CRÔNICAS


Tropicália de pijama

por Carlos Castelo

Imagens que abalam

Eu confesso. Poucas cenas me abalam tanto quanto ver Caetano Veloso. Ou melhor, ver vídeos de Caetano Veloso de pijama.
Pior: logo após o baiano ganhar um Grammy Global!
É como ver um tigre aposentado, assistindo novela e molhando biscoito no chá de camomila.
Nada contra Caetano — pelo amor de Gal Costa! — o homem é um orixá tropical com discografia de tirar o rebolado da Globeleza. Mas de pijama? Não, Brasil, isso não!
É quase uma agressão visual. É como se o hino nacional resolvesse ser cantado pela minha Alexa.
E a cama dele? Aquela cama alva, imaculada, mais parece um altar de rendição pacífica.
Ah, claro, existem imagens bem mais perturbadoras do que essa. O Sarney fazendo polichinelo, por exemplo, em sua casa no Maranhão. Ou a reprise de Malhação de 1998. Mas Caetano, o rebelde da Tropicália, assim de pijama, lembra um revolucionário de pantufa.
Axé, mano Caetano! E vê se troca esse pijama por uma bata estilosa, vai… A Tropicália nasceu para chocar não pra combinar com travesseiro.


Publicado em 05/02/2026




Conheça as 20 carreiras que vão dominar 2026

por Carlos Castelo

Seção Corporativa

1. FILETE
Linha fina, só um risco.

2. TRAÇADO
Carreira padrão.

3. TRILHO
Carreira mais grossa.

4. SERRALHA
Linha larga, pesada, chamada de “serralhona” quando exagera.

5. TAPETE
Carreira gigantesca, quase uma faixa. “Tapetão” é versão GG.

6. CARREIRÃO
Genérico para linha forte.

7. RETÃO
Linha longa. Em alguns lugares também chamam de “avenidão”.

8. CARREIRA DE GUERREIRO
Às vezes chamada de “coragem” ou “coronária”.

9. ASA
Duas carreiras paralelas.

10. MÍSSIL
Linha reta, longa e grossa.

11. ESTILINGUE
Linha que começa fina e engrossa no final.

12. MINHOCA
Carreira torta, tremida.

13. SERRILHADO
Linha picotada, mal cortada.

14. CARREIRA DE VENTO
Muito fina, quase nada.

15. CARREIRA FANTASMA
Quando não sobrou nada, mas o indivíduo ainda passa o cartão por desencargo.

16. CARREIRA DE DOIDO
Muito torta, feita às pressas.

17. BARRO
Linha que já empelotou.

18. ROLO
Linha feita com sobra, misturada, irregular.

19. POSTE
Carreira grossa e curta.

20. RABO-DE-RATO
Linha tão pequena que mais parece um fiapo.


Publicado em 30/12/2025




Do Livro do Juízo Capilar

por Carlos Castelo

Que o Senhor se apiede deles.

E, nos últimos dias da grande confusão, se levantará um juiz de peruca, cujo nome terá o sinal do X, e os povos tremerão, não por justiça, mas por pura perplexidade. Pois virá montado não sobre cavalo branco, nem sobre camelo, mas sobre um sedã oficial, dizendo: "Eis que venho para julgar, porém antes, deixai-me ajustar a peruca."

E quando ele ajeitar a peruca pela terceira vez, e o galo cantar, haverá ranger de dentes e as leis regredirão.
Então os escribas do tribunal murmurarão: "Quem é este homem de madeixas postas? Quem ousa julgar com tanto laquê?"

E responderá o povo: "É aquele de nome impronunciável, que contém o X misterioso, símbolo do voto que se inclina mais ao aliado que à balança.

E será conhecido por seus vereditos longuíssimos, que farão os réus envelhecerem antes da sentença.

E muitos buscarão refúgio em pedidos de vista, mas não haverá lugar seguro, pois o juiz de peruca já terá aberto a sessão eterna.

