CRÔNICAS


Poesia, prosa e pose

por Carlos Castelo

Paraty, hoje?

Se eu fosse à FLIP seria apenas pela aguardente paratiana. A cachaça local costuma ser mais encorpada que muitas obras lançadas ali. Mas não irei, e essa é minha maior contribuição ao evento: aliviar a disputa por um lugar onde se possa fingir intimidade com a literatura.

Nada contra muitos dos autores presentes. Só não elogio os que passam mais tempo assinando a própria importância do que os próprios livros. Escritores que vendem meia dúzia de exemplares e saem em mil selfies (apesar, convenhamos, de ser um excelente negócio: papel pede trabalho; pose se imprime sozinha).

Dizem que a literatura abre portas. Na FLIP, ela prefere abrir igrejinhas. Os altares promovem elogios recíprocos, benzidos com prefácios cruzados. Um crítico incensa um romancista, que elogia um poeta, que recomenda um ensaísta, que cita o crítico. É um ecossistema sustentável: alimenta-se exclusivamente de si mesmo.

O marketing, esse sim, escreve com vigor. O livro ainda procura uma frase para o título; a campanha já encontrou o prêmio, o festival seguinte e a mesa-redonda sobre a coragem de publicar o que todos já lançaram. Se a publicidade fosse literatura, teríamos um Nobel por semestre.

Apesar de tudo, não nego que possa estar sendo exagerado ou injusto. Há, sim, leitores em Paraty. Só que estão espremidos atrás das câmeras, procurando um autor que ainda se lembre de escrever.


Publicado em 25/07/2026




26 de dezembro

por Carlos Castelo

25 de dezembro foi um espetáculo. Mas e o dia seguinte?

O dia 25 de dezembro foi um verdadeiro espetáculo. A manjedoura parecia o camarim de uma turnê do Paul McCartney: flashes celestiais, visitação VIP dos Reis Magos, e um bebê que brilhava mais que árvore de Natal de shopping. Mas, no dia 26, sem anjos cantando nem estrelas guiando, o clima era outro. Mais de segunda-feira modorrenta.

Maria acordou despenteada, com feno por cima da túnica, e as clássicas olheiras de recém-parturiente.

José era carpinteiro, só que nunca tinha visto um berço “monte-você-mesmo” estilo TokStok. E, para ser sincero, já estava arrependido da viagem inteira: devia ter reservado aquela pousada com banheiro conjugado, mesmo sem vaga para burros.

Falando em animais: ninguém preparou a família para o zoológico que era aquela cena. Um boi roncava alto encostado na parede, em sono profundo, sonhando com a aposentadoria. As galinhas, nervosas, ciscavam em volta do menino como se fossem seguranças particulares com penas. Um gato insistia em subir na manjedoura, talvez numa tentativa de ser o segundo mais adorado do recinto.

Gaspar, ainda em clima de ceia de Natal, resolveu dar banho em um camelo com mirra. Resultado: o bicho agora cheirava a vovó rica e se recusava a deitar no chão.

Melchior tentava organizar a bagunça:

- Em verdade, vos digo: isso aqui tá parecendo festival gospel alternativo: muita fé, pouca estrutura.

Baltazar, com mais presença de espírito, apareceu com pão e tâmaras. Tentou ajudar a embalar o bebê, mas foi ignorado solenemente por ele, que só dormia no colo da mãe.

Do lado de fora, os pastores debatiam se deveriam cobrar ingresso para entrar. Afinal de contas, estavam ali desde o dia anterior e era justo fazer algum denário comercializando selfies do recém-nascido.

- Milagre ou não, isso aqui virou ponto turístico — disse um deles, tentando convencer José a instalar um food truck com o nome “Sabor de Salvação”.

Foi quando o anjo reapareceu. De ressaca. Estava com um manto amarrotado e olhos de quem viu todos os séculos passarem de uma vez. Disse apenas:

- Avisa lá que começou o Novo Testamento, mas ninguém vai entender direito por uns dois mil anos.

E evaporou com um suspiro.

No fim do dia, Maria olhou o filho dormindo — finalmente — enquanto uma cabra comia o lençol do bercinho.

- Acho que vamos precisar de um plano de saúde – desabafou.

José concordou.

E Maria completou:

- E de uma babá, pelo amor de Deus.


Publicado em 23/12/2025




DEUS S/A

por Carlos Castelo

Os textos sagrados dos neopentecostais são uma fanfic da Bíblia.

Os textos sagrados dos neopentecostais são uma fanfic da Bíblia.

