CRÔNICAS


Pastor da Lagoinha revela que Jesus recebia mesada do Banco Master

por Carlos Castelo

Revelação abre divergências entre fiéis

Durante um culto sobre educação financeira, um pastor da Igreja Lagoinha afirmou que Jesus recebia uma mesada do Banco Master. A informação, segundo ele, constaria de uma planilha encontrada entre os documentos do Sermão da Montanha.

Os pagamentos teriam começado aos 30 anos, logo após o batismo no rio Jordão, e sido suspensos durante os 40 dias no deserto por falta de movimentação na conta.

A multiplicação dos pães foi classificada pelo departamento de investimentos como rendimento acima da média. Já a transformação de água em vinho segue sob análise da Receita Federal.

Em nota, a assessoria celestial informou que a mesada cobria despesas de deslocamento, sandálias e refeições com os apóstolos.

Judas, responsável pela tesouraria do grupo, teria solicitado um cartão adicional ao Master. O pedido foi negado por inconsistência cadastral.

A revelação abriu uma divergência entre fiéis: alguns defendem que os milagres eram patrimônio próprio; outros querem saber se os peixes entraram na declaração anual.

A comissão de eventos da igreja pediu apenas que a discussão não atrase o almoço de domingo, já contratado para 300 pessoas, com milagres sujeitos a taxa de serviço.

O extrato completo será apresentado assim que Tomé confirmar o saldo.


Publicado em 23/09/2026




White Friday

por Carlos Castelo

Mais clara que suas intenções


Em 2025, o sul do Brasil nos brindou com mais um espetáculo de elegância étnica disfarçada de liquidação: a White Friday de Santa Catarina. Enquanto o restante do país se jogava nos braços da Black Friday, disputando air fryers como bárbaros em Coliseus, Santa Catarina decidiu fazer diferente.

A proposta era simples: fazer uma sexta-feira de descontos, mas com a estética que realmente representa o espírito local: clara, luminosa e constrangedoramente homogênea.

Os cartazes diziam: “White Friday, mais clara que suas intenções”. As promoções principais: camisas polo brancas, porcelanas bávaras, produtos capilares para cabelos lisos e, claro, o pacote de férias em Balneário Camboriú. Tudo com até 70% de desconto, exceto a noção de realidade.

Naturalmente, surgiram críticas. Ativistas apontaram que uma White Friday poderia, veja só, parecer racista. Os organizadores, com seus ternos bege e sotaques carregados de vogais arrastadas, responderam com ofensa genuína: “Racismo? Imagina! Aqui, a gente aceita todo mundo, desde que venha com sobrenome alemão, cabelo alinhado e histórico de colônia.”

As redes sociais explodiram. A classe média local, no entanto, defendeu a campanha com unhas, dentes e argumentos do tipo “não é racismo, é branding”.

No fim das contas, a White Friday foi um sucesso: lucros nas alturas e polêmicas em alta rotação. Ano que vem, cogita-se ampliar o evento. Já há sugestões de nomes: “Clean Monday”, “Pálida Quarta”, e, para os mais ousados, “Neutra Weekend”: sempre com muito desconto e nenhuma diversidade.


Publicado em 02/12/2025




Museu do Fútil

por Carlos Castelo

Investigação solene das coisas fúteis

O Cupom Fiscal Ilegível  

Descoberto no fundo de uma gaveta, o Cupom Fiscal Ilegível é uma peça frágil e, paradoxalmente, muito reveladora presente no acervo do Museu do Fútil. Seu papel amarelado exibe apenas vestígios de números, siglas e um código de barras que parece um poema concretista em decomposição.

Os especialistas que o analisaram não chegaram a consenso: uns juram tratar-se de uma compra de manteiga e sabão em pó; outros, de uma TV parcelada em 18 vezes. A verdade, perdida entre os pixels do tempo, pouco importa. O cupom sobrevive como testemunho de uma era que acreditava que tudo poderia ser comprovado: até o esquecimento.

Sua restauração demandou uma equipe de paleógrafos, microscópios eletrônicos e muita fé. Cada traço recuperado é uma tentativa de reconstruir o cotidiano a partir daquilo que o calor e a umidade apagaram. O visitante atento notará o esforço arqueológico da tinta térmica em resistir ao nada.

Na legenda da vitrine lê-se: “Documento de valor questionável, mas de validade expirada.” Afinal, o Cupom Fiscal Ilegível é o retrato fiel de um tempo em que comprar era mais importante que contabilizar. Hoje, resta apenas o recibo da amnésia.


Publicado em 08/11/2025




Vote Castelos

por Carlos Castelo

Minha candidatura em 2026

Esqueci de comunicar que estou lançando minha candidatura a suplente de vereador. Não por ambição política. Minha pretensão é muito maior: quero chegar ao poder sem precisar trabalhar para isso.