E dirá ele: "Em verdade, em verdade vos digo: quem não ouvir meu voto até o fim, nem o tribunal dos céus o reconhecerá."

E cairá um grande silêncio sobre os fóruns, e as rotinas processuais cessarão, pois todos aguardarão o parecer final do Excelso X.

E então se cumprirá a profecia: "Quando o justo não entender o despacho, e o injusto disser 'amém', então saberás que o fim está próximo."

E a terra será dividida entre os que dizem "sim, Excelência" e os que apenas clicam em "concordo com os termos".

E haverá grande balbúrdia entre advogados e teólogos, pois ninguém saberá onde termina o Código Penal e começa o Apocalipse.

E, assim, até o fim dos tempos muitos serão os que seguirão ouvindo a fala do juiz de peruca. Que o Senhor se apiede deles.


Publicado em 22/10/2025




Líderes e suas desculpas psiquiátricas

por Carlos Castelo

De Napoleão a Putin

Napoleão Bonaparte
“Invadi metade da Europa porque tive uma certa paranoia”.

Adolf Hitler
“Fiz tudo aquilo porque tive um delírio de grandeza. O médico disse que passava com repouso, mas acabei repousando a Polônia inteira.”

Josef Stalin
“Mandei milhões para o inferno após uma crise de ansiedade. Achei que todo mundo conspirava contra mim. E, convenhamos, conspirava mesmo.”

Mao Tsé-Tung
“Lancei o Grande Salto Adiante em função de um breve delírio. Vi campos férteis onde só havia fome.”

Winston Churchill
“Prometi sangue, suor e lágrimas graças a um surto causado pelo excesso de whisky, conhaque e charutos.

Ronald Reagan
“Declarei guerra às drogas logo em seguida à uma visão apocalíptica: vi hippies multiplicando-se como gremlins à luz do dia.”

Donald Trump
“Questionei a eleição por causa de uma miragem. Meu espelho dizia que eu tinha vencido.”

Vladimir Putin
“Invadi a Ucrânia devido a um lapso de consciência. O mapa-múndi me disse que ela estava muito perto.”


Publicado em 24/11/2025




Sweet memories*

por Vasqs

Quando se trata de sexo...

O personagem de O Complexo de Portnoy roubava bifes de fígado da geladeira da mãe e usava para se masturbar. Grande ideia. Philip Roth deve ter sacado essa do seu tempo de moleque. Moleque é um Vesúvio de testosterona, quando se trata de sexo inventa mais que o Thomaz Edison.

1
O Narciso ganhou uma égua de presente da avó. A cidade ainda não sabia se era urbana ou rural, tinha espaço e ruas de terra. O Narciso, 11 anos, subia numa cerca, posicionava a égua e dava um crau no bicho. Diziam que também usava galinhas, porcos e cabras.

A anedota era assim:

- O que você vai ser quando crescer, Narciso?

- Tarado.

Com 15 anos já tinha engravidado uma moça mais velha que ele 8 anos.

2
Também tinha o Tenório, o carroceiro. Orgulhava-se de ter uma minhoca especialmente avantajada. 23 centímetros!, bradava. Dizia que dava nó e chamava os moleques no banheiro pra mostrar, como uma aberração de circo de horrores. Só não cobrava, o preço era a perplexidade dos garotos, fazia bem pro seu ego.

Uma vez o Silvinho levou uma trena.

- 18 cm! - protestou – e não 23!

O Tenório deu um sorrisinho triunfante:

- E você acha pouco?

3
O Sakata tinha dinheiro no bolso, era filho de fazendeiro. Uma tarde apareceu com um pacote de catecismos – mais de 50! -, um quadrinho pornô, espécie de educação sexual da garotada da época. Comprava todos, devia ser o maior comprador de catecismos da cidade. Queria que o Hugo levasse pra casa, emprestaria por quanto tempo quisesse. Seus pais andavam desconfiados.

O Hugo disse: e os meus? Mas levou.

Num mês, já tinha lido tudo.