E não qualquer fanfic, dessas escritas por alguém que leu as Escrituras de trás pra frente. O que antes era palavra sagrada virou PowerPoint com fundo em fogo e letras garrafais.

O neopentecostalismo moderno é o equivalente espiritual de uma franquia de fast food. Tudo padronizado, tudo vendido, tudo embalado com uma promessa: milagres garantidos ou seu espírito de volta. Estamos falando de um cristianismo gourmetizado, aonde a salvação vem com taxa de conveniência e o pecado é calculado em parcelas de até 12x sem juros.

A Bíblia, aquela raiz, é citada como se fosse cláusula de contrato de aluguel. É lida em pedaços, reinterpretada, e sempre em favor do locador. A exegese virou exercício de malabarismo. Um versículo aqui, um grito ali, e de repente o Evangelho se transforma num programa de auditório, com prêmios, castigos ao vivo e fila para receber o sopro da vitória.

Jesus chora. E com razão. Ele, que expulsou vendilhões do templo, hoje seria expulso dele por atrapalhar a arrecadação. Não contribuiu com a campanha da Arca Premium? Então, filho, vai jejuar no banco de trás. No púlpito, só quem tem microfone sem fio e verbo inflamado de pastor-motivacional.

Os templos de hoje são arranha-céus da esperança fabricada em série. Telões de LED, ministérios com nomes de banda evangélica indie (Fogo Profundo, Graça Intensa, Unção Cósmica) e cultos que mais parecem TED Talks com trilha sonora dramática. A ceia virou coffee break, o batismo virou evento instagramável, e o arrebatamento… bom, esse é prometido para depois da campanha do Salmo Milionário.

O fiel tornou-se consumidor. Um zumbi sorridente com a carteira aberta, buscando salvação com gosto de cashback. Se o milagre não veio, a culpa é dele. Faltou fé. Faltou jejum. Faltou escanear o QR code da bênção.

O Espírito Santo, outrora brisa suave, agora desce sob a forma de efeitos especiais em show de heavy metal: fumaça, luz estroboscópica e gritos ensaiados.

Os textos sagrados desses templos não são só fanfic. São fan-service: feitos sob medida para agradar, entreter e não incomodar ninguém que tenha o dízimo em dia. Porque ninguém quer um Deus que desafie. Querem um gerente celestial simpático, que prometa vaga no céu em troca de fidelidade à marca.

Já disseram que religião é uma tentativa de encontrar consolo em uma narrativa mágica. Os neopentecostais vão além: transformam a narrativa mágica em plano de marketing. E não há exorcismo que tire esse espírito do lucro do altar.


Publicado em 10/09/2025




Poesia, justo no domingo?

por Carlos Castelo

Suspiros poéticos e macarronada com frango

NEXO

Que poema sem nexo
O poeta ficou perplexo
O crítico pediu anexo

Entrou em cena o sexo
Tudo ficou complexo
Cheio de circunflexos

Côncavo no convexo
Nada de forma fixa
Meu Deus, que paradoxo!


Publicado em 12/07/2026




Papo de galinha

por Vasqs

Lá até o frio é comunista. E nem tem Brad Pitt

Duas galinhas cacarejam enquanto ciscam e ciscam enquanto cacarejam. Uma formiguinha, cócó, uma minhoca, cococó. O papo vai longe.

