CRÔNICAS


O presidente que perdeu a maioria de si mesmo

por Carlos Castelo

A reunião após a derrota acachapante

O presidente convocou uma reunião extraordinária depois de saber que seu partido sofrera uma derrota esmagadora nas eleições parlamentares.
— Perdemos o Congresso, senhor — informou o chefe de gabinete.
— Impossível. Eu sou o Congresso.
— Constitucionalmente, não.
— Então mudem a Constituição.
— Perdemos os votos necessários.
O presidente ordenou que trouxessem todos os espelhos do palácio. Queria verificar se continuava sendo a maioria.
Os ministros examinaram seu reflexo. Por unanimidade, concluíram que sim.
— O problema são os eleitores — explicou o secretário da Democracia Controlada. — Estão votando sem consultar o senhor.
O presidente determinou que, dali em diante, cada eleitor deveria votar duas vezes: uma por si, outra pelo presidente.
— Ainda perderíamos — advertiu o assessor.
— Então cada eleitor votará apenas por mim.
Houve aplausos.
Entretanto, surgiu uma dificuldade: a derrota fora tão grande que até a sombra presidencial passara para a oposição.
O presidente mandou prendê-la. A sombra refugiou-se debaixo da mesa, onde fundou um partido.
Em quinze minutos, conquistou maioria absoluta entre os móveis.
A mesa exigiu eleições antecipadas. As cadeiras renunciaram. O tapete pediu asilo político.
Encurralado, o presidente decretou que o país inteiro passaria a ser governado por ele.
O país, consultado, preferiu mudar de endereço.


Publicado em 04/11/2026




Quem suprema o Supremo?

por Carlos Castelo

Dúvidas juridicas

No Supremo surgiu um problema que a Constituição não ainda resolveu: quem suprema o Supremo?

Um ministro pediu explicações sobre uma mensagem encontrada no celular de um banqueiro. Na mensagem, o dono do banco pedia proteção e mencionava autoridades. A Polícia Federal achou que uma delas poderia ser outro ministro.

Até aí, nada demais. Num país civilizado, banqueiros mandam mensagens, autoridades recebem mensagens e celulares, quando apreendidos, desenvolvem uma inconveniente vocação para a literatura.

O problema começou quando André Mendonça quis saber mais. Foi aí que se percebeu a gravidade da situação.

Porque uma coisa é investigar um banqueiro. Outra, muito diferente, é a investigação chegar perto de alguém que também investiga.

Mendonça pediu esclarecimentos à Procuradoria. A Procuradoria agora precisa esclarecer se deve esclarecer. E os outros ministros, segundo se discute, querem saber até onde o relator pode ir.

— Até a verdade?

— Não exagere.

O Supremo é o guardião da Constituição. A dificuldade aparece quando é preciso decidir quem vigia o vigia. A solução mais prudente seria um Supremo 2. Mas aí seria necessário um terceiro para vigiar o segundo, e em pouco tempo Brasília teria mais STFs do que carros oficiais.

Do lado de fora, o cidadão tenta acompanhar. Desconfia apenas que um ministro quer saber uma coisa e os outros querem saber se ele pode querer saber.

No fim, a dúvida já não é sobre o banqueiro. É sobre o Supremo. Talvez por isso a harmonia por lá ande tão desarmoniosa.


Publicado em 01/09/2026




Poesia, justo no domingo?

por Carlos Castelo

Suspiros poéticos e macarronada com frango

SONETO 12

São milhares de músicas horrendas
Tocando vinte e quatro por sete
Na radiola das festas, no cais,
Nos bares, discotecas e biroscas

E tome sertanejo ou u’a sofrência,
Que é sempre tão bem-vinda, junto ao funk,
Daqueles que se dança na garrafa
(Isso sem falar no brega calypso)

São milhões de harmonias tão esdrúxulas
Com cantores os mais parlapatões
E arranjos de meter medo em zumbi

Que me acho no direito, meus amigos,
De encerrar o soneto bem assim:
Sha-la-la-la-la-la-la-la-la-la!


Publicado em 10/05/2026




Natal sob nova administração

por Carlos Castelo

O frio, antes símbolo de paz e lareira, agora soprava com um suspiro de perplexidade.

Na remota vastidão branca da Lapônia, onde as renas pastam em silêncio, algo mudou. Ninguém sabe ao certo quando ocorreu. Talvez tenha sido durante uma reunião sindical dos duendes que durou 19 minutos e terminou com três demissões, um grito de “You’re all fired!” e a substituição de Santa Claus por outro Papai Noel de extrema-direita.