Até que lá um dia, quando saía do banheiro, tomou uma bronca da mãe e um pescoção do pai, tudo ao mesmo tempo.

Não que tivessem desconfiado, mas pelo tempo que o Hugo ficava no chuveiro, devia ser ele o responsável: a conta de luz estourou naquele mês.



4

Os bailinhos eram chamados de roça-roça. Mesmo o da Igreja. É, tinha um que funcionava no salão da igreja, com rock, Beatles e tudo mais.

Todo fim-de-semana tinha roça-roça na igreja.

Father Mackenzie remendava suas meias enquanto John Lennon, no salão, pecava fungando no cangote da Eleonor Rigby: oh, giiiirl, sffffsh!...

Esses bailinhos eram a contradição do crescei-vos e multiplicai-vos e ao mesmo tempo uma preliminar de quem fosse pro inferno, porque a coisa era mais torturante que o band aid do João Bosco. As moças eram terrivelmente recatadas, quase freiras, de maneiras que crescei-vos, sim, mas multiplicai-vos, nem pensar: só depois de casadas.

Um cinto da castidade invisível e mais resistente que os da Idade Média fazia as vezes de polícia da moralidade: eram os olhos lancinantes (e invejosos) do padre, do pai, da mãe, das tias, do delegado, do juiz, dos vizinhos, e, claro, os onipresentes de Deus.

E afinal eram o que explicava o Narciso, o Sakata, o Tenório, os catecismos pornô...

E muito provavelmente também os bifes de fígado nas mãos do Portnoy.



* Nada é mentira.


Publicado em 07/02/2026




Uma fábula do cotidiano

por Vasqs

Dois banqueiros viram um pacote de moedas no chão

Dois banqueiros, caminhando um na direção do outro, viram um pacote de moedas no chão. Abaixaram pra pegar, bateram a cabeça um no outro e desmaiaram.

Nesse momento apareceu um homem de rua com seu cachorro também de rua. Viu os banqueiros caídos e viu o pacote de moedas. Enquanto o cachorro urinava nos banqueiros, o homem pegou as moedas e saiu feliz da vida.

No caminho foi abordado por um policial, que quis saber que alegria era aquela sendo ele um homem de rua, e antes de o homem explicar, encheu ele de porrada e lhe tomou o pacote.

No distrito, o delegado, observando a expressão de alegria do policial, também quis saber que porra de alegria era aquela. Demitiu o policial por suposto roubo, pegou as moedas pra ele e levou pra por no cofre do filhinho - pra quando ele crescesse pudesse comprar um Porsche e sair pelas avenidas a 150 km por hora e dane-se quem estiver na frente.

O delegado entrou em casa com um sorrisão indisfarçável e então foi a esposa que quis saber que diabo de sorrisão era aquele. Tomou as moedas do delegado e dane-se o filhinho e dane-se o Porsche do filhinho, nem ela tinha um. Ligou pro "avião" e pediu 30 g de farinha, que a vida não tá fácil, mesmo pra mulher de um delegado.

O "avião" chegou num minuto, entregou a farinha e levou a grana pro traficante chefe. O chefe, que não cheira farinha mas cheira grana de qualquer distância, pegou as moedas e aplicou tudo nos bancos dos banqueiros lá na Faria Lima.

Fim.

Nota: a primeira parte dessa história é fake. Banqueiros não se abaixam pra pegar moedas. Banqueiros têm capachos que fazem isso por eles. Seja um empregado puxa-saco ou um presidente idem do Banco Central.

Então, quem trombou e desmaiou não foram os banqueiros, infelizmente. Foram os capachos, que depois foram mijados pelo cachorro e bem feito pra eles.

Moral: banqueiros nunca perdem, se perdessem não seriam banqueiros. Seriam, talvez, homens de rua com seus cachorros também de rua.


Publicado em 16/01/2026




Dia de Reis

por Nelson Moraes

Estava então lá no presépio o casal com o menino...