Sou suplente de Carlos Castelo, que por coincidência tem o mesmo nome que eu. A vantagem é institucional. Se algum dia ele perder o mandato (pelas razões de sempre), assumo no lugar dele e ninguém precisa alterar a placa da porta.

Carlos Castelo e eu somos contra partidos políticos. Principalmente os que não nos aceitaram. Por isso sairemos por uma legenda sem nome, o que evita muitos constrangimentos, inclusive o de explicar o programa.

Também não teremos número. O eleitor deverá teclar Carlos Castelo na urna eletrônica. É nossa primeira proposta para melhorar a democracia: transformar a eleição numa prova de alfabetização. Quem não souber escrever, não vota em nós. Quem souber, mas redigir outro nome, também não. É um sistema rigoroso, porém transparente.

Meu slogan será: CARLOS CASTELO — vote nele e leve outro.

Muda o homem. A suspeita permanece.


Publicado em 18/08/2026




Ninguém dirige melhor que o Carlito

por Vasqs

Quanto custa uma vida? Uns treminhão?

O Carlito é motorista de tudo, tem CNH categoria C, coisa de que muito se orgulha, e que o permite dirigir qualquer veículo: até colhedeira de soja, até empilhadeira de aeroporto, ele diz.

No primeiro emprego dirigia um treminhão, que jurava chamar-se assim porque era esse o preço do veículo: treminhão de real! Acreditava ainda que se o patrão tinha esse dinheiro pra pagar pelo caminhão era porque era mais que rico, havia de ser miliardário. E dessa premissa chegava à correta mas arriscada conclusão: se o patrão tem tanto, não tá certo pagar pra mim a merreca esturricada, mais seca que bucha do mato, que ele chama de salário.

A lamúria pegou a rádio peão e não demorou um dia pra que chegasse aos ouvidos do patrão. E demorou menos ainda pra que fosse o Carlito demitido pelo próprio, por atrevimento, por insolência e por pregar ideias transgressivas no recinto da empresa. Mais a mais, também salientou o empresário, não sou miliardário, sou só um pouco rico. E se fosse, que que tem?, méritos meus; aliás, do meu pai, aliás do meu avô, aliás méritos da estirpe enfim.

O segundo emprego, este como motorista de ambulância, era um emprego público, pagava bem menos que o último, mas o Carlito gostava. Gostava porque não tinha que viajar e porque achava divertido apertar aquele botãozinho vermelho ali e ouvir a sirene gritando uóóóóóó! Quando ela falha, dizia ele, ponho a cabeça pra fora e faço eu mesmo as vezes de sirene: uóóóóóóó´! uóóóóóóó!

A ambulância, essa que ele dirigia, ouviu dizer, fora conquista do vereador Capitão Trancoso, homem sobretudo generoso, sobretudo de virtudes civis e militares irreprocháveis, desses pra quem bandido e presunto deveriam ser a mesma coisa. “Hôme assim queu admiro!”, dizia o motorista.

Ambulância, segundo outra premissa do Carlito, leva pessoas doente acidentada pro hospital; ambulância pode salvar vida, muitas vida. E concluía: sou eu quem transporta, logo, sou eu, vamos dizer assim, quem salva essas vida!

Só tinha vantagens, esse emprego.

Marcava numa cadernetinha a quantidade de pessoas, almas, como ele chamava, que teria salvo nos 3 meses de nova profissão: 243 almas!, até aqui. E se perguntava: será que eu num serei anjo?

Dirigia imaginando quanto custaria uma ambulância, $200, $300 mil? Vai ver, mas o valor da vida é que conta, e não tem preço. Quanto custa uma vida? Uns treminhão? .... que nada, muito mais que treminhão!

Ah, eu sô mesmo um anjo!, exclamava de si para si.

Mas um dia, voltando de devolver um paciente, quando saía do elevado João Goulart e fazia a curva pra subir a Consolação, foi colhido por uma picape Ranger 3.0, 250 cv , tração 4x4.

Nem ouviu a cacetada.

Bateu a cabeça no vidro e desmaiou.

Foi atendido por outra ambulância e colocado numa maca.

Acordou no hospital. Olhou pro enfermeiro e desatou duas perguntas: Quem que me trouxe aqui, o Adelino? Chama ele.

Veio o Adelino, ele fez um gesto pedindo que abaixasse e sussurrou: Adelino, você que é um anjo!

A outra: Quanto custa uma ambulância nova?

Acho que uns $500 mil, chutou o enfermeiro.

Tô ferrado, disse o Carlito, e desmaiou de novo.

Convalesceu por uma noite, teve alta pela manhã.

Convocado no RH, foi demitido outra vez.