- Na frente de uma livraria tem uma réplica da Mafalda.
- Não conheço.
- Personagem do Quino, Susana.
- Não conheço.
- Uma criança prodígio, incrível, uma pensadora.
- Comunista?
- Todo mundo quer fazer selfie com ela.
- Esse Quino é comunista?
- Não sei, era um gênio criativo.
- O que a Matilda pensa?
- Mafalda. Matilda é outra, uma que gosta de ler.
- Outra comunista.
- A Mafalda tem uma visão crítica da sociedade, do mundo, da vida...
- Não falei? É comunista... Sabia que minha sobrinha vai se casar?
- Não diga, parabéns!
- Vai passar a lua de mel em Miami.
- Que chique.
- 15 dias! É meu sonho que ela realiza.
- Quando?
- Em agosto. Vão passear na Disney.
- Ver o Mickey, que massa!
- E acho que vão visitar as rachaduras de San Andrés.
- "Falhas". E estão na Califórnia.
- Sou fissurada nisso, outro sonho meu...
- Em falha geológica, Susana?!
- E na Disney, sou fissurada na Disney. E em Hollywood. Pensou, Virgínia, uma selfie com o Brad Pitt?!
- Não me faz o gosto.
- Falar nisso o noivo se parece com ele, um príncipe! Tem até carro!
- Puxa!
- Outro sonho meu.
- Um carro?
- Um príncipe. Com carro. E você, pra onde gostaria de ir?
- Hum... talvez Espanha... talvez Rússia.
- Rússia? Que tem lá além de comedores de pintinhos?
- Comunismo de novo... Acabou faz 30 anos. Já tem até MacDonalds.
- Você acredita nisso?
- E tem a Transiberiana.
- A Transilvânia fica lá?
- Transiberiana. Sete dias viajando de trem, de leste a oeste. Que emocionante deve ser!
- Que atraso deve ser. Dez dias num trem!
- Sete. Eles têm uma cultura pródiga, Susana, secular! Dostoievsky, Tchaicovsky ,Kasparov, Gagarin, Sharapova, o Bolshoi, Einseintein...
- O da língua?
- Esse é o Einstein.
- E um frio dos diabos.
- Isso eu concordo.
- Lá até o frio é comunista. E nem tem Brad Pitt.
- Magina, ator ruim tem em todo lugar.
- Já encomendei pra minha sobrinha um secador, uma chapinha, uma escova modeladora, 4 bolsas e um air fryer, ... Tem air fryer na Rússia?
- Se tiver, não com esse nome.
- E um ativador de cachos, um triturador,... Quer alguma coisa? Tem minhocas em conserva, pedi 10 caixas .
- Processadas, industrializadas? Não, obrigada...Epa! falar nisso, achei uma! Uau, que suculenta. E totalmente orgânica!
- Puxa, que sorte... Ih,...ouviu? Meu galo tá cantando... Tenho que ir, se ele chega e não tem o que comer, tô depenada.
- Leva essa minhoca.
- Posso? Nossa, você é muito generosa.
- Nada, é bom dividir.
- Obrigada, Deus lhe pague.
- Tem diquê não, depois você me empresta o air fryer.
- Hã? Ah...Tchau, Virgínia.
- Tchau, ...papafrita.


Publicado em 25/07/2026




Sweet memories*

por Vasqs

Quando se trata de sexo...

O personagem de O Complexo de Portnoy roubava bifes de fígado da geladeira da mãe e usava para se masturbar. Grande ideia. Philip Roth deve ter sacado essa do seu tempo de moleque. Moleque é um Vesúvio de testosterona, quando se trata de sexo inventa mais que o Thomaz Edison.

1
O Narciso ganhou uma égua de presente da avó. A cidade ainda não sabia se era urbana ou rural, tinha espaço e ruas de terra. O Narciso, 11 anos, subia numa cerca, posicionava a égua e dava um crau no bicho. Diziam que também usava galinhas, porcos e cabras.

A anedota era assim:

- O que você vai ser quando crescer, Narciso?

- Tarado.

Com 15 anos já tinha engravidado uma moça mais velha que ele 8 anos.

2
Também tinha o Tenório, o carroceiro. Orgulhava-se de ter uma minhoca especialmente avantajada. 23 centímetros!, bradava. Dizia que dava nó e chamava os moleques no banheiro pra mostrar, como uma aberração de circo de horrores. Só não cobrava, o preço era a perplexidade dos garotos, fazia bem pro seu ego.

Uma vez o Silvinho levou uma trena.

- 18 cm! - protestou – e não 23!

O Tenório deu um sorrisinho triunfante:

- E você acha pouco?

3
O Sakata tinha dinheiro no bolso, era filho de fazendeiro. Uma tarde apareceu com um pacote de catecismos – mais de 50! -, um quadrinho pornô, espécie de educação sexual da garotada da época. Comprava todos, devia ser o maior comprador de catecismos da cidade. Queria que o Hugo levasse pra casa, emprestaria por quanto tempo quisesse. Seus pais andavam desconfiados.

O Hugo disse: e os meus? Mas levou.

Num mês, já tinha lido tudo.

Até que lá um dia, quando saía do banheiro, tomou uma bronca da mãe e um pescoção do pai, tudo ao mesmo tempo.

Não que tivessem desconfiado, mas pelo tempo que o Hugo ficava no chuveiro, devia ser ele o responsável: a conta de luz estourou naquele mês.



4

Os bailinhos eram chamados de roça-roça. Mesmo o da Igreja. É, tinha um que funcionava no salão da igreja, com rock, Beatles e tudo mais.

Todo fim-de-semana tinha roça-roça na igreja.