Estava então lá no presépio o casal com o menino, quando o primeiro rei mago chegou.

– Seguinte – ele foi logo dizendo, pouco afeito a meias palavras – , eu sou um entrepreneur capitalista e trago ouro. O ouro que ergue nações, desperta a cobiça produtiva e resulta em desenvolvimento e abertura de nichos de mercado. Juntar seu nome ao meu – e agora ele falava diretamente ao menino – vai fazer de uma pequena enterprise um conglomerado planetário, abrindo fronteiras, catequizando povos, estabelecendo governos e ditando os rumos da economia mundial. Fui claro?

– Oquei, oquei – disse o pai do menino, recebendo o ouro e guardando em um canto do presépio. E pediu: – O próximo.

– Oi – disse compenetrado o segundo rei mago. – Eu sou de Humanas e trago incenso. O incenso que desperta estados de consciência e que faz da justiça igualitária o objetivo maior da existência, somada à fruição holística da aura que permeia o planeta. Seu nome aliado ao meu vai deter a marcha desenfreada da ambição e fazer da experiência humana uma prática de compartilhamento, resistindo a todas as formas de totalitarismo. Que tal?

– Sei, sei – disse o pai da criança, guardando o incenso e pedindo ao terceiro rei mago para entrar.

– Olá – disse o terceiro. – Eu trago mirra, e...

– Que diabo é mirra? – perguntou o pai do menino.

– É algo que não se explica tão resumidamente. Pra entender a mirra é preciso se distanciar, relativizar, adquirir um ponto de vista mais abrangente, que...

Mas aí o primeiro e segundo reis magos já estavam se atracando com o terceiro e rolando no chão. Finalmente deram uma carreira nele, e então voltaram ao presépio, tirando o pó da roupa e se justificando:

– Não levem a mal. É que no mundo de hoje não tem lugar pra isentão.

Moral: A presente dado não se pede a procedência


Publicado em 12/01/2026




Sábado quente à noite

por Nelson Moraes

Acendi um cigarro e rumei ao Instagram dela.

Meu perfil do Facebook estava às moscas, como sempre ocorre no verão. Porque nas outras três estações nem as moscas aparecem. Eu ouvia uma playlist de Wynton Marsalis no Spotfy, enviada por Jack Fuinha, o único comentarista de meu perfil – quando de repente ela apareceu no Messenger: insinuante, cool, as bordas azuis e… ah, certo, eu descrevia o template do Messenger.
Mas então entrou lá aquela loura fantástica. “Meu marido sumiu”, disse a mensagem, complementando: “Agora passa no meu Instagram e deixa um like”. Acendi um cigarro e rumei ao Instagram dela. Chegando lá vi as fotos do marido desaparecido. Deixei um comentário: “50 dólares a hora, mais despesas”. Ela postou um emoticon com uma pequena lágrima, e eu teclei: “Meu coração é mole mas o bolso é duro, boneca. É pegar ou largar”. Ela postou um smilie (não sei se por causa da última frase ou do “duro”) e voltei então ao meu Facebook.
Encontrei o template todo desarrumado, como se o houvessem invadido e revirado (nada impediria de ser o próprio Facebook mais uma vez atualizando desnecessariamente o layout). Encafifei: já saberiam que eu estava no caso? Mandei um áudio de Whatsapp a Little Todd, meu fornecedor de memes e fofocas, perguntando o que ele saberia a respeito. Ele cobrou oito dólares adiantados e passou a dica: o Instagram da loura tinha um índice de engajamento altíssimo – o perfil dela era um dos mais seguidos da rede.
Acendi um cigarro e fui ao Google. Digitei o nome do marido desaparecido. No meio da pesquisa meu IP foi invadido por uma gangue de vírus com sotaque armênio, que ameaçou me formatar se eu não desistisse da busca. Acendi um cigarro e intempestivamente tomei a atitude tão temerária quanto inevitável: baixei a versão grátis mais recente do Norton.
Livre da máfia armênia, prossegui até descobrir, via Google: o marido desaparecido havia entrado para uma comunidade natureba no YouTube e não retornaria mais ao Facebook. Acendi um cigarro. Voltei ao Instagram da loura, onde, para minha surpresa, os stories a mostravam aos beijos e abraços com… Jack Fuinha.
Fora tudo armação dele, vingando-se porque eu nunca respondia a seus comentários. Ele na verdade era gestor de TI e fora quem providenciara o ataque dos vírus armênios. Sem falar do conluio com a loura do Instagram, sua amante.
E agora? Eu estava sem um tostão. Minha conexão era do pacote básico da Claro – quem pagaria pelos incontáveis minutos em busca do marido sumido? Jack e a loura enviaram um emoticon risonho com chifrinho, postando: “Contente-se em saber que a Enel pode cortar a energia antes da operadora cortar a conexão, old pal”.
Suspirei. Era uma noite quente, e a playlist de Wynton Marsalis travou. Acendi um cigarro e acessei o site da Organização de Combate ao Enfisema.


