CRÔNICAS


Titus Flavius

por Carlos Castelo

Seus prisioneiros eram exibidos como troféus.

Permitam-me apresentar um homem de currículo único, no sentido de que ninguém em sã consciência gostaria de ter uma biografia assim. Saqueou cidades, destruiu templos, e a população conheceu morte, dispersão e escravização em massa. Um sujeito, digamos, de muitas iniciativas.

Seus prisioneiros eram exibidos como troféus. O que prova que tinha gosto, ainda que péssimo. Depois eram submetidos a espetáculos públicos. O que prova que também tinha faro para bilheteria. Há registros de pessoas lançadas às feras ou obrigadas a lutar entre si para entretenimento. Hoje chamariam isso de reality show e venderiam as cotas de patrocínio.

Seu nome era Flávio. Tito Flávio. Arrasou Jerusalém em 70 d.C. Como prêmio, ganhou o Império em 79. Isso mostra que na Roma antiga a meritocracia era como hoje: hereditária.

Eu, que sou um otimista, me recuso a fazer comparações. Isso é coisa de historiador, e historiador só chega depois do estrago.

Portanto, apenas imaginem o que vai fazer o seu xará brasileiro - com IA e W-Fi - em 2027 d.C. Eu já imaginei. Estou comprando ingresso para a arquibancada, de preferência bem longe dos gladiadores.


Publicado em 20/10/2026




Museu do Fútil

por Carlos Castelo

A cueca furada

Entre os objetos mais debatidos da Ala Doméstica do museu, poucos geram tanta controvérsia quanto a Cueca Furada. Exposta em vitrine climatizada, ela desafia os limites entre vestimenta, ruína e documento histórico.

Alguns críticos a chamam de "arquitetura têxtil em colapso controlado". Outros, mais pragmáticos, preferem "pano com buraco".

Seu valor museológico reside justamente na ambiguidade: trata-se de peça íntima ou vestígio arqueológico? O furo, cuidadosamente estabilizado com resina neutra, é interpretado por alguns como metáfora do desgaste inevitável; por outros, como protesto silencioso contra a obsolescência do corpo.

Relatórios técnicos apontam que o tecido apresenta uma erosão centrípeta progressiva, expressão que ninguém compreende, mas que soa convincente em simpósios. Já o parecer ético do comitê recomendou proibição de risadinhas durante visitas guiadas, reforçando o caráter solene da exposição.

Pesquisadores divergem sobre a datação: uns falam em uso prolongado nos anos 1990; outros em testemunho de um ciclo de lavagens que ultrapassou o aceitável. A curadoria, prudente, mantém a dúvida em cartelas bilíngues. Afinal, a cueca furada não busca respostas, apenas reconhecimento.


Publicado em 11/10/2025




Não vou comprar essa droga de livro

por Carlos Castelo

Livros

FICHA TÉCNICA

Direitos autorais © 2025 NÃO VOU COMPRAR ESSA DROGA DE LIVRO

Todos os direitos reservados. Inclusive o direito de devolver o livro rasgado após a compra.
"Não vou comprar essa droga de livro" é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com pessoas reais é pura má sorte delas.

ORGANIZAÇÃO
Nenhuma. Foi cada um por si e o corretor automático contra todos.

APRESENTAÇÃO
Escrita pelo autor, porque contratar alguém para falar bem do livro sairia mais caro que imprimir o próprio livro.

TEXTO
Gerado após litros de café, ataques de ansiedade e um contrato em que a editora jurou que havia leitores interessados.

EDIÇÃO DE TEXTO
Feita por um profissional que jurava amar literatura, mas que sempre trabalhou editando bulas de remédio.

CAPA E REVISÃO DE TEXTO
Esta primeira edição sai sem capa e sem revisão de texto por questões estruturais da Editora.

PROJETO GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃO
Baseado na geometria euclidiana, mas com menos simetria e mais erros de alinhamento.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS
Para mais informações, siga o autor no Instagram @AutorQueNinguémSegue, onde ele posta fotos do próprio livro na esperança de que alguém clique em curtir.

AGRADECIMENTOS
Agradeço, em primeiro lugar, à paciência (a minha e principalmente a do leitor), que, contra todas as evidências e contra o próprio título, abriu este livro.

Agradeço também ao editor, que confiou que um título como “Não vou comprar essa droga de livro” fosse uma estratégia de marketing e não um aviso real.

Aos amigos que disseram "vai ficar ótimo" sem ter lido uma linha, obrigado pela mentira piedosa.

Aos parentes, que perguntam sempre quando vou escrever "um livro de verdade", agradeço a motivação disfarçada em crítica.