Pelo laudo conclusivo da diretoria do hospital, era ele o culpado pela batida.

Segundo testemunhas, na hora do acidente o Carlito estava com a cabeça pra fora da ambulância. E fazia assim: uóóóóóó! uóóóóóó!


P.S. : Hoje o Carlito pejotizou-se, dirige um Peugeot de aplicativo. Pode fazer a trapalhada que for, "agora sou patrão de mim, ninguém me pode demitir, a não ser se for eu mesmo".


Publicado em 21/09/2026




Os Joãos

por Vasqs

Espirrando feito esguicho de fonte de praça

O João amanheceu meio febril, com dores no corpo, espirrando feito esguicho de bombeiro. Foi pro banheiro, fez xixi, fez ablusão. Vestiu-se, pediu um carro no celular, foi pro hospital.
No hospital, chamado, entrou no consultório, bom dia, dr, bom dia, respondeu o médico.

O médico tinha cara redonda, macerada, era calvo, usava óculos - todo médico é calvo e usa óculos - e tinha olhar de tucunaré morto: pois não.
Hoje eu amanheci febril, com dores no corpo e espirrando feito esguicho de fonte de praça, disse o João. Dr, eu tô com gripe.

O médico fez um muxoxo , ajeitou-se na cadeira e balbuciou: Pior sou eu que tô com câncer.

* * *

O outro João era um homem solitário. Tão solitário, tão desesperadamente solitário, que no supermercado a caixa, uma moça sem graça, esquálida, assexuada como uma santa de Fra Angélico, magra como uma espinha de peixe, cabelos desalinhados, expressao de segunda-feira... quando a caixa perguntou: vai querer CPF na nota?, ele respondeu: por que, você está interessada?

* * *

Viajava no metrô no horário de rush e também se chamava João. Friozinho na city - city porque o metrô é um transporte bilíngue - ia espremido no vagão com 587 peoples dividindo calor, bafos e odores vários - humano é gregário, gosta de viver assim, little togheter.

O train stop na station Corinthians-Itaquera, a door open, entrou uma moça, um esplendor de girl. Fez-se um clarão nos olhos do João, uma storm no seu coração. Um sky salpicado de stars e comets apoderou-se de sua alma e, instantaneamente, ...o João estava in love.

I love you, disse ele de chofre pra moça, você é amazing, case-se comigo, agora! Está louco, está crazy, ela disse, eu nem o conheço. Agora conhece, ele disse, eu me chamo João, solteiro, 44 anos, cheio de amor pra dar. Sabe a probabilidade de nos encontrarmos de novo nessa megalópolis de 11 milhões, 451 mil e 999 habitantes? 0,00000000008, ou seja: zero! I love you, marry me now!, repetiu o João.

A moça, olhos dilatados como duas big bubbles, só fez abrir a boca num Oh! de espanto e soltar um scream de horror e medo: Help! Como ninguém entendeu, e como o metrô , já dissemos, é um transporte bilíngue, ela traduziu: SOCORRO!

* * *

Em house, o João, coração despedaçado, pensou, tought, em se to killer, mas o suicídio pra ele sempre foi coisa de little burguês ocioso, com inclinação pra autocomiseração.

Desistiu.

Foi pro banho, tomou um lunch, ligou a tv, esticou-se na poltrona e paciência, disse pra si mesmo...relax, life that goes on.

The end.


Publicado em 22/05/2026




Mais apelidos

por Vasqs

Tão inusitado, que já não era um apelido

Nas quadradezas do bairro onde eu morava priscas eras, os apelidos eram assim: Muleta, Bigode, Carniça, Mamute, Camisola,...

Mas nenhum era a tão inusitado quanto o do Zé Maria dos Santos. O Zé tinha esse nome comum, era um cara comum, mas era conhecido como, vejam vocês, Engradado de Pato.

Tão inusitado o apelido, que já não era um apelido, era uma idiossincrasia.

O Zé Maria era mesmo um sujeito comum: não era baixo, não era alto, não era gordo, não era magro, não usava barba, não usava óculos, não era careca nem cabeludo. Isso quer dizer que ele não tinha uma só idiossincrasia, tinha duas: a de ter esse apelido e a de ser tão comum.

Ok, Pato, o apelido, sim, é bem comum. E fosse Ganso, também. Conhecemos o Pato, ex- jogador, craque, hoje cronista esportivo. E sabemos do Ganso, outro craque, criativo, estilo elegante. Quando Pato e Ganso estiveram juntos na Seleção, a Seleção parecia um time de galináceos, considerando o gosto do goleiro por frangos.

Existem famílias com o sobrenome Pato, sim, como tem os Peixe, os Lobo, os Coelho, os Leão e até os Bacalhau. E até, argh!, os Barata.