Publicado em 05/10/2025




AGENDA

Exposição
Quadrinhos no PompidouReunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos.

Em 29 de maio foi aberta a exposição “Bande dessinée, 1964 - 2024”, no Centro Georges Pompidou, em Paris. A mostra pretende oferecer um diálogo inédito entre os 3 principais centros de expressão da banda desenhada: a criação europeia, os mangas asiáticos e os quadrinhos americanos. Reunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos. A exposição vai até novembro.





Livro
O humor de VasqsPapo Gaio de Maritacas

Vasqs vai lançar seu novo livro de humor, Papo Gaio de Maritacas, pela editora Converso. O lançamento será no dia 29 de novembro, das 14h às 17h, no Mi & Mo Gato Café (rua Coronel Oscar Porto, 400), próximo ao metrô Brigadeiro.




Livro
Mortadelo e Salaminho estão de voltaOs agentes da T.I.A. agora com duas HQs em uma única edição

A Figura Editora ouviu o público, e o segundo volume de Mortadelo e Salaminho chega com dose dupla de HQs do genial Francisco Ibáñez. Isso mesmo, são duas aventuras dos agentes da T.I.A. em uma mesma edição de 96 páginas!





Humor ambientalA floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos

A floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos, é o que mostra o livro Amazônia Meu Humor – 40 anos em defesa da Amazônia, de Paulo Emmanuel.
A obra reúne quatro décadas de cartuns dedicados à luta ambiental na região, em um registro histórico e artístico que transforma humor em resistência. Emmanuel, referência do humor gráfico na Amazônia, consolida no livro sua trajetória marcada pela crítica afiada e pelo olhar sensível sobre os desafios ecológicos da floresta.




Livro
VizungaObra-prima de Colin retorna em volume inédito pela editora Veneta.

Criado por Flavio Colin (1930–2002) e publicado originalmente em tiras diárias, entre 1964 e 1966, na Folha de S. Paulo, Vizunga é um dos pontos mais altos na história dos quadrinhos brasileiros. As tiras reúnem histórias do pescador e caçador Parcival de Carvalho, o Vizunga, e misturam elementos da cultura gráfica popular brasileira com o modernismo, em narrativas cheias de aventura, ironia e crítica social. Vizunga retorna em um volume inédito pela editora Veneta.




Livro
Níquel NáuseaFazendo 40 anos

Níquel Náusea, personagem imortal de Fernando Gonsales, está fazendo 40 anos. E a Z Edições apresenta esta coleção que irá reunir todas as tiras criadas por Fernando nessas quatro décadas.




Revista
Nova edição da FenamizahPublicada gratuitamente em plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo.

A edição de dezembro da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 106 caricaturistas e escritores de 35 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de novembro aqui. Ou ler a revista online nos sites Calameo ou Fliphtml5.





