CRÔNICAS


Direto da Groelândia

por Carlos Castelo

Reportagens especiais

Faz sete dias que cheguei à Groelândia. Vim cobrir a região após as notícias sobre anexação da área pelo governo estadunidense. No primeiro dia, conheci uma geleira. No segundo, outra geleira. No terceiro, um urso polar me olhou como se eu fosse um entregador de pizza. Desde então, mantemos uma relação cordial. Uma relação de distância por parte dele. E de orações da minha parte.

A programação local inclui atividades como: escutar o gelo se mexer, tentar não escorregar, e assistir ao pôr do sol às duas horas da tarde. A vida social se resume a conversar com a minha própria respiração e torcer para que ela não vire pedras de gelo.

Os groelandeses seguem suas rotinas. Como se -30 graus fosse temperatura de praia do Nordeste.

Muita gente do Brasil me pergunta se há alguma novidade na Groelândia. A única é que descobri que o suor congela no sovaco. Também fui tentar fazer um guisado. E o gás congelou. Fora isso, nada mais.

Pra resumir: aqui, tudo é branco, puro e intacto. O tipo de coisa que Donald Trump, claro, ia logo querer sujar.

Se acontecer algo de novo por aqui, voltarei a informar.


Publicado em 22/01/2026




Diagnóstico: hipocrisia aguda

por Carlos Castelo

A doença dos trinta mil

Segundo o Departamento Penitenciário Nacional, o Brasil contava, em 2019, com trinta mil presos com doenças graves. Trinta mil. Gente tossindo, gemendo, pedindo por atendimento enquanto o Estado oferece, no máximo, um copo d’água e um “vai melhorar”. Aí, numa virada, digna de novela mexicana, a Defensoria Pública do DF decide abrir um procedimento para apurar a saúde de Jair Bolsonaro. Sim, ele mesmo. O homem que, supostamente, hoje não pode nem andar que bate a testa. Só que que, há não muito tempo, era visto pilotando jetski e indo a pescarias em alto-mar.

Nada contra investigar o estado de saúde de um ex-chefe de Estado (que pode muito bem estar doente, cansado), mas a seletividade é de cair o queixo. O sistema carcerário brasileiro parece um hospital de campanha em fim de feira, mas o único paciente digno de atenção é um ex-presidente.

A doença dos trinta mil presos é realmente grave. Porém, não tão grave quanto o câncer terminal da nossa Justiça, que segue fingindo imparcialidade enquanto trata réus como clientes de camarote. Desde que tenham sobrenome famoso ou conexões políticas. Em outras palavras: aos pobres, a cela mofada e o paracetamol vencido. Aos notáveis, o leito forrado com garantismo.


Publicado em 15/01/2026




Museu do Fútil

por Carlos Castelo

Investigação solene das coisas fúteis

O Cupom Fiscal Ilegível  

Descoberto no fundo de uma gaveta, o Cupom Fiscal Ilegível é uma peça frágil e, paradoxalmente, muito reveladora presente no acervo do Museu do Fútil. Seu papel amarelado exibe apenas vestígios de números, siglas e um código de barras que parece um poema concretista em decomposição.

Os especialistas que o analisaram não chegaram a consenso: uns juram tratar-se de uma compra de manteiga e sabão em pó; outros, de uma TV parcelada em 18 vezes. A verdade, perdida entre os pixels do tempo, pouco importa. O cupom sobrevive como testemunho de uma era que acreditava que tudo poderia ser comprovado: até o esquecimento.

Sua restauração demandou uma equipe de paleógrafos, microscópios eletrônicos e muita fé. Cada traço recuperado é uma tentativa de reconstruir o cotidiano a partir daquilo que o calor e a umidade apagaram. O visitante atento notará o esforço arqueológico da tinta térmica em resistir ao nada.

Na legenda da vitrine lê-se: “Documento de valor questionável, mas de validade expirada.” Afinal, o Cupom Fiscal Ilegível é o retrato fiel de um tempo em que comprar era mais importante que contabilizar. Hoje, resta apenas o recibo da amnésia.