Father Mackenzie remendava suas meias enquanto John Lennon, no salão, pecava fungando no cangote da Eleonor Rigby: oh, giiiirl, sffffsh!...

Esses bailinhos eram a contradição do crescei-vos e multiplicai-vos e ao mesmo tempo uma preliminar de quem fosse pro inferno, porque a coisa era mais torturante que o band aid do João Bosco. As moças eram terrivelmente recatadas, quase freiras, de maneiras que crescei-vos, sim, mas multiplicai-vos, nem pensar: só depois de casadas.

Um cinto da castidade invisível e mais resistente que os da Idade Média fazia as vezes de polícia da moralidade: eram os olhos lancinantes (e invejosos) do padre, do pai, da mãe, das tias, do delegado, do juiz, dos vizinhos, e, claro, os onipresentes de Deus.

E afinal eram o que explicava o Narciso, o Sakata, o Tenório, os catecismos pornô...

E muito provavelmente também os bifes de fígado nas mãos do Portnoy.



* Nada é mentira.


Publicado em 07/02/2026




Leitor quer é porrada

por Nelson Moraes

Murro no olho do autor dá mais engajamento

Quem ficou surpreso ao saber do barraco entre o Garcia Márquez e o Vargas Llosa, acontecido em 76 (donde deduzimos que a literatura diferenciada nem sempre consiste num soco no estômago do leitor: murro no olho do autor dá mais engajamento), é porque nunca soube de outros casos, tão mais cabeludos quanto abafados, também envolvendo literatos.

Por exemplo, o beliscão nos mamilos que o Machado de Assis tomou do Gregório de Mattos, e que fez o Bruxo do Cosme Velho sair dando pulinhos em ziguezague pela calçada do Forte de Copacabana gritando “Bof quoi, dis donc, fait chier!”. Segundo fofocas, o fato de nunca terem sido contemporâneos – com quase um século e meio dividindo os dois – deve ter sido a causa do desentendimento: se já nunca tinham se falado antes do incidente, aí é que não voltaram a conversar.

Outro caso foi o demorado pisão no pé que Ernest Hemingway tomou de F. Scott Fitzgerald, num baile em Fresno. Segundo Hemingway, foi porque Fitzgerald não suportava os “therefore” que ele tinha enfiado indevidamente em “O Sol Também se Levanta”. Segundo Zelda Fitzgerald, foi porque Hemingway tirou Fitzgerald pra dançar. E segundo Fitzgerald, o décimo-quinto Martini estava ótimo e ele não se lembra de mais nada.

Houve também o caso de Fernando Pessoa, que uma vez se trancou no banheiro de uma tabacaria no Ribadouro, em Lisboa, e quem encostou o ouvido na porta acompanhou o tenso diálogo que culminou em Alberto Caieiro enfiando o dedo no olho de Ricardo Reis.

Como não se lembrar também de Lord Byron e Mme. de Stäel, que chegaram a trocar cusparadas, tufos de cabelo e pedaços de unha – e tudo isso por correspondência?

Por fim, não pode ser esquecido o caso de Norman Mailer, que, depois de ter se pegado com um crítico literário do New York Times – e também escritor –, foi a um bar com um míssil Tomahawk BGM-109 enfiado nas costas. Quando os amigos, depois de vários rodeios, com muito jeitinho apontaram o fato, ele teria virado um gole de bourbon e dito: “Vocês precisavam ver como o outro ficou.”

Voltando lá no início, há quem diga que na briga do Vargas Llosa e do Garcia Márquez tinha uma mulher no meio. Felizmente ela se desviou bem na hora.