O novo chefe movia-se não por trenó, mas em um jato dourado com a frase “Make Christmas Great Again” estampada nas laterais. Era um homem corpulento, com uma cabeleira suspeita que desafiava as leis do bom gosto. Falava alto, dizia muitos palavrões, prometia brinquedos (só para quem merecesse) e garantia que só ele poderia proteger o Natal dos inimigos: os pinguins, os elfos veganos e as crianças choronas.

A primeira medida executiva foi a construção de um muro de gelo ao redor da sua oficina. “Eles estão nos roubando brinquedos!”, proclamava, sem especificar quem era “eles”. Os duendes, sempre muito silenciosos e acostumados com jornadas de 16 horas em troca de chocolate quente, foram obrigados a usar gravatas vermelhas e a jurar fidelidade ao novo mandatário da Lapônia toda manhã, ao som de uma versão rearranjada do Jingle Bells com batidas de tambor militar.

Crianças do mundo inteiro começaram a receber presentes incomuns: tacos de golfe, filtros fator cenoura, latinhas de Coca zero. As listas de bonzinhos e malcriados foram abolidas. Agora existia apenas uma lista: “Quem me aplaudiu mais alto”.

A caridade natalina foi rebatizada de Ajuda Patriótica de Dezembro e passou a incluir cláusulas de fidelidade perpétua. Quem recusasse recebia uma visita do chefe, em pessoa, com direito a sermão sobre porque as chaminés podem ser portas de entrada ao comunismo nos lares.

Enquanto isso, o Polo Norte via sua estabilidade afundar como trenó em avalanche. Protestos pipocavam: renas grevistas, duendes exilados, e até um grupo dissidente de bonecos de neve formou um comitê. Mas o novo líder permanecia com mão de ferro, garantindo que ninguém jamais administrou o Natal tão bem quanto ele.

O frio, antes símbolo de paz e lareira, agora soprava com um suspiro de perplexidade. O espírito natalino, coitado, estava encolhido num canto, com medo de ser deportado.

E assim, sob a aurora boreal tingida de ouro artificial, o mundo seguia seu final de ano, em choque, tentando entender se aquilo era Natal ou só um golpe de Estado com sinos e panetone.


Publicado em 25/12/2025




Aiiiéééééééééiiiiiifsh!

por Vasqs

A famosa borrachinha

Não se assustem, estou tentando criar uma onomatopeia pra um grito estridente de torneira. Pra mostrar como é, mais ou menos, o grito que minha torneira solta, quando abro - 3 mil Hz, notas de Sol7 a Lá7, segundo a IA.

O grito, isso não precisei da IA pra concluir, é provocado pelo desgaste do anel, a famosa borrachinha, causando atrito de metais, seguido desse som ardido e irritante.

Lembra muito o que acontece com nossa, a minha em particular, coluna. Entre uma vértebra e outra tem um disco que acha de envelhecer sempre que a gente envelhece. Daí que as vértebras se tocam, e em se tocando produzem dor, e produzindo dor, produzem grito, nosso, em certos casos muito semelhante ao da minha torneira - 3 mil Hz, notas de Sol7 a Lá7, segundo a IA.

Quando o médico, olhando o resultado dos exames, disse que eu tinha espondilodiscopatia degenerativa, segurei o berro; corri pro elevador, desci 3 andares, atravessei o corredor do térreo, passei pela catraca e, na frente do prédio, na Av. Paulista, aí sim soltei meu grito de torneira, misto de medo e dor:

- Aiiiéééééééééiiiiiifsh!

Mentira, não fiz nada disso. Mas que assustou, assustou.

Espondilodiscopatia degenerativa - recomenda-se não pronunciar na língua do "p" -, só não é maior que inconstitucionalissimamente ,que também assusta mas não dói direto na coluna da gente. É o "desgaste degenerativo dos discos intervertebrais e das vértebras da coluna vertebral", também segundo a IA.

A Av. Paulista é o fiofó do mundo. Ali ninguém se impressiona com nada, ninguém dá a mínima pra nada. Coisas assim, um grito, são comuns, toda hora um maluco grita pra chamar atenção. Estão habituadas, as pessoas, nada mais é inusitado na Av. Paulista.