Publicado em 08/11/2025




Uvrigadinho, uvrigadinho

por Carlos Castelo

Abel abre o coração após noite mágica

Sinhoras, sinhores, i sovretudu, palmairensis di fé:

É cum u curação a vater i u vigode humidicído di inmoção qui eu váim aqui pá dizeire um sincero uvrigadinho a toda a turcida du P’lestra, essa genti qui verra, sófri, e mi chama di “tuga taimoso” cum u mesmu c’rinho cum qui eu chamu u terçáiro árvitro di incomputente do c’ralho.

Queru pidire ãs mãis puras iscusas (dessais que ap’nas um homem arrependidu, i cum saláriu altíssimo, pode dáire) p’las bezes im qu’eu xinguái jurnalistas, dei puntapés im microfónes, ou disse qui u Vrasil é um peís instranho. Instranho mesmu é eu inda num teire aprindido a lidaire cum u tále du jaitinhu vrasiláiru, qui às bezes é mãis cumplicadu du qui enfrentaire ritrancas na Livertadores.

Eu, Avel, rucunheçu: eu falu dimais, gisticulu cum’as mãos, cuspu nu chão, i pareçu um vacalhau pussuído. Mãis é u xangue purtuguês, que ferbe comu p’nela di pressão em finales di campionatus.

Queru tamvém dizeire qui a turcida du Palmairas é u meu cumvustível, a minhã tapioca imocionále. Sem vucêis, eu num siria nada: só mãis um gajo verrando “bamos, c’ralho!” na váira du campu.

À jurnalistas, peçu p’ciência e purdão. Sei qui já chamái ripórter de chato, inquisidoire e, uma beiz, de prufeta da disgraça. Mãis é qui eu vinhã dum jogo em Cuiabá, cuarenta graus, gramado hurruroso, e inda tibe qui respondeire si u time jugou vem. Nem Nossa Sunhora di Fátima supórtaria.

Mãis agora, queru paiz. Queru qui u povo beja qui u Avel tamvém save sorríre, mesmu quandu u árvitru inbenta penáles pu adbersário.

Pur isso, meus carus, digu du fundu du páito: uvrigadinho, turcida berde! S’eu algum dia gritái dimais, é purque amu dimais. E, se o Vrésil é instranhu, então eu sou mais istranhu ainda — purque já m’apaxunei-me pur e’l.

Assinado:

Avel Firraira, trunadoire, técnicu i, às bezes, um discontruladu du c’ralho.


Publicado em 01/11/2025




Quentinhas de verão

por Vasqs

Naquele mês de agosto...

A melhor piada do mundo

Uma banda de rock foi cantar no teto de um prédio. O vizinho não gostou e ligou pra polícia, pra reclamar do barulho. A polícia veio e pediu que ela, a banda, parasse de tocar e a banda parou. O reclamante e o policial não sabiam que a banda era os Beatles, a melhor e a mais famosa do planeta. E que por isso jamais deveriam mandá-la, à banda, calar a boca.

O dia vai chegar em que o reclamante e o policial estarão mortos. E vão se perguntar o que estão fazendo no inferno.

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A melhor piada de São Paulo

Naquele mês de agosto, o jornal publicou uma inacreditável carta de um sujeito que reclamava do canto dos sabiás, do barulho chato e repetitivo que faziam.

Os sabiás estavam no cio. O cara tava com TPM.

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Da ligeireza da prefeitura

1

O supermercado ampliou suas instalações. Antes que inaugurasse, numa velocidade jamais vista, duas lixeiras já tinham sido instaladas nos postes da frente.

2

Mal começou a construção do empreendimento, coincidentemente a árvore na frente teve que ser removida. Os técnicos da secretaria vieram, num átimo, e constataram, de modo peremptório, que ela estava com cupim.

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O homem que inventou o ET de Varginha acaba de desmentir tudo.

Começou péssimo esse ano.

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Aquelas pessoas que vão visitar doentes no hospital e depois saem pra rua fumar na calçada: um dia serão visitadas.

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Quem paga 18 reais

num picolé,

ou é inteiro burro

ou totalmente lelé.

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Vovó Matilda acha que arte é como a língua que o sapo estica pra pegar a mosca. Uma ponte, diz ela, uma armadilha que o artista usa pra fazer contato do seu com o interior do outro.

Papo de brejo, mas sendo o sapo um bom artista e a mosca um apreciador sensível, até que é boa metáfora.

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De um homem vendendo guarda-chuva no metrô:

- Aproveite, pesquisas dizem que vai chover a semana inteira!


