CRÔNICAS


187 textos depois

por Carlos Castelo

Um ano de ChargeWeb

Este é o meu centésimo octogésimo sétimo texto no ChargeWeb. A coluna é de crônicas, mas, na maioria das vezes, postei pequenos comentários que batizei de micrônicas.

O nome ajudou. Quando o texto saía curto, era proposta estética.

Completo um ano por aqui. Nesse período, tratei de muitos temas. Entre eles, os debates políticos em que os candidatos economizam propostas para investir em insultos; da patrulha ideológica que fiscaliza o pensamento alheio; e daquela multidão humana que hoje dá entrevistas sem que ninguém tenha feito uma pergunta.

Também participei desse fenômeno. Afinal, o cronista é alguém que responde ao que não lhe perguntaram. A vantagem é que dispensa ring light e pode trabalhar de pantufas.

Escrever curto dá trabalho. É preciso podar palavras, poupar o leitor e resistir àquela frase maravilhosa que só o autor acha perfeita. Algumas escaparam. Peço aos sobreviventes que relevem.

Agradeço ao ChargeWeb pelo espaço e aos leitores pela companhia, pelas discordâncias e pela disposição de chegar à última linha. Num mundo em que todos querem falar, encontrar quem leia merece comemoração.

Foram 187 textos tentando dar algum sentido ao absurdo. O absurdo não melhorou, mas manteve a coluna abastecida.

Que venha o segundo ano. Assunto, infelizmente, já temos. E em excesso.


Publicado em 07/10/2026




O Lobo e a Lula

por Carlos Castelo

Fábulas pavorosas

Um lobo precisa atravessar um rio, mas não sabe nadar. Ele pede ajuda a uma lula. A lula desconfia:

- Se eu te carregar nas costas, você vai me morder.

O lobo responde:

- Isso não faria sentido. Se eu te morder, você morre, e eu me afogo junto. Não vou fazer isso.

Convencida, a lula aceita carregar o lobo. No meio da
travessia, o lobo morde o molusco. Enquanto começam a afundar, a lula pergunta:

- Por que você fez isso? Agora nós dois vamos morrer.

E o lobo responde:

- Não é pessoal, é DNA, lulinha. A má notícia é que sou VIP no helicóptero, tenho prioridade de resgate. Bye!


Publicado em 24/09/2025




Eldimardo

por Carlos Castelo

Sobre nomes e nomes

Segundo dados do IBGE, os nomes mais comuns no Brasil são Maria e José. Mas só existem cerca de 20 pessoas registradas com o nome de Eldimardo.

Não me lembro bem a razão, mas, certa vez, escrevi uma crônica usando este nome no meu personagem central. Tive problemas. Um homônimo não gostou de ser exposto em texto público. Especialmente porque na minha narrativa, ele, para ser um mané, tinha que passar dezessete vezes pela fila do trouxa.

Pois bem, o Eldimardo real, dono de RG, CPF e perfil no Facebook, resolveu me contestar. Disse que jamais entrara numa fila dessas.

Passei a visualizar o Eldimardo verdadeiro tentando provar inocência. Ele contratando testemunhas, advogados, pedindo imagens de câmeras de segurança, e até convocando peritos para analisar que não cometera as burradas da minha história.

E acreditam que ainda tive que me desculpar com o indivíduo apelando para o recurso do animus jocandis? Ou seja, não importa se há 20, 200 ou 2 milhões de Eldimardos. Se você inventar um personagem com esse nome, algum deles vai aparecer para reclamar.


Publicado em 05/11/2025




Museu do Fútil

por Carlos Castelo

O silêncio de domingo à tarde

O SILÊNCIO DE DOMINGO À TARDE

Na sala 3 do museu há algo que não se vê, mas pesa. Os visitantes entram cochichando, a fim de não perturbar a entidade entediada. No centro, sob uma redoma de vidro acústico, está o Silêncio de Domingo à Tarde: a única peça da coleção que exige atitude desocupada e uma alma entorpecida.

Críticos o classificam como “obra sonora de ausência densa”, embora outros insistam que é apenas o eco de um dia que se recusa a acontecer. Sua captura foi um feito: técnicos aguardaram o fim do almoço e o início daquela melancolia da tarde, instante exato em que a movimentação do mundo tira um cochilo.

Conservado com camadas de vácuo, o Silêncio apresenta tonalidades sutis, a depender da temperatura e da pressão do primeiro dia da semana. O público, confuso, tenta ouvir o que não se ouve, produzindo assim novos silêncios para o acervo.