Publicado em 01/07/2026




Melhores amigos

por Nelson Moraes

Sexo muda tudo

Os dois terminam o rala-e-rola, na cama. Ele se vira pro lado, suando, arfando, feliz, e acende um Marlboro. Ela retoma o fôlego, também suada, e se espreguiça.
– Não grila não, viu? – ela diz. – Isso acontece.
– Oi? – ele fala.
– Isso o que eu falei. Pra você não grilar. Isso acontece.
– Ué – ele franze a sobrancelha. – Como assim, “acontece”? Você viu o que aconteceu?
– Vi, ué.
– Então. A gente... transou! Tivemos preliminares, a gente se excitou, consumou o ato de forma espetacular (a menos que você seja uma baita atriz) e você diz... “não grila não, que isso acontece?”
– Pois é. Falhou, né?
– Ahn...?!?
– Tá bom. Falhamos.
– Como?!?
– Era um teste pra ver se nossa amizade prevalecia sobre o sexo, caramba! Lembra que foi o que a gente combinou, pra ter certeza de que era só afeto, e não tesão? A expectativa era que você brochasse, pra então a gente descobrir, aliviados, que a cumplicidade permanecia, e que a gente poderia continuar sendo melhores amigos.
– Você tá dizendo que o sexo não foi bom?
– Foi ótimo. O que não foi bom foi o teste! Agora nossa amizade tá comprometida.
– Ah, também não é assim.
– É sim. Sexo muda tudo. Rolou algo mais, entende? Acabou aquela... identificação afetiva. Teve uma coisa, entre a gente.
– Sim. Um sexo inesquecível!
– Então. Não vamos ser os mesmos. Você vai ter seu mundo, eu o meu. A gente não vai mais poder se abrir um com o outro. Agora tudo de íntimo a seu respeito eu vou guardar pra compartilhar só com minhas amigas, e você do mesmo jeito, com teus parças. Fazer o quê? – e ela começa a se vestir.
Ele afunda a cabeça no travesseiro, aí toma fôlego e tenta:
– Tá bom. Seguinte: a gente esquece isso, vamos pra sala maratonar a série – e aqui ele enfatiza: – sem segundas intenções, e tomando o sorvete de flocos. Que tal?
– Não – ela diz, resoluta. – Série na Netflix, no mesmo sofá, sem segundas intenções, e tomando sorvete de flocos, só com o melhor amigo. Aliás, melhor amiga. Vou chamar a Tânia.
– A Tânia? Logo a Tânia?
– É, ué. Você tem algo contr... Ei, o que é isso?
– Isso o quê?
– Eu falei na Tânia e você... teve uma ereção?
Ele, sem saber pra onde olhar:
– Desculpa. Isso nunca me aconteceu antes.


Publicado em 20/10/2025




AGENDA

Revista
Nova edição da FenamizahEm sua 82ª edição, a revista eletrônica Fenamizah apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes.

Esta 82ª edição da revista eletrônica Fenamizah, publicada por Aziz Yavuzdoğan como editor-chefe e com a participação voluntária de cartunistas e escritores de renome mundial, apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes. Baixe seu exemplar em PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Exposição
Quadrinhos no PompidouReunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos.

Em 29 de maio foi aberta a exposição “Bande dessinée, 1964 - 2024”, no Centro Georges Pompidou, em Paris. A mostra pretende oferecer um diálogo inédito entre os 3 principais centros de expressão da banda desenhada: a criação europeia, os mangas asiáticos e os quadrinhos americanos. Reunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos. A exposição vai até novembro.





Revista
Nova edição da FenamizahPublicada gratuitamente em plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo.

A edição de dezembro da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 106 caricaturistas e escritores de 35 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de novembro aqui. Ou ler a revista online nos sites Calameo ou Fliphtml5.





Revista
Mestre Makabro

Campanha no Catarse de Cássio Witt (Editora Milhas e Milhas Books) lança segunda edição da revista em Quadrinhos Mestre Makabro.
E recebe reforço de um caricaturista e uma aquarelista. Entre as recompensas, os apoiadores podem escolher em arte digital @aquarelasdaclaudia ou caricatura do Bira Dantas, colaborador do Charge Web. É só escolher a opção aquarela ou caricatura e, além da revista, receber suas artes exclusivas.
Cássio Witt tem um canal no youtube Milhas e Milhas Nerd sobre Quadrinhos e vai receber Claudia e Bira nesta quinta-feira, 04/06 para um bate-papo.




Livro
Relicário de afetosTudo com humor, lirismo e ironia

Carlos Castelo, reconhecido por sua verve humorística e seu olhar afiado para o humano, reúne em seu novo livro, Museu de Musas, letras e poemas escritos ao longo de décadas. São declarações tardias, confissões improvisadas, bilhetes que nunca foram entregues. Musas reais ou inventadas, passageiras ou perenes, todas reunidas neste espaço de palavras que ora se parece com um quarto de pensão, ora com um altar pagão.




Livro
Quadrinhos & PublicidadeA evolução dos quadrinhos na publicidade em centenas de anúncios.

Em uma fascinante jornada que começa no final do século XIX e chega aos dias atuais, Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! mostra a evolução dos quadrinhos na publicidade no Brasil e no mundo, em centenas de anúncios.
Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! é o resultado de uma pesquisa de quase vinte anos do ilustrador, diretor de arte e pesquisador Toni Rodrigues. O autor buscou, catalogou, apurou informações e recuperou imagens e arquivos considerados há muito perdidos em diversas fontes.