Publicado em 22/01/2026




Implicâncias e o Sarney

por Vasqs

Na fila do caixa, um sujeito parecido com o Sarney

No supermercado, na fila do caixa, um sujeito parecido com o Sarney - aquele mesmo, que acha que a eternidade é aqui ou que confunde imortalidade acadêmica com imortalidade física, e, espertinho, vai ficando.

Bigodão e óculos, o sósia, ou já seria a reencarnação antecipada do próprio, comprou 400g de panetone e pagou por esse naco a bagatela de $120 reais! Impressionante a cara de pau de quem vende um panetone de 400g a $120 reais. Impressionante a estupidez de quem compra.

Talvez seja importado, o panetone, talvez seja da Suíça, se é que lá também fazem panetone. E pagou , o Sarney, à vista! No pix. Pensei: tipo esnobe, tá é ostentando - sim, só pode ser um panetone da Suíça. Comeria sozinho, quatro pessoas numa familia daria nem pra sentir o gosto. Ou seria mimo pra amante, uma amante que fosse rechonchuda, que estivesse de dieta e que morasse sozinha com 4 gatos que odiassem panetone, mesmo suíço.

Saí. Saí, passei pela feira - era sábado e sábado é dia de feira - e encontrei quem?, o Sarney, de novo, pasmem, agora frente à banca de pastel empapuçando-se num voluptuoso de pizza, iscas de orégano e queijo grudadas no bigodão.

Achei estranho. Era estranho. Vá lá que pastel de feira virou iguaria, a julgar pelo preço, pela hora da morte até pra reencarnados. Mesmo assim, vá entender o Sarney: de um panetone suíço pra um pastel de feira!... o que viria em seguida, uma pamonha? Depois um geladinho de groselha, depois um saquinho de pipoca?

E vá entender um panetone de 400g a $120 reais, mesmo suíço.

E vá entender a ostentação, mesmo a protzerei, a ostentação suíça.

Vá entender a humanidade.

Vá entender um sósia do Sarney em pleno século 21.


Publicado em 11/12/2025




Dia de Reis

por Nelson Moraes

Estava então lá no presépio o casal com o menino...

Estava então lá no presépio o casal com o menino, quando o primeiro rei mago chegou.

– Seguinte – ele foi logo dizendo, pouco afeito a meias palavras – , eu sou um entrepreneur capitalista e trago ouro. O ouro que ergue nações, desperta a cobiça produtiva e resulta em desenvolvimento e abertura de nichos de mercado. Juntar seu nome ao meu – e agora ele falava diretamente ao menino – vai fazer de uma pequena enterprise um conglomerado planetário, abrindo fronteiras, catequizando povos, estabelecendo governos e ditando os rumos da economia mundial. Fui claro?

– Oquei, oquei – disse o pai do menino, recebendo o ouro e guardando em um canto do presépio. E pediu: – O próximo.

– Oi – disse compenetrado o segundo rei mago. – Eu sou de Humanas e trago incenso. O incenso que desperta estados de consciência e que faz da justiça igualitária o objetivo maior da existência, somada à fruição holística da aura que permeia o planeta. Seu nome aliado ao meu vai deter a marcha desenfreada da ambição e fazer da experiência humana uma prática de compartilhamento, resistindo a todas as formas de totalitarismo. Que tal?

– Sei, sei – disse o pai da criança, guardando o incenso e pedindo ao terceiro rei mago para entrar.

– Olá – disse o terceiro. – Eu trago mirra, e...

– Que diabo é mirra? – perguntou o pai do menino.

– É algo que não se explica tão resumidamente. Pra entender a mirra é preciso se distanciar, relativizar, adquirir um ponto de vista mais abrangente, que...

Mas aí o primeiro e segundo reis magos já estavam se atracando com o terceiro e rolando no chão. Finalmente deram uma carreira nele, e então voltaram ao presépio, tirando o pó da roupa e se justificando:

– Não levem a mal. É que no mundo de hoje não tem lugar pra isentão.

Moral: A presente dado não se pede a procedência


Publicado em 12/01/2026




Lázaro!

por Nelson Moraes

A rocha que vedava o túmulo foi retirada...