As cartelas explicativas advertem: “A peça é sensível a pensamentos barulhentos”. Ainda assim, muitos relatam ouvir a própria vida suspensa, como se o tempo esperasse o “Fantástico”, de uma vez por todas, começar.


Publicado em 25/10/2025




O cupins

por Vasqs

Não existe cupim sozinho

Não existe cupim no singular, ou não deveria existir. Como o lápis, o vírus, o correto seria o cupins. Quem discorda deve provar que já viu algum dia um cupim sozinho. Não existe cupim sozinho, ao contrário, eles vivem às dezenas, centenas, milhares. Formam um exército - ou por outra, o cupim é esse exército - monolítico, uno, poderosíssimo e destrutivo como o de Átila, o rei dos também hunos, que por onde passava não deixava cupim, ou melhor, não deixava capim. Cupim não sei se ele deixava.

Num episódio, a Pantera Cor-de-Rosa luta com um cupim. Um só. Primeiro ele rói os pés de uma cadeira,de uma mesa, um abajur, o teto, o piso. Por fim, ele destrói a casa toda. Um só! Isso no desenho, na realidade, pra roer uma casa inteira eles precisam desse exército, tipo um por todos, todos somos um. E conseguem, mesmo não sendo desenho, mas sendo esse inseto desgraçado, morfético e virulento.

Em francês chama-se termite; em inglês, termita. Alnaml, em árabe, uipoka, em bengalês, bályi, em chinês; shiroar, em japonês. Quer dizer, tem, como se era de desesperar, cupim no mundo inteiro. E encontramos, pois pesquisamos, akhala, em aramaico! O que nos permite supor que tem cupim até no Paraíso Celeste, onde mora Deus, uma vez que aramaico é a sua, de Deus, língua.

Tem mais cupim no mundo que gente na China e na Índia juntos - e que estrelas no céu, e que gelo no polo norte, e que puxa-saco em Brasília. Puxa-sacos, não cupins - tantos são os caras-de-pau na cidade que é improvável que cupim lá se crie. Ah, cupincha sim, esse é um outro gentílico.

E não engordam - os cupins, não os cupinchas. Ao mesmo tempo que roem, desroem. O que você pensa que é pó de madeira, não é, é cocô, cocô de cupim. Um cientista esperto estudaria essa peculiaridade pra tirar dela a fórmula definitiva pra emagrecer pessoas, sem precisar de ozempic.

Decididamente os cupins, como as baratas, herdarão a Terra. Os métodos de dedetização são falíveis e caros: cobram-se $2 mil paus pra descupinizar um cômodo de 3 m2 ! Então a gente aprende que são vários os tipos de cupim: o de madeira, o de solo e o de bolso.

Uma coisa aliada à outra - a voracidade, o pantagruelismo dessa praga e o preço escorchante da dedetização -, os cupins liquidarão o planeta antes mesmo que o homem. Ou seja, o cupim é um tipo de capitalista selvagem, assim como vice-versa.

São silenciosos, são traiçoeiros - os cupins e os capitalistas - como nicotina no pulmão, álcool no fígado, conspiradores no Planalto. Agem pelas costas - quando se menos espera, o exército, o de cupins, nhóc!, já comeu sua casa.

E sua casa é seu lar, seu patrimônio, e não um desenho animado. Portanto, cuidado com o cupins, cuidado com o termita, cuidado com o uipoka, etc.

Cuidado especialmente com o akhala - esse, nem Deus ele respeita.


Publicado em 28/09/2026




O Dudu da Dúvida

por Vasqs

Sempre tem uma primeira vez

O Dudu da Dúvida era o técnico do S.C.Mundial, temido esquadrão da várzea da cidade. Na hora de escalar o time era assim:

- O Lopes vai no gol, o Tigre de centroavante. Ou não, peraí, hoje vamos inverter, será uma boa armadilha contra o adversário.
- Mas o Tigre nunca jogou no gol!
- Sempre tem uma primeira vez. O Zeca na ponta direita, jogando meio recuado... ou avançado, mas entrando pro meio, ajudando o ...talvez o Mário, ... cadê o Mário?
- Saiu do time faz 3 meses, professor.
- Bom , então joga o Tucano na meia.
- Mas eu sou zagueiro, professor.
- Sem problema, temos que espalhar armadilhas.
- Putz...
- O Cirilo vai de volante-Capitão,... Melhor, vai o Sargento de volante-Capitão, aproveita que ele já tem patente. Certo, Sargento?
- Certo, professor.
- Japa, hoje você fica no banco.
- De novo... faz seis jogos que eu tô no banco...
- Entra no segundo tempo, elemento surpresa, e talismã
- Elemento ele já é, hahaha.
- Justino, você vai no gol.
- Não era o Lopes?
- Vamos precisar do Lopes de centroavante, ele é mais alto.
- Mas não era o Tigre?
- O Tigre vai ser o ponta recuado.
- Caramba, não o era o Zeca entrando pelo meio?
- O Zeca vai ser o volante-Capitão.
- Catzo, não era o Sargento que já tem patente?!
- Era. O Sargento fica atrás do gol, caso haja briga, ele entra dando porrada.
- E o ponta esquerda?
- Tô pensando... hã... o Japa.
- Mas o Japa não vai ser o talismã?
- Quem falou em talismã?
- Você, pô!!!
- Tá bom... então você vai ser o talismã.
- Professor... eu sou o massagista!...