Mas o Pato do Pato é apelido mesmo, porque nasceu em Pato Branco, no Paraná. O Ganso também, quer dizer, o Ganso não nasceu em Pato Branco, e nem em Ganso, porque não existe cidade nenhuma com esse nome. Ganso também é apelido, eu quis dizer, talvez devido à sua estrutura física alongada, não sei.

Gente com apelido de Marreco também tem. Um conhecido ex-juiz, hoje político, tem esse apelido por causa do grasnado parecido, e por causa do cérebro, também parecido.

Então o principal do Engradado de Pato, como se vê, não era o Pato, era o Engradado. Engradado todo mundo sabe, é uma caixa de madeira que serve pra judiar dos bichos transportando-os trancafiados nela, na caixa.

Colocam uma ou duas galinhas, ou patos, ou perus, ou porcos, num engradado e vários engradados um sobre os outros e transportam .

Às vezes o caminhão tomba e espalha galinha pra todo lado. O povo vê naquilo o maná da Bíblia e desata uma correria, cada um tentando garantir o almoço do dia. O motorista, enquanto isso, fica lá na cabine, de ponta-cabeça, desesperado lutando pra sair sem ajuda de ninguém, porque estão todos correndo atrás de galinhas.

Bom, o fato é que nada jamais explicou o apelido, era um mistério. Por que o Zé Maria dos Santos, homem tão comum, era chamado de Engradado de Pato? Vai saber. Isso faz tanto tempo - já disse: priscas eras - que não há quem possa se lembrar. E se houve alguém que um dia soube, esse alguém já morreu, tanto tempo que faz.

Então cumprimos a finalidade dessa crônica, que é deixar o registro: houve um dia no Brasil, além daquele feliz que só o Maiakovski conhecia, um sujeito idiossincrásico que tinha o apelido inusitado e também idiossincrásico de, vejam vocês, Engradado de Pato.


Publicado em 06/05/2026




ÉSSE TÊ EFE

por Nelson Moraes

Date no apê do Vorcaro

- O que é o que é: o Mendonça e o Fux demonstram de sobra, e inapelavelamente falta ao Xandão?
- Implante capilar.
* * * * *
- Como são chamados no plenário do Supremo os ministros com algum esquema com o Vorcaro?
- Ministros.
* * * * *
- O Gilmar está preso em um barco com um cachorro chamado Nabunda. O barco começa a afundar. O que o Gilmar faz?
- Solta Nabunda por falta de provas.
* * * * *
- O que é o que é: monumento que carrega dois pesos iguais, representando o equilíbrio, a uma certa distância da entrada do órgão máximo?
- Saco testicular.
* * * * *
- Qual a semelhança entre Dino e o Kassio?
- O bigode. Nenhum dos dois tem.
* * * * *
- Qual a diferença entre o Fachin e o Fux (mas em inglês)?
- The first is fucking, the second fucks.
* * * * *
- Numa luta entre o Xandão e o Kassio, quem beija a lona?
- O Xandão. O Kassio guarda o beijo pro date no apê do Vorcaro.


Publicado em 15/09/2026




What?

por Nelson Moraes

Presidente, o senhor já viu os noticiários de hoje?

– Presidente Trump, o senhor se disporia a ler os relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas e da Organização Meteorológica Mundial, que comprovam o aumento da temperatura média global e a concentração de gases de efeito estufa?
– What?!? É mais fácil um maldito africano muçulmano socialista ganhar a prefeitura de Nova York do que eu ler esses manifestos comunistas!
– Mmmmm... Presidente, o senhor já viu os noticiários de hoje...?
– What?!? Os relatórios desses terroristas climáticos saíram nos noticiários também? Pois é mais fácil algum maldito esquerdista ser eleito presidente da CPI do Crime Organizado lá no Brasil do que eu ler esses panfletos manipuladores! Agora me diz: já que a paz na Faixa de Gaza tá selada em definitivo e nenhum ataque mais ocorreu, quando é que eu vou receber algum maldito prêmio por isso?
– Ahnnn... Presidente...
– What?!?