Revista
Edição de abril da Fenamizah80 páginas com 137 cartunistas e escritores de 40 países diferentes

A edição de abril da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 80 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 137 caricaturistas e escritores de 40 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de abril aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Revista
Edição de janeiro da FenamizahJá está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan .

Já está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan, com participação de 115 cartunistas e escritores de 36 países diferentes. A “Fenamizah E-Magazine” é publicada mensalmente na plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo. É publicado gratuitamente, sem qualquer finalidade comercial. Baixo o PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Livro
Histórias MínimasUm olhar afinado de Paulo Batista sobre detalhes do mundo cotidiano.

Um olhar afinado sobre detalhes do mundo cotidiano (que muitas vezes passam desapercebidos) disposto ao longo de oitenta páginas de pequenas HQs. É o conteúdo de Histórias Mínimas, novo livro do cartunista Paulo Batista, publicado pelo selo PB Editorial do próprio autor. “São temas que eu gosto de explorar como cronista do mundo do meu entorno”, diz o artista. Muitas dessas HQs e tirinhas foram publicadas no Instagram e páginas do Facebook identificadas com o mesmo título do livro. Agora editadas na sequência formam uma narrativa ainda mais interessante sob o traço delicado do cartunista. Para mais informações de como comprar o livro acesse aqui pelo Instagram ou Facebook





Livro
Cartuns EcológicosPlaneta em Risco" é o sexto livro do cartunista J.Bosco, trazendo 86 cartuns que abordam diversas formas de degradação do meio ambiente.

"Planeta em Risco" é o sexto livro do cartunista paraense J.Bosco, com mais de 40 anos de profissão, são 86 cartuns ecológicos, abordando diversas formas de degradação do meio ambiente, poluição dos rios e mares, desertificação, aquecimento global, extinção de algumas espécies marinhas, crise climática. Um livro com vasto material crítico, com linguagem universal, que nos leva a uma reflexão sobre o tempo de nossa própria existência.





Livro
O horror segundo Carlos CasteloCastelo revela que além do humor também habita nele uma inquietante galeria de horrores.

Há escritores que se especializam numa só faceta literária. Vivem e morrem na confortável casinha construída em torno de um único estilo. Não é o caso de Carlos Castelo, figura conhecida por sua trajetória múltipla. Jornalista, humorista, poeta, publicitário premiado e agora — para arrepio de muitos — autor de contos de horror.
Em Dentro de Mim Mora a Sombra, Castelo revela que, além do humor, também habita nele uma inquietante galeria de horrores. Com apresentação luxuosa assinada pelos escritores Bráulio Tavares e Gustavo Ávila, o livro chega como uma inesperada novidade. Quem diria que um dos criadores do icônico grupo Língua de Trapo, símbolo irreverente da São Paulo dos anos 80, também dominasse o sombrio e o macabro?
Inspirado em Edgar Allan Poe e Ambrose Bierce, escritores que transitaram habilmente entre o horror e o humor, Castelo reconhece que esses dois gêneros são como irmãos gêmeos univitelinos. Um provocando o medo, o outro o riso. E nessa coleção de histórias perturbadoras, o autor explora exatamente essa dualidade, mesclando folclore brasileiro, lendas urbanas e os dilemas mais sombrios da vida moderna.




Livro
Tom & LauraO poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio.

A política brasileira pode ser chamada, às vezes, de uma grande cachorrada. É o que se vê nesta sensacional antologia de tiras em cores do publicitário, compositor e músico Carlos Castelo e do cartunista Bier. Um jeito irreverente, divertido e com sacadas geniais de observar o poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio. Morra de rir com este livrinho em formato de talão de cheques com a qualidade da Editora Noir.
Opiniões (sinceras) sobre a obra:
"Livrinho ingrato: prova de que o homem é o PIOR amigo do cão..." - Edgar Vasquez
"A tira é boa, mas tirem os cachorros" - Spacca
"Quem são Tom & Laura?" - Laerte
"Que cachorrada do Castelo e do Bier!" - Chico Caruso





Revista
Nova edição da FenamizahEm sua 82ª edição, a revista eletrônica Fenamizah apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes.