Contam que no casamento do Dudu, quando o padre perguntou se ele aceitava a moça como esposa, antes que houvesse um vacilo a noiva entrou de sola:
- Ele aceita sim, seu padre, claro!


Publicado em 05/07/2026




Decreto

por Vasqs

A partir desta data...

Eu, prefeito do mundo, do alto do meu supremo poder, no uso de minhas atribuições legais, declaro a

Imediata Reconfiguração Das Guerras

e dou outras providências.

A partir desta data as guerras não mais serão feitas com armas de fogo; estas serão substituídas por instrumentistas e instrumentos musicais, incluindo o assobio, o gogó e toques de celular.

Quem tiver ao menos uma sanfona, uma rabeca, um berimbau, um corne-inglês, uma flauta doce, um piano de calda ou um bandonion, que se aliste. Quem não tiver, vire-se com um triângulo, uma caixinha de fósforos ou sapato com chapinha de metal, e aliste-se também.

O exército valoroso agora será de bravos violeiros, corajosos zabumbeiros, intrépidos cuiqueiros, destemidos timbaleiros, e , por que não dizer, desassombrados harpeiros, lireiros, fagoteiros, tubeiros, sanfoneiros.

Trocar-se-á (mesoclítico, que isto é um decreto!) o canhão pelo violão, o obuz pelo oboé, a bazuca pelo zabumba, o drone pelo trombone, o ataque pelo atabaque, o ataúde pelo alaúde, e o tanque pelo punk, pelo funk e pelo beat mangue.

Em vez de bum!, ra-tátátá! e skabrum!, far-se-ão guerras com laia-laiá, ôôô, telecoteco e paiscaringundum.

Responder-se-á ao desafinado Netanyahu com uma divisão blindada de 450 axés, 830 forrós e 780 pagodes de fundo de quintal e mais o Bolero de Ravel com a Orquestra Sinfônica de Piracicaba, até que ele, o Bibi, fique bem afinadinho.

E combater-se-ão as trombetas cansadas e alaranjadas de ferrugem do Trump com 3.846 réquiens e uma valsa esperançosa de adeus-já-vai-tarde, tudo no estilo punk-rock-rap mórbido das catacumbas.

E trocar-se-á também o noticiário internacional, por um mais leve, mais harmonioso e mais melífluo.

Assim:
“Filarmônica De Nova Iorque Invade O Irã”
“Irã Responde Com Alaúdes E Cítaras”
"Aiatolá É Executado Por Um Quarteto De Cordas”
“Brasil Desrespeita Tratado De Não–Proliferação De Cantores Sertanejos”
“Lula Manda Gusttavo Lima Pra El Salvador. Bukele Devolve”
"Rússia E Ucrânia Selam A Paz Com Prokofiev E Strawinsky Tudo Juntovsky E Misturadovsky, No Teatro Bolshoi"
“Nobel Da Paz Vai Para A Sinfônica De Viena"
“Tribunal De Haia Muda Pra Sapucaí”
"A Banda Metallica É Bem Recebida No Estreito De Ormuz".


E etc.

Cumpra-se. Cante-se. Toque-se.


Publicado em 26/03/2026




Anedota judaica

por Nelson Moraes

Se eu estiver certo...

Não, a anedota judaica que se segue não é uma parábola sobre a dificuldade de tentar trazer à razão – através de evidências sólidas, dados comprovados e lembranças factuais incontestáveis – uma parcela numerosa e arraigada (aliás, “raiz” tem um pouco a ver com o tema da anedota; lê até o fim) da opinião pública, o que até o momento se vem se mostrando infrutífero (“fruto” também tem a ver. Aguenta aí).

Alan Uterman conta que certa vez o célebre rabi Simeon Ben Eleazar, em confronto com autoridades talmúdicas a respeito de certa passagem no Tanakh (o conjunto de livros que formam a Bíblia hebraica), vendo que jamais demoveria os teimosos, retrógrados e intransigentes interlocutores com argumentos pautados pela mais pura lógica, partiu pro tudo ou nada.