Pra se ter uma ideia - juro dizer a verdade, vi com esses olhos que a terra há de comer com salsa e cebolinha - uma mulher, uma moradora de rua, caminhando absolutamente nua pela calçada, próximo da Rua Augusta, num horário de almoço, numa sexta-feira.

Alta, magra, esquelética, esturricada, pele queimada. O olhar perdido, mirando o nada, seguia ereta, sem direção, sem consciência de sua nudez, sem consciência sequer de sua existência.

Pois os que cruzavam com ela naquele horário, e eram muitos, em sua maioria a ignoravam. Alguns esboçavam um sorriso sarcástico, outros até estranhavam, mas a maioria seguia embotada, absorta no seu objetivo, fosse almoçar, voltar pro trabalho ou comprar uma capinha pro celular - uma doida a mais, tanto faz, foda-se.

Não os incomodou. Em parte foi bom porque seria hipocrisia, porque também não se incomodariam se ela estivesse vestida, se fosse "apenas" uma moradora de rua como as centenas que transitam por ali.

Por que se incomodariam com meu grito, se o tivesse dado? Ademais poderia nem ser um grito humano, poderia ser apenas o grito de uma torneira sem borrachinha, o que não mereceria sequer atenção de um cãozinho de madame.

O médico recomendou 10 sessões de fisioterapia, pra reforçar a musculatura em volta da coluna. Fiz 5 meses! Não resolveu nada, ainda incomoda, ainda dói a maldita espondilodiscopatia degenerativa.

Próxima encarnação, decidido: volto como torneira. Qualquer coisa, troco a borrachinha.


Publicado em 04/11/2026




A Maria Amélia, o marido da Maria Amélia e o Demônio

por Vasqs

Tudo permanecia na mais completa escuridão

A Maria Amélia era muito religiosa. Orava, cantava e dançava louvores o dia todo. Ia ao culto três vezes por semana e pagava o dízimo, religiosamente. Porque pra ela o dízimo era como um seguro que garantia proteção divina, dela e da família, incluindo o marido que bebia mais que carro velho. Bebia, não parava em empregos e chegava em casa troncho e cambaleante todos os dias.

Isto, essa vida torta do marido, pra Maria Amélia, que acreditava mais no Demônio que em Jesus, só podia ser coisa do Demônio.

Muito fez essa esposa abnegada, que lá pelas tantas da vida conseguiu convencer o marido de que tinha razão e que o único jeito era fazer um exorcismo, era expulsar o Demônio que ficava tocaiado no fígado dele. Porque, argumentou ela, o Alcenir, da Laurita, fez e deu certo, e o filho da Neguinha também - graças ao exorcismo hoje ele faz o 4 melhor que qualquer bailarino russo.

No templo, o pastor exorcista, segurando a Bíblia na cabeça do Remígio, que era como se chamava o pinguço marido da Maria Amélia, dizia palavras estranhas, fazia gestos estranhos e soltava gritos guturais também estranhos.

Mas quando estava no auge do processo, quer dizer, na hora da defenestração definitiva do Demônio, aconteceu o inesperado: a luz apagou.

Um silêncio horripilante pairou sobre o templo.

Houve um alarido na plateia - sempre tem plateia nessas coisas - todo mundo paralisado, de espinha mais gelada que cocô de esquimó.

O pastor, que se dizia um personal Demônio, que sabia tudo de Capetas, Diabos, Belzebus, Capirotos e Tinhosos, muito irritado, passou a berrar impropérios horríveis, como jamais se vira antes. Empunhava a Bíblia, ameaçava o Demônio e bradava coisas assim:

Trevas, trevas!
Privatizaram a luz!
O Diabo agora é o dono!
Fiat lux, fiat lux!

Repetia os gestos e palavras do ritual, e nada, tudo permanecia na mais completa escuridão, no mais completo silêncio, no mais completo arrepio.

Inútil, uma hora, duas horas, tudo em vão.

O exorcismo fracassou.

A Maria Amélia, lívida e em prantos não teve a mesma sorte da Laurita e da Neguinha.

Uma risada breve e triunfante ecoou no salão.

O Demônio venceu.

E venceu com uma pitada de sarcasmo próprio de Demônios.

Quando a luz voltou, muitas horas depois,... o Remígio, que entrara no templo sóbrio como um abstêmio, estava bêbado - mais bêbado que corno num balcão de bar.

E não só ele: o pastor exorcista também.