A pedido do Mestre, a rocha que vedava o túmulo foi retirada. E o Mestre:
- Vem pra fora, Lázaro!
A multidão aguardando, tensa. E nada.
- Lázaro - insistiu o Mestre. - Vem pra fora!
Lá de dentro pareceu brotar um grunhido. E o Mestre:
- Oi?
Agora veio a fala abafada:
- Aqui não tem nenhum Lázaro.
- Como assim? - falou o Mestre, já perto da porta.
- Não tem, ué.
- Lázaro... Eu tô te vendo!
- Pois é. Tá tendo uma visão.
- Lázaro! - e o mestre estendeu a mão, puxando o sujeito lá de dentro.
- Caramba, Mestre - disse o sujeito, tapando com a mão o sol que incidia sobre seu rosto, e falando com voz bem baixa, de modo que só o Mestre ouvisse. - Assim o senhor me prejudica!
- Como assim, Lázaro? Você estava morto! E agora...
- Não, não, Mestre - cochichou o sujeito.
- Como não?
- Ahn. Era isso. Eu estava, er, me fazendo de morto, Mestre.
O mestre cruzou os braços, inquisidor:
- Lázaro.
- Calma, Mestre. Seguinte. O senhor já ficou com três anos de impostos pra Roma atrasados? O senhor já ficou devendo o dobro do seu patrimônio em tributo pro Templo? O senhor já penou com essa inflação que dispara a cada trimestre e tá arrasando a Judeia? O senhor já tentou sobreviver com...
- Lázaro! Você então...
- Pois é! - e aqui o sujeito moderou o tom, voltando ao cochicho. - Me fiz de morto, pra não me complicar ainda mais. Já basta morrer em tanta dívida. E agora o senhor vem me expor?
- Não é possível - o Mestre murmurou, incrédulo. - Suas irmãs disseram que você já cheirava mal, depois desses quatro dias, e então...
- Aí que tá, Mestre. O senhor não deve ter entendido direito. Elas provavelmente disseram que não tava cheirando bem isso de eu ter morrido logo agora, até porque, ahn, é, tô devendo pra elas, também, e o...
O Mestre suspirou fundo, e foi pontuando sílaba por sílaba, compassadamente:
- Lázaro. Vem comigo agora, pra fora. Você vai explicar pra essa multidão aí que estava mentindo. E vai assumir o que fez.
- Mas, Mestre - tentou o sujeito, que já estava sendo puxado pelo braço. - O senhor quer que eu assuma minhas dívidas? O que eu ganho com isso?
E o Mestre, resoluto:
- Até noventa por cento de desconto, pagando à vista. Agora vambora e não discute.

(Algumas versões desse antigo pergaminho trazem um acréscimo ao final, no qual um centurião romano, que a tudo acompanhava à distância - e já quase convertido ao Mestre, graças aos frequentes discursos e recorrentes milagres deste - resolveu, maravilhado com a cena, vir saudar Lázaro. Que, ao vê-lo aproximar-se, pulou para trás do Mestre, gritando: "Calma aí, calma aí! Vou me inscrever hoje mesmo no 'Desenrola Roma' e parcelar tudo em sessenta e quatro vezes! Hoje mesmo!")


Publicado em 02/11/2025




AGENDA

Exposição
Quadrinhos no PompidouReunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos.

Em 29 de maio foi aberta a exposição “Bande dessinée, 1964 - 2024”, no Centro Georges Pompidou, em Paris. A mostra pretende oferecer um diálogo inédito entre os 3 principais centros de expressão da banda desenhada: a criação europeia, os mangas asiáticos e os quadrinhos americanos. Reunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos. A exposição vai até novembro.





Exposição
1º Salão Internacional de Humor de CuritibaRir com profundidade, pensar com leveza e provocar com empatia

Organizado pelo ilustrador, cartunista e professor universitário Laqua, o 1º Salão Internacional de Humor de Curitiba resgata a tradição dos grandes salões de humor pelo Brasil e pelo mundo, devolvendo à “cidade sorriso” um espaço para rir com profundidade, pensar com leveza e provocar com empatia.
O tema será Transtorno Bipolar: entre a euforia e a escuridão.




Livro
O horror segundo Carlos CasteloCastelo revela que além do humor também habita nele uma inquietante galeria de horrores.