Revista
Fenamizah de fevereiroEsta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

Já está disponível pra download a edição de fevereiro de 2025 da revista eletrônica Fenamizah (edição 76), editada por Aziz Yavuzdoğan. Esta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes, incluindo cartunistas e escritores de renome mundial.
A revista eletrônica Fenamizah é publicada todo mês em plataformas digitais, oferecida gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo, sem nenhum propósito comercial.
Você pode baixar a edição de fevereiro gratuitamente clicando aqui.




Livro
Cartografias do fimAntologia de contos inéditos sobre a crise climática

A revista literária Subtextos, referência na publicação de ficção contemporânea brasileira no ambiente digital, anuncia o lançamento de seu primeiro livro impresso: Cartografias do fim.
Organizada por Mariane Lima, a antologia reúne treze escritores que abordam a emergência climática a partir de perspectivas e linguagens distintas — do fluxo de consciência ao conto de terror, passando por narrativas intimistas, distópicas e experimentais. O resultado é um mosaico literário que dialoga com as angústias, paisagens e possibilidades de um planeta em transformação, oferecendo uma seleção plural capaz de atender a diferentes sensibilidades de leitura.
O projeto se viabiliza por meio de uma campanha de apoio que oferece diferentes recompensas aos participantes.




Livro
Pária amada, Brasil!Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Carlos Castelo

Carlos Castelo lança seu novo livro, "PÁRIA AMADA, BRASIL - 99 aforismos sobre o Brasil & um sobre Portugal”, recheado de observações sarcásticas sobre o país. Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Castelo, com base em sua carreira como colunista dos jornais Estadão, Rascunho e O Dia. Castelo criou uma provocação divertida sobre a cultura, a sociedade e as peculiaridades brasileiras. Uma coleção de aforismos que oferece aos leitores uma mistura inusitada de ironia, sagacidade e observações agudas sobre o Brasil. - Tempos Crônicos






Humor ambientalA floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos

A floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos, é o que mostra o livro Amazônia Meu Humor – 40 anos em defesa da Amazônia, de Paulo Emmanuel.
A obra reúne quatro décadas de cartuns dedicados à luta ambiental na região, em um registro histórico e artístico que transforma humor em resistência. Emmanuel, referência do humor gráfico na Amazônia, consolida no livro sua trajetória marcada pela crítica afiada e pelo olhar sensível sobre os desafios ecológicos da floresta.




Livro
Tom & LauraO poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio.

A política brasileira pode ser chamada, às vezes, de uma grande cachorrada. É o que se vê nesta sensacional antologia de tiras em cores do publicitário, compositor e músico Carlos Castelo e do cartunista Bier. Um jeito irreverente, divertido e com sacadas geniais de observar o poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio. Morra de rir com este livrinho em formato de talão de cheques com a qualidade da Editora Noir.
Opiniões (sinceras) sobre a obra:
"Livrinho ingrato: prova de que o homem é o PIOR amigo do cão..." - Edgar Vasquez
"A tira é boa, mas tirem os cachorros" - Spacca
"Quem são Tom & Laura?" - Laerte
"Que cachorrada do Castelo e do Bier!" - Chico Caruso





Livro
VizungaObra-prima de Colin retorna em volume inédito pela editora Veneta.

Criado por Flavio Colin (1930–2002) e publicado originalmente em tiras diárias, entre 1964 e 1966, na Folha de S. Paulo, Vizunga é um dos pontos mais altos na história dos quadrinhos brasileiros. As tiras reúnem histórias do pescador e caçador Parcival de Carvalho, o Vizunga, e misturam elementos da cultura gráfica popular brasileira com o modernismo, em narrativas cheias de aventura, ironia e crítica social. Vizunga retorna em um volume inédito pela editora Veneta.




Livro
Histórias MínimasUm olhar afinado de Paulo Batista sobre detalhes do mundo cotidiano.

Um olhar afinado sobre detalhes do mundo cotidiano (que muitas vezes passam desapercebidos) disposto ao longo de oitenta páginas de pequenas HQs. É o conteúdo de Histórias Mínimas, novo livro do cartunista Paulo Batista, publicado pelo selo PB Editorial do próprio autor. “São temas que eu gosto de explorar como cronista do mundo do meu entorno”, diz o artista. Muitas dessas HQs e tirinhas foram publicadas no Instagram e páginas do Facebook identificadas com o mesmo título do livro. Agora editadas na sequência formam uma narrativa ainda mais interessante sob o traço delicado do cartunista. Para mais informações de como comprar o livro acesse aqui pelo Instagram ou Facebook





Livro
A volta de MoebiusHá quase duas décadas fora de catálogo, o trabalho de Moebius finalmente volta pela editora Tábula.