E finalmente agradeço ao meu gato, que não opinou, não julgou, não sugeriu nada. Apenas se deitou em cima do teclado na hora certa, evitando que muitos absurdos fossem salvos.


Publicado em 09/10/2025




Invejinha

por Carlos Castelo

Confesso que invejo alguns políticos.

Confesso que invejo alguns políticos. Não pela inteligência, nem pela capacidade de formular uma frase inteira sem pedir ajuda ao assessor. Invejo pela disciplina. Flávio Bolsonaro atravessou um continente para tirar talvez a foto mais importante de sua carreira política: uma selfie ao lado de Donald Trump.

A viagem teve clima de excursão de influencer atrás de relevância. Pela TV, eu assistia aquilo com a tensão de quem acompanha uma cirurgia. Flávio sorria que nem aquele aluno que consegue sair na foto com o diretor da escola depois de várias suspensões.

E o importante nem era o encontro. Era a foto. No passado, político inaugurava ponte. Agora inaugura ângulo.

Enquanto isso, no Brasil, comentaristas tentavam descobrir o significado sociológico da imagem. Prestígio internacional? Jogada estratégica? Nada disso.

Pra mim, aquilo era só o triunfo definitivo da política de aeroporto.
Nossa elite política sofre dessa doença curiosa: acha que aparecer perto de um gringo famoso transforma qualquer um em estadista. Se amanhã um senador tirar foto com o Mickey em Orlando, vem alguém falando em nova doutrina geopolítica.

No final, fiquei olhando aquela selfie circulando pela internet com certa melancolia. Roma teve Cícero. A França, Voltaire. E nós temos políticos cruzando oceanos só para posar ao lado de um canastrão.


Publicado em 28/05/2026




Os sonhos do Lupércio

por Vasqs

Imaginou e pôs em prática um plano sui generis

Um deles era ser entrevistado: como os atores, os cantores, os escritores e os jogadores de futebol.
Imaginou e pôs em prática um plano sui generis: ajudou a atravessar uma velhinha e largou ela no meio da avenida. A velhinha fez um baita dum escândalo, chamaram a polícia, e ele, o Lupércio, foi parar na delegacia. Batata! Como ele queria, foi entrevistado pelo delegado.
O delegado disse bom dia, como vai? e ele respondeu que tudo bem.
– Cafezinho?
– Obrigado, não.
– Seu nome?
– Lúcio Lupércio.
– Profissão?
– De tudo um pouco.
– Ovos em várias cestas... muito bem! Formado?
– Fiz o primeiro ano do colégio e parei.
– Por quê?
– Muito trabalho, dr. Um dia eu completo.
– Ótimo. Casado?
– Com a Lena Lenita, um anjo de mulher. Somos do mesmo signo!
– Não diga, eu também! Quer dizer, eu e minha mulher somos Peixes.
– Nós somos Sagitário. Março; ela 5, eu 18.
– Belo signo, vão viver eternamente juntos.
– É mesmo?
– É o que dizem os astrólogos.
– Nunca brigamos, fomos feitos um para o outro.
– Tá vendo? Nós também. Filhos?
– Duas. Laura Lúcia e Lídia Lair. A mais nova 5, a mais velha 8.
– Ah, mocinhas! Moram onde?
– Comigo.
– Onde?
– No Cambuci. Casinha simples, sabe?, herança de papai. Comprou com dificuldade, 30 anos pagando.
– Lar doce lar! Tão bom ter uma casa.
- Tem até jardim. Minha mãe que fez, rosas de todo tipo.
– Gosta?
– Eu que cuido, mamãe aprendia na TV, com a Xênia, lembra da Xênia?, e me ensinava. Faço até enxertos.
– Que cor prefere?
– Qualquer uma. Me comove a beleza que traz a primavera com a florada do ipê amarelo.
– Lindo, né? Também tem o branco.
– Sim, com aquela atmosfera nórdica.
– A igualdade é branca!
– A paz é branca.
– Algum sonho?
– Ser entrevistado.
– Está realizando!
– Nem acredito. Também queria apresentar um de jornal de TV.
– Mesmo? Que nem o Tralli?
– Que nem o Bonner. Eu e a Lena Lenita apresentando o Jornal Nacional, aquela elegância, aquele jogral, aquele boa noite!...
– E ela?
– Quem?
– A Lena Lenita, também sonha com isso?
– Não, o dela é ser aeromoça.
– Ah, as mulheres!, sempre sonhando alto... Bom, acho que nosso tempo acabou.
– Passou rápido.
– Volte sempre.
– E a velhinha?
– Impertinência de velha. Dá-se um jeito.
– Obrigado,dr.
– Ah, só mais uma coisa: o que acha da polícia de São Paulo?
– Bom...
Corta!
Não foi nada disso. O delegado nem quis saber do Lupércio, mandou ele direto pra cadeia, aos berros.
Dois cascudos: “E se fosse sua avó?, e se fosse sua tia?!”. E um pé na orelha: “E se fosse sua mãe?!”.
Após três dias vendo o sol nascer com quatro lados iguais e paralelos dois a dois, foi solto com a advertência: “Na próxima, pega um mês na penitenciária e vai apanhar até ficar mais inchado que um bauicú-de-chifre”.
Em casa, encontrou a Lena Lenita, bico de garça, comprido e pontiagudo.
Pegou um mês dormindo no sofá. Um mês de abstinência.