Esta 82ª edição da revista eletrônica Fenamizah, publicada por Aziz Yavuzdoğan como editor-chefe e com a participação voluntária de cartunistas e escritores de renome mundial, apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes. Baixe seu exemplar em PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Revista
Fenamizah de maioNova edição com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

A nova edição da Fenamizah foi publicada, com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes. Baixe o PDF aqui.
Você também pode acompanhar as novidades no site.
A Fenamizah e-magazine é publicada gratuitamente todos os meses na plataforma digital, com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer finalidade comercial.




Jornal
Novo vôo do GrifoO jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango de Edgar Vasques.,

Saiu o novo número do Grifo, publicação de humor e política editada pelos cartunistas da Grafar (Grafistas Associados do RS). Publicado desde outubro de 2020, o jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango, antológico personagem criado por Edgar Vasques em plena ditadura militar.




Jornal
Nova edição do GrifoO acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista

No GRIFO 55, Jef Miola questiona “Que Congresso é esse?” (e nem tinha acontecido a barbárie contra Marina Silva). Essa postura agressiva e direitista não é exclusividade brasileira, mostram Luiz Faria analisando Trump, Tarso Riccordi questionando o “desprefeito” de Porto Alegre. Já Winckler aborda o acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista. Coisa que ficou bem ilustrada na capa do Eugênio Neves.




Livro
Ebal – Uma História IlustradaA editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações ganha um livro.

Em 1934, Adolfo Aizen criou o Suplemento Juvenil, publicação que revolucionou os quadrinhos no Brasil e liderou o segmento na maior parte de seus onze anos de existência. Até que, em 1945, Aizen parte para um novo projeto e cria a sua Editora Brasil-América.
Finalmente a editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações, ganha um livro à altura de sua importância. Fartamente ilustrado, com imagens raras e textos elucidativos frutos de uma minuciosa pesquisa realizada por vários autores.




Livro
Quadrinhos & PublicidadeA evolução dos quadrinhos na publicidade em centenas de anúncios.

Em uma fascinante jornada que começa no final do século XIX e chega aos dias atuais, Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! mostra a evolução dos quadrinhos na publicidade no Brasil e no mundo, em centenas de anúncios.
Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! é o resultado de uma pesquisa de quase vinte anos do ilustrador, diretor de arte e pesquisador Toni Rodrigues. O autor buscou, catalogou, apurou informações e recuperou imagens e arquivos considerados há muito perdidos em diversas fontes.




Cards
Heróis & HeroínasHomenageando os grandes artistas da música brasileira

No intuito de homenagear personagens históricos da música brasileira, o caricaturista e ilustrador Eduardo Baptistão e Geraldo Leite, músico e radialista, lançam Heróis & Heroínas da Nossa Música, um caixa contendo 52 cards, com as caricaturas e mini biografias dos artistas de MPB, Samba, Choro, Bossa-Nova, etc. Além disso cada card acompanha um QR Code com playlist de cada artista, preparada por Geraldo Leite.




Livro
A lírica visual de FaustoUm lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.

Fausto Bergocce é cartunista, ilustrador e multiartista visual, com obras que transitam entre o desenho, a pintura, a colagem e a fotografia, integrando aos cartuns, tiras e charges muito desses conhecimentos. Seu novo livro, Simples Cartum, é um lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.




Exposição
1º Salão Internacional de Humor de CuritibaRir com profundidade, pensar com leveza e provocar com empatia

Organizado pelo ilustrador, cartunista e professor universitário Laqua, o 1º Salão Internacional de Humor de Curitiba resgata a tradição dos grandes salões de humor pelo Brasil e pelo mundo, devolvendo à “cidade sorriso” um espaço para rir com profundidade, pensar com leveza e provocar com empatia.
O tema será Transtorno Bipolar: entre a euforia e a escuridão.