– Se eu estiver certo – disse, apontando a janela –, que aquela árvore ali fora se mova pra provar.

Os demais olharam a árvore e em seguida entreolharam-se, até o que o mais velho dos rabis, dando de ombros, e pra terminar logo aquilo, concedeu não sem um tom de preguiçoso escárnio:

– Que seja.

Lentamente a árvore começou a se desenraizar, andando uns cinquenta centímetros pro lado.

Silêncio pesado, arrastado. Então o rabi mais velho deu um tapa na mesa:

– E desde quando eu vou aceitar opinião de árvore nessa discussão?!?


Publicado em 05/10/2026




Melhores amigos

por Nelson Moraes

Sexo muda tudo

Os dois terminam o rala-e-rola, na cama. Ele se vira pro lado, suando, arfando, feliz, e acende um Marlboro. Ela retoma o fôlego, também suada, e se espreguiça.
– Não grila não, viu? – ela diz. – Isso acontece.
– Oi? – ele fala.
– Isso o que eu falei. Pra você não grilar. Isso acontece.
– Ué – ele franze a sobrancelha. – Como assim, “acontece”? Você viu o que aconteceu?
– Vi, ué.
– Então. A gente... transou! Tivemos preliminares, a gente se excitou, consumou o ato de forma espetacular (a menos que você seja uma baita atriz) e você diz... “não grila não, que isso acontece?”
– Pois é. Falhou, né?
– Ahn...?!?
– Tá bom. Falhamos.
– Como?!?
– Era um teste pra ver se nossa amizade prevalecia sobre o sexo, caramba! Lembra que foi o que a gente combinou, pra ter certeza de que era só afeto, e não tesão? A expectativa era que você brochasse, pra então a gente descobrir, aliviados, que a cumplicidade permanecia, e que a gente poderia continuar sendo melhores amigos.
– Você tá dizendo que o sexo não foi bom?
– Foi ótimo. O que não foi bom foi o teste! Agora nossa amizade tá comprometida.
– Ah, também não é assim.
– É sim. Sexo muda tudo. Rolou algo mais, entende? Acabou aquela... identificação afetiva. Teve uma coisa, entre a gente.
– Sim. Um sexo inesquecível!
– Então. Não vamos ser os mesmos. Você vai ter seu mundo, eu o meu. A gente não vai mais poder se abrir um com o outro. Agora tudo de íntimo a seu respeito eu vou guardar pra compartilhar só com minhas amigas, e você do mesmo jeito, com teus parças. Fazer o quê? – e ela começa a se vestir.
Ele afunda a cabeça no travesseiro, aí toma fôlego e tenta:
– Tá bom. Seguinte: a gente esquece isso, vamos pra sala maratonar a série – e aqui ele enfatiza: – sem segundas intenções, e tomando o sorvete de flocos. Que tal?
– Não – ela diz, resoluta. – Série na Netflix, no mesmo sofá, sem segundas intenções, e tomando sorvete de flocos, só com o melhor amigo. Aliás, melhor amiga. Vou chamar a Tânia.
– A Tânia? Logo a Tânia?
– É, ué. Você tem algo contr... Ei, o que é isso?
– Isso o quê?
– Eu falei na Tânia e você... teve uma ereção?
Ele, sem saber pra onde olhar:
– Desculpa. Isso nunca me aconteceu antes.


Publicado em 20/10/2025




Confessionário

por Nelson Moraes

Perdão é um mecanismo de compensação indulgente

– Padre... Antes de começar, só uma pergunta...
– Pois não?
– Isso aqui no lugar do genuflexório... é uma espreguiçadeira?
– É pra você ficar mais à vontade.
– Certo. É que eu não conhecia o modelo.
– Pode deitar, se quiser.
– Deitar? Mas isso não compromete a concentração do sacramento?
– Quanto mais descontraído e relaxado você estiver, melhor. Pode falar o que lhe vier à cabeça, sem autocensura. Mesmo que saia desconexo. Desliga o superego.
– Desconexo? Mas aí... como o senhor vai saber qual penitência aplicar?
– Olha. Deixa eu te explicar. Penitência, freudianamente falando, não passa de uma sublimação do sentimento de culpa, driblando as barreiras neuróticas de defesa. Assim, as...
– Ahn. Sublimação?
– Sim, Freud discorreu bastante sobre isso na primeira parte de Totem e Tabu. Mas voltemos a você. Qual a lembrança mais remota que te ocorre agora?
– Lembrança, o senhor quer dizer, pecado?
– Não, pecado é terminologia de repressão aprendida. Pode se soltar. Tenta se lembrar da infância. A fase latente. Sua mãe, por exemp...
– Mas eu vim... em busca de perdão!
– Vamos lá. Perdão é um mecanismo de compensação indulgente pra que as neuroses sejam aplacadas temporariamente. O que você deve buscar é a demarcação das raízes de sua neurose, pra que juntos nós...
– Um momento, padre. O senhor é sacerdote de qual ordem?
– ...
– ...
– Padre...?
– Lembra que eu não sou o assunto desta sessão. Estamos aqui pra falar é sobre você.
– Mas... Eu vim me confessar e obter perdão por meus pecados, pelo amor de Deus!
– Escuta. Deixa eu perguntar. Você está sentado?
– Deitado.
– Melhor ainda. Vamos lá. Deus. Então. Enquanto antropomorfização totêmica, a deidade consiste numa projeção mítica coletiva que reflete o... Olha, tem caixinha de Kleenex aí, se precisar, ok?