Publicado em 05/11/2025




Confessionário

por Nelson Moraes

Perdão é um mecanismo de compensação indulgente

– Padre... Antes de começar, só uma pergunta...
– Pois não?
– Isso aqui no lugar do genuflexório... é uma espreguiçadeira?
– É pra você ficar mais à vontade.
– Certo. É que eu não conhecia o modelo.
– Pode deitar, se quiser.
– Deitar? Mas isso não compromete a concentração do sacramento?
– Quanto mais descontraído e relaxado você estiver, melhor. Pode falar o que lhe vier à cabeça, sem autocensura. Mesmo que saia desconexo. Desliga o superego.
– Desconexo? Mas aí... como o senhor vai saber qual penitência aplicar?
– Olha. Deixa eu te explicar. Penitência, freudianamente falando, não passa de uma sublimação do sentimento de culpa, driblando as barreiras neuróticas de defesa. Assim, as...
– Ahn. Sublimação?
– Sim, Freud discorreu bastante sobre isso na primeira parte de Totem e Tabu. Mas voltemos a você. Qual a lembrança mais remota que te ocorre agora?
– Lembrança, o senhor quer dizer, pecado?
– Não, pecado é terminologia de repressão aprendida. Pode se soltar. Tenta se lembrar da infância. A fase latente. Sua mãe, por exemp...
– Mas eu vim... em busca de perdão!
– Vamos lá. Perdão é um mecanismo de compensação indulgente pra que as neuroses sejam aplacadas temporariamente. O que você deve buscar é a demarcação das raízes de sua neurose, pra que juntos nós...
– Um momento, padre. O senhor é sacerdote de qual ordem?
– ...
– ...
– Padre...?
– Lembra que eu não sou o assunto desta sessão. Estamos aqui pra falar é sobre você.
– Mas... Eu vim me confessar e obter perdão por meus pecados, pelo amor de Deus!
– Escuta. Deixa eu perguntar. Você está sentado?
– Deitado.
– Melhor ainda. Vamos lá. Deus. Então. Enquanto antropomorfização totêmica, a deidade consiste numa projeção mítica coletiva que reflete o... Olha, tem caixinha de Kleenex aí, se precisar, ok?


Publicado em 10/09/2026



AGENDA

Livro
Culpa dos infernosO cartunista J. Bosco inverte a lógica do mal em sua sétima obra autoral

O cartunista J. Bosco inverte a lógica do mal em sua sétima obra autoral, O Diabo tem as Costas Largas, mostrando como as mazelas sociais nascem das escolhas humanas através de cartuns premiados e inéditos.
O livro conta com 62 páginas coloridas e reúne dezenas de cartuns, muitos deles inéditos e outros já premiados em salões de humor ao redor do mundo.
A proposta de J. Bosco é inverter a lógica tradicional do imaginário popular. Em vez de apontar para o diabo como o culpado externo por todos os males, o artista explora como o “mal” nasce das escolhas humanas cotidianas. Através do humor, a obra aborda temas espinhosos como corrupção, racismo, violência, devastação ambiental e fanatismo, transformando o personagem central em um observador irônico da nossa sociedade.




Jornal
Novo vôo do GrifoO jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango de Edgar Vasques.,

Saiu o novo número do Grifo, publicação de humor e política editada pelos cartunistas da Grafar (Grafistas Associados do RS). Publicado desde outubro de 2020, o jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango, antológico personagem criado por Edgar Vasques em plena ditadura militar.




Revista
Fenamizah de fevereiroEsta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

Já está disponível pra download a edição de fevereiro de 2025 da revista eletrônica Fenamizah (edição 76), editada por Aziz Yavuzdoğan. Esta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes, incluindo cartunistas e escritores de renome mundial.
A revista eletrônica Fenamizah é publicada todo mês em plataformas digitais, oferecida gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo, sem nenhum propósito comercial.
Você pode baixar a edição de fevereiro gratuitamente clicando aqui.




Revista
Edição de janeiro da FenamizahJá está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan .

Já está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan, com participação de 115 cartunistas e escritores de 36 países diferentes. A “Fenamizah E-Magazine” é publicada mensalmente na plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo. É publicado gratuitamente, sem qualquer finalidade comercial. Baixo o PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Livro
Tom & LauraO poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio.

A política brasileira pode ser chamada, às vezes, de uma grande cachorrada. É o que se vê nesta sensacional antologia de tiras em cores do publicitário, compositor e músico Carlos Castelo e do cartunista Bier. Um jeito irreverente, divertido e com sacadas geniais de observar o poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio. Morra de rir com este livrinho em formato de talão de cheques com a qualidade da Editora Noir.
Opiniões (sinceras) sobre a obra:
"Livrinho ingrato: prova de que o homem é o PIOR amigo do cão..." - Edgar Vasquez
"A tira é boa, mas tirem os cachorros" - Spacca
"Quem são Tom & Laura?" - Laerte
"Que cachorrada do Castelo e do Bier!" - Chico Caruso





Revista
Mestre Makabro

Campanha no Catarse de Cássio Witt (Editora Milhas e Milhas Books) lança segunda edição da revista em Quadrinhos Mestre Makabro.
E recebe reforço de um caricaturista e uma aquarelista. Entre as recompensas, os apoiadores podem escolher em arte digital @aquarelasdaclaudia ou caricatura do Bira Dantas, colaborador do Charge Web. É só escolher a opção aquarela ou caricatura e, além da revista, receber suas artes exclusivas.
Cássio Witt tem um canal no youtube Milhas e Milhas Nerd sobre Quadrinhos e vai receber Claudia e Bira nesta quinta-feira, 04/06 para um bate-papo.