Moebius é um autor muito prolífico com várias coletâneas e personagens. Suas histórias curtas publicadas da Metal Hurlant (França) e Heavy Metal (EUA), revolucionaram o mercado dos quadrinhos.
Há quase duas décadas fora de catálogo, o trabalho de Moebius finalmente volta pela editora Tábula em uma edição que reúne material consagrado, além de algumas histórias inéditas no Brasil.




Revista
Edição de abril da Fenamizah80 páginas com 137 cartunistas e escritores de 40 países diferentes

A edição de abril da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 80 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 137 caricaturistas e escritores de 40 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de abril aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Revista
Nova edição da FenamizahJá está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan.

Já está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan. Você pode ler a edição online aqui ou baixar o exemplar em pdf aqui.




Livro
Mortadelo e Salaminho estão de voltaOs agentes da T.I.A. agora com duas HQs em uma única edição

A Figura Editora ouviu o público, e o segundo volume de Mortadelo e Salaminho chega com dose dupla de HQs do genial Francisco Ibáñez. Isso mesmo, são duas aventuras dos agentes da T.I.A. em uma mesma edição de 96 páginas!




Livro
Cartuns EcológicosPlaneta em Risco" é o sexto livro do cartunista J.Bosco, trazendo 86 cartuns que abordam diversas formas de degradação do meio ambiente.

"Planeta em Risco" é o sexto livro do cartunista paraense J.Bosco, com mais de 40 anos de profissão, são 86 cartuns ecológicos, abordando diversas formas de degradação do meio ambiente, poluição dos rios e mares, desertificação, aquecimento global, extinção de algumas espécies marinhas, crise climática. Um livro com vasto material crítico, com linguagem universal, que nos leva a uma reflexão sobre o tempo de nossa própria existência.





Revista
Fenamizah em edição especialEdição especial dos mestres do cartum mundial

A Fenamizah apresenta uma edição especial com 100 páginas em homenagem aos mestres do cartum mundial, apresentando trabalhos de Steinberg, Ziraldo, Mordillo, Hoffnung, dentre outros. Leia online ou baixe o pdf




Revista
Fenamizah de julhoA edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah foi publicada.

A edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. Editada por Aziz Yavuzdoğan e publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de julho aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
A lírica visual de FaustoUm lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.

Fausto Bergocce é cartunista, ilustrador e multiartista visual, com obras que transitam entre o desenho, a pintura, a colagem e a fotografia, integrando aos cartuns, tiras e charges muito desses conhecimentos. Seu novo livro, Simples Cartum, é um lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.




Livro
Caricaturas de J.BoscoMúsica, cinema, literatura e caricaturas

O livro J.Bosco Caricaturas (formato 23 x 27 cm - 90 páginas) retrata algumas celebridades da música, cinema e literatura em traços preto e branco, uma homenagem ao estilo clássico da caricatura. São 75 desenhos, entre eles Lupicinio Rodrigues, Quenti Tarantino, e Ariano Suassuna, com apresentação de escritores e caricaturistas como, Miran (editor e diretor da revista Gráfica), Marko Ajdarik, Haroldo Gepp, Luciano Magno, Solda e Adriano Barroso. O livro faz parte das comemorações dos 25 anos de atuação de J.Bosco no jornal O Liberal, de Belém do Pará, como chargista diário e caricaturista.




Cards
Heróis & HeroínasHomenageando os grandes artistas da música brasileira

No intuito de homenagear personagens históricos da música brasileira, o caricaturista e ilustrador Eduardo Baptistão e Geraldo Leite, músico e radialista, lançam Heróis & Heroínas da Nossa Música, um caixa contendo 52 cards, com as caricaturas e mini biografias dos artistas de MPB, Samba, Choro, Bossa-Nova, etc. Além disso cada card acompanha um QR Code com playlist de cada artista, preparada por Geraldo Leite.




Livro
O humor de VasqsPapo Gaio de Maritacas

Vasqs vai lançar seu novo livro de humor, Papo Gaio de Maritacas, pela editora Converso. O lançamento será no dia 29 de novembro, das 14h às 17h, no Mi & Mo Gato Café (rua Coronel Oscar Porto, 400), próximo ao metrô Brigadeiro.