Publicado em 14/10/2026




Qualquer coisa

por Vasqs

Entrevista com um pombo

Entrevista com um pombo
-Pombo, vocês cagam em todas as estátuas?
-Não, só nas hipócritas.
É isso, senhores telespectadores, os pombos cagam em todas as estátuas.
* * *
O poste azul de segurança na frente dos prédios avisa que avisa a polícia de imediato. Mas não avisa que de imediato, magina, a policia não vem nem f*
* * *
Um príncipe precisa de seguranças até pra ir ao banheiro. Deve estar habituado, desde de criança faz o número dois na presença desses espectadores sinistros, sisudos e armados. Sim, porque qualquer outro numa circunstância assim travaria pro resto da vida.
* * *
Não pense enquanto está comendo. O intestino é o segundo cérebro, o pensamento pode descer e causar seríssimos problemas no seu subsolo.
* * *
Começou a ouvir Beatles, parou com os antidepressivos. O psiquiatra ficou impressionado, passou a ouvir Beatles também.
* * *
No mercado vendem batatas podres
como ossos na pandemia.
E ninguém faz nada
como antes não fazia.
* * *
Pois é, padre, eu fiz isso e aquilo, pintei e bordei. Mas se eu mereço a mais severa penitência não é pelo que eu fiz, é pelo que eu deixei de fazer.
* * *
Vovó Romilda tem a seguinte questão: a tartaruga vive 200 anos e é um cágado, você que não vive 80 é o quê?


Publicado em 12/11/2025




Um beijo ardente

por Vasqs

A vida dele virou um inferno

O empresário e a jovem secretária amante beijam-se ardentemente no quarto de luxo de um hotel evidentemente de luxo também. Findo o beijo, ele leva as mãos à boca, sentindo algo estranho. Que foi, ela diz, não gostou? Ele corre pro banheiro, olha-se no espelho, abre a boca e lá está: um vão, uma janela, onde deveria estar um dente, um pré-molar tipo ostentação, de ouro 24k!

Assustado, sempre protegendo a boca, corre de volta pro quarto, abaixa-se, procura no chão, embaixo da cama, debaixo dos lençóis... Que foi?, pergunta de novo a jovem secretária amante. Os dois se abaixam pra procurar juntos. Em vão. Ele tem um insight mesmo sem saber o que isso significa, e se pergunta: será?

Que foi?, ela quer saber outra vez de novo. Não é possível, ela diz depois de ele contar. Será?

Difícil seria explicar pra esposa, chegando o empresário às 2 da matina, sem um dente - e de ouro 24k! Caiu na rua, no bueiro, caiu na privada, um assaltante... ela, a esposa, não engoliria. Sua vida, a dele, viraria um inferno.

Abriu o jogo: minha jovem secretária, hã, amante, hã, engoliu.

Seu dente?! , exclama a esposa estupefata.
De ouro 24k, ele responde embaraçado.


Pediu perdão. Era íntegro. Momento de fraqueza. Mil promessas. Amava a esposa. Como a ninguém.

Inútil, em vão, outro vão. A vida dele virou um inferno.

A esposa processou a amante: garimpo ilegal, além do mais! Quero o dente - o pré-molar de ouro 24k! - de volta. Custe o que custar!

Não pelo valor, poderiam comprar uma dentadura inteira de ouro 24k. É questão de honra!, afirmou a esposa, peremptoriamente.

Processo de rico corre mais rápido que entregador de pizza. Contra pobre, é quase instantâneo. O juiz deu 24 horas pra jovem secretária amante desengolir o dente. Métodos, ele disse, existem aos magotes - juiz gosta de enxundiar o verbo.

Sentença cumprida, o dente foi devolvido são e salvo. A esposa guardou o agora suvenir no porta-joias. A essa altura o empresário já tinha reposto o dente, dessa vez mais modesto, de acrílico. Até porque, obviamente, um dente que passou pelo que passou o pré-molar de ouro 24k, entrando por onde entrou , saindo por onde saiu, quem teria coragem de usar?

