiaridades brasileiras. Uma coleção de aforismos que oferece aos leitores uma mistura inusitada de ironia, sagacidade e observações agudas sobre o Brasil. - Tempos Crônicos





Revista
Especial Dia das MulheresFenamizah comemora o Dia Internacional da Mulher com uma edição especial.

Comemorando o “Dia Internacional da Mulher”, foi publicado junto com a edição de março um álbum especial, “Women Cartoons - Fenamizah Extra”, incluindo cartuns, pinturas, ilustrações e escritos de 112 artistas profissionais e amadores de 34 países. Você pode baixar o PDF aqui ou ler online no site Fliphtml5.




Revista
Edição de janeiro da FenamizahJá está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan .

Já está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan, com participação de 115 cartunistas e escritores de 36 países diferentes. A “Fenamizah E-Magazine” é publicada mensalmente na plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo. É publicado gratuitamente, sem qualquer finalidade comercial. Baixo o PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Revista
Fenamizah de julhoA edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah foi publicada.

A edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. Editada por Aziz Yavuzdoğan e publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de julho aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
Caricaturas de J.BoscoMúsica, cinema, literatura e caricaturas

O livro J.Bosco Caricaturas (formato 23 x 27 cm - 90 páginas) retrata algumas celebridades da música, cinema e literatura em traços preto e branco, uma homenagem ao estilo clássico da caricatura. São 75 desenhos, entre eles Lupicinio Rodrigues, Quenti Tarantino, e Ariano Suassuna, com apresentação de escritores e caricaturistas como, Miran (editor e diretor da revista Gráfica), Marko Ajdarik, Haroldo Gepp, Luciano Magno, Solda e Adriano Barroso. O livro faz parte das comemorações dos 25 anos de atuação de J.Bosco no jornal O Liberal, de Belém do Pará, como chargista diário e caricaturista.




Livro
Cartografias do fimAntologia de contos inéditos sobre a crise climática

A revista literária Subtextos, referência na publicação de ficção contemporânea brasileira no ambiente digital, anuncia o lançamento de seu primeiro livro impresso: Cartografias do fim.
Organizada por Mariane Lima, a antologia reúne treze escritores que abordam a emergência climática a partir de perspectivas e linguagens distintas — do fluxo de consciência ao conto de terror, passando por narrativas intimistas, distópicas e experimentais. O resultado é um mosaico literário que dialoga com as angústias, paisagens e possibilidades de um planeta em transformação, oferecendo uma seleção plural capaz de atender a diferentes sensibilidades de leitura.
O projeto se viabiliza por meio de uma campanha de apoio que oferece diferentes recompensas aos participantes.




Exposição
Quadrinhos no PompidouReunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos.

Em 29 de maio foi aberta a exposição “Bande dessinée, 1964 - 2024”, no Centro Georges Pompidou, em Paris. A mostra pretende oferecer um diálogo inédito entre os 3 principais centros de expressão da banda desenhada: a criação europeia, os mangas asiáticos e os quadrinhos americanos. Reunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos. A exposição vai até novembro.





Jornal
Novo vôo do GrifoO jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango de Edgar Vasques.,

Saiu o novo número do Grifo, publicação de humor e política editada pelos cartunistas da Grafar (Grafistas Associados do RS). Publicado desde outubro de 2020, o jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango, antológico personagem criado por Edgar Vasques em plena ditadura militar.




Livro
Tom & LauraO poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio.

A política brasileira pode ser chamada, às vezes, de uma grande cachorrada. É o que se vê nesta sensacional antologia de tiras em cores do publicitário, compositor e músico Carlos Castelo e do cartunista Bier. Um jeito irreverente, divertido e com sacadas geniais de observar o poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio. Morra de rir com este livrinho em formato de talão de cheques com a qualidade da Editora Noir.
Opiniões (sinceras) sobre a obra:
"Livrinho ingrato: prova de que o homem é o PIOR amigo do cão..." - Edgar Vasquez
"A tira é boa, mas tirem os cachorros" - Spacca
"Quem são Tom & Laura?" - Laerte
"Que cachorrada do Castelo e do Bier!" - Chico Caruso





Livro
Níquel NáuseaFazendo 40 anos

Níquel Náusea, personagem imortal de Fernando Gonsales, está fazendo 40 anos. E a Z Edições apresenta esta coleção que irá reunir todas as tiras criadas por Fernando nessas quatro décadas.





Humor ambientalA floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos

A floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos, é o que mostra o livro Amazônia Meu Humor – 40 anos em defesa da Amazônia, de Paulo Emmanuel.
A obra reúne quatro décadas de cartuns dedicados à luta ambiental na região, em um registro histórico e artístico que transforma humor em resistência. Emmanuel, referência do humor gráfico na Amazônia, consolida no livro sua trajetória marcada pela crítica afiada e pelo olhar sensível sobre os desafios ecológicos da floresta.




Revista
Fenamizah de maioNova edição com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

A nova edição da Fenamizah foi publicada, com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes. Baixe o PDF aqui.
Você também pode acompanhar as novidades no site.
A Fenamizah e-magazine é publicada gratuitamente todos os meses na plataforma digital, com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer finalidade comercial.