Livro
Cartuns EcológicosPlaneta em Risco" é o sexto livro do cartunista J.Bosco, trazendo 86 cartuns que abordam diversas formas de degradação do meio ambiente.

"Planeta em Risco" é o sexto livro do cartunista paraense J.Bosco, com mais de 40 anos de profissão, são 86 cartuns ecológicos, abordando diversas formas de degradação do meio ambiente, poluição dos rios e mares, desertificação, aquecimento global, extinção de algumas espécies marinhas, crise climática. Um livro com vasto material crítico, com linguagem universal, que nos leva a uma reflexão sobre o tempo de nossa própria existência.





Exposição
Quadrinhos no PompidouReunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos.

Em 29 de maio foi aberta a exposição “Bande dessinée, 1964 - 2024”, no Centro Georges Pompidou, em Paris. A mostra pretende oferecer um diálogo inédito entre os 3 principais centros de expressão da banda desenhada: a criação europeia, os mangas asiáticos e os quadrinhos americanos. Reunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos. A exposição vai até novembro.





Livro
Ebal – Uma História IlustradaA editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações ganha um livro.

Em 1934, Adolfo Aizen criou o Suplemento Juvenil, publicação que revolucionou os quadrinhos no Brasil e liderou o segmento na maior parte de seus onze anos de existência. Até que, em 1945, Aizen parte para um novo projeto e cria a sua Editora Brasil-América.
Finalmente a editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações, ganha um livro à altura de sua importância. Fartamente ilustrado, com imagens raras e textos elucidativos frutos de uma minuciosa pesquisa realizada por vários autores.




Livro
VizungaObra-prima de Colin retorna em volume inédito pela editora Veneta.

Criado por Flavio Colin (1930–2002) e publicado originalmente em tiras diárias, entre 1964 e 1966, na Folha de S. Paulo, Vizunga é um dos pontos mais altos na história dos quadrinhos brasileiros. As tiras reúnem histórias do pescador e caçador Parcival de Carvalho, o Vizunga, e misturam elementos da cultura gráfica popular brasileira com o modernismo, em narrativas cheias de aventura, ironia e crítica social. Vizunga retorna em um volume inédito pela editora Veneta.




Livro
Mortadelo e Salaminho estão de voltaOs agentes da T.I.A. agora com duas HQs em uma única edição

A Figura Editora ouviu o público, e o segundo volume de Mortadelo e Salaminho chega com dose dupla de HQs do genial Francisco Ibáñez. Isso mesmo, são duas aventuras dos agentes da T.I.A. em uma mesma edição de 96 páginas!




Revista
Nova edição da FenamizahJá está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan.

Já está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan. Você pode ler a edição online aqui ou baixar o exemplar em pdf aqui.




Livro
Histórias MínimasUm olhar afinado de Paulo Batista sobre detalhes do mundo cotidiano.

Um olhar afinado sobre detalhes do mundo cotidiano (que muitas vezes passam desapercebidos) disposto ao longo de oitenta páginas de pequenas HQs. É o conteúdo de Histórias Mínimas, novo livro do cartunista Paulo Batista, publicado pelo selo PB Editorial do próprio autor. “São temas que eu gosto de explorar como cronista do mundo do meu entorno”, diz o artista. Muitas dessas HQs e tirinhas foram publicadas no Instagram e páginas do Facebook identificadas com o mesmo título do livro. Agora editadas na sequência formam uma narrativa ainda mais interessante sob o traço delicado do cartunista. Para mais informações de como comprar o livro acesse aqui pelo Instagram ou Facebook





Livro
A lírica visual de FaustoUm lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.

Fausto Bergocce é cartunista, ilustrador e multiartista visual, com obras que transitam entre o desenho, a pintura, a colagem e a fotografia, integrando aos cartuns, tiras e charges muito desses conhecimentos. Seu novo livro, Simples Cartum, é um lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.




Livro
Caricaturas de J.BoscoMúsica, cinema, literatura e caricaturas

O livro J.Bosco Caricaturas (formato 23 x 27 cm - 90 páginas) retrata algumas celebridades da música, cinema e literatura em traços preto e branco, uma homenagem ao estilo clássico da caricatura. São 75 desenhos, entre eles Lupicinio Rodrigues, Quenti Tarantino, e Ariano Suassuna, com apresentação de escritores e caricaturistas como, Miran (editor e diretor da revista Gráfica), Marko Ajdarik, Haroldo Gepp, Luciano Magno, Solda e Adriano Barroso. O livro faz parte das comemorações dos 25 anos de atuação de J.Bosco no jornal O Liberal, de Belém do Pará, como chargista diário e caricaturista.