Há escritores que se especializam numa só faceta literária. Vivem e morrem na confortável casinha construída em torno de um único estilo. Não é o caso de Carlos Castelo, figura conhecida por sua trajetória múltipla. Jornalista, humorista, poeta, publicitário premiado e agora — para arrepio de muitos — autor de contos de horror.
Em Dentro de Mim Mora a Sombra, Castelo revela que, além do humor, também habita nele uma inquietante galeria de horrores. Com apresentação luxuosa assinada pelos escritores Bráulio Tavares e Gustavo Ávila, o livro chega como uma inesperada novidade. Quem diria que um dos criadores do icônico grupo Língua de Trapo, símbolo irreverente da São Paulo dos anos 80, também dominasse o sombrio e o macabro?
Inspirado em Edgar Allan Poe e Ambrose Bierce, escritores que transitaram habilmente entre o horror e o humor, Castelo reconhece que esses dois gêneros são como irmãos gêmeos univitelinos. Um provocando o medo, o outro o riso. E nessa coleção de histórias perturbadoras, o autor explora exatamente essa dualidade, mesclando folclore brasileiro, lendas urbanas e os dilemas mais sombrios da vida moderna.




Livro
Relicário de afetosTudo com humor, lirismo e ironia

Carlos Castelo, reconhecido por sua verve humorística e seu olhar afiado para o humano, reúne em seu novo livro, Museu de Musas, letras e poemas escritos ao longo de décadas. São declarações tardias, confissões improvisadas, bilhetes que nunca foram entregues. Musas reais ou inventadas, passageiras ou perenes, todas reunidas neste espaço de palavras que ora se parece com um quarto de pensão, ora com um altar pagão.




Revista
Fenamizah de julhoA edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah foi publicada.

A edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. Editada por Aziz Yavuzdoğan e publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de julho aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
Mortadelo e Salaminho estão de voltaOs agentes da T.I.A. agora com duas HQs em uma única edição

A Figura Editora ouviu o público, e o segundo volume de Mortadelo e Salaminho chega com dose dupla de HQs do genial Francisco Ibáñez. Isso mesmo, são duas aventuras dos agentes da T.I.A. em uma mesma edição de 96 páginas!




Livro
VizungaObra-prima de Colin retorna em volume inédito pela editora Veneta.

Criado por Flavio Colin (1930–2002) e publicado originalmente em tiras diárias, entre 1964 e 1966, na Folha de S. Paulo, Vizunga é um dos pontos mais altos na história dos quadrinhos brasileiros. As tiras reúnem histórias do pescador e caçador Parcival de Carvalho, o Vizunga, e misturam elementos da cultura gráfica popular brasileira com o modernismo, em narrativas cheias de aventura, ironia e crítica social. Vizunga retorna em um volume inédito pela editora Veneta.




Livro
Níquel NáuseaFazendo 40 anos

Níquel Náusea, personagem imortal de Fernando Gonsales, está fazendo 40 anos. E a Z Edições apresenta esta coleção que irá reunir todas as tiras criadas por Fernando nessas quatro décadas.




Revista
Fenamizah de junho80ª edição da Fenamizah e-magazine

A 80ª edição da Fenamizah e-magazine está disponível para leitura online ou download. Editada por Aziz Yavuzdoğan, a nova edição conta com a participação voluntária de 130 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.




Livro
O humor de VasqsPapo Gaio de Maritacas

Vasqs vai lançar seu novo livro de humor, Papo Gaio de Maritacas, pela editora Converso. O lançamento será no dia 29 de novembro, das 14h às 17h, no Mi & Mo Gato Café (rua Coronel Oscar Porto, 400), próximo ao metrô Brigadeiro.




Revista
Especial Dia das MulheresFenamizah comemora o Dia Internacional da Mulher com uma edição especial.

Comemorando o “Dia Internacional da Mulher”, foi publicado junto com a edição de março um álbum especial, “Women Cartoons - Fenamizah Extra”, incluindo cartuns, pinturas, ilustrações e escritos de 112 artistas profissionais e amadores de 34 países. Você pode baixar o PDF aqui ou ler online no site Fliphtml5.