O beijo da jovem ex-secretária ex-amante marcou pra sempre, como uma nódoa de cajú, o cuore do empresário.

A esposa passou o resto da vida conjugal tentando um beijo daquele pra agradar o marido. Em vão. A vida toda arrancou dinheiro dele, mas nunca conseguiu arrancar sequer um incisivo.

O caso ficou conhecido como O Beijo de Lingote. A jovem ex-secretária ex-amante, ganhou fama como A-Garimpeira-do Pré-molar-de-Ouro-24k. Coitada.


Publicado em 20/07/2026




Anedota judaica

por Nelson Moraes

Se eu estiver certo...

Não, a anedota judaica que se segue não é uma parábola sobre a dificuldade de tentar trazer à razão – através de evidências sólidas, dados comprovados e lembranças factuais incontestáveis – uma parcela numerosa e arraigada (aliás, “raiz” tem um pouco a ver com o tema da anedota; lê até o fim) da opinião pública, o que até o momento se vem se mostrando infrutífero (“fruto” também tem a ver. Aguenta aí).

Alan Uterman conta que certa vez o célebre rabi Simeon Ben Eleazar, em confronto com autoridades talmúdicas a respeito de certa passagem no Tanakh (o conjunto de livros que formam a Bíblia hebraica), vendo que jamais demoveria os teimosos, retrógrados e intransigentes interlocutores com argumentos pautados pela mais pura lógica, partiu pro tudo ou nada.

– Se eu estiver certo – disse, apontando a janela –, que aquela árvore ali fora se mova pra provar.

Os demais olharam a árvore e em seguida entreolharam-se, até o que o mais velho dos rabis, dando de ombros, e pra terminar logo aquilo, concedeu não sem um tom de preguiçoso escárnio:

– Que seja.

Lentamente a árvore começou a se desenraizar, andando uns cinquenta centímetros pro lado.

Silêncio pesado, arrastado. Então o rabi mais velho deu um tapa na mesa:

– E desde quando eu vou aceitar opinião de árvore nessa discussão?!?


Publicado em 05/10/2026




Lázaro!

por Nelson Moraes

A rocha que vedava o túmulo foi retirada...

A pedido do Mestre, a rocha que vedava o túmulo foi retirada. E o Mestre:
- Vem pra fora, Lázaro!
A multidão aguardando, tensa. E nada.
- Lázaro - insistiu o Mestre. - Vem pra fora!
Lá de dentro pareceu brotar um grunhido. E o Mestre:
- Oi?
Agora veio a fala abafada:
- Aqui não tem nenhum Lázaro.
- Como assim? - falou o Mestre, já perto da porta.
- Não tem, ué.
- Lázaro... Eu tô te vendo!
- Pois é. Tá tendo uma visão.
- Lázaro! - e o mestre estendeu a mão, puxando o sujeito lá de dentro.
- Caramba, Mestre - disse o sujeito, tapando com a mão o sol que incidia sobre seu rosto, e falando com voz bem baixa, de modo que só o Mestre ouvisse. - Assim o senhor me prejudica!
- Como assim, Lázaro? Você estava morto! E agora...
- Não, não, Mestre - cochichou o sujeito.
- Como não?
- Ahn. Era isso. Eu estava, er, me fazendo de morto, Mestre.
O mestre cruzou os braços, inquisidor:
- Lázaro.
- Calma, Mestre. Seguinte. O senhor já ficou com três anos de impostos pra Roma atrasados? O senhor já ficou devendo o dobro do seu patrimônio em tributo pro Templo? O senhor já penou com essa inflação que dispara a cada trimestre e tá arrasando a Judeia? O senhor já tentou sobreviver com...
- Lázaro! Você então...
- Pois é! - e aqui o sujeito moderou o tom, voltando ao cochicho. - Me fiz de morto, pra não me complicar ainda mais. Já basta morrer em tanta dívida. E agora o senhor vem me expor?
- Não é possível - o Mestre murmurou, incrédulo. - Suas irmãs disseram que você já cheirava mal, depois desses quatro dias, e então...
- Aí que tá, Mestre. O senhor não deve ter entendido direito. Elas provavelmente disseram que não tava cheirando bem isso de eu ter morrido logo agora, até porque, ahn, é, tô devendo pra elas, também, e o...
O Mestre suspirou fundo, e foi pontuando sílaba por sílaba, compassadamente:
- Lázaro. Vem comigo agora, pra fora. Você vai explicar pra essa multidão aí que estava mentindo. E vai assumir o que fez.
- Mas, Mestre - tentou o sujeito, que já estava sendo puxado pelo braço. - O senhor quer que eu assuma minhas dívidas? O que eu ganho com isso?
E o Mestre, resoluto:
- Até noventa por cento de desconto, pagando à vista. Agora vambora e não discute.