Publicado em 30/05/2026




Tipo assim

por Vasqs

Naquele instante em que você esquece que vai morrer

1
"A grande questão do século 21, pontificava o Saulo, o genro metido a intelectual, é a distopia".
Tia Nélia, entrando na sala , se meteu:
- Magina, eu uso diabo verde, funciona que é uma maravilha.

2
PEC dos 10 Mandamentos, art° 11:
"Serão permitidos todos os pecados sexuais".
£1 : "Desde que abunde o respeito".

3
"Proteja seu celular e sua carteira", avisa o autofalante do metrô.
"E quando for ao Congresso também, proteja seu celular, sua carteira, seus rins e sua alma".

4
Sempre quis uma mulher linda e deslumbrante, nunca pôde ter. Achou uma no Shope, por um precinho bem acessível. Comprou. Com 5% de desconto, no pix.

5
A I.A. foi criada pra substituir o homem. Portanto, grande bosta.

6
Vovó Matilda descobriu que a eternidade existe antes de a gente morrer.
Ela disse: naquele instante em que você esquece que vai morrer, então você é eterno. Os jovens, por óbvio, nem pensam na morte, por isso são mais eternos que os velhos. Estes, também por óbvio, pensam, então...
Vixi!... muito complicada essa véia.


Publicado em 18/12/2025




Anedota judaica

por Nelson Moraes

Se eu estiver certo...

Não, a anedota judaica que se segue não é uma parábola sobre a dificuldade de tentar trazer à razão – através de evidências sólidas, dados comprovados e lembranças factuais incontestáveis – uma parcela numerosa e arraigada (aliás, “raiz” tem um pouco a ver com o tema da anedota; lê até o fim) da opinião pública, o que até o momento se vem se mostrando infrutífero (“fruto” também tem a ver. Aguenta aí).

Alan Uterman conta que certa vez o célebre rabi Simeon Ben Eleazar, em confronto com autoridades talmúdicas a respeito de certa passagem no Tanakh (o conjunto de livros que formam a Bíblia hebraica), vendo que jamais demoveria os teimosos, retrógrados e intransigentes interlocutores com argumentos pautados pela mais pura lógica, partiu pro tudo ou nada.

– Se eu estiver certo – disse, apontando a janela –, que aquela árvore ali fora se mova pra provar.

Os demais olharam a árvore e em seguida entreolharam-se, até o que o mais velho dos rabis, dando de ombros, e pra terminar logo aquilo, concedeu não sem um tom de preguiçoso escárnio:

– Que seja.

Lentamente a árvore começou a se desenraizar, andando uns cinquenta centímetros pro lado.

Silêncio pesado, arrastado. Então o rabi mais velho deu um tapa na mesa:

– E desde quando eu vou aceitar opinião de árvore nessa discussão?!?


Publicado em 05/10/2026




Confessionário

por Nelson Moraes

Perdão é um mecanismo de compensação indulgente

– Padre... Antes de começar, só uma pergunta...
– Pois não?
– Isso aqui no lugar do genuflexório... é uma espreguiçadeira?
– É pra você ficar mais à vontade.
– Certo. É que eu não conhecia o modelo.
– Pode deitar, se quiser.
– Deitar? Mas isso não compromete a concentração do sacramento?
– Quanto mais descontraído e relaxado você estiver, melhor. Pode falar o que lhe vier à cabeça, sem autocensura. Mesmo que saia desconexo. Desliga o superego.
– Desconexo? Mas aí... como o senhor vai saber qual penitência aplicar?
– Olha. Deixa eu te explicar. Penitência, freudianamente falando, não passa de uma sublimação do sentimento de culpa, driblando as barreiras neuróticas de defesa. Assim, as...
– Ahn. Sublimação?
– Sim, Freud discorreu bastante sobre isso na primeira parte de Totem e Tabu. Mas voltemos a você. Qual a lembrança mais remota que te ocorre agora?
– Lembrança, o senhor quer dizer, pecado?
– Não, pecado é terminologia de repressão aprendida. Pode se soltar. Tenta se lembrar da infância. A fase latente. Sua mãe, por exemp...
– Mas eu vim... em busca de perdão!
– Vamos lá. Perdão é um mecanismo de compensação indulgente pra que as neuroses sejam aplacadas temporariamente. O que você deve buscar é a demarcação das raízes de sua neurose, pra que juntos nós...
– Um momento, padre. O senhor é sacerdote de qual ordem?
– ...
– ...
– Padre...?
– Lembra que eu não sou o assunto desta sessão. Estamos aqui pra falar é sobre você.
– Mas... Eu vim me confessar e obter perdão por meus pecados, pelo amor de Deus!
– Escuta. Deixa eu perguntar. Você está sentado?
– Deitado.
– Melhor ainda. Vamos lá. Deus. Então. Enquanto antropomorfização totêmica, a deidade consiste numa projeção mítica coletiva que reflete o... Olha, tem caixinha de Kleenex aí, se precisar, ok?