Livro
Caricaturas de J.BoscoMúsica, cinema, literatura e caricaturas

O livro J.Bosco Caricaturas (formato 23 x 27 cm - 90 páginas) retrata algumas celebridades da música, cinema e literatura em traços preto e branco, uma homenagem ao estilo clássico da caricatura. São 75 desenhos, entre eles Lupicinio Rodrigues, Quenti Tarantino, e Ariano Suassuna, com apresentação de escritores e caricaturistas como, Miran (editor e diretor da revista Gráfica), Marko Ajdarik, Haroldo Gepp, Luciano Magno, Solda e Adriano Barroso. O livro faz parte das comemorações dos 25 anos de atuação de J.Bosco no jornal O Liberal, de Belém do Pará, como chargista diário e caricaturista.




Livro
Ebal – Uma História IlustradaA editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações ganha um livro.

Em 1934, Adolfo Aizen criou o Suplemento Juvenil, publicação que revolucionou os quadrinhos no Brasil e liderou o segmento na maior parte de seus onze anos de existência. Até que, em 1945, Aizen parte para um novo projeto e cria a sua Editora Brasil-América.
Finalmente a editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações, ganha um livro à altura de sua importância. Fartamente ilustrado, com imagens raras e textos elucidativos frutos de uma minuciosa pesquisa realizada por vários autores.




Livro
Pária amada, Brasil!Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Carlos Castelo

Carlos Castelo lança seu novo livro, "PÁRIA AMADA, BRASIL - 99 aforismos sobre o Brasil & um sobre Portugal”, recheado de observações sarcásticas sobre o país. Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Castelo, com base em sua carreira como colunista dos jornais Estadão, Rascunho e O Dia. Castelo criou uma provocação divertida sobre a cultura, a sociedade e as peculiaridades brasileiras. Uma coleção de aforismos que oferece aos leitores uma mistura inusitada de ironia, sagacidade e observações agudas sobre o Brasil. - Tempos Crônicos





Revista
Nova edição da FenamizahPublicada gratuitamente em plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo.

A edição de dezembro da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 106 caricaturistas e escritores de 35 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de novembro aqui. Ou ler a revista online nos sites Calameo ou Fliphtml5.





Revista
Nova edição da FenamizahEm sua 82ª edição, a revista eletrônica Fenamizah apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes.

Esta 82ª edição da revista eletrônica Fenamizah, publicada por Aziz Yavuzdoğan como editor-chefe e com a participação voluntária de cartunistas e escritores de renome mundial, apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes. Baixe seu exemplar em PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Livro
A lírica visual de FaustoUm lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.

Fausto Bergocce é cartunista, ilustrador e multiartista visual, com obras que transitam entre o desenho, a pintura, a colagem e a fotografia, integrando aos cartuns, tiras e charges muito desses conhecimentos. Seu novo livro, Simples Cartum, é um lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.




Livro
Tom & LauraO poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio.

A política brasileira pode ser chamada, às vezes, de uma grande cachorrada. É o que se vê nesta sensacional antologia de tiras em cores do publicitário, compositor e músico Carlos Castelo e do cartunista Bier. Um jeito irreverente, divertido e com sacadas geniais de observar o poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio. Morra de rir com este livrinho em formato de talão de cheques com a qualidade da Editora Noir.
Opiniões (sinceras) sobre a obra:
"Livrinho ingrato: prova de que o homem é o PIOR amigo do cão..." - Edgar Vasquez
"A tira é boa, mas tirem os cachorros" - Spacca
"Quem são Tom & Laura?" - Laerte
"Que cachorrada do Castelo e do Bier!" - Chico Caruso





Jornal
Novo vôo do GrifoO jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango de Edgar Vasques.,

Saiu o novo número do Grifo, publicação de humor e política editada pelos cartunistas da Grafar (Grafistas Associados do RS). Publicado desde outubro de 2020, o jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango, antológico personagem criado por Edgar Vasques em plena ditadura militar.




Livro
Quadrinhos & PublicidadeA evolução dos quadrinhos na publicidade em centenas de anúncios.

Em uma fascinante jornada que começa no final do século XIX e chega aos dias atuais, Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! mostra a evolução dos quadrinhos na publicidade no Brasil e no mundo, em centenas de anúncios.
Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! é o resultado de uma pesquisa de quase vinte anos do ilustrador, diretor de arte e pesquisador Toni Rodrigues. O autor buscou, catalogou, apurou informações e recuperou imagens e arquivos considerados há muito perdidos em diversas fontes.