(Algumas versões desse antigo pergaminho trazem um acréscimo ao final, no qual um centurião romano, que a tudo acompanhava à distância - e já quase convertido ao Mestre, graças aos frequentes discursos e recorrentes milagres deste - resolveu, maravilhado com a cena, vir saudar Lázaro. Que, ao vê-lo aproximar-se, pulou para trás do Mestre, gritando: "Calma aí, calma aí! Vou me inscrever hoje mesmo no 'Desenrola Roma' e parcelar tudo em sessenta e quatro vezes! Hoje mesmo!")


Publicado em 02/11/2025




Perdeu, otário!

por Nelson Moraes

Agora o crime organizado vai ter gabinete.

– Perdeu! Perdeu, otário! Vai passando, rapidão!
– Calma. Leva, mas não atira. Eu tenho esse celular, o relógio e cinquenta reais na carteira, que...
– “Não atira?” E eu lá tô armado, ô vacilão? Tu viu algum berro aqui comigo? Tô só falando pra tu passar!
– Er. Passar o quê?
– Vergonha, raiva, arrependimento! E rapidão, porque se deixar pra depois tu esquece!
– Esqueço o quê?
– Tu viu que a Câmara aprovou a PEC da Blindagem?
– Ah, sim.
– “Ah, sim”? “Ah, sim?” Agora o crime organizado vai ter gabinete lá dentro, gozar de impunidade, sem ninguém incomodar, e tu me vem com “Ah, sim”?
– Sabe como é, né.
– Sei como é não, otário. Me explica!
– Er. Sei lá.
– Ah, desisto. Tu já esqueceu mesmo. Vai circulando então, mané. Vaza, vaza! E ó: não olha pra trás, hein!
– Por quê?
– Tu já não enxerga um palmo adiante do nariz, se olhar pra trás aí é que fudeu.


Publicado em 21/09/2025



AGENDA

Livro
Culpa dos infernosO cartunista J. Bosco inverte a lógica do mal em sua sétima obra autoral

O cartunista J. Bosco inverte a lógica do mal em sua sétima obra autoral, O Diabo tem as Costas Largas, mostrando como as mazelas sociais nascem das escolhas humanas através de cartuns premiados e inéditos.
O livro conta com 62 páginas coloridas e reúne dezenas de cartuns, muitos deles inéditos e outros já premiados em salões de humor ao redor do mundo.
A proposta de J. Bosco é inverter a lógica tradicional do imaginário popular. Em vez de apontar para o diabo como o culpado externo por todos os males, o artista explora como o “mal” nasce das escolhas humanas cotidianas. Através do humor, a obra aborda temas espinhosos como corrupção, racismo, violência, devastação ambiental e fanatismo, transformando o personagem central em um observador irônico da nossa sociedade.




Revista
Especial Dia das MulheresFenamizah comemora o Dia Internacional da Mulher com uma edição especial.

Comemorando o “Dia Internacional da Mulher”, foi publicado junto com a edição de março um álbum especial, “Women Cartoons - Fenamizah Extra”, incluindo cartuns, pinturas, ilustrações e escritos de 112 artistas profissionais e amadores de 34 países. Você pode baixar o PDF aqui ou ler online no site Fliphtml5.




Revista
Fenamizah de julhoA edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah foi publicada.

A edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. Editada por Aziz Yavuzdoğan e publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de julho aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
Pária amada, Brasil!Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Carlos Castelo

Carlos Castelo lança seu novo livro, "PÁRIA AMADA, BRASIL - 99 aforismos sobre o Brasil & um sobre Portugal”, recheado de observações sarcásticas sobre o país. Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Castelo, com base em sua carreira como colunista dos jornais Estadão, Rascunho e O Dia. Castelo criou uma provocação divertida sobre a cultura, a sociedade e as peculiaridades brasileiras. Uma coleção de aforismos que oferece aos leitores uma mistura inusitada de ironia, sagacidade e observações agudas sobre o Brasil. - Tempos Crônicos





Livro
A lírica visual de FaustoUm lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.

Fausto Bergocce é cartunista, ilustrador e multiartista visual, com obras que transitam entre o desenho, a pintura, a colagem e a fotografia, integrando aos cartuns, tiras e charges muito desses conhecimentos. Seu novo livro, Simples Cartum, é um lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.