Publicado em 10/09/2026




Nobel da Paz de 2025

por Nelson Moraes

Trump faz biquinho

- Trump faz biquinho por não ter levado o Nobel da Paz de 2025.

- Trump faz biquinho maior ainda ao lembrar que Obama levou em 2009.

- Trump faz biquinho incomensuravelmente maior ao descobrir que foi Marco Rubio quem indicou María Corina Machado pro Nobel da Paz de 2025.

- Indústria do biquinho nos EUA tem alta de 3.7% na Bolsa de Nova York, o maior índice da série histórica.


Publicado em 11/10/2025



AGENDA

Livro
Culpa dos infernosO cartunista J. Bosco inverte a lógica do mal em sua sétima obra autoral

O cartunista J. Bosco inverte a lógica do mal em sua sétima obra autoral, O Diabo tem as Costas Largas, mostrando como as mazelas sociais nascem das escolhas humanas através de cartuns premiados e inéditos.
O livro conta com 62 páginas coloridas e reúne dezenas de cartuns, muitos deles inéditos e outros já premiados em salões de humor ao redor do mundo.
A proposta de J. Bosco é inverter a lógica tradicional do imaginário popular. Em vez de apontar para o diabo como o culpado externo por todos os males, o artista explora como o “mal” nasce das escolhas humanas cotidianas. Através do humor, a obra aborda temas espinhosos como corrupção, racismo, violência, devastação ambiental e fanatismo, transformando o personagem central em um observador irônico da nossa sociedade.




Livro
Quadrinhos & PublicidadeA evolução dos quadrinhos na publicidade em centenas de anúncios.

Em uma fascinante jornada que começa no final do século XIX e chega aos dias atuais, Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! mostra a evolução dos quadrinhos na publicidade no Brasil e no mundo, em centenas de anúncios.
Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! é o resultado de uma pesquisa de quase vinte anos do ilustrador, diretor de arte e pesquisador Toni Rodrigues. O autor buscou, catalogou, apurou informações e recuperou imagens e arquivos considerados há muito perdidos em diversas fontes.




Livro
VizungaObra-prima de Colin retorna em volume inédito pela editora Veneta.

Criado por Flavio Colin (1930–2002) e publicado originalmente em tiras diárias, entre 1964 e 1966, na Folha de S. Paulo, Vizunga é um dos pontos mais altos na história dos quadrinhos brasileiros. As tiras reúnem histórias do pescador e caçador Parcival de Carvalho, o Vizunga, e misturam elementos da cultura gráfica popular brasileira com o modernismo, em narrativas cheias de aventura, ironia e crítica social. Vizunga retorna em um volume inédito pela editora Veneta.




Exposição
Quadrinhos no PompidouReunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos.

Em 29 de maio foi aberta a exposição “Bande dessinée, 1964 - 2024”, no Centro Georges Pompidou, em Paris. A mostra pretende oferecer um diálogo inédito entre os 3 principais centros de expressão da banda desenhada: a criação europeia, os mangas asiáticos e os quadrinhos americanos. Reunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos. A exposição vai até novembro.





Revista
Fenamizah de julhoA edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah foi publicada.

A edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. Editada por Aziz Yavuzdoğan e publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de julho aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
Relicário de afetosTudo com humor, lirismo e ironia

Carlos Castelo, reconhecido por sua verve humorística e seu olhar afiado para o humano, reúne em seu novo livro, Museu de Musas, letras e poemas escritos ao longo de décadas. São declarações tardias, confissões improvisadas, bilhetes que nunca foram entregues. Musas reais ou inventadas, passageiras ou perenes, todas reunidas neste espaço de palavras que ora se parece com um quarto de pensão, ora com um altar pagão.




Revista
Nova edição da FenamizahJá está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan.

Já está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan. Você pode ler a edição online aqui ou baixar o exemplar em pdf aqui.




Livro
Níquel NáuseaFazendo 40 anos

Níquel Náusea, personagem imortal de Fernando Gonsales, está fazendo 40 anos. E a Z Edições apresenta esta coleção que irá reunir todas as tiras criadas por Fernando nessas quatro décadas.