Revista
Edição de abril da Fenamizah80 páginas com 137 cartunistas e escritores de 40 países diferentes

A edição de abril da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 80 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 137 caricaturistas e escritores de 40 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de abril aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
Cartuns EcológicosPlaneta em Risco" é o sexto livro do cartunista J.Bosco, trazendo 86 cartuns que abordam diversas formas de degradação do meio ambiente.

"Planeta em Risco" é o sexto livro do cartunista paraense J.Bosco, com mais de 40 anos de profissão, são 86 cartuns ecológicos, abordando diversas formas de degradação do meio ambiente, poluição dos rios e mares, desertificação, aquecimento global, extinção de algumas espécies marinhas, crise climática. Um livro com vasto material crítico, com linguagem universal, que nos leva a uma reflexão sobre o tempo de nossa própria existência.





Cards
Heróis & HeroínasHomenageando os grandes artistas da música brasileira

No intuito de homenagear personagens históricos da música brasileira, o caricaturista e ilustrador Eduardo Baptistão e Geraldo Leite, músico e radialista, lançam Heróis & Heroínas da Nossa Música, um caixa contendo 52 cards, com as caricaturas e mini biografias dos artistas de MPB, Samba, Choro, Bossa-Nova, etc. Além disso cada card acompanha um QR Code com playlist de cada artista, preparada por Geraldo Leite.




Revista
Nova edição da FenamizahJá está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan.

Já está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan. Você pode ler a edição online aqui ou baixar o exemplar em pdf aqui.




Revista
Fenamizah de fevereiroEsta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

Já está disponível pra download a edição de fevereiro de 2025 da revista eletrônica Fenamizah (edição 76), editada por Aziz Yavuzdoğan. Esta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes, incluindo cartunistas e escritores de renome mundial.
A revista eletrônica Fenamizah é publicada todo mês em plataformas digitais, oferecida gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo, sem nenhum propósito comercial.
Você pode baixar a edição de fevereiro gratuitamente clicando aqui.




Jornal
Nova edição do GrifoO acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista

No GRIFO 55, Jef Miola questiona “Que Congresso é esse?” (e nem tinha acontecido a barbárie contra Marina Silva). Essa postura agressiva e direitista não é exclusividade brasileira, mostram Luiz Faria analisando Trump, Tarso Riccordi questionando o “desprefeito” de Porto Alegre. Já Winckler aborda o acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista. Coisa que ficou bem ilustrada na capa do Eugênio Neves.




Livro
Os Migonautas As aventuras bem humoradas de ursos viajando pelo espaço.

Os Migonautas é uma série de tirinhas criadas por Mig Mendes. Com bastante estrada, a tira começou como tira diária de jornal, publicada em O Fluminense de Niterói e outros diários. Nessa época (1991 - 1993) o título era O Urso no Espaço. Depois as tiras foram recriadas para redes sociais no final de 2015, com muito mais cor, desenvolvimento de personagens e arcos formando pequenas histórias. O volume 5 dos Migonautas está em campanha no Catarse.




Revista
Revista Fenamizah de marçoUma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah .

Uma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de março aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Revista
Edição de janeiro da FenamizahJá está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan .

Já está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan, com participação de 115 cartunistas e escritores de 36 países diferentes. A “Fenamizah E-Magazine” é publicada mensalmente na plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo. É publicado gratuitamente, sem qualquer finalidade comercial. Baixo o PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Livro
Histórias MínimasUm olhar afinado de Paulo Batista sobre detalhes do mundo cotidiano.

Um olhar afinado sobre detalhes do mundo cotidiano (que muitas vezes passam desapercebidos) disposto ao longo de oitenta páginas de pequenas HQs. É o conteúdo de Histórias Mínimas, novo livro do cartunista Paulo Batista, publicado pelo selo PB Editorial do próprio autor. “São temas que eu gosto de explorar como cronista do mundo do meu entorno”, diz o artista. Muitas dessas HQs e tirinhas foram publicadas no Instagram e páginas do Facebook identificadas com o mesmo título do livro. Agora editadas na sequência formam uma narrativa ainda mais interessante sob o traço delicado do cartunista. Para mais informações de como comprar o livro acesse aqui pelo Instagram ou Facebook





Revista
Fenamizah de maioNova edição com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

A nova edição da Fenamizah foi publicada, com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes. Baixe o PDF aqui.
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