Revista
Fenamizah de fevereiroEsta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

Já está disponível pra download a edição de fevereiro de 2025 da revista eletrônica Fenamizah (edição 76), editada por Aziz Yavuzdoğan. Esta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes, incluindo cartunistas e escritores de renome mundial.
A revista eletrônica Fenamizah é publicada todo mês em plataformas digitais, oferecida gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo, sem nenhum propósito comercial.
Você pode baixar a edição de fevereiro gratuitamente clicando aqui.




Revista
Fenamizah de junho80ª edição da Fenamizah e-magazine

A 80ª edição da Fenamizah e-magazine está disponível para leitura online ou download. Editada por Aziz Yavuzdoğan, a nova edição conta com a participação voluntária de 130 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.




Revista
Fenamizah de julhoA edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah foi publicada.

A edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. Editada por Aziz Yavuzdoğan e publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de julho aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
Caricaturas de J.BoscoMúsica, cinema, literatura e caricaturas

O livro J.Bosco Caricaturas (formato 23 x 27 cm - 90 páginas) retrata algumas celebridades da música, cinema e literatura em traços preto e branco, uma homenagem ao estilo clássico da caricatura. São 75 desenhos, entre eles Lupicinio Rodrigues, Quenti Tarantino, e Ariano Suassuna, com apresentação de escritores e caricaturistas como, Miran (editor e diretor da revista Gráfica), Marko Ajdarik, Haroldo Gepp, Luciano Magno, Solda e Adriano Barroso. O livro faz parte das comemorações dos 25 anos de atuação de J.Bosco no jornal O Liberal, de Belém do Pará, como chargista diário e caricaturista.




Livro
Relicário de afetosTudo com humor, lirismo e ironia

Carlos Castelo, reconhecido por sua verve humorística e seu olhar afiado para o humano, reúne em seu novo livro, Museu de Musas, letras e poemas escritos ao longo de décadas. São declarações tardias, confissões improvisadas, bilhetes que nunca foram entregues. Musas reais ou inventadas, passageiras ou perenes, todas reunidas neste espaço de palavras que ora se parece com um quarto de pensão, ora com um altar pagão.




Livro
Pária amada, Brasil!Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Carlos Castelo

Carlos Castelo lança seu novo livro, "PÁRIA AMADA, BRASIL - 99 aforismos sobre o Brasil & um sobre Portugal”, recheado de observações sarcásticas sobre o país. Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Castelo, com base em sua carreira como colunista dos jornais Estadão, Rascunho e O Dia. Castelo criou uma provocação divertida sobre a cultura, a sociedade e as peculiaridades brasileiras. Uma coleção de aforismos que oferece aos leitores uma mistura inusitada de ironia, sagacidade e observações agudas sobre o Brasil. - Tempos Crônicos





Revista
Especial Dia das MulheresFenamizah comemora o Dia Internacional da Mulher com uma edição especial.

Comemorando o “Dia Internacional da Mulher”, foi publicado junto com a edição de março um álbum especial, “Women Cartoons - Fenamizah Extra”, incluindo cartuns, pinturas, ilustrações e escritos de 112 artistas profissionais e amadores de 34 países. Você pode baixar o PDF aqui ou ler online no site Fliphtml5.




Livro
Os Migonautas As aventuras bem humoradas de ursos viajando pelo espaço.

Os Migonautas é uma série de tirinhas criadas por Mig Mendes. Com bastante estrada, a tira começou como tira diária de jornal, publicada em O Fluminense de Niterói e outros diários. Nessa época (1991 - 1993) o título era O Urso no Espaço. Depois as tiras foram recriadas para redes sociais no final de 2015, com muito mais cor, desenvolvimento de personagens e arcos formando pequenas histórias. O volume 5 dos Migonautas está em campanha no Catarse.




Revista
Nova edição da FenamizahJá está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan.

Já está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan. Você pode ler a edição online aqui ou baixar o exemplar em pdf aqui.