Livro
Relicário de afetosTudo com humor, lirismo e ironia

Carlos Castelo, reconhecido por sua verve humorística e seu olhar afiado para o humano, reúne em seu novo livro, Museu de Musas, letras e poemas escritos ao longo de décadas. São declarações tardias, confissões improvisadas, bilhetes que nunca foram entregues. Musas reais ou inventadas, passageiras ou perenes, todas reunidas neste espaço de palavras que ora se parece com um quarto de pensão, ora com um altar pagão.




Livro
Quadrinhos & PublicidadeA evolução dos quadrinhos na publicidade em centenas de anúncios.

Em uma fascinante jornada que começa no final do século XIX e chega aos dias atuais, Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! mostra a evolução dos quadrinhos na publicidade no Brasil e no mundo, em centenas de anúncios.
Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! é o resultado de uma pesquisa de quase vinte anos do ilustrador, diretor de arte e pesquisador Toni Rodrigues. O autor buscou, catalogou, apurou informações e recuperou imagens e arquivos considerados há muito perdidos em diversas fontes.




Livro
O horror segundo Carlos CasteloCastelo revela que além do humor também habita nele uma inquietante galeria de horrores.

Há escritores que se especializam numa só faceta literária. Vivem e morrem na confortável casinha construída em torno de um único estilo. Não é o caso de Carlos Castelo, figura conhecida por sua trajetória múltipla. Jornalista, humorista, poeta, publicitário premiado e agora — para arrepio de muitos — autor de contos de horror.
Em Dentro de Mim Mora a Sombra, Castelo revela que, além do humor, também habita nele uma inquietante galeria de horrores. Com apresentação luxuosa assinada pelos escritores Bráulio Tavares e Gustavo Ávila, o livro chega como uma inesperada novidade. Quem diria que um dos criadores do icônico grupo Língua de Trapo, símbolo irreverente da São Paulo dos anos 80, também dominasse o sombrio e o macabro?
Inspirado em Edgar Allan Poe e Ambrose Bierce, escritores que transitaram habilmente entre o horror e o humor, Castelo reconhece que esses dois gêneros são como irmãos gêmeos univitelinos. Um provocando o medo, o outro o riso. E nessa coleção de histórias perturbadoras, o autor explora exatamente essa dualidade, mesclando folclore brasileiro, lendas urbanas e os dilemas mais sombrios da vida moderna.





Humor ambientalA floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos

A floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos, é o que mostra o livro Amazônia Meu Humor – 40 anos em defesa da Amazônia, de Paulo Emmanuel.
A obra reúne quatro décadas de cartuns dedicados à luta ambiental na região, em um registro histórico e artístico que transforma humor em resistência. Emmanuel, referência do humor gráfico na Amazônia, consolida no livro sua trajetória marcada pela crítica afiada e pelo olhar sensível sobre os desafios ecológicos da floresta.




Livro
Os Migonautas As aventuras bem humoradas de ursos viajando pelo espaço.

Os Migonautas é uma série de tirinhas criadas por Mig Mendes. Com bastante estrada, a tira começou como tira diária de jornal, publicada em O Fluminense de Niterói e outros diários. Nessa época (1991 - 1993) o título era O Urso no Espaço. Depois as tiras foram recriadas para redes sociais no final de 2015, com muito mais cor, desenvolvimento de personagens e arcos formando pequenas histórias. O volume 5 dos Migonautas está em campanha no Catarse.




Revista
Fenamizah em edição especialEdição especial dos mestres do cartum mundial

A Fenamizah apresenta uma edição especial com 100 páginas em homenagem aos mestres do cartum mundial, apresentando trabalhos de Steinberg, Ziraldo, Mordillo, Hoffnung, dentre outros. Leia online ou baixe o pdf




Livro
Cartografias do fimAntologia de contos inéditos sobre a crise climática

A revista literária Subtextos, referência na publicação de ficção contemporânea brasileira no ambiente digital, anuncia o lançamento de seu primeiro livro impresso: Cartografias do fim.
Organizada por Mariane Lima, a antologia reúne treze escritores que abordam a emergência climática a partir de perspectivas e linguagens distintas — do fluxo de consciência ao conto de terror, passando por narrativas intimistas, distópicas e experimentais. O resultado é um mosaico literário que dialoga com as angústias, paisagens e possibilidades de um planeta em transformação, oferecendo uma seleção plural capaz de atender a diferentes sensibilidades de leitura.
O projeto se viabiliza por meio de uma campanha de apoio que oferece diferentes recompensas aos participantes.