Livro
Histórias MínimasUm olhar afinado de Paulo Batista sobre detalhes do mundo cotidiano.

Um olhar afinado sobre detalhes do mundo cotidiano (que muitas vezes passam desapercebidos) disposto ao longo de oitenta páginas de pequenas HQs. É o conteúdo de Histórias Mínimas, novo livro do cartunista Paulo Batista, publicado pelo selo PB Editorial do próprio autor. “São temas que eu gosto de explorar como cronista do mundo do meu entorno”, diz o artista. Muitas dessas HQs e tirinhas foram publicadas no Instagram e páginas do Facebook identificadas com o mesmo título do livro. Agora editadas na sequência formam uma narrativa ainda mais interessante sob o traço delicado do cartunista. Para mais informações de como comprar o livro acesse aqui pelo Instagram ou Facebook





Revista
Edição de janeiro da FenamizahJá está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan .

Já está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan, com participação de 115 cartunistas e escritores de 36 países diferentes. A “Fenamizah E-Magazine” é publicada mensalmente na plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo. É publicado gratuitamente, sem qualquer finalidade comercial. Baixo o PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Livro
A volta de MoebiusHá quase duas décadas fora de catálogo, o trabalho de Moebius finalmente volta pela editora Tábula.

Moebius é um autor muito prolífico com várias coletâneas e personagens. Suas histórias curtas publicadas da Metal Hurlant (França) e Heavy Metal (EUA), revolucionaram o mercado dos quadrinhos.
Há quase duas décadas fora de catálogo, o trabalho de Moebius finalmente volta pela editora Tábula em uma edição que reúne material consagrado, além de algumas histórias inéditas no Brasil.




Jornal
Novo vôo do GrifoO jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango de Edgar Vasques.,

Saiu o novo número do Grifo, publicação de humor e política editada pelos cartunistas da Grafar (Grafistas Associados do RS). Publicado desde outubro de 2020, o jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango, antológico personagem criado por Edgar Vasques em plena ditadura militar.




Livro
Mortadelo e Salaminho estão de voltaOs agentes da T.I.A. agora com duas HQs em uma única edição

A Figura Editora ouviu o público, e o segundo volume de Mortadelo e Salaminho chega com dose dupla de HQs do genial Francisco Ibáñez. Isso mesmo, são duas aventuras dos agentes da T.I.A. em uma mesma edição de 96 páginas!




Revista
Edição de abril da Fenamizah80 páginas com 137 cartunistas e escritores de 40 países diferentes

A edição de abril da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 80 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 137 caricaturistas e escritores de 40 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de abril aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
O horror segundo Carlos CasteloCastelo revela que além do humor também habita nele uma inquietante galeria de horrores.

Há escritores que se especializam numa só faceta literária. Vivem e morrem na confortável casinha construída em torno de um único estilo. Não é o caso de Carlos Castelo, figura conhecida por sua trajetória múltipla. Jornalista, humorista, poeta, publicitário premiado e agora — para arrepio de muitos — autor de contos de horror.
Em Dentro de Mim Mora a Sombra, Castelo revela que, além do humor, também habita nele uma inquietante galeria de horrores. Com apresentação luxuosa assinada pelos escritores Bráulio Tavares e Gustavo Ávila, o livro chega como uma inesperada novidade. Quem diria que um dos criadores do icônico grupo Língua de Trapo, símbolo irreverente da São Paulo dos anos 80, também dominasse o sombrio e o macabro?
Inspirado em Edgar Allan Poe e Ambrose Bierce, escritores que transitaram habilmente entre o horror e o humor, Castelo reconhece que esses dois gêneros são como irmãos gêmeos univitelinos. Um provocando o medo, o outro o riso. E nessa coleção de histórias perturbadoras, o autor explora exatamente essa dualidade, mesclando folclore brasileiro, lendas urbanas e os dilemas mais sombrios da vida moderna.




Revista
Fenamizah em edição especialEdição especial dos mestres do cartum mundial

A Fenamizah apresenta uma edição especial com 100 páginas em homenagem aos mestres do cartum mundial, apresentando trabalhos de Steinberg, Ziraldo, Mordillo, Hoffnung, dentre outros. Leia online ou baixe o pdf




Livro
Tom & LauraO poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio.