Publicado em 10/09/2026



AGENDA

Livro
Culpa dos infernosO cartunista J. Bosco inverte a lógica do mal em sua sétima obra autoral

O cartunista J. Bosco inverte a lógica do mal em sua sétima obra autoral, O Diabo tem as Costas Largas, mostrando como as mazelas sociais nascem das escolhas humanas através de cartuns premiados e inéditos.
O livro conta com 62 páginas coloridas e reúne dezenas de cartuns, muitos deles inéditos e outros já premiados em salões de humor ao redor do mundo.
A proposta de J. Bosco é inverter a lógica tradicional do imaginário popular. Em vez de apontar para o diabo como o culpado externo por todos os males, o artista explora como o “mal” nasce das escolhas humanas cotidianas. Através do humor, a obra aborda temas espinhosos como corrupção, racismo, violência, devastação ambiental e fanatismo, transformando o personagem central em um observador irônico da nossa sociedade.




Exposição
Quadrinhos no PompidouReunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos.

Em 29 de maio foi aberta a exposição “Bande dessinée, 1964 - 2024”, no Centro Georges Pompidou, em Paris. A mostra pretende oferecer um diálogo inédito entre os 3 principais centros de expressão da banda desenhada: a criação europeia, os mangas asiáticos e os quadrinhos americanos. Reunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos. A exposição vai até novembro.





Revista
Edição de janeiro da FenamizahJá está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan .

Já está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan, com participação de 115 cartunistas e escritores de 36 países diferentes. A “Fenamizah E-Magazine” é publicada mensalmente na plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo. É publicado gratuitamente, sem qualquer finalidade comercial. Baixo o PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Livro
Pária amada, Brasil!Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Carlos Castelo

Carlos Castelo lança seu novo livro, "PÁRIA AMADA, BRASIL - 99 aforismos sobre o Brasil & um sobre Portugal”, recheado de observações sarcásticas sobre o país. Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Castelo, com base em sua carreira como colunista dos jornais Estadão, Rascunho e O Dia. Castelo criou uma provocação divertida sobre a cultura, a sociedade e as peculiaridades brasileiras. Uma coleção de aforismos que oferece aos leitores uma mistura inusitada de ironia, sagacidade e observações agudas sobre o Brasil. - Tempos Crônicos





Revista
Fenamizah de julhoA edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah foi publicada.

A edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. Editada por Aziz Yavuzdoğan e publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de julho aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
Mortadelo e Salaminho estão de voltaOs agentes da T.I.A. agora com duas HQs em uma única edição

A Figura Editora ouviu o público, e o segundo volume de Mortadelo e Salaminho chega com dose dupla de HQs do genial Francisco Ibáñez. Isso mesmo, são duas aventuras dos agentes da T.I.A. em uma mesma edição de 96 páginas!




Revista
Nova edição da FenamizahEm sua 82ª edição, a revista eletrônica Fenamizah apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes.

Esta 82ª edição da revista eletrônica Fenamizah, publicada por Aziz Yavuzdoğan como editor-chefe e com a participação voluntária de cartunistas e escritores de renome mundial, apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes. Baixe seu exemplar em PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Livro
Níquel NáuseaFazendo 40 anos

Níquel Náusea, personagem imortal de Fernando Gonsales, está fazendo 40 anos. E a Z Edições apresenta esta coleção que irá reunir todas as tiras criadas por Fernando nessas quatro décadas.