Revista
Fenamizah de maioNova edição com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

A nova edição da Fenamizah foi publicada, com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes. Baixe o PDF aqui.
Você também pode acompanhar as novidades no site.
A Fenamizah e-magazine é publicada gratuitamente todos os meses na plataforma digital, com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer finalidade comercial.




Livro
Ebal – Uma História IlustradaA editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações ganha um livro.

Em 1934, Adolfo Aizen criou o Suplemento Juvenil, publicação que revolucionou os quadrinhos no Brasil e liderou o segmento na maior parte de seus onze anos de existência. Até que, em 1945, Aizen parte para um novo projeto e cria a sua Editora Brasil-América.
Finalmente a editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações, ganha um livro à altura de sua importância. Fartamente ilustrado, com imagens raras e textos elucidativos frutos de uma minuciosa pesquisa realizada por vários autores.




Jornal
Nova edição do GrifoO acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista

No GRIFO 55, Jef Miola questiona “Que Congresso é esse?” (e nem tinha acontecido a barbárie contra Marina Silva). Essa postura agressiva e direitista não é exclusividade brasileira, mostram Luiz Faria analisando Trump, Tarso Riccordi questionando o “desprefeito” de Porto Alegre. Já Winckler aborda o acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista. Coisa que ficou bem ilustrada na capa do Eugênio Neves.




Revista
Fenamizah de junho80ª edição da Fenamizah e-magazine

A 80ª edição da Fenamizah e-magazine está disponível para leitura online ou download. Editada por Aziz Yavuzdoğan, a nova edição conta com a participação voluntária de 130 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.




Livro
Níquel NáuseaFazendo 40 anos

Níquel Náusea, personagem imortal de Fernando Gonsales, está fazendo 40 anos. E a Z Edições apresenta esta coleção que irá reunir todas as tiras criadas por Fernando nessas quatro décadas.




Livro
Os Migonautas As aventuras bem humoradas de ursos viajando pelo espaço.

Os Migonautas é uma série de tirinhas criadas por Mig Mendes. Com bastante estrada, a tira começou como tira diária de jornal, publicada em O Fluminense de Niterói e outros diários. Nessa época (1991 - 1993) o título era O Urso no Espaço. Depois as tiras foram recriadas para redes sociais no final de 2015, com muito mais cor, desenvolvimento de personagens e arcos formando pequenas histórias. O volume 5 dos Migonautas está em campanha no Catarse.




Revista
Especial Dia das MulheresFenamizah comemora o Dia Internacional da Mulher com uma edição especial.

Comemorando o “Dia Internacional da Mulher”, foi publicado junto com a edição de março um álbum especial, “Women Cartoons - Fenamizah Extra”, incluindo cartuns, pinturas, ilustrações e escritos de 112 artistas profissionais e amadores de 34 países. Você pode baixar o PDF aqui ou ler online no site Fliphtml5.




Revista
Edição de janeiro da FenamizahJá está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan .

Já está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan, com participação de 115 cartunistas e escritores de 36 países diferentes. A “Fenamizah E-Magazine” é publicada mensalmente na plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo. É publicado gratuitamente, sem qualquer finalidade comercial. Baixo o PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Livro
O horror segundo Carlos CasteloCastelo revela que além do humor também habita nele uma inquietante galeria de horrores.

Há escritores que se especializam numa só faceta literária. Vivem e morrem na confortável casinha construída em torno de um único estilo. Não é o caso de Carlos Castelo, figura conhecida por sua trajetória múltipla. Jornalista, humorista, poeta, publicitário premiado e agora — para arrepio de muitos — autor de contos de horror.
Em Dentro de Mim Mora a Sombra, Castelo revela que, além do humor, também habita nele uma inquietante galeria de horrores. Com apresentação luxuosa assinada pelos escritores Bráulio Tavares e Gustavo Ávila, o livro chega como uma inesperada novidade. Quem diria que um dos criadores do icônico grupo Língua de Trapo, símbolo irreverente da São Paulo dos anos 80, também dominasse o sombrio e o macabro?
Inspirado em Edgar Allan Poe e Ambrose Bierce, escritores que transitaram habilmente entre o horror e o humor, Castelo reconhece que esses dois gêneros são como irmãos gêmeos univitelinos. Um provocando o medo, o outro o riso. E nessa coleção de histórias perturbadoras, o autor explora exatamente essa dualidade, mesclando folclore brasileiro, lendas urbanas e os dilemas mais sombrios da vida moderna.




Revista
Revista Fenamizah de marçoUma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah .

Uma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de março aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.