Livro
Níquel NáuseaFazendo 40 anos

Níquel Náusea, personagem imortal de Fernando Gonsales, está fazendo 40 anos. E a Z Edições apresenta esta coleção que irá reunir todas as tiras criadas por Fernando nessas quatro décadas.




Livro
A volta de MoebiusHá quase duas décadas fora de catálogo, o trabalho de Moebius finalmente volta pela editora Tábula.

Moebius é um autor muito prolífico com várias coletâneas e personagens. Suas histórias curtas publicadas da Metal Hurlant (França) e Heavy Metal (EUA), revolucionaram o mercado dos quadrinhos.
Há quase duas décadas fora de catálogo, o trabalho de Moebius finalmente volta pela editora Tábula em uma edição que reúne material consagrado, além de algumas histórias inéditas no Brasil.




Livro
O humor de VasqsPapo Gaio de Maritacas

Vasqs vai lançar seu novo livro de humor, Papo Gaio de Maritacas, pela editora Converso. O lançamento será no dia 29 de novembro, das 14h às 17h, no Mi & Mo Gato Café (rua Coronel Oscar Porto, 400), próximo ao metrô Brigadeiro.




Revista
Fenamizah de maioNova edição com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

A nova edição da Fenamizah foi publicada, com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes. Baixe o PDF aqui.
Você também pode acompanhar as novidades no site.
A Fenamizah e-magazine é publicada gratuitamente todos os meses na plataforma digital, com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer finalidade comercial.




Cards
Heróis & HeroínasHomenageando os grandes artistas da música brasileira

No intuito de homenagear personagens históricos da música brasileira, o caricaturista e ilustrador Eduardo Baptistão e Geraldo Leite, músico e radialista, lançam Heróis & Heroínas da Nossa Música, um caixa contendo 52 cards, com as caricaturas e mini biografias dos artistas de MPB, Samba, Choro, Bossa-Nova, etc. Além disso cada card acompanha um QR Code com playlist de cada artista, preparada por Geraldo Leite.




Revista
Fenamizah de junho80ª edição da Fenamizah e-magazine

A 80ª edição da Fenamizah e-magazine está disponível para leitura online ou download. Editada por Aziz Yavuzdoğan, a nova edição conta com a participação voluntária de 130 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.




Revista
Nova edição da FenamizahPublicada gratuitamente em plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo.

A edição de dezembro da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 106 caricaturistas e escritores de 35 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de novembro aqui. Ou ler a revista online nos sites Calameo ou Fliphtml5.





Livro
Pária amada, Brasil!Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Carlos Castelo

Carlos Castelo lança seu novo livro, "PÁRIA AMADA, BRASIL - 99 aforismos sobre o Brasil & um sobre Portugal”, recheado de observações sarcásticas sobre o país. Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Castelo, com base em sua carreira como colunista dos jornais Estadão, Rascunho e O Dia. Castelo criou uma provocação divertida sobre a cultura, a sociedade e as peculiaridades brasileiras. Uma coleção de aforismos que oferece aos leitores uma mistura inusitada de ironia, sagacidade e observações agudas sobre o Brasil. - Tempos Crônicos





Revista
Edição de abril da Fenamizah80 páginas com 137 cartunistas e escritores de 40 países diferentes

A edição de abril da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 80 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 137 caricaturistas e escritores de 40 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de abril aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Revista
Fenamizah de julhoA edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah foi publicada.

A edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. Editada por Aziz Yavuzdoğan e publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de julho aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Jornal
Nova edição do GrifoO acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista

No GRIFO 55, Jef Miola questiona “Que Congresso é esse?” (e nem tinha acontecido a barbárie contra Marina Silva). Essa postura agressiva e direitista não é exclusividade brasileira, mostram Luiz Faria analisando Trump, Tarso Riccordi questionando o “desprefeito” de Porto Alegre. Já Winckler aborda o acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista. Coisa que ficou bem ilustrada na capa do Eugênio Neves.




Revista
Especial Dia das MulheresFenamizah comemora o Dia Internacional da Mulher com uma edição especial.

Comemorando o “Dia Internacional da Mulher”, foi publicado junto com a edição de março um álbum especial, “Women Cartoons - Fenamizah Extra”, incluindo cartuns, pinturas, ilustrações e escritos de 112 artistas profissionais e amadores de 34 países. Você pode baixar o PDF aqui ou ler online no site Fliphtml5.




Revista
Nova edição da FenamizahEm sua 82ª edição, a revista eletrônica Fenamizah apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes.

Esta 82ª edição da revista eletrônica Fenamizah, publicada por Aziz Yavuzdoğan como editor-chefe e com a participação voluntária de cartunistas e escritores de renome mundial, apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes. Baixe seu exemplar em PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Revista
Revista Fenamizah de marçoUma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah .

Uma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de março aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.