Humor ambientalA floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos

A floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos, é o que mostra o livro Amazônia Meu Humor – 40 anos em defesa da Amazônia, de Paulo Emmanuel.
A obra reúne quatro décadas de cartuns dedicados à luta ambiental na região, em um registro histórico e artístico que transforma humor em resistência. Emmanuel, referência do humor gráfico na Amazônia, consolida no livro sua trajetória marcada pela crítica afiada e pelo olhar sensível sobre os desafios ecológicos da floresta.




Livro
Os Migonautas As aventuras bem humoradas de ursos viajando pelo espaço.

Os Migonautas é uma série de tirinhas criadas por Mig Mendes. Com bastante estrada, a tira começou como tira diária de jornal, publicada em O Fluminense de Niterói e outros diários. Nessa época (1991 - 1993) o título era O Urso no Espaço. Depois as tiras foram recriadas para redes sociais no final de 2015, com muito mais cor, desenvolvimento de personagens e arcos formando pequenas histórias. O volume 5 dos Migonautas está em campanha no Catarse.




Revista
Nova edição da FenamizahPublicada gratuitamente em plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo.

A edição de dezembro da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 106 caricaturistas e escritores de 35 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de novembro aqui. Ou ler a revista online nos sites Calameo ou Fliphtml5.





Livro
Cartuns EcológicosPlaneta em Risco" é o sexto livro do cartunista J.Bosco, trazendo 86 cartuns que abordam diversas formas de degradação do meio ambiente.

"Planeta em Risco" é o sexto livro do cartunista paraense J.Bosco, com mais de 40 anos de profissão, são 86 cartuns ecológicos, abordando diversas formas de degradação do meio ambiente, poluição dos rios e mares, desertificação, aquecimento global, extinção de algumas espécies marinhas, crise climática. Um livro com vasto material crítico, com linguagem universal, que nos leva a uma reflexão sobre o tempo de nossa própria existência.





Cards
Heróis & HeroínasHomenageando os grandes artistas da música brasileira

No intuito de homenagear personagens históricos da música brasileira, o caricaturista e ilustrador Eduardo Baptistão e Geraldo Leite, músico e radialista, lançam Heróis & Heroínas da Nossa Música, um caixa contendo 52 cards, com as caricaturas e mini biografias dos artistas de MPB, Samba, Choro, Bossa-Nova, etc. Além disso cada card acompanha um QR Code com playlist de cada artista, preparada por Geraldo Leite.




Jornal
Nova edição do GrifoO acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista

No GRIFO 55, Jef Miola questiona “Que Congresso é esse?” (e nem tinha acontecido a barbárie contra Marina Silva). Essa postura agressiva e direitista não é exclusividade brasileira, mostram Luiz Faria analisando Trump, Tarso Riccordi questionando o “desprefeito” de Porto Alegre. Já Winckler aborda o acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista. Coisa que ficou bem ilustrada na capa do Eugênio Neves.




Livro
A lírica visual de FaustoUm lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.

Fausto Bergocce é cartunista, ilustrador e multiartista visual, com obras que transitam entre o desenho, a pintura, a colagem e a fotografia, integrando aos cartuns, tiras e charges muito desses conhecimentos. Seu novo livro, Simples Cartum, é um lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.




Livro
Ebal – Uma História IlustradaA editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações ganha um livro.

Em 1934, Adolfo Aizen criou o Suplemento Juvenil, publicação que revolucionou os quadrinhos no Brasil e liderou o segmento na maior parte de seus onze anos de existência. Até que, em 1945, Aizen parte para um novo projeto e cria a sua Editora Brasil-América.
Finalmente a editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações, ganha um livro à altura de sua importância. Fartamente ilustrado, com imagens raras e textos elucidativos frutos de uma minuciosa pesquisa realizada por vários autores.




Revista
Fenamizah de maioNova edição com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

A nova edição da Fenamizah foi publicada, com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes. Baixe o PDF aqui.
Você também pode acompanhar as novidades no site.
A Fenamizah e-magazine é publicada gratuitamente todos os meses na plataforma digital, com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer finalidade comercial.




Livro
Caricaturas de J.BoscoMúsica, cinema, literatura e caricaturas

O livro J.Bosco Caricaturas (formato 23 x 27 cm - 90 páginas) retrata algumas celebridades da música, cinema e literatura em traços preto e branco, uma homenagem ao estilo clássico da caricatura. São 75 desenhos, entre eles Lupicinio Rodrigues, Quenti Tarantino, e Ariano Suassuna, com apresentação de escritores e caricaturistas como, Miran (editor e diretor da revista Gráfica), Marko Ajdarik, Haroldo Gepp, Luciano Magno, Solda e Adriano Barroso. O livro faz parte das comemorações dos 25 anos de atuação de J.Bosco no jornal O Liberal, de Belém do Pará, como chargista diário e caricaturista.