A política brasileira pode ser chamada, às vezes, de uma grande cachorrada. É o que se vê nesta sensacional antologia de tiras em cores do publicitário, compositor e músico Carlos Castelo e do cartunista Bier. Um jeito irreverente, divertido e com sacadas geniais de observar o poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio. Morra de rir com este livrinho em formato de talão de cheques com a qualidade da Editora Noir.
Opiniões (sinceras) sobre a obra:
"Livrinho ingrato: prova de que o homem é o PIOR amigo do cão..." - Edgar Vasquez
"A tira é boa, mas tirem os cachorros" - Spacca
"Quem são Tom & Laura?" - Laerte
"Que cachorrada do Castelo e do Bier!" - Chico Caruso





Revista
Fenamizah de maioNova edição com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

A nova edição da Fenamizah foi publicada, com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes. Baixe o PDF aqui.
Você também pode acompanhar as novidades no site.
A Fenamizah e-magazine é publicada gratuitamente todos os meses na plataforma digital, com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer finalidade comercial.




Revista
Nova edição da FenamizahPublicada gratuitamente em plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo.

A edição de dezembro da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 106 caricaturistas e escritores de 35 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de novembro aqui. Ou ler a revista online nos sites Calameo ou Fliphtml5.





Livro
Ebal – Uma História IlustradaA editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações ganha um livro.

Em 1934, Adolfo Aizen criou o Suplemento Juvenil, publicação que revolucionou os quadrinhos no Brasil e liderou o segmento na maior parte de seus onze anos de existência. Até que, em 1945, Aizen parte para um novo projeto e cria a sua Editora Brasil-América.
Finalmente a editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações, ganha um livro à altura de sua importância. Fartamente ilustrado, com imagens raras e textos elucidativos frutos de uma minuciosa pesquisa realizada por vários autores.




Jornal
Nova edição do GrifoO acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista

No GRIFO 55, Jef Miola questiona “Que Congresso é esse?” (e nem tinha acontecido a barbárie contra Marina Silva). Essa postura agressiva e direitista não é exclusividade brasileira, mostram Luiz Faria analisando Trump, Tarso Riccordi questionando o “desprefeito” de Porto Alegre. Já Winckler aborda o acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista. Coisa que ficou bem ilustrada na capa do Eugênio Neves.




Revista
Especial Dia das MulheresFenamizah comemora o Dia Internacional da Mulher com uma edição especial.

Comemorando o “Dia Internacional da Mulher”, foi publicado junto com a edição de março um álbum especial, “Women Cartoons - Fenamizah Extra”, incluindo cartuns, pinturas, ilustrações e escritos de 112 artistas profissionais e amadores de 34 países. Você pode baixar o PDF aqui ou ler online no site Fliphtml5.




Revista
Fenamizah de fevereiroEsta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

Já está disponível pra download a edição de fevereiro de 2025 da revista eletrônica Fenamizah (edição 76), editada por Aziz Yavuzdoğan. Esta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes, incluindo cartunistas e escritores de renome mundial.
A revista eletrônica Fenamizah é publicada todo mês em plataformas digitais, oferecida gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo, sem nenhum propósito comercial.
Você pode baixar a edição de fevereiro gratuitamente clicando aqui.




Livro
A lírica visual de FaustoUm lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.

Fausto Bergocce é cartunista, ilustrador e multiartista visual, com obras que transitam entre o desenho, a pintura, a colagem e a fotografia, integrando aos cartuns, tiras e charges muito desses conhecimentos. Seu novo livro, Simples Cartum, é um lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.




Cards
Heróis & HeroínasHomenageando os grandes artistas da música brasileira

No intuito de homenagear personagens históricos da música brasileira, o caricaturista e ilustrador Eduardo Baptistão e Geraldo Leite, músico e radialista, lançam Heróis & Heroínas da Nossa Música, um caixa contendo 52 cards, com as caricaturas e mini biografias dos artistas de MPB, Samba, Choro, Bossa-Nova, etc. Além disso cada card acompanha um QR Code com playlist de cada artista, preparada por Geraldo Leite.




Livro
O humor de VasqsPapo Gaio de Maritacas

Vasqs vai lançar seu novo livro de humor, Papo Gaio de Maritacas, pela editora Converso. O lançamento será no dia 29 de novembro, das 14h às 17h, no Mi & Mo Gato Café (rua Coronel Oscar Porto, 400), próximo ao metrô Brigadeiro.




Revista
Revista Fenamizah de marçoUma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah .

Uma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de março aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
Cartografias do fimAntologia de contos inéditos sobre a crise climática

A revista literária Subtextos, referência na publicação de ficção contemporânea brasileira no ambiente digital, anuncia o lançamento de seu primeiro livro impresso: Cartografias do fim.
Organizada por Mariane Lima, a antologia reúne treze escritores que abordam a emergência climática a partir de perspectivas e linguagens distintas — do fluxo de consciência ao conto de terror, passando por narrativas intimistas, distópicas e experimentais. O resultado é um mosaico literário que dialoga com as angústias, paisagens e possibilidades de um planeta em transformação, oferecendo uma seleção plural capaz de atender a diferentes sensibilidades de leitura.
O projeto se viabiliza por meio de uma campanha de apoio que oferece diferentes recompensas aos participantes.




Revista
Fenamizah de junho80ª edição da Fenamizah e-magazine

A 80ª edição da Fenamizah e-magazine está disponível para leitura online ou download. Editada por Aziz Yavuzdoğan, a nova edição conta com a participação voluntária de 130 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.




Livro
Caricaturas de J.BoscoMúsica, cinema, literatura e caricaturas

O livro J.Bosco Caricaturas (formato 23 x 27 cm - 90 páginas) retrata algumas celebridades da música, cinema e literatura em traços preto e branco, uma homenagem ao estilo clássico da caricatura. São 75 desenhos, entre eles Lupicinio Rodrigues, Quenti Tarantino, e Ariano Suassuna, com apresentação de escritores e caricaturistas como, Miran (editor e diretor da revista Gráfica), Marko Ajdarik, Haroldo Gepp, Luciano Magno, Solda e Adriano Barroso. O livro faz parte das comemorações dos 25 anos de atuação de J.Bosco no jornal O Liberal, de Belém do Pará, como chargista diário e caricaturista.





Humor ambientalA floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos

A floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos, é o que mostra o livro Amazônia Meu Humor – 40 anos em defesa da Amazônia, de Paulo Emmanuel.
A obra reúne quatro décadas de cartuns dedicados à luta ambiental na região, em um registro histórico e artístico que transforma humor em resistência. Emmanuel, referência do humor gráfico na Amazônia, consolida no livro sua trajetória marcada pela crítica afiada e pelo olhar sensível sobre os desafios ecológicos da floresta.




Livro
Os Migonautas As aventuras bem humoradas de ursos viajando pelo espaço.

Os Migonautas é uma série de tirinhas criadas por Mig Mendes. Com bastante estrada, a tira começou como tira diária de jornal, publicada em O Fluminense de Niterói e outros diários. Nessa época (1991 - 1993) o título era O Urso no Espaço. Depois as tiras foram recriadas para redes sociais no final de 2015, com muito mais cor, desenvolvimento de personagens e arcos formando pequenas histórias. O volume 5 dos Migonautas está em campanha no Catarse.




Revista
Nova edição da FenamizahEm sua 82ª edição, a revista eletrônica Fenamizah apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes.

Esta 82ª edição da revista eletrônica Fenamizah, publicada por Aziz Yavuzdoğan como editor-chefe e com a participação voluntária de cartunistas e escritores de renome mundial, apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes. Baixe seu exemplar em PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Livro
Cartuns EcológicosPlaneta em Risco" é o sexto livro do cartunista J.Bosco, trazendo 86 cartuns que abordam diversas formas de degradação do meio ambiente.

"Planeta em Risco" é o sexto livro do cartunista paraense J.Bosco, com mais de 40 anos de profissão, são 86 cartuns ecológicos, abordando diversas formas de degradação do meio ambiente, poluição dos rios e mares, desertificação, aquecimento global, extinção de algumas espécies marinhas, crise climática. Um livro com vasto material crítico, com linguagem universal, que nos leva a uma reflexão sobre o tempo de nossa própria existência.





Livro
Pária amada, Brasil!Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Carlos Castelo

Carlos Castelo lança seu novo livro, "PÁRIA AMADA, BRASIL - 99 aforismos sobre o Brasil & um sobre Portugal”, recheado de observações sarcásticas sobre o país. Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Castelo, com base em sua carreira como colunista dos jornais Estadão, Rascunho e O Dia. Castelo criou uma provocação divertida sobre a cultura, a sociedade e as peculiaridades brasileiras. Uma coleção de aforismos que oferece aos leitores uma mistura inusitada de ironia, sagacidade e observações agudas sobre o Brasil. - Tempos Crônicos