Revista
Fenamizah em edição especialEdição especial dos mestres do cartum mundial

A Fenamizah apresenta uma edição especial com 100 páginas em homenagem aos mestres do cartum mundial, apresentando trabalhos de Steinberg, Ziraldo, Mordillo, Hoffnung, dentre outros. Leia online ou baixe o pdf




Livro
Caricaturas de J.BoscoMúsica, cinema, literatura e caricaturas

O livro J.Bosco Caricaturas (formato 23 x 27 cm - 90 páginas) retrata algumas celebridades da música, cinema e literatura em traços preto e branco, uma homenagem ao estilo clássico da caricatura. São 75 desenhos, entre eles Lupicinio Rodrigues, Quenti Tarantino, e Ariano Suassuna, com apresentação de escritores e caricaturistas como, Miran (editor e diretor da revista Gráfica), Marko Ajdarik, Haroldo Gepp, Luciano Magno, Solda e Adriano Barroso. O livro faz parte das comemorações dos 25 anos de atuação de J.Bosco no jornal O Liberal, de Belém do Pará, como chargista diário e caricaturista.




Livro
Mortadelo e Salaminho estão de voltaOs agentes da T.I.A. agora com duas HQs em uma única edição

A Figura Editora ouviu o público, e o segundo volume de Mortadelo e Salaminho chega com dose dupla de HQs do genial Francisco Ibáñez. Isso mesmo, são duas aventuras dos agentes da T.I.A. em uma mesma edição de 96 páginas!




Revista
Nova edição da FenamizahJá está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan.

Já está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan. Você pode ler a edição online aqui ou baixar o exemplar em pdf aqui.




Revista
Edição de janeiro da FenamizahJá está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan .

Já está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan, com participação de 115 cartunistas e escritores de 36 países diferentes. A “Fenamizah E-Magazine” é publicada mensalmente na plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo. É publicado gratuitamente, sem qualquer finalidade comercial. Baixo o PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Livro
Cartografias do fimAntologia de contos inéditos sobre a crise climática

A revista literária Subtextos, referência na publicação de ficção contemporânea brasileira no ambiente digital, anuncia o lançamento de seu primeiro livro impresso: Cartografias do fim.
Organizada por Mariane Lima, a antologia reúne treze escritores que abordam a emergência climática a partir de perspectivas e linguagens distintas — do fluxo de consciência ao conto de terror, passando por narrativas intimistas, distópicas e experimentais. O resultado é um mosaico literário que dialoga com as angústias, paisagens e possibilidades de um planeta em transformação, oferecendo uma seleção plural capaz de atender a diferentes sensibilidades de leitura.
O projeto se viabiliza por meio de uma campanha de apoio que oferece diferentes recompensas aos participantes.




Livro
VizungaObra-prima de Colin retorna em volume inédito pela editora Veneta.

Criado por Flavio Colin (1930–2002) e publicado originalmente em tiras diárias, entre 1964 e 1966, na Folha de S. Paulo, Vizunga é um dos pontos mais altos na história dos quadrinhos brasileiros. As tiras reúnem histórias do pescador e caçador Parcival de Carvalho, o Vizunga, e misturam elementos da cultura gráfica popular brasileira com o modernismo, em narrativas cheias de aventura, ironia e crítica social. Vizunga retorna em um volume inédito pela editora Veneta.




Livro
Cartuns EcológicosPlaneta em Risco" é o sexto livro do cartunista J.Bosco, trazendo 86 cartuns que abordam diversas formas de degradação do meio ambiente.

"Planeta em Risco" é o sexto livro do cartunista paraense J.Bosco, com mais de 40 anos de profissão, são 86 cartuns ecológicos, abordando diversas formas de degradação do meio ambiente, poluição dos rios e mares, desertificação, aquecimento global, extinção de algumas espécies marinhas, crise climática. Um livro com vasto material crítico, com linguagem universal, que nos leva a uma reflexão sobre o tempo de nossa própria existência.





Exposição
Quadrinhos no PompidouReunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos.

Em 29 de maio foi aberta a exposição “Bande dessinée, 1964 - 2024”, no Centro Georges Pompidou, em Paris. A mostra pretende oferecer um diálogo inédito entre os 3 principais centros de expressão da banda desenhada: a criação europeia, os mangas asiáticos e os quadrinhos americanos. Reunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos. A exposição vai até novembro.





Livro
Níquel NáuseaFazendo 40 anos

Níquel Náusea, personagem imortal de Fernando Gonsales, está fazendo 40 anos. E a Z Edições apresenta esta coleção que irá reunir todas as tiras criadas por Fernando nessas quatro décadas.




Livro
Quadrinhos & PublicidadeA evolução dos quadrinhos na publicidade em centenas de anúncios.

Em uma fascinante jornada que começa no final do século XIX e chega aos dias atuais, Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! mostra a evolução dos quadrinhos na publicidade no Brasil e no mundo, em centenas de anúncios.
Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! é o resultado de uma pesquisa de quase vinte anos do ilustrador, diretor de arte e pesquisador Toni Rodrigues. O autor buscou, catalogou, apurou informações e recuperou imagens e arquivos considerados há muito perdidos em diversas fontes.