Revista
Mestre Makabro

Campanha no Catarse de Cássio Witt (Editora Milhas e Milhas Books) lança segunda edição da revista em Quadrinhos Mestre Makabro.
E recebe reforço de um caricaturista e uma aquarelista. Entre as recompensas, os apoiadores podem escolher em arte digital @aquarelasdaclaudia ou caricatura do Bira Dantas, colaborador do Charge Web. É só escolher a opção aquarela ou caricatura e, além da revista, receber suas artes exclusivas.
Cássio Witt tem um canal no youtube Milhas e Milhas Nerd sobre Quadrinhos e vai receber Claudia e Bira nesta quinta-feira, 04/06 para um bate-papo.




Livro
Tom & LauraO poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio.

A política brasileira pode ser chamada, às vezes, de uma grande cachorrada. É o que se vê nesta sensacional antologia de tiras em cores do publicitário, compositor e músico Carlos Castelo e do cartunista Bier. Um jeito irreverente, divertido e com sacadas geniais de observar o poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio. Morra de rir com este livrinho em formato de talão de cheques com a qualidade da Editora Noir.
Opiniões (sinceras) sobre a obra:
"Livrinho ingrato: prova de que o homem é o PIOR amigo do cão..." - Edgar Vasquez
"A tira é boa, mas tirem os cachorros" - Spacca
"Quem são Tom & Laura?" - Laerte
"Que cachorrada do Castelo e do Bier!" - Chico Caruso





Revista
Edição de abril da Fenamizah80 páginas com 137 cartunistas e escritores de 40 países diferentes

A edição de abril da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 80 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 137 caricaturistas e escritores de 40 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de abril aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Revista
Fenamizah em edição especialEdição especial dos mestres do cartum mundial

A Fenamizah apresenta uma edição especial com 100 páginas em homenagem aos mestres do cartum mundial, apresentando trabalhos de Steinberg, Ziraldo, Mordillo, Hoffnung, dentre outros. Leia online ou baixe o pdf




Revista
Fenamizah de junho80ª edição da Fenamizah e-magazine

A 80ª edição da Fenamizah e-magazine está disponível para leitura online ou download. Editada por Aziz Yavuzdoğan, a nova edição conta com a participação voluntária de 130 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.




Revista
Nova edição da FenamizahJá está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan.

Já está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan. Você pode ler a edição online aqui ou baixar o exemplar em pdf aqui.




Livro
O humor de VasqsPapo Gaio de Maritacas

Vasqs vai lançar seu novo livro de humor, Papo Gaio de Maritacas, pela editora Converso. O lançamento será no dia 29 de novembro, das 14h às 17h, no Mi & Mo Gato Café (rua Coronel Oscar Porto, 400), próximo ao metrô Brigadeiro.




Jornal
Novo vôo do GrifoO jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango de Edgar Vasques.,

Saiu o novo número do Grifo, publicação de humor e política editada pelos cartunistas da Grafar (Grafistas Associados do RS). Publicado desde outubro de 2020, o jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango, antológico personagem criado por Edgar Vasques em plena ditadura militar.




Livro
Relicário de afetosTudo com humor, lirismo e ironia

Carlos Castelo, reconhecido por sua verve humorística e seu olhar afiado para o humano, reúne em seu novo livro, Museu de Musas, letras e poemas escritos ao longo de décadas. São declarações tardias, confissões improvisadas, bilhetes que nunca foram entregues. Musas reais ou inventadas, passageiras ou perenes, todas reunidas neste espaço de palavras que ora se parece com um quarto de pensão, ora com um altar pagão.




Livro
Histórias MínimasUm olhar afinado de Paulo Batista sobre detalhes do mundo cotidiano.

Um olhar afinado sobre detalhes do mundo cotidiano (que muitas vezes passam desapercebidos) disposto ao longo de oitenta páginas de pequenas HQs. É o conteúdo de Histórias Mínimas, novo livro do cartunista Paulo Batista, publicado pelo selo PB Editorial do próprio autor. “São temas que eu gosto de explorar como cronista do mundo do meu entorno”, diz o artista. Muitas dessas HQs e tirinhas foram publicadas no Instagram e páginas do Facebook identificadas com o mesmo título do livro. Agora editadas na sequência formam uma narrativa ainda mais interessante sob o traço delicado do cartunista. Para mais informações de como comprar o livro acesse aqui pelo Instagram ou Facebook





Revista
Fenamizah de fevereiroEsta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

Já está disponível pra download a edição de fevereiro de 2025 da revista eletrônica Fenamizah (edição 76), editada por Aziz Yavuzdoğan. Esta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes, incluindo cartunistas e escritores de renome mundial.
A revista eletrônica Fenamizah é publicada todo mês em plataformas digitais, oferecida gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo, sem nenhum propósito comercial.
Você pode baixar a edição de fevereiro gratuitamente clicando aqui.