Jornal
Nova edição do GrifoO acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista

No GRIFO 55, Jef Miola questiona “Que Congresso é esse?” (e nem tinha acontecido a barbárie contra Marina Silva). Essa postura agressiva e direitista não é exclusividade brasileira, mostram Luiz Faria analisando Trump, Tarso Riccordi questionando o “desprefeito” de Porto Alegre. Já Winckler aborda o acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista. Coisa que ficou bem ilustrada na capa do Eugênio Neves.




Cards
Heróis & HeroínasHomenageando os grandes artistas da música brasileira

No intuito de homenagear personagens históricos da música brasileira, o caricaturista e ilustrador Eduardo Baptistão e Geraldo Leite, músico e radialista, lançam Heróis & Heroínas da Nossa Música, um caixa contendo 52 cards, com as caricaturas e mini biografias dos artistas de MPB, Samba, Choro, Bossa-Nova, etc. Além disso cada card acompanha um QR Code com playlist de cada artista, preparada por Geraldo Leite.




Revista
Revista Fenamizah de marçoUma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah .

Uma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de março aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Revista
Fenamizah de fevereiroEsta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

Já está disponível pra download a edição de fevereiro de 2025 da revista eletrônica Fenamizah (edição 76), editada por Aziz Yavuzdoğan. Esta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes, incluindo cartunistas e escritores de renome mundial.
A revista eletrônica Fenamizah é publicada todo mês em plataformas digitais, oferecida gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo, sem nenhum propósito comercial.
Você pode baixar a edição de fevereiro gratuitamente clicando aqui.





Humor ambientalA floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos

A floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos, é o que mostra o livro Amazônia Meu Humor – 40 anos em defesa da Amazônia, de Paulo Emmanuel.
A obra reúne quatro décadas de cartuns dedicados à luta ambiental na região, em um registro histórico e artístico que transforma humor em resistência. Emmanuel, referência do humor gráfico na Amazônia, consolida no livro sua trajetória marcada pela crítica afiada e pelo olhar sensível sobre os desafios ecológicos da floresta.




Revista
Nova edição da FenamizahEm sua 82ª edição, a revista eletrônica Fenamizah apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes.

Esta 82ª edição da revista eletrônica Fenamizah, publicada por Aziz Yavuzdoğan como editor-chefe e com a participação voluntária de cartunistas e escritores de renome mundial, apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes. Baixe seu exemplar em PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Livro
Os Migonautas As aventuras bem humoradas de ursos viajando pelo espaço.

Os Migonautas é uma série de tirinhas criadas por Mig Mendes. Com bastante estrada, a tira começou como tira diária de jornal, publicada em O Fluminense de Niterói e outros diários. Nessa época (1991 - 1993) o título era O Urso no Espaço. Depois as tiras foram recriadas para redes sociais no final de 2015, com muito mais cor, desenvolvimento de personagens e arcos formando pequenas histórias. O volume 5 dos Migonautas está em campanha no Catarse.




Livro
Ebal – Uma História IlustradaA editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações ganha um livro.

Em 1934, Adolfo Aizen criou o Suplemento Juvenil, publicação que revolucionou os quadrinhos no Brasil e liderou o segmento na maior parte de seus onze anos de existência. Até que, em 1945, Aizen parte para um novo projeto e cria a sua Editora Brasil-América.
Finalmente a editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações, ganha um livro à altura de sua importância. Fartamente ilustrado, com imagens raras e textos elucidativos frutos de uma minuciosa pesquisa realizada por vários autores.




Revista
Fenamizah de junho80ª edição da Fenamizah e-magazine

A 80ª edição da Fenamizah e-magazine está disponível para leitura online ou download. Editada por Aziz Yavuzdoğan, a nova edição conta com a participação voluntária de 130 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.




Livro
O horror segundo Carlos CasteloCastelo revela que além do humor também habita nele uma inquietante galeria de horrores.