Livro
O horror segundo Carlos CasteloCastelo revela que além do humor também habita nele uma inquietante galeria de horrores.

Há escritores que se especializam numa só faceta literária. Vivem e morrem na confortável casinha construída em torno de um único estilo. Não é o caso de Carlos Castelo, figura conhecida por sua trajetória múltipla. Jornalista, humorista, poeta, publicitário premiado e agora — para arrepio de muitos — autor de contos de horror.
Em Dentro de Mim Mora a Sombra, Castelo revela que, além do humor, também habita nele uma inquietante galeria de horrores. Com apresentação luxuosa assinada pelos escritores Bráulio Tavares e Gustavo Ávila, o livro chega como uma inesperada novidade. Quem diria que um dos criadores do icônico grupo Língua de Trapo, símbolo irreverente da São Paulo dos anos 80, também dominasse o sombrio e o macabro?
Inspirado em Edgar Allan Poe e Ambrose Bierce, escritores que transitaram habilmente entre o horror e o humor, Castelo reconhece que esses dois gêneros são como irmãos gêmeos univitelinos. Um provocando o medo, o outro o riso. E nessa coleção de histórias perturbadoras, o autor explora exatamente essa dualidade, mesclando folclore brasileiro, lendas urbanas e os dilemas mais sombrios da vida moderna.




Revista
Revista Fenamizah de marçoUma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah .

Uma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de março aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
A volta de MoebiusHá quase duas décadas fora de catálogo, o trabalho de Moebius finalmente volta pela editora Tábula.

Moebius é um autor muito prolífico com várias coletâneas e personagens. Suas histórias curtas publicadas da Metal Hurlant (França) e Heavy Metal (EUA), revolucionaram o mercado dos quadrinhos.
Há quase duas décadas fora de catálogo, o trabalho de Moebius finalmente volta pela editora Tábula em uma edição que reúne material consagrado, além de algumas histórias inéditas no Brasil.




Livro
Quadrinhos & PublicidadeA evolução dos quadrinhos na publicidade em centenas de anúncios.

Em uma fascinante jornada que começa no final do século XIX e chega aos dias atuais, Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! mostra a evolução dos quadrinhos na publicidade no Brasil e no mundo, em centenas de anúncios.
Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! é o resultado de uma pesquisa de quase vinte anos do ilustrador, diretor de arte e pesquisador Toni Rodrigues. O autor buscou, catalogou, apurou informações e recuperou imagens e arquivos considerados há muito perdidos em diversas fontes.




Livro
Cartografias do fimAntologia de contos inéditos sobre a crise climática

A revista literária Subtextos, referência na publicação de ficção contemporânea brasileira no ambiente digital, anuncia o lançamento de seu primeiro livro impresso: Cartografias do fim.
Organizada por Mariane Lima, a antologia reúne treze escritores que abordam a emergência climática a partir de perspectivas e linguagens distintas — do fluxo de consciência ao conto de terror, passando por narrativas intimistas, distópicas e experimentais. O resultado é um mosaico literário que dialoga com as angústias, paisagens e possibilidades de um planeta em transformação, oferecendo uma seleção plural capaz de atender a diferentes sensibilidades de leitura.
O projeto se viabiliza por meio de uma campanha de apoio que oferece diferentes recompensas aos participantes.




Revista
Especial Dia das MulheresFenamizah comemora o Dia Internacional da Mulher com uma edição especial.

Comemorando o “Dia Internacional da Mulher”, foi publicado junto com a edição de março um álbum especial, “Women Cartoons - Fenamizah Extra”, incluindo cartuns, pinturas, ilustrações e escritos de 112 artistas profissionais e amadores de 34 países. Você pode baixar o PDF aqui ou ler online no site Fliphtml5.




Livro
VizungaObra-prima de Colin retorna em volume inédito pela editora Veneta.

Criado por Flavio Colin (1930–2002) e publicado originalmente em tiras diárias, entre 1964 e 1966, na Folha de S. Paulo, Vizunga é um dos pontos mais altos na história dos quadrinhos brasileiros. As tiras reúnem histórias do pescador e caçador Parcival de Carvalho, o Vizunga, e misturam elementos da cultura gráfica popular brasileira com o modernismo, em narrativas cheias de aventura, ironia e crítica social. Vizunga retorna em um volume inédito pela editora Veneta.