Há escritores que se especializam numa só faceta literária. Vivem e morrem na confortável casinha construída em torno de um único estilo. Não é o caso de Carlos Castelo, figura conhecida por sua trajetória múltipla. Jornalista, humorista, poeta, publicitário premiado e agora — para arrepio de muitos — autor de contos de horror.
Em Dentro de Mim Mora a Sombra, Castelo revela que, além do humor, também habita nele uma inquietante galeria de horrores. Com apresentação luxuosa assinada pelos escritores Bráulio Tavares e Gustavo Ávila, o livro chega como uma inesperada novidade. Quem diria que um dos criadores do icônico grupo Língua de Trapo, símbolo irreverente da São Paulo dos anos 80, também dominasse o sombrio e o macabro?
Inspirado em Edgar Allan Poe e Ambrose Bierce, escritores que transitaram habilmente entre o horror e o humor, Castelo reconhece que esses dois gêneros são como irmãos gêmeos univitelinos. Um provocando o medo, o outro o riso. E nessa coleção de histórias perturbadoras, o autor explora exatamente essa dualidade, mesclando folclore brasileiro, lendas urbanas e os dilemas mais sombrios da vida moderna.




Livro
Relicário de afetosTudo com humor, lirismo e ironia

Carlos Castelo, reconhecido por sua verve humorística e seu olhar afiado para o humano, reúne em seu novo livro, Museu de Musas, letras e poemas escritos ao longo de décadas. São declarações tardias, confissões improvisadas, bilhetes que nunca foram entregues. Musas reais ou inventadas, passageiras ou perenes, todas reunidas neste espaço de palavras que ora se parece com um quarto de pensão, ora com um altar pagão.




Livro
O humor de VasqsPapo Gaio de Maritacas

Vasqs vai lançar seu novo livro de humor, Papo Gaio de Maritacas, pela editora Converso. O lançamento será no dia 29 de novembro, das 14h às 17h, no Mi & Mo Gato Café (rua Coronel Oscar Porto, 400), próximo ao metrô Brigadeiro.




Jornal
Novo vôo do GrifoO jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango de Edgar Vasques.,

Saiu o novo número do Grifo, publicação de humor e política editada pelos cartunistas da Grafar (Grafistas Associados do RS). Publicado desde outubro de 2020, o jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango, antológico personagem criado por Edgar Vasques em plena ditadura militar.




Livro
Tom & LauraO poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio.

A política brasileira pode ser chamada, às vezes, de uma grande cachorrada. É o que se vê nesta sensacional antologia de tiras em cores do publicitário, compositor e músico Carlos Castelo e do cartunista Bier. Um jeito irreverente, divertido e com sacadas geniais de observar o poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio. Morra de rir com este livrinho em formato de talão de cheques com a qualidade da Editora Noir.
Opiniões (sinceras) sobre a obra:
"Livrinho ingrato: prova de que o homem é o PIOR amigo do cão..." - Edgar Vasquez
"A tira é boa, mas tirem os cachorros" - Spacca
"Quem são Tom & Laura?" - Laerte
"Que cachorrada do Castelo e do Bier!" - Chico Caruso





Livro
A volta de MoebiusHá quase duas décadas fora de catálogo, o trabalho de Moebius finalmente volta pela editora Tábula.

Moebius é um autor muito prolífico com várias coletâneas e personagens. Suas histórias curtas publicadas da Metal Hurlant (França) e Heavy Metal (EUA), revolucionaram o mercado dos quadrinhos.
Há quase duas décadas fora de catálogo, o trabalho de Moebius finalmente volta pela editora Tábula em uma edição que reúne material consagrado, além de algumas histórias inéditas no Brasil.




Revista
Fenamizah de maioNova edição com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

A nova edição da Fenamizah foi publicada, com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes. Baixe o PDF aqui.
Você também pode acompanhar as novidades no site.
A Fenamizah e-magazine é publicada gratuitamente todos os meses na plataforma digital, com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer finalidade comercial.




Revista
Nova edição da FenamizahPublicada gratuitamente em plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo.

A edição de dezembro da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 106 caricaturistas e escritores de 35 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de novembro aqui. Ou ler a revista online nos sites Calameo ou Fliphtml5.





Revista
Edição de abril da Fenamizah80 páginas com 137 cartunistas e escritores de 40 países diferentes

A edição de abril da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 80 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 137 caricaturistas e escritores de 40 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de abril aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
Histórias MínimasUm olhar afinado de Paulo Batista sobre detalhes do mundo cotidiano.

Um olhar afinado sobre detalhes do mundo cotidiano (que muitas vezes passam desapercebidos) disposto ao longo de oitenta páginas de pequenas HQs. É o conteúdo de Histórias Mínimas, novo livro do cartunista Paulo Batista, publicado pelo selo PB Editorial do próprio autor. “São temas que eu gosto de explorar como cronista do mundo do meu entorno”, diz o artista. Muitas dessas HQs e tirinhas foram publicadas no Instagram e páginas do Facebook identificadas com o mesmo título do livro. Agora editadas na sequência formam uma narrativa ainda mais interessante sob o traço delicado do cartunista. Para mais informações de como comprar o livro acesse aqui pelo Instagram ou Facebook